Delegado da Polícia Civil diz que não se reuniu com prefeito Fortunati e que investigação de tiros no Comitê de Nelson Marchezan “por ondens superiores” caberá a PF

Delegado da Polícia Civil diz que não se reuniu com prefeito Fortunati e que investigação de tiros no Comitê de Nelson Marchezan “por ondens superiores” caberá a PF

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Em entrevista a Rádio Guaíba, o delegado da Polícia Civil, Cesar Carrion rechaçou a tese defendida pelo prefeito ao garantir que nenhum policial civil está trabalhando no comitê tucano. A investigação também esclareceu que a servidora da Prefeitura, que teria repassado as informações para Fortunati, é irmã de um vigilante. Conforme Carrion, Fortunati equivocou-se ao divulgar a informação na mídia.

“Ele (Fortunati) se equivocou ao receber informações de terceiros de que seria um possível policial que estaria no comitê. Não existe policial nenhum no comitê. Esta servidora é irmã de um segurança que trabalha no comitê”, explicou.

Fortunati também relatou ter estado com o delegado César Carrion, nessa terça-feira. O prefeito contou ter apresentado aos investigadores a servidora que alega estar sendo ameaçada, a fim de elucidar o caso. Porém, o delegado ressalta ter conversado com Fortunati somente por telefone.

Como a Polícia Federal abriu um inquérito policial, em paralelo, para averiguar o caso, todas as informações coletadas pela Polícia Civil foram repassadas para a PF. A investigação ficará a cargo da Polícia Federal. A corporação foi procurada pela reportagem, porém, não irá se manifestar sobre o procedimento investigatório. (Texto: Lucas Rivas/Rádio Guaíba)