Confira o que Lula diz nas entrevistas aos veículos estrangeiros

dilma Direito Economia Mundo Negócios Notícias Poder Política Vídeo

 

O ex-presidente Lula, não concede entrevistas aos jornalistas brasileiros. Mas, se dispõe a todo momento a falar com veículos estrangeiros. Nesta entrevista para a Telesur/Venezuela ele assegura que a elite brasileira sempre foi submissa aos EUA. Lula fala ainda ainda da possibilidade de concorrer a Presidência em 2018. Se você preferir conferir a reportagem escrita em ESPAÑOL confira no site da Telesur.

Rossetto: Dilma segue determinada a preservar democracia no país

Rossetto: Dilma segue determinada a preservar democracia no país

Notícias Poder Política

O ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, disse hoje (10) que a presidenta Dilma Rousseff segue determinada e firme no que ela entende ser a sua responsabilidade constitucional de “preservar a Constituição e a democracia no país”.

“Seu mandato é expressão da vontade popular e ela vai continuar aquilo que tem anunciado, cumprindo sua responsabilidade com determinação e firmeza, buscando em todos os espaços a legalidade, a Constituição e a democracia. Isto significa continuar o debate junto ao Senado e ao Supremo Tribunal Federal como instâncias e isso significa também preservar o diálogo junto à sociedade brasileira”, afirmou Rossetto, após reunião com Dilma, no Palácio do Planalto.

Amanhã (11), o plenário do Senado vai decidir sobre o impeachment da presidenta. Se aprovado, Dilma é afastada por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência. (Agência Brasil)

Impeachment de Dilma: E agora? Mario Sérgio Cortella fala sobre o “day-after” da votação na Câmara

Comunicação Cultura Entrevistas Notícias Poder Política

 

mario-cortellaHoje ao invés de entrevistar políticos no ” day-after”  da aprovação pela Câmara dos Deputados, da abertura do processo de impeachment  da Presidente Dilma resolvi conversar com o filósofo Mario Sergio Cortella. Ele analisou  esse momento  que o País passa por uma crise política traz incertezas e insegurança para a população brasileira.

Monica Iozzi corrige manchete da GloboNews e gera nova polêmica

Monica Iozzi corrige manchete da GloboNews e gera nova polêmica

Comportamento Comunicação Direito Notícias Poder Política Vídeo

Como de costume, Monica Iozzi usou suas redes sociais para se posicionar sobre o momento político do Brasil. A apresentadora compartilhou uma notícia da GloboNews e “corrigiu” a manchete dada pelo canal.

O título original dizia: “Manifestantes vão às ruas em defesa da presidente Dilma no Largo da Carioca, no Rio”. Indo contra a afirmação, Monica replicou: “Corrigindo a manchete. Manifestação em DEFESA DA DEMOCRACIA. ‘Ser legalista não é o mesmo que ser governista’”.

Os seguidores da apresentadora não chegaram a um acordo sobre sua posição e deixaram comentários divergentes. “Corrigindo a própria emissora, gosto assim”, escreveu um seguidor.
“Enganadíssima de novo. Era uma passeata de apoio à Dilma. Era governista SIM”, disse outro.

Monica tem criticado muito a cobertura feita pela Globo, da qual é contratada, e seus afiliados sobre os acontecimentos políticos do País. (AD/O Sul)

Jornalistas lançam manifesto em Defesa da Democracia e dos Direitos Sociais

Jornalistas lançam manifesto em Defesa da Democracia e dos Direitos Sociais

Comunicação Cultura Direito Economia Educação Negócios Notícias Poder Política Publicidade

Preocupada com o agravamento da crise política instaurada no Brasil, a Fenaj lançou nesta segunda-feira, um manifesto assinado por dirigentes sindicais e personalidades do jornalismo brasileiro. Confira  abaixo a íntegra do Manifesto em Defesa da Democracia e dos Direitos Sociais. Outras diversas entidades ligadas ao ensino, pesquisa e atividades do jornalismo também estão se posicionando sobre o assunto. Elas se mostram preocupadas com a postura da grande mídia e a cobertura jornalística em relação aos fatos, muitas delas alertam que a postura tendenciosa dos meios de comunicação compromete o próprio jornalismo e sua credibilidade. Confira a reportagem completa no site da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas).

MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DOS DIREITOS SOCIAIS

“Nós, jornalistas brasileiros abaixo-assinados, vimos nos manifestar à Nação em defesa da democracia e do Estado de Direito. Não é a primeira vez, na história republicana do Brasil, que os jornalistas são obrigados a se pronunciar pela salvaguarda das conquistas sociais, das políticas públicas e das garantias democráticas obtidas nas lutas travadas, desde os primórdios da nossa nacionalidade, pelos verdadeiros democratas e pela ampla maioria trabalhadora de nosso povo. Três décadas após o fim do regime militar, nos vemos novamente sob a ameaça do autoritarismo. A cada dia, crescem os sinais de que está em curso um golpe de Estado contra a presidente Dilma Rousseff, eleita de forma legítima e democrática, e que, a despeito de qualquer crítica que se faça a seu governo, não está ligada a nenhum fato que dê base legal a um pedido de impeachment. No entanto, parlamentares que acumulam denúncias de corrupção, como Eduardo Cunha, e alguns dos principais partidos políticos do país já contabilizam votos no Congresso Nacional com esse intuito e negociam abertamente um futuro governo, num clima de golpismo institucionalizado. Em nome do combate à corrupção, a Operação Lava Jato atropela garantias constitucionais duramente conquistadas, como a neutralidade do Judiciário, o direito ao devido processo legal e a presunção de inocência. A hostilidade crescente nas redes sociais extravasa para as ruas, e o convívio plural e civilizado no espaço público, que em tempos recentes havia avançado bastante, já se turva. Queremos romper esta teia de ódio! Lembramos que o combate à corrupção também apareceu como pretexto para o golpe de 1964. A memória nacional não pode ser tão curta. Repudiamos a corrupção e exigimos a punição de corruptos e corruptores, mas sempre com respeito às regras do Estado Democrático de Direito. Não aceitamos o retrocesso. Para nós, a democracia é um valor supremo, irmão da soberania popular. Defendemos os direitos sociais – o patrimônio público, as reservas de petróleo do pré-sal, as empresas estatais, os direitos trabalhistas, os avanços contra o racismo e o machismo, a redução da miséria e da desigualdade – ameaçados pelos adversários da democracia, muitos dos quais são notórios corruptos. Como jornalistas profissionais, denunciamos o papel nefasto que as grandes empresas de comunicação têm desempenhado na presente crise. Beneficiadas pela falta de regulamentação do artigo 220 da Constituição, que proíbe os monopólios no setor, utilizam sua posição no controle da mídia como ponta-de-lança na ofensiva política contra o governo federal, em defesa dos interesses econômicos das elites nacionais e estrangeiras e dos partidos políticos que as representam. Essas empresas transformam seus veículos noticiosos em alto-falantes para que fontes ocultas no aparelho de Estado alardeiem vazamentos seletivos de informação, visando a destruir reputações e a soterrar o direito de defesa. Quando criticadas, usam como escudo a liberdade de imprensa, mas negam a seus jornalistas – empregados assalariados – a cláusula de consciência, que permitiria a cada qual se recusar a agir contra a ética e em defesa da rigorosa apuração jornalística e da verdade dos fatos. Assim, multiplicam-se casos de profissionais assediados por determinações superiores e obrigados a se subordinar a orientações com as quais não concordam para manter seu sustento. Não podemos nos conformar com o clima de intimidação reinante em diversas redações. Trabalhamos pela pluralidade na mídia impressa, falada, televisada e na internet, por um jornalismo ético e de qualidade, pelo respeito ao direito social à informação e ao operário da notícia, o jornalista. Neste momento tormentoso, vamos nos manter a todo custo nas trincheiras da luta democrática e social. Queremos ao nosso lado todas e todos os que mantêm apreço pela democracia e pelos avanços que apontam para um Brasil mais justo, mais desenvolvido, mais independente e mais soberano. Vamos nos somar, nas ruas, aos que se opõem ao impeachment e a outros meios ilegítimos com os quais pretendem derrubar o governo que resultou de eleições legítimas. Não vamos deixar que nos calem. Não ao golpe! Viva a democracia!”
Subscrevem: Altamiro Borges (coordenador do centro Barão de Itararé), Audálio Dantas (jornalista e escritor), Celso Schröder (presidente da Federação Nacional dos Jornalistas), Fernando Morais (jornalista e escritor),Fred Ghedini ( ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo) Igor Fuser (jornalista e professor universitário), Laura Capriglione (Jornalistas Livres), Laurindo Lalo Leal Filho (Jornalista e escritor), Maria Inês Nassif (Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo), Mauro Santayana (Jornalista) Paulo Moreira Leite (jornalista TV Brasil) Paulo Zocchi (presidente do Sindicato do Sindicato dos Jornalistas SP), Rodrigo Viana (Jornalista) Rose Nogueira, (ex-presidente do grupo Tortura Nunca Mais) Vilma Amaro (presidente do grupo Tortura Nunca Mais) Diretores do Sindicato dos Jornalistas de SP: André Freire, Cândida Vieira, José Eduardo Souza, Lílian Parise, Vitor Ribeiro, Ana Flávia Marx, Evany Sessa, Telé Cardin, José Augusto Camargo, Vladimir Miranda Priscila Chandretti, Ana Minadeo, Thiago Tanji, Edvaldo Almeida (Vale), Agildo Nogueira (Campinas), Ricardo Vital, Raul Varassin, Michele Barros, Fernanda Andrade (Vale), Carlos Bazilevski (ABCD), Peter Suzano (ABCD), Glauco Braga (Santos), Marcos Alves (Campinas), Fabiana Caramez (Sorocaba), Paulo Botão (Piracicaba), Luís Victorelli (Bauru), Joana Bandão (Bauru), José Pimenta (Ribeirão Preto), Flávio Carranza e outros.

Dezenas de milhares protestam contra o impeachment em Porto Alegre; por Bernardo Bercht/Correio do Povo

Dezenas de milhares protestam contra o impeachment em Porto Alegre; por Bernardo Bercht/Correio do Povo

Cidade Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura

O Centro Histórico de Porto Alegre foi tomado por dezenas de milhares de manifestantes no fim da tarde e início da noite desta sexta-feira. O Ato em Defesa da Democracia reuniu mais de 50 mil pessoas, conforme os organizadores, e cerca de 10 mil na análise da Brigada Militar. O ex-governador Tarso Genro encerrou os discursos antes da caminhada e garantiu luta contra a deposição da presidente Dilma Rousseff: “Se por infelicidade este golpismo cumulativo vencer, no outro dia estaremos juntos na rua para lutar pela democracia. Para que devolvam o poder à soberania popular”, convocou.

Tarso acrescentou que o clamor do protesto não era por Lula, Dilma ou o PT. “Nossa luta é universal, não defende a, b ou c, mas o estado de direito democrático, a presunção da inocência, o direito das pessoas se defenderem sem serem massacradas pela mídia odiosa e manipuladora”, enfatizou. “Vamos resistir e vamos vencer. Viva o povo brasileiro, a democracia e o estado de direito. Não passarão”, bradou o ex-governador à multidão na Esquina Democrática.

Depois disso, o grupo seguiu em marcha para o Largo Zumbi dos Palmares. Entre os participantes, circulavam o ex-prefeito petista Raul Pont e o ex-governador Olívio Dutra, cumprimentando os apoiadores e garantindo “resistência”.

No meio da multidão, o canto mais ouvido foi “Não vai ter golpe, vai ter luta”. Mas muitas vezes puxaram “Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo. Olê, olê, olá, Lula, Lula”. O carro de som também conclamou “não vai passar não passarão. Não vão rasgar a nossa constituição”.

O percurso até o Zumbi dos Palmares foi realizado de forma pacífica e provocou o bloqueio do trânsito em vários pontos da Borges de Medeiros e Loureiro da Silva. O grupo chegou por volta das 20h30min ao destino final, onde seguiu a convocação de luta contra o impeachment de Dilma.

 

 

 

BH: Clima esquenta entre petistas e antipetistas. Manifestantes trocam xingamentos em evento com presença de Lula. PM teve que usar gás de pimenta para dispensar pessoas (Guilherme Reis e Rafael Mendonça – Especial para o Tempo / Vídeos: Uarlen Valerio)

Notícias Poder Política

 

Cerca de 40 pessoas contrárias ao governo federal trocam xingamentos, no fim da tarde desta sexta-feira (28), com mais de 100 petistas que participam da abertura do 12º Congresso da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que conta com a presença do ex-presidente Lula e começou por volta das 18h.

Uma mulher teve que ser contida pela PM. Muito exaltada, partiu em direção aos sindicalistas. Os manifestantes pediram para ela sair. Enquanto isso, manifestantes antigoverno foram tirar satisfação. Foi necessário o uso de gás de pimenta por parte da Polícia Militar.

Os antipetistas e os governistas trocam provocações na avenida Nossa Senhora do Carmo, em frente ao Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, onde o evento acontece, separados pelos carros. A Polícia Militar já apareceu no local e conversou com a comissão de segurança.

O vereador Juninho Paim (PT), presente no Chevrolet Hall, disse que a manifestação é uma chacota. “São poucas pessoas. Não vão atrapalhar a presença de Lula. Temos que tomar cuidado para não ter agressão”, disse o vereador.

R$ 30 mil de aluguel: Se antes os eventos organizados pela CUT ocorriam em praças públicas e espaços populares, a organização decidiu, agora, mudar o endereço de seus movimentos para um lugar mais sofisticado.

Lula irá comandar o congresso no Chevrolet Hall, local de festas e shows localizado na Savassi, zona nobre da capital mineira. Para alugar esse espaço, conforme a coluna Aparte apurou com produtores de eventos e interlocutores ligados à entidade, a CUT deve desembolsar cerca de R$ 30 mil para a utilização do local.

A coluna entrou em contato com a CUT para confirmar os valores despendidos com a realização do evento, mas nem a assessoria nem a direção da entidade responderam. Os recursos obtidos pela central sindical vêm dos pagamentos de filiados e repasses da contribuição sindical.

No ato Defesa da Petrobras e da Democracia, o ex-presidente terá como plateia os filiados da Central Única dos Trabalhadores, de movimentos sindicais, sociais e estudantis de Minas Gerais. Estão sendo convocados, também, jovens da periferia, pessoas beneficiadas pelos programas sociais da gestão petista no governo federal, coletivos variados e empreendedores individuais. Na palavras de um dos mobilizadores, é preciso “reunir essas pessoas mais sintonizadas com o PT para ouvi-los e compreendê-los”.

Além do evento na casa de shows, a CUT realiza seu 12° Congresso Estadual, que será sediado no luxuoso hotel Ouro Minas. A cerimônia acontece até domingo, e, nela, os membros irão eleger a nova diretoria da entidade no Estado. Os valores do aluguel do espaço de eventos e reuniões não foram revelados pelo hotel à coluna.