Livros: Realidade da Venezuela é evidenciada na obra “Como Destruir um País– Uma aventura socialista na Venezuela,”. Lançamento do livro de Marcelo Suano em Porto Alegre terá a participação do General Mourão

Livros: Realidade da Venezuela é evidenciada na obra “Como Destruir um País– Uma aventura socialista na Venezuela,”. Lançamento do livro de Marcelo Suano em Porto Alegre terá a participação do General Mourão

Comunicação Notícias

Com grande pesquisa e uma narrativa envolvente, Marcelo Suano lança Como destruir um país – Uma aventura socialista na Venezuela (Citadel Editora). Doutor em ciência política e analista internacional, ele agrega valor histórico ao momento contemporâneo venezuelano apresentando a trajetória do fracasso social, político e econômico ocorrido no Paísa, especialmente desde a morte de Hugo Chávez e o início do governo do governo de Nicolás Maduro. Passando por traições, brigas, atentados, o autor revela o que fez uma das mais promissoras economias do mundo ruir e se transformar em um verdadeiro cenário pós-apocalíptico. Parece ficção, mas é real. Você entenderá de uma vez por todas como é possível destruir um país em poucos passos. O prefácio é do general Antônio Hamilton Martins Mourão, vice-presidente do Brasil que estará presente no lançamento dia 06 de agosto, no Centro de Eventos FIERGS.

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General Mourão

Suano descreve com riqueza de detalhes o período compreendido desde a reeleição de Hugo Chávez, passando por sua morte, a ascensão de Nicolás Maduro e os fatos que se sucederam, até a posse da Assembleia Nacional Constituinte. “Os dezessete anos de bolivarianismo na Venezuela praticamente impuseram uma deturpação da democracia no país. A ideologia implantada cria uma espécie de laço de sangue entre os bolivarianos, que acham que receberam direito divino ao poder que alcançaram, com a pretensão de redimirem o povo”, adverte o autor. Na página 24, ele relata: “Curiosamente, todas as formas de silenciar a discordância são feitas em nome da democracia! Complementarmente, se deve dizer ainda que a justificativa moral para exigir a permanência no poder é de que suas intenções e objetivos são produzir a igualdade do povo e a extinção da pobreza na sociedade” .

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Marcelo Suano

Marcelo Suano é Doutor e Mestre em Ciência Política pela USP, com pesquisa sobre o Pensamento Político e Militar Brasileiro. Bacharel (1992) e licenciado (1995) em Filosofia também pela Universidade de São Paulo. Atua como internacionalista e no jornalismo há 15 anos e é professor universitário há 20 anos. O título do livro foi considerado “instigante e atual” pelo vice-presidente da República, Antônio Hamilton Martins Mourão, que assina o prefácio da obra. “O futuro é uma interrogação, os mares estão revoltos, mas o povo venezuelano saberá achar o caminho para apaziguar o país e retomar a caminhada rumo à paz e ao merecido progresso de sua sociedade”, sugere Mourão.

A obra é dividida em três partes e em todas elas é notória a facilidade do autor em conduzir o leitor à compreensão da complexidade e da importância dos fatos. Na primeira parte, “Para destruir um país é importante distorcer princípios, valores e conceitos!”, Suano explora a distorção de palavras como democracia e Constituinte. Fatos que, segundo o autor, têm afetado diretamente a realidade da população venezuelana.

Na segunda parte, chamada “Uma crônica da violência”, o escritor apresenta uma visão mais detalhada dos acontecimentos, com uma crítica minuciosa aos disparates cometidos pelos representantes políticos daquele país, como fraudes em eleições e mentiras relacionadas à oposição, e descreve a tensão e violência causadas por essa forma de governar, dentre muitas outras atrocidades.

Por último, em “Tópicos sobre a ascensão da esquerda na América Latina do século XXI”, o autor segue com sua apurada visão analítica, mas enfocando os impactos negativos que a esquerda bolivariana tem causado. Exemplo disso é o mirabolante status de “salvadora da pátria”, a recriação de fatos ruins em bons e outros cenários montados, como afirma o autor, para “iludir o povo de que este tem o poder em suas mãos”.

Suano é autor também de um livro sobre Pensamento Militar Brasileiro, “Para inserir o Brasil no reino da história – O pensamento político e militar do General Góes Monteiro”, e de artigos em Teoria das Relações Internacionais, Política Internacional e Política Brasileira.

SERVIÇO:

“Como destruir um país – Uma aventura socialista na Venezuela” de Marcelo Suano, com a participação do Gen. Hamilton Mourão, vice-presidente do Brasil e autor do prefácio da obra.

Data: 6 de agosto de 2019

Hora: 18h30

Local: Centro de Eventos FIERGS

Ingressos online LIMITADOS:

Na compra de 1 ingresso, você ganha um exemplar da obra “Como destruir um país” de Marcelo Suano. CLIQUE AQUI.

* A obra deverá ser retirada no dia, hora e local do evento. Cada ingresso dá o direito a 1 exemplar da obra. Não poderá ser retirado posteriormente.

Título: Como destruir um país – Uma aventura socialista na Venezuela

Autor: Marcelo Suano

Prefácio: Gen. Hamilton Mourão – Vice-presidente do Brasil

Contracapa: María Teresa Belandria Expósito – Embaixadora da República Bolivariana da Venezuela no Brasil

Orelha: Marcel van Hattem – Deputado Federal

Eleições 2018: Paulo Brito vai concorrer a deputado federal

Eleições 2018: Paulo Brito vai concorrer a deputado federal

Comunicação Destaque Eleições 2018 Esporte

O nome do comunicador Paulo Brito acaba de ser anunciado como candidato a deputado federal, pelo Avante. Brito, teve nos últimos anos várias vezes seu nome sondado por diferentes partidos para concorrer a Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Segundo ele, desta vez, “Na última hora, resolvi aceitar o desafio.”  Nas eleições para o Palácio Piratini, o Avante apoiará o ex-prefeito de Canoas, Jairo Jorge. Em convenção nacional, o Avante decidiu neste sábado que não terá candidato próprio à Presidência da República nas eleições de outubro. O partido também não definiu se apoiará algum candidato ao cargo no primeiro turno.

38017325_2156341507918174_2444392821617065984_nPaulo Brito, f oi narrador da RBS TV, Rede Globo, SporTV e Premiere. Além disso, apresentava um programa diário na Rádio Farroupilha, também do Grupo RBS, o Bafão Farroupilha. Transferiu-se para a Rede Bandeirantes no dia 29 de agosto de 2016 e saiu em 16 de janeiro de 2018.

Começou a carreira em sua cidade natal, onde foi tentar ser jogador de futebol profissional no Esporte Clube Avenida. Ingressou logo depois, em 1980, na Rádio Santa Cruz, como repórter e narrador. Em 1988, quando foi inaugurada a RBS TV Santa Cruz do Sul, foi contratado como apresentador.

No dia 11 de dezembro de 1989, assumiu o lugar do Celestino Valenzuela, como apresentador e narrador da RBS TV. Em 1992 passou a apresentar a edição do Globo Esporte no Rio Grande do Sul, permanecendo até junho de 2012.

Possui bordões bastante conhecidos: “Feitooo”, que é usado quando ocorre um gol; “É bom esse (Fulano)” ao se referir a um jogador que lhe agrada, normalmente dos times do interior; e também “mas heinhô”, que é proferido para chamar algum companheiro de transmissão, especialmente Batista, além do “que jogo”, além também do “Boa taaarde!” do Globo Esporte e, mais recentemente, o “Tudo belezinha!”, usado após o “Boa tarde!” durante o Jornal do Almoço.

Brito é torcedor declarado do Avenida, de Santa Cruz do Sul, clube em que chegou a atuar como jogador quando jovem, tendo assumido que torcia para o clube no Jornal do Almoço.

Em Porto Alegre, o narrador é torcedor do Internacional, porém ainda que discretamente, segundo revelou seu colega Lasier Martins, em vídeo disponível no YouTube.

Em 29 de agosto de 2016, Paulo anuncia sua saída do Grupo RBS após 32 anos para fazer parte da equipe esportiva da Band no RS. Em seu lugar, assume Luciano Périco, o Lucianinho.

Em 16 de janeiro de 2018, Paulo deixa a Band RS para trabalhar num projeto jornalístico no litoral gaúcho.

Magistrados e especialistas debatem um ano da lei trabalhista

Magistrados e especialistas debatem um ano da lei trabalhista

Comunicação Destaque Notícias

O primeiro aniversário da Reforma Trabalhista será comemorado com Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho, em vários Estados, numa iniciativa da Câmara dos Deputados com apoio institucional da Secretaria–Geral da Presidência da República. O lançamento será, no dia 19 de junho, às 17 horas, no Congresso Nacional onde serão debatidos os aspectos da Lei nº 13.467/2017 com os operadores de direito, responsáveis por sua aplicação no dia a dia.

“ A modernização cumpriu com seus objetivos”, afirmou o ex-ministro do Trabalho, presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos deputados, e coordenador das jornadas, deputado Ronaldo Nogueira. O parlamentar destaca que a modernização da reforma trabalhista trouxe proteção de direitos, segurança jurídica e criação de vagas para trabalhadores”.

O ex-ministro do Trabalho, acentua que no primeiro quadrimestre de 2018, o Brasil teve os melhores resultados na geração de empregos nos últimos cinco anos. Mais de 400 mil postos com carteira assinada foram criados e as reclamações caíram vertiginosamente”.

Na avaliação de Ronaldo Nogueira, caso o PIB brasileiro cresça 1,8% em 2018, o País terá capacidade para gerar, pelo menos, 1 milhão de vagas.

Programação, informações e inscrições gratuitas, acesse:www.ibcnet.com.br

RS:  Presidente da Fiergs diz que modernização trabalhista do Brasil é referência para outros países

RS: Presidente da Fiergs diz que modernização trabalhista do Brasil é referência para outros países

Comunicação Destaque Notícias

A Lei 13.467, que passou a vigorar em novembro de 2017, trouxe maior segurança jurídica às empresas e gerou mais empregos ao País, avaliaram os participantes do seminário A Evolução da Modernização Trabalhista, realizado na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (12). O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, destacou em seu pronunciamento na abertura do evento que a modernização fortalece o diálogo entre empregadores e empregados, com a valorização do que for acordado entre as partes.
Petry integrou, na última semana, a delegação liderada pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, que participou da assembleia da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça. “Trazemos da reunião anual da OIT a firme convicção de que a modernização trabalhista do Brasil deve ser vista como uma referência importante para as nações em desenvolvimento, pois através dela se viabilizam novas opções de crescimento econômico que estavam reprimidas num rígido contexto antiquado das relações entre as empresas e seus empregados”, disse o presidente da FIERGS.

O deputado federal Ronaldo Nogueira, que era ministro do Trabalho na época em que a lei foi aprovada e implantada, enfatizou que a modernização cumpriu com seus objetivos: proteção de direitos, segurança jurídica e criação de vagas para trabalhadores. “No primeiro quadrimestre de 2018 o Brasil teve os melhores resultados na geração de empregos nos últimos cinco anos, com mais de 400 mil postos de trabalho com carteira assinada”, afirmou. O deputado reforçou também que a legislação só foi modificada depois de muito diálogo com representantes patronais e dos trabalhadores. “Tínhamos 14 milhões de pessoas nas ruas sem emprego, e o empreendedor desmotivado, mas querendo mudar”, disse. Segundo ele, em abril de 2017 o Brasil perdia cem mil postos de trabalho por mês, e hoje ganha 30 mil mensalmente. Nogueira prevê que, caso o PIB brasileiro cresça 1,8% em 2018, o País terá capacidade para gerar 1 milhão de vagas. “Perder emprego é para o Brasil do passado. O Brasil do futuro será o do emprego”, afirmou.

Ministro aposentado do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Gelson de Azevedo vê que a modernização trabalhista aprovada tocou em grandes pilares da legislação que necessitavam de alterações, mas vinham sendo adiadas por sucessivos governos. “Não se trata de um ‘puxadinho’, foi uma verdadeira reforma decorrente de um diagnóstico em vários pontos que emperravam benefícios”, observou, citando a “irresponsabilidade das reclamatórias trabalhistas” como um dos problemas mais graves que ocorriam antes da entrada em vigor da Lei 13.467.
A desembargadora Vania Cunha Mattos, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, falou sobre o esforço para tornar mais ágeis as decisões de processos trabalhistas no TRT4. Segundo ela, na semana de 21 a 25 de maio, foram homologados R$ 71,2 milhões em acordos, em mais de mil conciliações. De acordo com Vania, cada vez ela percebe mais a “confluência de ideias entre trabalhadores e empresas” para equalizar essas grandes questões.

Para o especialista em políticas e indústria da CNI, Pablo Rolim, a modernização trabalhista era prioritária diante da necessidade do Brasil gerar novas vagas. De acordo com ele, antes da reforma, o país tinha cerca de 48 milhões de empregos formais, o que era um número preocupante, situação que começa a melhorar com a legislação atual. Entre janeiro e março de 2018, a quantidade de novos processos trabalhistas caiu 44,8%. Segundo o Tribunal Superior do Trabalho, foram ajuizadas 355.178 ações no primeiro trimestre deste ano, contra 643.404 no mesmo período de 2017.
O professor de economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO), José Márcio Camargo, abordou as principais alterações proporcionadas pela modernização sob o ponto de vista da economia, entre elas a redução da incerteza jurídica, contratos intermitentes, a flexibilização do salário nominal, a regulamentação da terceirização e o fim do imposto sindical obrigatório. “A flexibilização do salário nominal dos trabalhadores, que permite fazer ajustes salariais, sem precisar demitir os trabalhadores é a mais importante. Ou seja, a demissão passa a ser a última opção, pois é a mais cara e que gera mais problemas para a sociedade como um todo”, avalia Camargo. O seminário foi realizado por meio do Conselho de Relações do Trabalho (Contrab) e do Conselho de Articulação Sindical e Empresarial (Conase) da FIERGS. O apoio foi do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa).

PRÊMIO – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) promove este ano, em parceria com as Federações Industriais, o 1º Prêmio de Boas Práticas Sindicais. Durante o seminário, a FIERGS anunciou o vencedor da etapa estadual. Foi o Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), com a prática “Ações que estimularam a criação, pelo sindicato, de um instituto destinado à valorização do plástico, a benefícios financeiros a favor de entes sociais e a liberação de dispêndios orçamentários pelo sindicato – Sinplast”. O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, entregou uma placa ao presidente do Sinplast-RS, Edilson Deitos. O projeto vai concorrer na etapa nacional, que terá o vencedor divulgado durante o Encontro Nacional da Indústria, que ocorre no dia 3 de julho, em Brasília.

Os demais finalistas foram o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), 2º colocado; Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos do Rio Grande do Sul (Sindifar-RS), 3º colocado; Sindicato da Indústria Gráfica no Estado do Rio Grande do Sul (Sindigraf-RS) e Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmicas de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul (Sindividro-RS).

Aprovado projeto de lei que garante a contratação de intérpretes de LIBRAS em órgãos públicos

Aprovado projeto de lei que garante a contratação de intérpretes de LIBRAS em órgãos públicos

Destaque

A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara Federal aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei 535/2015, de autoria do deputado federal Carlos Gomes (PRB), que garante às pessoas com deficiência auditiva o direito a atendimento por tradutor ou intérprete de Língua Brasileira de Sinais— LIBRAS nos órgãos e entidades da administração pública, direta e indireta, fundacional e nas empresas concessionárias de serviços públicos.

Ao frisar que a LIBRAS é reconhecida como língua oficial brasileira pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, Carlos ressaltou que a proposição além de contemplar os surdos que vão aos departamentos públicos para acessar serviços, assegura a eles o direito, previsto por lei, de trabalhar nesses locais, promovendo a interação no ambiente. “Assim faremos com que esse profissional seja um agente da verdadeira inclusão social para a população”, defendeu.

Relator da matéria na CSSF, o deputado federal Odorico Monteiro (PROS/CE) apresentou parecer favorável ao texto para “possibilitar aos surdos viver de forma independente e participar plenamente de todos os aspectos da vida”. A proposta segue para apreciação dos parlamentares que integram a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

 

Cherini deve anunciar novo partido somente após eleições municipais

Cherini deve anunciar novo partido somente após eleições municipais

Direito Notícias Poder Política

Conversei com o deputado federal Giovani Cherini, expulso hoje do PDT, após votar na Câmara dos Deputados pela admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Ele me disse que ainda não definiu para onde vai. Minhas fontes indicam o PMDB. Cherini revelou que até agora mais de 10 partidos já o convidaram: “Todo mundo me quer, menos o partido que eu queria.”

Ele não mostra arrependimento do voto contra Dilma, votou conscientemente sabendo do desejo do eleitor que o enviou para Brasília para representa-lo. A decisão sobre o futuro partido deve ser anunciada após o pleito de outubro. Até lá, ele vai conversar com os eleitores e ajudar na eleição de vereadores e prefeitos que foram seus cabos eleitorais e novos políticos. Vai tentar ajudar no possível inclusive velhos companheiros do PDT, que o ajudaram em várias eleições.

Impeachment: Rosso vai ao Supremo tirar dúvidas sobre questões regimentais

dilma Direito Economia Notícias Poder Política Porto Alegre

 

Conversei nesta quinta-feira(07.04) com o presidente da Comissão Especial do Impeachment, deputado Rogério Rosso, ele falou sobre a leitura do relatório nesta quarta-feira, não abriu o voto dele e deixou claro que está preparado para longas sessões da Comissão nesta sexta-feira e na segunda-feira, quando deve ocorrer a votação.

Após a entrevista ele se reuniu com líderes partidários. Sem acordo entre governistas e oposição, ficou nas mãos do presidente da comissão que analisa o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, deputado Rogério Rosso (PSB-DF), a decisão sobre continuidade dos debates sobre o processo durante o fim de semana. A proposta foi levantada pela oposição que defende que, assim, é possível garantir que a fase de discussão do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que votou pela continuidade do processo, seja esgotada dentro das regras previstas pelo Regimento Interno da Câmara e o texto possa ser votado a partir das 17h da próxima segunda-feira (11).

Já são 130 parlamentares inscritos para falar. Novos nomes podem surgir quando a sessão de amanhã (8), marcada para às 15h, for aberta, até que a discussão comece. Rosso poderia esperar a contagem completa, mas há indícios de que deve se manifestar ainda hoje, quinta-feira. Depois de mais de duas horas de conversas com líderes partidários, Rosso deixou hoje a sala da liderança do PSD pela porta dos fundos, evitando declarações enquanto não tem uma decisão.

No Supremo

Da Câmara, ele seguiu para o Supremo Tribunal Federal (STF). É a segunda visita aos membros da Corte. Desta vez, Rosso deve tirar dúvidas sobre questões regimentais para evitar que o andamento dos trabalhos acabe paralisado por qualquer tentativa de judicialização. O encontro deve servir para sanar dúvidas sobre possibilidade de reduzir o tempo de fala e de manter sessões durante o fim de semana, se conseguir acordo. A base governista tem sinalizado que vai questionar procedimentos adotados nas reuniões do colegiado.

Com a leitura do relatório na sessão de ontem, um pedido de vista já esperado adiou os debates para amanhã (8), na sessão marcada para às 15h. Neste encontro ainda podem surgir novos inscritos. Os 130 integrantes do colegiado têm direito a 15 minutos de fala. Não membros podem falar por 10 minutos. Rosso quer que toda a discussão termine antes das 17h do dia 11 para que até às 19h a comissão conclua os trabalhos e encaminhe o relatório para o plenário da Câmara, onde, para qualquer resultado, são necessários 2/3 dos votos (342).

Deputado pedetista acredita que processo de impeachment de Dilma deve se estender até fevereiro

Notícias Poder Política

 

 

Conversei hoje com o deputado federal Afonso Motta (PDT), integrante da Comissão que vai analisar o processo de impeachment contra a presidente Dilma na Câmara. Ele disse acreditar que o fim do processo deverá acontecer somente em fevereiro em razão da previsão de demora do processo no Congresso Nacional. Em entrevista por telefone ao Programa Agora da Rádio Guaíba, o parlamentar disse que o recesso parlamentar poderá ser feito a partir da apreciação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, condição necessária para que se encerrem os trabalhos legislativos de 2015. Ele acredita que a apreciação da LDO será feita na última semana do ano. A apreciação poderá comprometer todo o esforço do governo federal pelo reajuste fiscal. Para ele, trata-se de consolidar uma agenda positiva para o país.

Afonso Motta é o único deputado gaúcho nomeado pelo PDT para integrar a comissão do impeachment que será instalado hoje à tarde no plenário da Câmara. Ele disse que o processo está fundamentado nas chamadas pedaladas fiscais, mas não acredita que ela seja punida por isso, pois desde 1937 não há desaprovação de prestação de contas de presidentes da República. Motta acha que essa é uma questão possível de superar, pois a opinião pública pode influenciar o processo.

Ao ser questionado sobre a largada do debate eleitoral de 2018 com o anúncio de Ciro Gomes (PDT) sobre suas pretensões à Presidência da República, disse que muitos outros atores políticos estão com uma postura golpista de tentar prever o resultado desse processo . Disse que o PDT não tumultua nesse momento ao anunciar a pré-candidatura de Gomes.

Deputados Onyx Lorenzoni e Henrique Fontana trocam farpas em debate sobre processo de impeachment contra Dilma. Confronto de ideias ocorreu durante o Programa Agora, da Rádio Guaíba

Notícias Poder Política

Os deputados federais Onyx Lorenzoni (Dem) e Henrique Fontana (PT) debateram, no Programa Agora da Rádio Guaíba, a aprovação do pedido de abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em rito que pode marcar a saída da chefe de Estado do poder. Onix abriu sua participação dizendo que durante muito tempo o presidente da Câmara usou seu cargo para fazer um jogo político para ganhar tempo e minimizar os problemas que enfrenta por suspeição de ter conta secreta no exterior e de ter mentido para uma CPI. “Cunha ficou retardando ilegalmente o processo durante meses para apresentar nesse momento o documento formulado por juristas pedindo a saída de Dilma”, destacou. O parlamentar lembrou que é preciso ter o apoio de 342 parlamentares pelo impeachment, necessitando convencer uma parcela importante da base do governo de que fechou um ciclo político no país.

Henrique Fontana, por sua vez, denunciou a defesa de um posicionamento pelo golpe institucional. “Acho que boa parte da oposição tem compromisso democrático”, destacou. Fontana falou mais uma vez que a presidente Dilma tem uma história de honradez e uma trajetória política ilibada, mas admitiu que muitas pessoas estão desgostosas em relação aos resultados da economia. Destacou que o movimento pela saída de Dilma do cargo poderá causar prejuízos incalculáveis ao país a médio e longo prazo. “Acho que esse movimento não terá legitimidade”, afirmou.

Pepe Vargas deixa Secretaria de Direitos Humanos antes de Dilma anunciar reforma

Notícias Poder Política

O trabalho do petista Pepe Vargas como ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República durou menos de seis meses. Empossado em meados de abril, Vargas não irá para outra pasta na reforma ministerial que será anunciada pela presidente Dilma Rousseff nos próximos dias. “Quando ela (Dilma Rousseff) anunciar a reforma, eu não permanecerei. Vou retomar meu mandato na Câmara. Mas é ela que vai anunciar a reforma”, disse Vargas à reportagem.

O ministro afirmou ter sido chamado para conversar com a presidente na quinta-feira (24). Na ocasião, ficou acertado seu retorno à Câmara. No mesmo dia, também estiveram com Dilma as ministras Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para Mulheres, e Nilma Lino Gomes, da Igualdade Racial. Além disso, o atual chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, esteve com Dilma antes da viagem a Nova York para a Assembleia-Geral da ONU.

A expectativa de integrantes do governo é de que Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial sejam reunidas no novo Ministério da Cidadania, que deverá ser comandado por Rossetto.

Articulação política

A Secretaria de Direitos Humanos é o segundo ministério ocupado por Vargas em menos de um ano. Logo após a posse, a presidente Dilma Rousseff o nomeou para a SRI (Secretaria de Relações Institucionais).

O aumento da crise política em abril fez com que Dilma cedesse a coordenação política para o vice-presidente Michel Temer e realocasse Vargas. Na ocasião, a então ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, também petista, perdeu o posto para ele.

À época, Vargas não escondeu a irritação pela maneira como teve que deixar a SRI, já que sua substituição vazou antes do ministro ser comunicado. Dilma disse na ocasião que não estava agindo sob pressão dos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), embora as reclamações sobre as dificuldades no diálogo com o Congresso fossem constantes.

Vetos

Agora, o ministro demonstra resignação ao dizer que o seu retorno ao Congresso seria um “problema a menos”, já que ele era o único dos ministros petistas com mandato. Vargas deve retomar seu mandato como deputado federal pelo Rio Grande do Sul nesta terça-feira (29), quando retornarão à pauta os vetos da presidente.

O mais importante é o do aumento aos servidores do Judiciário. O texto aprovado no Senado e vetado por Dilma prevê aumento entre 53% e 78,56% – concedido de acordo com a função exercida por cada servidor.

— Evidente que independente do desenho da reforma os compromissos do governo com todas as essas temáticas persistem.

Dilma pretende permitir que Rossetto continue cuidando dos movimentos sociais. A articulação é considerada essencial para a presidente não perder mais apoio no momento em que a oposição e dissidentes da base aliada ameaçam entrar com pedidos de impeachment na Câmara. (Estadão/R7)