Impeachment de Dilma: Roberto Carlos publica vídeo desmentindo que esteja em Brasília

Impeachment de Dilma: Roberto Carlos publica vídeo desmentindo que esteja em Brasília

Comunicação Destaque Direito

 

Roberto-CarlosO empresário Dody Sirena publicou nas redes sociais um vídeo desmentindo boatos que Roberto Carlos estivesse em Brasília. Segundo ele: ” Roberto Carlos não está e não foi para Brasilia hoje e fez este video para acabar com a especulação de alguns sites e colunas de fofocas, afirmando que ele estava na comitiva politica.”

Aécio fala que voto não é salvo-conduto; Dilma lembra ações para desestabilizá-la

Aécio fala que voto não é salvo-conduto; Dilma lembra ações para desestabilizá-la

Destaque Poder Política

Divididos em relação às declarações da presidente afastada Dilma Rousseff, depois de um intervalo de uma hora para almoço, senadores favoráveis e contrários ao impeachment retomaram a sessão de julgamento do processo contra a Dilma com a manifestação do tucano Aécio Neves (MG), um dos maiores opositores de Dilma.

Ao tentar desqualificar a presidente desde a campanha, o senador mineiro resgatou falas usadas por Dilma Rousseff desde a disputa eleitoral e criticou o argumento usado pela defesa de que o processo é um golpe e a petista foi eleita legitimamente em 2014 com 54 milhões de votos. “Vossa Excelência recorre aos votos que recebeu como justificativa. Não é salvo-conduto. É delegação que pressupõe deveres e direitos. O maior dos deveres de quem recebe votos é o respeito a leis e à Constituição”, provocou o tucano. Aécio lembrou que, em setembro de 2014, em um debate televisivo, Dilma disse que a inflação era próximo de zero, mas sempre tinham os pessimistas de plantão. “Não foi o que 2015 mostrou”, afirmou.

Plenário do Senado durante sessão deliberativa extraordinária para votar a Denúncia 1/2016, que trata do julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff por suposto crime de responsabilidade. Em pronunciamento, presidente afastada Dilma Rousseff. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Presidente afastada Dilma Rousseff. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Em tom duro, o tucano criticou Dilma por “apontar” o PSDB e “esquecer” que são as contas de campanha dela que estão sendo investigadas pela Justiça. Segundo ele, a perda de uma eleição não desonra uma legenda, enquanto causa desonra vencer “as eleições faltando com a verdade”.

Em resposta às declarações de Aécio Neves, Dilma lembrou que, após a reeleição, uma série de medidas foram adotadas para desestabilizar o governo. Como exemplo, citou o pedido do PSDB ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para uma auditoria nas urnas eletrônicas e nas contas da campanha petista.

Questionada sobre a situação da economia do país, com a inflação que ultrapassou os 10%, a presidente afastada atribuiu a crise à queda no preço das commodities – como petróleo e minério de ferro – que impactaram na queda de arrecadação.

Ela também destacou o cenário internacional afetado, pouco depois da reeleição, pela decisão norte-americana de abandonar a politica de expansão fiscal, levando à elevação dos juros americanos e do valor das moedas. “Não foi só o real. Todas as moedas foram atingidas”, afirmou.

Além de Aécio, outros 38 senadores se inscreveram para fazer perguntas. Cada parlamentar dispõe de cinco minutos para se manifestar, sem limite de tempo para que Dilma responda. Até o intervalo, dez senadores haviam usado a palavra, sendo duas manifestações de apoio vindas de parlamentares do mesmo partido de Temer. O primeiro apoio veio da senadora Kátia Abreu (TO), que foi ministra da Agricultura no governo Dilma, e o segundo de Roberto Requião (PR).

Na primeira parte da sessão (das 9h40 às 13h), a petista respondeu perguntas de dez senadores. Dilma não trouxe novidades e, em quase todas as respostas, reforçou os argumentos de que é vítima de um “golpe parlamentar”, rechaçando a tese da acusação de que ela cometeu crime de responsabilidade fiscal.

“Se me julgarem sem crime de responsabilidade, senador, é golpe. Um golpe integral”, afirmou Dilma em resposta ao senador tucano Aloysio Nunes (SP).

Sobre o fato de não ter recorrido ao STF (Supremo Tribunal Federal) até o momento, ela disse que ainda não esgotou a participação no Senado. “Eu não recorri porque respeito essa instituição. Eu disse na minha fala que respeito meus julgadores porque chegaram aqui com os mesmos votos que me elegeram nas urnas.”

Regime de exceção

Ainda segundo a presidente afastada, quando qualquer sistema político aceita condenar um inocente é criado um nível de exceção com consequências políticas.

“Não estou aqui dizendo que hoje está tendo um golpe de Estado. Estou dizendo ‘me condenem que este golpe será irreversível’. E aí uma das maiores instituições do país, o Senado da República, terá cometido um crime contra uma pessoa inocente”, concluiu. (Agência Brasil)

Lula vai ao Senado acompanhar depoimento de Dilma no julgamento do impeachment

Lula vai ao Senado acompanhar depoimento de Dilma no julgamento do impeachment

Destaque dilma

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ao Senado na próxima segunda-feira para acompanhar o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff no julgamento do impeachment. “Conversamos com o presidente Lula e ele disse que estaria aqui na segunda-feira para acompanhar o depoimento da presidenta Dilma e que, se fosse necessário, estaria à disposição para vir para Brasília no domingo”, disse hoje o líder do PT na Casa, senador Humberto Costa (PE).

Lula deve assistir ao depoimento em algum gabinete, e não no plenário, onde Dilma vai falar aos senadores.

No domingo, Dilma vai ter um encontro com senadores que a defendem para acertar os detalhes do pronunciamento. Segundo Costa, não se trata de um treinamento para as perguntas que Dilma vai ter de responder. O líder petista fala que a presidente afastada conhece melhor que ninguém os argumentos que deve usar e não precisa ser orientada. “Quanto mais a presidenta se sentir à vontade em dizer o que pensa e o que sabe, será melhor”, disse.

Catimba

Para o senador Romero Jucá (PMDB-RR), uma das principais lideranças do governo interino de Michel Temer, os senadores petistas vêm adotando a estratégia de fazer um “jogo de catimba”, uma forma de tentar protelar a decisão do Senado. Segundo Jucá, a estratégia pode fazer a presidente perder votos contrários ao impeachment. “Eu se fosse o PT votaria logo, porque a tendência é eles terem menos de 20 votos do que tiveram na pronúncia”, calculou.

“Essa tática que o PT está usando é uma tática de quem trocou de marqueteiro. Agora o marqueteiro é uruguaio. Então é aquele marqueteiro que catimba, joga a bola para a torcida, briga, faz confusão para o jogo não terminar. Acho que esse jogo tem que terminar logo para o bem do povo brasileiro. Não adianta catimbar, o resultado já está previsto”, disse Jucá, fazendo uma comparação entre a votação do impeachment e um jogo de futebol.

O peemedebista disse estar convicto que Dilma Rousseff vai ser definitivamente cassada na próxima semana e não teme que alguns senadores voltem atrás na decisão de votar pelo impeachment. “Os senadores representam os estados e sabem o que pensa a população de cada estado brasileiro. Portanto, não vejo nenhuma surpresa, espero que tudo transcorra com tranquilidade, com responsabilidade, sem baixarias, sem agressões. E que a gente possa, no final, coroar o Senado da República com uma votação que demonstre que o Brasil vai viver um novo tempo.” (Agência Brasil)

PT rejeita plebiscito sobre novas eleições, proposto por Dilma; por Catia Seabra/Folha de São Paulo

PT rejeita plebiscito sobre novas eleições, proposto por Dilma; por Catia Seabra/Folha de São Paulo

Destaque dilma Poder Política

A cúpula do PT rejeitou, por 14 votos a 2, a proposta apresentada pela presidente afastada, Dilma Rousseff, pela convocação de plebiscito sobre antecipação de eleições no Brasil. Reunida nesta terça-feira (23), a Executiva Nacional do partido votou contra a publicação de um documento que endossaria a sugestão de Dilma.

Foi a primeira vez que o comando do PT se manifestou formalmente sobre a proposta. A emenda –apresentada pelo secretário de Formação do PT, Carlos Henrique Árabe– reproduzia um trecho da carta de compromissos divulgada por Dilma na tentativa de reverter a tendência pelo impeachment no Senado.

E sugeria uma declaração do partido em favor do plebiscito.

“O PT apoia a afirmação da presidenta Dilma na sua carta histórica ao povo: ‘Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições, bem como sobre a reforma política e eleitoral'”, dizia o texto que foi rejeitado.

Na reunião, prevaleceu a avaliação do presidente do PT, Rui Falcão, de que a promessa de um plebiscito não teria, neste momento, capacidade de atrair senadores contra o impeachment. Falcão nega, porém, que esse seja um sinal de afastamento.

“A carta foi amplamente reproduzida em nosso site. Por que repô-la aqui?”, justificou Falcão. Leia a reportagem completa de Catia Seabra está no site da Folha.

Jayme Eduardo Machado comenta decisão de Teori Zavascki autorizando inquérito contra Dilma e Lula. Ex-ministros Cardozo e Mercadante também são investigados

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Conversei hoje no Agora/Rádio Guaíba, com o ex-procurador do MPF, Jayme Eduardo Machado, ele explicou a decisão do ministro do STF Teori Zavascki autorizando abertura de inquérito para investigar a presidente afastada, Dilma Rousseff, e o ex-presidente Lula por tentativa de obstrução da Lava-Jato com a nomeação do petista para ministro da Casa Civil. Também serão investigados os ex-ministros José Eduardo Cardozo e Aloizio Mercadante, entre outros.

 

Impeachment: Tarso vê como difícil situação de Dilma

Impeachment: Tarso vê como difícil situação de Dilma

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O ex-governador Tarso Genro revelou, nesta sexta-feira, considerar difícil que a presidente afastada Dilma Rousseff reverta a tendência de impeachment no Senado. O representante do Partido dos Trabalhadores concedeu entrevista ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba.

“Temos um grave problema econômico/financeiro e uma crise política muito séria. Temos um governo ilegítimo e que não consegue desatar o novelo da crise. Parece que vai ser mantido, pois teria conseguido a maioria. Para uma crise desta dimensão, só legitimando os poderes do estado. Temos que devolver a soberania popular para ela nos dizer para onde nós vamos. Eu defendo eleições gerais, mas o plebiscito pode determinar uma nova eleição”, afirmou o político.

Sobre as críticas que vem fazendo sobre a atuação da Lava Jato, Tarso explicou que teme que os processos sejam anulados pela forma como algumas coisas estão sendo feitas, como as conduções coercivas, por exemplo. “O PT é atacado como se fosse o criador da corrupção do Brasil. Houve uma manipulação muito grande da população para chegar ao impedimento da Dilma e para aplicar esse reajuste que o (presidente Michel) Temer está fazendo. Se essas notícias versassem para educar o país contra a corrupção seria contra todos e, não 90% contra o PT. Continuem os inquéritos, vamos prestigiar a Lava Jato e a coloquem dentro da lei, para que tenha efeito. Depois vamos para o debate político, para que o poder político seja relegitimado”, disse Genro.

Tarso Genro afirmou também não ter mais intenção de participar da vida pública, com uma única exceção. “Tenho dito para os meus amigos que, se abrisse um processo constituinte no Brasil, revisaria a minha posição. Poderia contribuir, mas não tenho nenhuma pretensão ou fascínio para ocupar cargos. Já ocupei quase todos e dei minha contribuição. Quero ajudar com as novas gerações de quadros políticos, de gestores técnicos de quadro partidários, seja em que campo for, para recuperar o projeto democrático no país que está bastante machucado”, declarou o ex-governador. (Correio do Povo e Rádio Guaíba)

Peritos da Comissão do Impeachment dizem não julgar se houve dolo de Dilma. Conforme a Junta, juízo compete exclusivamente aos senadores

Peritos da Comissão do Impeachment dizem não julgar se houve dolo de Dilma. Conforme a Junta, juízo compete exclusivamente aos senadores

dilma Direito Notícias Poder Política

Em um documento de 125 páginas, peritos da Comissão Processante do Impeachment, no Senado, responderam nessa sexta-feira os 76 questionamentos a respeito do relatório sobre os atos da Presidência da República que embasaram o pedido de impedimento da presidente afastada Dilma Rousseff. O documento mantém inalterada a íntegra do laudo pericial.

Entre as respostas apresentadas, a junta sustenta que não cabe aos peritos julgar se a presidente agiu com dolo ou não ao assinar decretos de crédito complementares. De acordo a legislação vigente, o crime de responsabilidade deve ser motivado por dolo específico do agente, neste caso, de Dilma Rousseff.

“Foge ao objeto da perícia e à competência desta Junta a avaliação acerca da existência de dolo da presidente da República na edição dos decretos ora periciados. Ademais, esse juízo significaria adentrar no próprio mérito da causa, o que compete, no atual estágio do processo, exclusivamente aos senadores”, esclarece o documento.

De acordo com o laudo pericial, os decretos tiveram impacto negativo no cumprimento da meta fiscal aprovada em janeiro de 2015, vigente no momento da assinatura dos atos, em julho e agosto.

Em questionamento sobre a nulidade das operações de crédito relativas ao Plano Safra, a junta também descartou posicionamento sobre o assunto. “A perícia afirma que a manifestação sobre eventual nulidade das operações e sobre os efeitos dessa nulidade é matéria que ultrapassa as competências desta Junta Pericial”.

Após a apresentação das repostas pelos peritos, os auxiliares técnicos designados pela defesa e acusação terão até as 18h de segunda-feira para analisá-las. (Agência Brasil)

CNI/Ibope: 39% desaprovam governo Temer; 13% aprovam

CNI/Ibope: 39% desaprovam governo Temer; 13% aprovam

Notícias Poder Política

Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do presidente interino Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, em junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. O levantamento foi divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na última pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo de Dilma, em março deste ano, 69% dos entrevistados consideram o governo da petista ruim ou péssimo.

O percentual de pessoas que consideram o governo de Michel Temer ótimo ou bom é 13%, contra 10% de Dilma. Já os que avaliam o governo Temer como regular somam 36%. Em março, 19% disseram que o governo de Dilma era regular.

A popularidade do presidente interino é maior que a da presidenta afastada Dilma Rousseff, mas também é negativa. Entre os entrevistados, 31% aprovam a maneira de Temer governar e 53% desaprovam. No caso de Dilma, 82% desaprovavam a maneira dela governar em março de 2016 e 14% aprovavam.

Sobre a confiança, 27% confiam no presidente Temer e 66% não confiam. O índice de confiança de Dilma era de 18%; 80% não confiavam na presidenta afastada.

Temer assumiu o governo em 12 de maio, quando o Senado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

A pesquisa foi feita entre os dias 24 e 27 de julho com 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais e, segundo a CNI, o grau de confiança da pesquisa é de 95%. (Agência Brasil)

Dilma fala a revista francesa que Lula vai ser candidato em 2018. Para presidente afastada, a principal razão do ‘golpe’ é evitar que o ex-presidente concorra

Dilma fala a revista francesa que Lula vai ser candidato em 2018. Para presidente afastada, a principal razão do ‘golpe’ é evitar que o ex-presidente concorra

Notícias Poder Política

A presidente afastada Dilma Rousseff afirmou, em entrevista feita em Brasília para a revista francesa L’Express, que Lula vai ser candidato à Presidência em 2018. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, a informação é, inclusive, uma das chamadas da capa da publicação.

“É a razão principal do golpe de Estado: prevenir que o Lula se apresente à Presidência. Hoje em dia, apesar de todas as tentativas de destruir a sua imagem, Lula continua entre as pessoas mais amadas. Eu posso te dizer que ele vai se apresentar na próxima eleição”, disse.

Questionada sobre como ela vê e espera a possível confirmação do afastamento no Senado, Dilma se disse “profundamente injustiçada” quanto à forma como “foi tirada do poder”. Na entrevista, ela ainda disse que não cometeu crime de responsabilidade, mas que apenas aprovou quatro decretos para créditos suplementares a fim de financiar, principalmente, hospitais. ”Não sou o primeiro presidente a agir assim. O Fernando Henrique Cardoso aprovou 23 decretos similares. Na verdade, (a acusação) é apenas um pretexto.”

No decorrer da entrevista, Dilma voltou a defender o PT, a falar que não sabia do esquema de corrupção na Petrobras e a criticar os grampos divulgados pelo juiz federal Sérgio Moro. Ela ainda citou a queda de três ministros do governo interino por corrupção e avaliou que o momento político no Brasil “é grave”. (Correio do Povo)

Entrevista de Dilma para Rádio Guaíba repercute nos principais sites, jornais e telejornais

Entrevista de Dilma para Rádio Guaíba repercute nos principais sites, jornais e telejornais

Comunicação dilma Notícias Poder Política

Impressionante a repercussão da entrevista que a presidente afastada Dilma Roussef concedeu à Rádio Guaíba nesta segunda-feira. Telejornais como o Jornal Nacional, da Rede Globo e Jornal da Cultura, TV Cultura/SP deram destaque ao que disse Dilma. O mesmo aconteceu com sites como: Globo.com, Revista Exame, R7, IG, Estadão, Folha, UOL, ZH, El País…

A  entrevista exclusiva à Rádio Guaíba foi concedida no programa Esfera Pública. Dilma falou em primeira mão, que a perícia do Senado comprova que ela não cometeu crime. Na conversa com  os jornalistas Juremir Machado da Silva e Taline Oppitz. Ela destacou o espírito democrático da Rádio Guaíba desde sempre e agradeceu a oportunidade para explicar todo o processo que levou ao seu afastamento da presidência. A presidente afastada revelou ainda que estuda a possibilidade de se defender pessoalmente diante da Comissão Processante do Senado.