Dólar em queda fecha a R$ 3,44; bolsa cai 0,58%

Dólar em queda fecha a R$ 3,44; bolsa cai 0,58%

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O dólar fechou em baixa hoje, com o mercado atento à sessão no Senado Federal que decide sobre o afastamento da presidente Dilma Rousseff. A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 3,44 na venda, com queda de 0,6% em relação ao último pregão.

Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa), operou em alta parte do dia, mas entrou em terreno negativo a partir das 14h. O indicador encerrou o pregão com queda de 0,58%, aos 52.764 pontos.

Além do desenlace da sessão no Senado, que ainda está em curso, o investidor da bolsa acompanhou os mercados internacionais, que operaram em queda nesta quarta-feira. (Agência Brasil)

Imposto para a compra do dólar sobe de 0,38% para 1,1%. Decreto com a alteração no Imposto foi publicado hoje no Diário Oficial da União

Imposto para a compra do dólar sobe de 0,38% para 1,1%. Decreto com a alteração no Imposto foi publicado hoje no Diário Oficial da União

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O governo elevou o imposto incidente sobre as operações de câmbio para aquisição de moeda estrangeira em espécie, que passa de 0,38% para 1,1%. O decreto com a alteração no Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) foi publicado hoje (2) no Diário Oficial da União.

Os demais instrumentos utilizados para a aquisição de bens e serviços no exterior, como cartão de crédito, de débito ou pré-pago, permanecem com alíquota de 6,38%. O aumento na arrecadação anual está estimado em R$ 2,377 bilhões.

Fernando Mombelli, Coordenador-Geral de Tributação da Receita Federal, disse que a medida tenta alinhar a tributação do IOF em relação a outros instrumentos equivalentes nas operações com moeda estrangeira. A medida vale sobre os contratos liquidados a partir de amanhã (3).

Mombelli disse que não acredita em uma corrida às corretoras para realizar a aquisição de moeda estrangeira no dia de hoje devido às mudanças.

Além dessa mudança, o decreto esclareceu, também, entre outras coisas, alíquota zero de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) “nas liquidações de operações simultâneas de câmbio para ingresso de recursos no país, originárias da mudança de regime do investidor estrangeiro, de investimento direto para investimento em ações negociáveis em bolsa de valores, na forma regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional” e conforme a Lei nº 4.131. A lei disciplina a aplicação do capital estrangeiro e as remessas de valores para o exterior. (Agência Brasil)

Dívida dos Estados: Para Luiz Carlos Mendonça de Barros que foi um dos negociadores, juros compostos foram um erro, mas estão no previstos no acordo

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Conversei hoje no programa Agora/Rádio Guaíba, com o economista e presidente da Foton Brasil, Luiz Carlos Mendonça de Barros. Na conversa, ele confirmou que os primeiros caminhões da marca Foton no Brasil, sairão da linha de produção da Agrale, em Caxias do Sul e que a fábrica de Guaíba vai produzir SUVs e carros da marca chinesa a partir de 2018. O empreendimento já em construção deve ser ampliado para receber as novas linhas de montagem, com aporte adicional feito exclusivamente pelos chineses de cerca de R$ 250 milhões.

Otimista, Mendonça de Barros disse ainda que o Brasil sairá rapidamente do momento de crise da economia brasileira. Ele projeta que já em 2017, o crescimento do País seja de 2% . Como ex-presidente do BNDES, ele foi um dos negociadores dos contratos de rolagem das dívidas dos Estados, no governo FHC. Na entrevista, ele explicou que foi contra a forma como foi negociada o reajuste dos contratos, mas segundo ele não há dúvida nenhuma que o previsto são os juros compostos.
Impeachment de Dilma: Bolsa de São Paulo sobe 3,66% e fecha no maior nível em nove meses. No mercado de câmbio, o dia foi de estabilidade

Impeachment de Dilma: Bolsa de São Paulo sobe 3,66% e fecha no maior nível em nove meses. No mercado de câmbio, o dia foi de estabilidade

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Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve forte alta e fechou no maior nível em nove meses. O índice da bolsa, Ibovespa, encerrou a terça-feira com alta de 3,66%, aos 52.802 pontos. O indicador está no nível mais alto desde 17 de julho do ano passado (52.342 pontos).

O índice operou com ganhos durante toda a sessão, mas a alta intensificou-se a partir das 11h30min. Neste ano, o Ibovespa acumula valorização de 19,96%.

As ações da mineradora Vale puxaram os ganhos. Os papéis ordinários (com direito a votação em assembleia de acionistas) subiram 10,43%, e os preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) saltaram 10,94%. As ações da Petrobras, as mais negociadas da Bovespa, também tiveram forte alta, subindo 8,93% (papéis ordinários) e 7,63% (papéis preferenciais).

Dólar operou com estabilidade

No mercado de câmbio, o dia foi de estabilidade. O dólar comercial iniciou o dia em alta, chegando a subir 2% na máxima do dia, por volta das 13h. A moeda norte-americana, no entanto, desacelerou durante a tarde e fechou em R$ 3,495, estável em relação a ontem.

O Banco Central voltou a intervir no mercado para conter a queda do dólar. A autoridade monetária realizou quatro leilões de swap cambial reverso, que equivalem à compra de dólares no mercado futuro, e não renovou contratos de swap cambial tradicional, que equivalem à venda da moeda americana no mercado futuro. (Agência Brasil)

Dólar cai, ações da Petrobras sobem e Bovespa opera em alta após divulgação de que Lula é alvo da Lava Jato

Dólar cai, ações da Petrobras sobem e Bovespa opera em alta após divulgação de que Lula é alvo da Lava Jato

Economia Notícias

Após a notícia de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é alvo da Operação Lava Jato na manhã desta sexta-feira, o dólar já é comercializado com queda em torno de 3%. A mínima registrada, até agora, é de R$ 3,66. Nas primeiras horas da manhã, a moeda norte-americana já era comercializada em queda de 2,48%, a R$ 3,70.

A Bolsa de Valores de São Paulo opera em alta histórica. O índice Ibovespa subiu 5,12% nas últimas horas, a maior valorização percentual desde outubro de 2009.

As ações da Petrobras disparam, em torno de 17% de alta, cotadas a R$ 7,68 às 10h35. (Rádio Guaíba)

Casas de câmbio de Porto Alegre chegam a vender dólar a R$ 4,32; por Samuel Vettori / Rádio Guaíba

Casas de câmbio de Porto Alegre chegam a vender dólar a R$ 4,32; por Samuel Vettori / Rádio Guaíba

Economia Notícias Porto Alegre

O dólar comercial é vendido em alguns locais de Porto Alegre consultados pela reportagem a R$ 4,32. A maioria das Casas de Câmbio que foram consultadas, no entanto, vende a divisa norte-americana a R$ 4,15.

O professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Ufrgs, Flávio Fligenspan explicou que as projeções de um início de ano de economia internacional ruim em função, por exemplo, da desaceleração da china levou os investidores a buscar um “ativo real de mais segurança, maior relevância, que é o dólar”. Para o economista, há uma intenção do governo em não deixar o dólar disparar a fim de evitar o aumento no valor dos importados, o que repercute na inflação.

Para a gerente de uma loja de produtos importados de Porto Alegre, Loide Collares, há também o lado positivo do aumento da moeda norte-americana. Segundo ela, o fato de as pessoas estarem viajando menos refletiu positivamente nas vendas de importados dentro da loja, apesar de o preço dos produtos estar mais alto. (Samuel Vettori/Rádio Guaíba – Foto: Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas)

Agora/Rádio Guaíba: Felipe Vieira entrevista presidente da Anfavea Luiz Moan

Economia Negócios Notícias

A desvalorização do real frente ao dólar deve incrementar em 8% o aumento de veículos exportados pelo Brasil em 2016. Esse foi um dos números divulgados pelo presidente da Anfavea, Luiz Moan, em entrevista ao programa Agora/Rádio Guaíba nesta sexta-feira.

Ele também falou sobre empregos na indústria automobilística, programa nacional de renovação da frota, Taxa Selic, Operação Zelotes, o encontro com fabricantes de veículos da Argentina após a posse de Macri entre outros assuntos.

Dólar volta a subir e fecha no maior valor desde o fim de setembro

Dólar volta a subir e fecha no maior valor desde o fim de setembro

Economia Negócios Notícias
Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior nível em quase quatro meses. O dólar comercial subiu R$ 0,021 (0,51%) e encerrou esta terça-feira (19) vendido a R$ 4,055. A cotação está no maior valor desde 29 de setembro (R$ 4,059). A bolsa de valores teve pequena alta, mas as ações da Petrobras voltaram a cair para o menor nível em 13 anos. O dólar comercial iniciou o dia em queda, chegando a abrir a R$ 4,006, mas reverteu a tendência ao longo do dia. Das 10h às 12h30, o câmbio operou perto da estabilidade, mas subiu a partir do começo da tarde até fechar na máxima do dia. A divisa acumula alta de 2,7% em 2016.

O dia não foi de tranquilidade no mercado de ações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciou com forte alta, mas diminuiu os ganhos ao longo do dia até encerrar com alta de 0,28%, aos 38.043 pontos. Diversas ações tiveram ganho, mas o desempenho foi afetado pelas ações da Petrobras, que caíram pelo segundo dia seguido e estão no menor valor desde 2003.

As ações preferenciais da petroleira, que dão preferência na distribuição de dividendos, recuaram 2,92% e fecharam em R$ 4,66. As ações ordinárias da Petrobras, que dão direito a voto na assembleia de acionistas, caíram 2,38%, para R$ 6,15. Os papéis não subiram, apesar de a cotação do petróleo no mercado internacional ter registrado leve alta nesta terça. O barril do tipo Brent, negociado em Londres, encerrou a sessão com alta de 0,95%, mas continua abaixo de US$ 30, em US$ 28,82.

O dia foi marcado pela divulgação do crescimento de 6,9% da China em 2015, a menor expansão em 25 anos. Depois da divulgação, o Banco Central do país asiático anunciou que vai injetar 600 bilhões de yuans no mercado para estimular a segunda maior economia do planeta.

A desaceleração da China afeta fortemente países emergentes como o Brasil. Isso porque o mercado chinês é grande consumidor mundial de produtos que o país exporta, como soja e ferro. Com as exportações mais baratas, menos dólares entram no Brasil, empurrando a cotação para cima. (Agência Lusa)

Após a posse de Barbosa, dólar fecha acima de R$ 4 pela primeira vez em quase três meses

Após a posse de Barbosa, dólar fecha acima de R$ 4 pela primeira vez em quase três meses

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No dia em que o ex-ministro do Planejamento Nelson Barbosa assumiu a pasta da Fazenda, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou acima de R$ 4 pela primeira vez em quase três meses. O dólar comercial encerrou a segunda-feira vendido a R$ 4,023, com alta de R$ 0,076 (1,93%). Foi o maior valor desde 29 de setembro (R$ 4,059). O dia também foi de perdas na Bolsa de Valores de São Paulo, que caiu pela segunda vez seguida e voltou a encerrar no menor nível em mais de seis anos.

A moeda norte-americana começou o dia em alta, mas, até as 12h30min, operou abaixo de R$ 4. A Bolsa, que chegou a abrir com pequena alta, passou a cair depois do mesmo horário. As cotações pioraram depois da primeira teleconferência de Barbosa com investidores do mercado financeiro.

Apesar de o ministro ter se comprometido a manter a direção da política econômica, os indicadores se deterioraram após a conversa. Na conversa, Barbosa prometeu dar prioridade ao ajuste fiscal e ao combate à inflação. Ele defendeu ainda a reforma da Previdência, instituindo idade mínima para aposentadoria.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula alta de 3,51% em dezembro e de 51,3% em 2015.

A segunda-feira também foi de fortes perdas na Bolsa de Valores. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 1,34% e encerrou o dia em 43.321 pontos, no menor nível desde abril de 2009, no auge da crise provocada pelo estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos. (Agência Brasil – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Dólar volta a cair e Ibovespa mantém queda

Dólar volta a cair e Ibovespa mantém queda

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 O dólar comercial, que subiu pela manhã e chegou a R$ 3,7806, voltou a cair. Por volta de 14h, o dólar estava cotado a R$ 3,7327. Ontem, o dólar caiu 2,26% (R$ 0,087) e fechou vendido a R$ 3,748, na menor cotação desde o último dia 24 (R$ 3,704).

O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, que subiu fortemente nessa quinta-feira, está em queda hoje. A queda chegou a 2,59%, com 45.192 pontos. Ontem, o Ibovespa subiu 3,29% e fechou em 46.393,26 pontos, interrompendo sequência de quatro quedas.

Ontem, o mercado reagiu à aprovação da meta fiscal do governo para 2015 e ao anúncio de abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Hoje, além do cenário político brasileiro, o mercado reflete a divulgação de números positivos do mercado de trabalho dos Estados Unidos. A economia norte-americana criou 211 mil empregos em novembro, acima das previsões dos analistas que apontavam para 196 mil.

A melhora no mercado de trabalho poder levar ao aumento da taxa de juros pela Reserva Federal (Fed), banco central norte-americano, na sua reunião de política monetária, marcada para os dias de 15 e 16. O aumento dos juros nos Estados Unidos pode atrair investimentos em títulos públicos americanos, considerados a aplicação mais segura do planeta. Os investidores retiram recursos de países emergentes, como o Brasil, pressionando a cotação do dólar. (Agência Lusa)