Gedeão Silveira Pereira é eleito presidente da Farsul

Gedeão Silveira Pereira é eleito presidente da Farsul

Agronegócio Destaque Poder Política

A 42ª eleição realizada pela Farsul desde sua fundação, em 1927, conduziu Gedeão Silveira Pereira à presidência da Federação. Dos 137 sindicatos aptos a votar, 119 compareceram e apenas um votou em branco. O pleito foi realizado nesta quarta-feira, dia 31, e elegeu a próxima diretoria responsável pela gestão da federação de agricultura mais antiga do país, com 91 anos. O mandato de Gedeão inicia no dia primeiro de janeiro de 2019 e vai até 31 de dezembro de 2021.

Gedeão será o 24º presidente da Farsul. Ele, juntamente com mais trinta diretores, todos produtores rurais, terão a responsabilidade de defender os interesses setoriais, representando milhares de produtores rurais do estado. É missão da Farsul, honrar a vocação de produzir, de defender o direito de propriedade, a livre iniciativa, a economia de mercado e os interesses do País.
Médico veterinário, formado em 1971 pela Universidade Federal de Santa Maria, Gedeão Silveira Pereira é produtor rural, proprietário e administrador da Estância Santa Maria com produções de Pecuária de Corte (raças hereford e polled hereford) com manejo em pastagens de azévem, trevo e cornichão e agricultura de arroz, soja e sorgo e florestamento de eucaliptos. Já realizando viagens de estudos em pecuária à Nova Zelândia, Austrália, USA, Argentina, Chile, Paraguai, França, Espanha e Rússia.

Foi diretor da Associação Brasileira de Criadores de Hereford e Braford e presidente do Sindicato/Associação Rural de Bagé por dois mandatos. Presidiu a Comissão de Assuntos Fundiários da Farsul, onde, também, foi vice-presidente por quatro mandatos e vice-presidente da CNA. Preside a Federação, desde dezembro de 2017, após o falecimento de Carlos Sperotto. Pela mesma razão, é presidente do Sebrae/RS e vice-presidente do Fundesa. É o responsável pelas negociações de comércio exterior da CNA e presidente do Fórum Mercosul da Carne.

Aberta sessão para escolha do novo presidente da Câmara. Cada um dos 14 candidatos vai ter dez minutos para apresentar as propostas e pedir o voto dos pares

Aberta sessão para escolha do novo presidente da Câmara. Cada um dos 14 candidatos vai ter dez minutos para apresentar as propostas e pedir o voto dos pares

Notícias Poder Política

 

 

 

Começou perto das 18h a sessão para eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados. Marcada inicialmente para 16h, a sessão chegou a ser transferida para 19h pelo presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), mas, diante da pressão de líderes partidários, Maranhão voltou atrás e antecipou a sessão para 17h30min.

A eleição em si vai ter início assim que for atingido o quórum de 257 deputados, número suficiente para iniciar a ordem do dia. Pelo regimento da Câmara, cabe ao presidente interino presidir aos trabalhos, o que ocorria às 18h30min.

O pleito para a escolher o sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou na semana passada, chegou a contar com 18 deputados na disputa. Após as desistências de Heráclito Fortes (PSB-PI), Maria do Rosário (PT-RS), Beto Mansur (PRB-SP) e Fausto Pinato (PP-SP), 14 parlamentares permanecem na disputa.

Pela ordem de sorteio, o primeiro candidato a falar vai ser Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em seguida, discursarão Evair Vieira de Melo (PV-ES), Giacobo (PR-PR), Cristiane Brasil (PTB-RJ), Luiza Erundina (PSOL-SP), Fábio Ramalho (PMDB-MG), Carlos Manato (SD-ES), Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), Marcelo Castro (PMDB-PI), Rogerio Rosso (PSD-DF), Gilberto Nascimento (PSC-SP), Esperidião Amin (PP-SC) e Orlando Silva (PCdoB-SP).

Cada deputado vai ter dez minutos para apresentar as propostas e pedir o voto dos pares. Para ser eleito, o candidato precisa conquistar 257 votos, maioria absoluta dos deputados. Caso ninguém consiga atingir esse número, ocorre um segundo turno da eleição.

Havendo empate tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno, a disputa é desempatada obedecendo respectivamente aos seguintes critérios: maior número de mandatos e o parlamentar mais idoso. O vencedor fica no cargo até fevereiro de 2017 e não pode concorrer à reeleição. (Agência Brasil e Rádio Guaíba)

Simone Leite vence disputa para presidência da Federasul

Simone Leite vence disputa para presidência da Federasul

Cidade Comunicação Economia Negócios Notícias Poder Política Porto Alegre
Simone Leite acaba de ser eleita por 27 votos a 19, presidente da Federasul. Ela venceu a disputa contra Paulo Afonso Pereira. pela chefia da Federasul.  Esta foi  primeira disputa de eleição para presidente da história da entidade. Simone obteve a vitória com os votos das entidades do interior. A Federasul pela primeira vez será presidida por uma mulher.
Pereira foi aclamado ontem como novo presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) – filiada e principal mantenedora da Federasul. O executivo era o único inscrito nessa disputa, já que Simone decidiu não ingressar com a sua chapa. Até agora, ACPA e Federasul sempre tiveram o mesmo presidente.

 

RS: Edgar Vaz é o novo presidente da ACEG

RS: Edgar Vaz é o novo presidente da ACEG

Comunicação Notícias Poder Política Porto Alegre

O radialista Edgar Vaz, da rádio Caxias, é o novo presidente da Aceg, a Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos. Em eleição realizada neta segunda-feira, ele obteve 87 votos contra 47 do candidato da oposição representada pelo José Aveline Neto.

Edgar Vaz, que já estava na presidência interinamente, na qualidade de vice-presidente, tentará colocar a septuagenária entidade nos eixos, depois de uma administração conturbada. Seu mandato é de dois anos, portanto, para o biênio 2016-2017. Ele terá como 1° vice-presidente Pedro Ernesto Denardin e 2° vice Alex Bagé. (Bola por Cima/Rogerio Bohlke)

“A OAB não faltará à sociedade”, afirma presidente Claudio Lamachia

“A OAB não faltará à sociedade”, afirma presidente Claudio Lamachia

Direito Notícias Poder Política

Em sua primeira manifestação como presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia disse que é urgente reafirmar a importância da OAB e da advocacia em nosso país. “É momento de dizermos que a OAB não faltou à sociedade no passado, não falta no presente e não faltará no futuro”, asseverou.

“Advocacia está sendo testada como nunca e temos que dar resultado. Conquistamos com enfrentamento legislativo inúmeras conquistas que fortaleceram exercício profissional de cada um. Não canso de dizer que sem advocacia não há liberdade, sem liberdade não há democracia, sem democracia não há cidadania. Colegas advogados, quero dizer da honra que tenho de exercer esta profissão libertária, que defende honra, patrimônio, liberdade e a vida das pessoas”, discursou.

Agradecendo ao presidente Marcus Vinicius, de quem foi vice, Lamachia relembrou sua trajetória até a eleição deste domingo (31), sendo dirigente da Seccional gaúcha por dois mandatos. Também agradeceu à sua família e colegas, dizendo assumir com honra e responsabilidade o cargo.

“Falando com a razão, mas também com coração, dizer que a gratidão é a memória do coração, quero dizer que gratidão é dívida que não prescreve e serei eternamente grato a todos. O primeiro agradecimento é ao presidente Marcus Vinicius. Iniciamos esta trajetória como amigos e hoje somos irmãos. Juntamente com nossos diretores, fomos incansáveis nesses três anos. Hoje iniciamos segunda metade desta gestão”, saudou.

Ao explicar como será sua gestão, Claudio Lamachia elencou temas que serão prioridade. “Vivemos momento muito delicado no país. Sabemos da responsabilidade que temos pela frente. Vamos debater todos os temas que interessam ao Brasil de forma aberta, franca, leal e responsável, como sempre OAB agiu. Conquistamos muito nesta gestão para advocacia e para cidadania, mas os desafios que nos esperam agora, nesta quadra histórica, são gigantes, e a OAB não pode falhar”, explicou.

“Seremos intransigentes na defesa das prerrogativas dos advogados, mas cumpriremos o art. 44 do Estatuto da Advocacia e estaremos dia a dia da nação, defendendo a Constituição, as instituições republicanas, o Estado de Direito, os direitos humanos e pugnando por maior igualdade social”, disse.

“Alguns temas merecem reflexão agora: estamos sendo chamados a defender o Conselho Nacional de Justiça. OAB estará ombreada com nossos conselheiros e presidentes trabalhando na defesa do CNJ, que foi um dos maiores ganhos da atualidade na nossa República”, listou.

“Tenho como lema de vida o diálogo e a construção, então sempre defendo as prerrogativas da advocacia, mas também da magistratura e do Ministério Público. Nos momentos mais difíceis da República, fomos os primeiros a defender magistrados. Faremos isso. Defenderemos que a magistratura receba subsídios dignos, mas nos termos da Constituição. Vivemos momento no qual sociedade clama por segurança, saúde, habitação e justiça. Faltam juízes e servidores para o Judiciário, e este tema tem que nortear debate na OAB”, adiantou.

“O tema da corrupção também tem quer se enfrentado. A OAB tem dito e feito: acabamos com possibilidade de financiamento por empresas, o germe da corrupção. Continuaremos buscando a moralização dos costumes políticos, tendo em vista a observância da Constituição. Vivemos crise ética sem precedentes, que contamina todos os setores da sociedade, que precisa de interlocução de todos. A OAB tem sido chamada para participar deste debate, levando Constituição como nosso maior compromisso”, afirmou.

Marcus Vinicius saudou a primeira manifestação de Claudio Lamachia, dizendo ser evidente se estar de frente com o futuro líder da sociedade civil. “Encerro gestão com consciência do dever cumprido, e este sentimento é multiplicado por concluir o que já sabíamos: estamos delegando o futuro da OAB a este valoroso advogado, filho do Rio Grande do Sul e do Brasil. Somos uma só OAB, somos um só Brasil. E somos todos Claudio Lamachia”, saudou. (Com informações do site da OAB/Foto: Ádon Bicalho – Especial CFOAB)

Deputados aceleram campanha para assumir vaga de Eduardo Cunha

Notícias Poder Política
Eduardo Miranda/Jornal do Brasil

Pelo menos dois deputados federais estão em campanha pela Presidência da Câmara, apostando numa rápida queda do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e já contrataram equipe de jornalistas e marqueteiros para a produção de slogans, propostas de gestão e material publicitário para o eleitorado de 513 deputados.

Como o Jornal do Brasil, Cunha pediu a seus aliados uma sondagem no Conselho de Ética para mapear a tendência de voto dos 20 deputados integrantes. De acordo com um parlamentar, que pediu para não ser identificado, o placar está empatado com nove deputados para cada lado, e dois que estão indecisos. O temor do presidente da Câmara, porém, é com a pressão popular que os integrantes do conselho poderão sofrer, dado o fato de que a votação é aberta.

Os deputados em campanha apostam tanto na destituição de Cunha via Conselho de Ética e posterior aprovação de cassação no plenário da Câmara, onde seriam necessários 257 votos dos 513 parlamentares, quanto num eventual pedido de cassação pela Procuradoria-Geral da República, que apresentou no Supremo Tribunal Federal (STF) duas denúncias por crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o peemedebista.

Paralela às duas grandes campanhas, o Psol estuda lançar o deputado Chico Alencar (RJ) ao comando da Câmara. No início do ano, Eduardo Cunha fez uma robusta campanha para presidir a Casa e conseguiu percorrer, a bordo de um jatinho pago pelo PMDB, mais estados brasileiros que a presidente Dilma Rousseff para a reeleição à Presidência da República. À época, deputados da oposição questionaram os gastos do peemedebista, já que seu eleitorado estava concentrado no Congresso Nacional.