Eleições 2016: DEM quer Doutor Thiago Duarte como vice da chapa que apoiar

Eleições 2016: DEM quer Doutor Thiago Duarte como vice da chapa que apoiar

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Depois da retirada da candidatura de Onyx Lorenzoni para prefeitura de Porto Alegre, o DEM procura assegurar a cadeira de vice na chapa que coligar. Hoje o Partido divulgou uma nota com o seu nome preferido do para o cargo nas Eleições de outubro:

“Chegamos a uma opção viável para a saúde e a política de Porto Alegre. O DEMOCRATAS Porto Alegre, apresenta o nome de seu correligionário Doutor Thiago Duarte, um dos vereadores mais votados da última eleição para compor a chapa como vice-prefeito, nas conversações que estão sendo mantidas com os vários partidos concorrentes ao pleito de outubro. O Dr. Thiago Duarte é formado em Medicina UFRGS, ingressou por concurso público na Prefeitura Municipal de Porto Alegre trabalhando inicialmente na Unidade de Saúde da Restinga e Unidade de Saúde do Lami onde permaneceu lotado até início de 2005. Também é Bacharel em Direito pela PUC em 2007. Realizou exame da OAB RS em 2008 obtendo aprovação. Desde o início de 1999 é professor de Medicina Legal para o direito na UFRGS. Dr. Thiago Duarte é o nome que o DEMOCRATAS apresenta para vice-prefeito nas eleições 2016.”

Eleições 2016: Pré-candidatos já podem fazer campanha nas redes sociais. Advogado comenta possibilidade de plebiscito proposto por Dilma

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Conversei hoje com o advogado especialista em Direito eleitoral, Roger Fischer, sobre declarações da  presidente afastada Dilma Rousseff. Em entrevista veiculada nesta quinta-feira à noite na TV Brasil, a presidente afastada, Dilma Rousseff, afirmou que a população terá de ser consultada, caso ela retorne à Presidência da República, ao fim do processo de impeachment no Senado. Sem dar detalhes, Dilma lançou a proposta de um plebiscito para se decidir os rumos do mandato, em caso de sua vitória no Senado.

— Rompeu-se um pacto, existente desde a Constituição de 1988. Tem de remontar esse pacto, e ele não será remontado dentro do gabinete. A população, querendo ou não, terá de ser consultada. É fundamental que haja o fim do golpe, o que significa ganhar no Senado. Eu não acho possível refazer o pacto com Temer presidente. Em qualquer hipótese, a consulta popular é o único meio de lavar e enxaguar essa lambança que está sendo o governo Temer — disse Dilma na entrevista ao jornalista Luis Nassif.

Ele falou também sobre o seminário sobre Direito Eleitroral, promovido pelo Igade, que está sendo realizado na Unisc, em Santa Cruz do Sul. Roger Fischer explicou várias das mudanças da mini reforma eleitoral que já estão em prática nas eleições de 2016.

 

Eleições 2016: Vieira da Cunha deixa Secretaria da Educação para disputar a Prefeitura da Capital

Eleições 2016: Vieira da Cunha deixa Secretaria da Educação para disputar a Prefeitura da Capital

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O secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha, oficializou, hoje, em reunião com o governador José Ivo Sartori e o vice, José Paulo Cairoli, a saída do cargo para disputar, pelo PDT, a Prefeitura de Porto Alegre, em outubro. Ele confirmou à imprensa que hoje cumpre o último dia de trabalho como secretário. A exoneração deve ser publicada, amanhã, no Diário Oficial.

O secretário adjunto, Luiz Alcoba de Medeiros, assume a Pasta de forma interina. Já Vieira da Cunha passa, a partir desta quinta-feira, a buscar ampliar as alianças em torno da pré-candidatura.

Ontem, o prefeito da Capital, José Fortunati, que é do PDT mas havia assumido o compromisso político de dar sustentação à pré-candidatura do hoje vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB), condicionou o apoio de Vieira à formação de uma base consistente. (Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016 Notícias Poder Política

Os presidentes da FDRH (Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos) e da Cientec (Fundação de Ciência e Tecnologia) no Rio Grande do Sul deixaram nesta quarta-feira os seus cargos para concorrer nas eleições municipais de outubro. Luciano Silveira, que presidia a FDRH, concorrerá a prefeito em Osório, enquanto , disputará a prefeitura de Santo Antônio da Patrulha. Ambos são peemedebistas.

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Daiçon Maciel da Silva, Cientec

O Diário Oficial de hoje traz ainda a saída de Miki Breier (PSB) da pasta do Trabalho e Desenvolvimento Social. Amanhã, ao menos outras duas exonerações de secretários estaduais devem ser oficializadas: Vieira da Cunha deixará a Educação para concorrer em Porto Alegre; e Edu Olivera (PSD) deixará a Modernização Administrativa e Recursos Humanos para concorrer em Santana do Livramento. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Críticas de Pont à coligação entre PT e PCdoB para candidatura de Manuela, em 2012, podem não alinhar as siglas em 2016; por Vitória Famer/Rádio Guaíba

Eleições 2016: Críticas de Pont à coligação entre PT e PCdoB para candidatura de Manuela, em 2012, podem não alinhar as siglas em 2016; por Vitória Famer/Rádio Guaíba

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Lideranças do PCdoB alegam que, em função da crise política nacional, o partido ainda não tem decisão sobre qual posicionamento deve tomar para a disputa do Paço Municipal. Segundo o presidente do Partido Comunista do Brasil em Porto Alegre, Márcio Cabral, até o momento, há três possibilidades de diálogo para um apoio da sigla. Uma das probabilidades é a construção de uma frente em apoio ao PT, com a pré-candidatura de Raul Pont. Porém, Cabral reconhece que há necessidade de ampliação desta frente já que, isolados, a chance reduz para conquistar a prefeitura da Capital.

Outra hipótese é a aliança com o PDT, após o lançamento da pré-candidatura de Vieira da Cunha (PDT), principalmente depois de um realinhamento nacional da sigla trabalhista em apoio ao mandato da presidente afastada Dilma Rousseff (PT). Ou por último, o PCdoB lançaria uma candidatura própria, com uma mulher na cabeça da chapa.

Questionado se o PCdoB possuía mais dúvidas do que certezas em apoiar a candidatura de Raul Pont, Cabral destacou que não se pode afirmar que o PCdoB não apoiará o PT em Porto Alegre. Porém, lembrou que, em 2012, a eleição à prefeitura da Capital foi perdida tanto pelo PCdoB quanto pelo PT pelo fato de Pont não apoiar a candidatura de Manuela D’Ávila.

“Um afastamento do PT, para se alinhar ao PDT, seria um exagero. Mas é óbvio que algumas questões mais locais influenciam. Por exemplo: Raul Pont foi muito crítico à possibilidade do PT apoiar a Manuela em 2012, em Porto Alegre, o que nos levou a sair separados na eleição. E nós achamos, inclusive, que isso foi um dos fatores determinantes na nossa derrota no pleito de 2012. E esses elementos nós estamos analisando agora também”, expôs Cabral.

Com o cenário pulverizado politicamente, o PCdoB acredita que a sigla vá dialogar com outros partidos sobre possibilidade de alianças ainda durante o mês de junho. O que os comunistas também deixaram claro é que a sigla não vai se coligar com o PMDB, portanto, descartando qualquer apoio à pré-candidatura de Sebastião Melo.

Até agora, nove partidos já lançaram pré-candidatos: Rodrigo Maroni, pelo PR, Raul Pont, pelo PT, Luciana Genro, pelo PSOL, o vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, pelo PMDB, Vieira da Cunha, pelo PDT, o deputado estadual Maurício Dziedricki, pelo PTB, e os deputados federais Onyx Lorenzoni, pelo DEM, Danrlei de Deus, pelo PSD, e Nelson Marchezan Júnior, pelo PSDB.

Eleições 2016: Sem garantia de candidatura própria, PP abre negociações em Porto Alegre; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Eleições 2016: Sem garantia de candidatura própria, PP abre negociações em Porto Alegre; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Notícias Poder Política

O Partido Progressista (PP) inicia, nesta terça-feira, uma série de encontros com outras legendas que já definiram nomes de pré-candidatos visando a uma possível aliança para as eleições de Porto Alegre. O primeiro encontro será com o atual vice-prefeito e pré-candidato pelo PMDB, Sebastião Melo. PP e PMDB são atualmente aliados nas gestões municipal e estadual.

Além de avaliações das forças políticas, a definição do PP em lançar ou não um nome próprio para a Prefeitura depende da viabilização financeira. Em uma eleição marcada pela proibição de doações empresariais, os recursos do Fundo Partidário serão essenciais.

O presidente estadual do PP, Celso Bernardi, admite que divergências com o Diretório Nacional vêm fazendo com que o repasse do Fundo Partidário seja menor do que o esperado. A expectativa de Bernardi é que a situação seja revertida  durante as eleições.

“Nós já fomos castigados que chega pelo diretório nacional em termos de repasse de recursos. Nossa cota mensal está bem reduzida. Deveríamos receber o dobro do que estamos recebendo. Recebemos hoje R$ 100 mil por mês. Vamos ver se podem compensar na eleição municipal. Estamos falando com o presidente (nacional do partido)”, explicou o presidente estadual da legenda.

Atualmente, os dois pré-candidatos progressistas à Prefeitura da Capital são Cassiá Carpes e Marcel Van Hattem. Caso o PP não viabilize uma cabeça de chapa, os encontros que iniciam hoje podem garantir um espaço de vice.

“No caso de não conseguirmos viabilizar, principalmente em uma questão de financiamento de campanha, pois precisamos de recursos do fundo nacional do partido, já estamos trabalhando para buscar um espaço (de vice) em uma chapa majoritária”, afirmou o presidente municipal da legenda, Kevin Krieger.

No próximo sábado, o encontro será com Vieira da Cunha, que deve confirmar nessa quarta-feira a sua pré-candidatura pelo PDT. Na próxima segunda, o encontro será com Onyx Lorenzoni, do DEM, e com Maurício Dziedricki (PTB). A definição do nome próprio ou da composição de chapa está marcada para o próximo dia 15.

Eleições 2016: Vieira da Cunha anuncia a aliados que vai concorrer à prefeitura de Porto Alegre. Secretário da Educação deve deixar cargo até esta quinta-feira

Eleições 2016: Vieira da Cunha anuncia a aliados que vai concorrer à prefeitura de Porto Alegre. Secretário da Educação deve deixar cargo até esta quinta-feira

Eleições 2016 Notícias Poder Política Porto Alegre

O atual secretário estadual de Educação, Vieira da Cunha (PDT), anunciou a aliados que irá concorrer à prefeitura de Porto Alegre em 2016. Ele deve deixar o cargo que ocupa até a próxima quinta-feira para poder concorrer nas eleições de outubro.

O vice-prefeito da cidade e também pré-candidato ao posto, Sebastião Melo, confirmou a intenção de Vieira da Cunha de disputar a vaga ao Paço Municipal e disse que recebeu bem a iniciativa do colega. “Eu recebi com muita naturalidade a candidatura do Vieira. Todas as pesquisas apontam para um possível segundo turno e nós vamos trabalhar para chegar lá. Se isso não acontecer, seremos aliados dos parceiros que hoje fazem parte do governo. Assim como também espero que a recíproga seja verdadeira”, explicou.

Do secretariado do governador José Ivo Sartori, dois já anunciaram que deixarão seus cargos participar das eleições de outubro: Miki Breier e Edu Oliveira. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Capital pode voltar a ter 12 candidatos a prefeito; por Luiz Sérgio Dibe/Correio do Povo

Capital pode voltar a ter 12 candidatos a prefeito; por Luiz Sérgio Dibe/Correio do Povo

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A disputa deste ano pela prefeitura de Porto Alegre poderá ter o maior número de candidatos dos últimos quatro pleitos. Até o momento, há 11 pré-candidatos cuja intenção de concorrer já está publicamente anunciada pelos partidos, aguardando apenas a oficialização através das convenções partidárias. Pelo menos mais um, o secretário da Educação, Vieira da Cunha, deverá confirmar a candidatura na próxima semana.

Poderão ser 12 candidatos, no mínimo, que disputarão o pleito no primeiro turno, o que fracionará o tempo de propaganda em rádio e televisão e poderá tornar os debates na mídia um monólogo de poucos minutos para que o candidato se manifeste. Número idêntico de candidatos somente ocorreu no pleito de 1996, quando 12 participantes disputaram a prefeitura, e o candidato Raul Pont (PT) se elegeu com 53,71%, superando a ex-governadora Yeda Crusius (PSDB-PL-PSC-PSL-PFL), que obteve 21,98% dos votos.

Da eleição de 1996 até agora, o número de candidatos tem caído, com as legendas privilegiando a eleição proporcional e as alianças em torno da candidatura majoritária. No último pleito, em 2012, sete pretendentes se apresentaram no primeiro turno.

Falta de recursos desafia partidos

As eleições municipais serão marcadas pela redução de investimentos em campanhas e por alianças determinadas pela soma de tempo para propaganda. É o que dizem os presidentes de partidos que concorrerão à prefeitura de Porto Alegre. Dirigentes de algumas das legendas concorrentes consideram que escapar de tais limitações poderá ser importante diferencial para ganhar o voto do eleitor. Eles preveem ainda a volta do corpo a corpo para driblar a falta de recursos.

De acordo com o presidente do PP na Capital, vereador Kevin Krieger, a decisão da executiva nacional definirá a competitividade de uma candidatura majoritária municipal. “Se a nacional não acreditar na candidatura, aplicando parte do recurso do Fundo Partidário, ficará muito difícil”, avalia, referindo-se à limitação que deverá ser imposta ao partido pela proibição das doações de empresas.

Redes sociais são alvos

O presidente municipal do PT, Rodrigo Oliveira, considera que será necessário investir nas redes sociais e em um modelo de campanha que aponte respostas realistas para as demandas sociais. “Acabou a farra dos marqueteiros”, aposta o petista.

Antenor Ferrari, presidente do PMDB em Porto Alegre, prevê que a limitação financeira obrigará os partidos a adotar práticas tradicionais de campanha. “Será a volta do corpo a corpo”, acredita Ferrari. Ele admite, porém, que será muito difícil que as alianças não sejam pautadas pelo tempo de propaganda. “O PMDB, isolado, tem apenas um minuto e 20 segundos. Queremos compor com, pelo menos, sete aliados, chegando perto de cinco minutos”, contabiliza.

O presidente do PTB da capital gaúcha, o deputado estadual Maurício Dziedricki, diz esperar alta competitividade nas campanhas pela inserção de entidades comunitárias. De acordo com Dziedricki, “a disputa pelos votos ocorrerá nas associações de bairro, sindicatos, clubes de mães”. Para ele, “as pessoas estão fartas de discursos e ideias que não correspondem ao que é possível realizar”, conclui.

Eleições 2016: Miki Breier retorna à Assembleia para disputar prefeitura e Catarina Paladini assume Secretaria do Trabalho. Caso também pode ocorrer com secretário da Educação, Vieira da Cunha, se aceitar concorrer à prefeitura da Capital

Eleições 2016: Miki Breier retorna à Assembleia para disputar prefeitura e Catarina Paladini assume Secretaria do Trabalho. Caso também pode ocorrer com secretário da Educação, Vieira da Cunha, se aceitar concorrer à prefeitura da Capital

Eleições 2016 Notícias Poder Política

O deputado estadual Catarina Paladini (PSB) vai assumir a Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social na próxima quarta-feira (1º) com a saída do atual titular da pasta, Miki Breier (PSB), que vai concorrer à prefeitura de Cachoeirinha, na Região Metropolitana. A legislação determina que os secretários que desejarem concorrer às prefeituras deixem o posto até o dia 2 de junho. Com isso, já que a lei eleitoral permite, Breier retorna ao parlamento estadual e, em paralelo, vai disputar a prefeitura de sua cidade natal.

O fato também pode ocorrer com o atual secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha (PDT), que estaria sendo convencido pelo partido a disputar, mais uma vez, a prefeitura de Porto Alegre. Mesmo em meio à crise na educação pública, com a ocupação das escolas no Rio Grande do Sul e a greve dos professores, Vieira da Cunha demonstrou várias vezes a intenção de permanecer à frente da Educação.

A campanha eleitoral inicia no dia 15 de agosto. (Vitória Famer / Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Raul Pont projeta aliança com PCdoB e critica morosidade em obras da gestão atual

Eleições 2016: Raul Pont projeta aliança com PCdoB e critica morosidade em obras da gestão atual

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O pré-candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à Prefeitura de Porto Alegre, Raul Pont, começou a dialogar com os partidos alinhados com a esquerda para formar uma aliança nas eleições de outubro. Somente as siglas que não apoiaram o impeachment da presidente Dilma Roussef serão convidados a compor a chapa majoritária. Pont confirmou, entretanto, a tendência de coligação com o PCdoB. A desistência da deputada estadual Manuela D’Ávila em entrar na corrida à Prefeitura contribuiu decisivamente para que os comunistas indiquem um nome a vice-prefeito. “O que temos de confirmado é a parceria com o PCdoB. Eles estiveram ao nosso lado junto à Frente Brasil Sem Medo (que realizou manifestações contra om impedimento de Dilma)”, afirmou o pré-candidato, que concedeu hoje entrevista para o programa A Cidade É Sua, na Rádio Guaíba.

Em relação à atual gestão de José Fortunati, que chegou a ser vice de Raul Pont à frente da Prefeitura, e do vice Sebastião Melo, pré-candidato pelo PMDB, o petista criticou o volume de recursos destinado ao Orçamento Participativo – apenas 1% da verba orçamentária. Conforme o ex-deputado estadual, o OP se tornou um instrumento de aparelhamento da gestão municipal.

Outra crítica a Fortunati é a morosidade quanto a obras e ampliação de avenidas. “Diversos projetos que teriam prazo de execução de um ano e meio estão há cinco em obras, ou parados. Há problemas em projetos licitados, isso configura má administração ou quase improbidade administrativa”. Pont ainda reclama da falta de exigência da Prefeitura em cobrar contrapartidas da OAS para revitalizar o entorno da Arena do Grêmio, por exemplo.

Questionado sobre o metrô de Porto Alegre, Pont lembrou que não há orçamento nos caixas do Executivo para retirar o projeto do papel. ”Como gestor, sei o que significa esse tipo de projeto. A Trensurb tem financiamento do governo federal. Qual seria o investidor privado que iria investir em um projeto que não é economicamente viável nos trechos onde foi projetado?”, questionou. Com isso, ele indicou que a construção não vai estar entre as promessas de campanha. Uma alternativa – distante -, segundo o petista, pode ser a viabilização de empréstimos junto a organismos internacionais.

Raul Pont projetou, ainda, que a campanha tenha debate intenso sobre a questão da saúde, considerando a crise nos repasses de recursos para hospitais conveniados ou da rede da Prefeitura. Ele defendeu a manutenção do programa Mais Médicos, do governo federal, que destinou profissionais para áreas mais afastadas de Porto Alegre. Disse, também, que é defensor do SUS como sistema de atendimento universal e gratuito e, nesse sentido, citou o Hospital de Clínicas, em processo de ampliação de estrutura com recursos do governo federal. (Texto: Samantha Klein/Rádio Guaíba)