Painel Eleições 2018 e as novas formas de arrecadação acontece nesta quinta, dia 12

Evento aberto ao público debate as novidades na legislação eleitoral e alternativas jurídicas e contábeis para partidos políticos e candidatos

O escritório de advocacia Félix & Floriano promove, em parceria com a advogada Christine Rondon e o Instituto Alta Política, o painel Eleições 2018 e as novas formas de arrecadação – aspectos políticos, jurídicos e contábeis. O evento acontece nesta quinta, dia 12, às 19h, no Auditório da Faculdade Monteiro Lobato (Andradas, 1180, Centro Histórico, POA), com entrada franca.

Segundo o advogado Márcio Félix, idealizador do encontro, o debate vai ter como ponto principal as mudanças na legislação eleitoral brasileira, que agora permitem o impulsionamento de campanhas na Internet, o crowdfunding como forma de arrecadação, entre outras medidas. Também participa do debate o contador Guilherme Stürm, criador da start-up Essent Jus, que desenvolveu um robô de arrecadação para campanhas eleitorais, adequado às exigências da legislação.

Este é o primeiro de uma série de eventos que o escritório Félix & Floriano deve promover ao longo de 2018, envolvendo a legislação eleitoral.

Bolsonaro volta a criticar a Folha e defende uso de auxílio-moradia. Deputado emprega servidora fantasma que vende açaí no RJ

Bolsonaro volta a criticar a Folha e defende uso de auxílio-moradia. Deputado emprega servidora fantasma que vende açaí no RJ

Destaque Poder Política

Em entrevista à Folha, o presidenciável e deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) voltou a criticar o jornal e a defender o recebimento de auxílio-moradia da Câmara, mesmo tendo imóvel próprio em Brasília. Ao ser questionado sobre o uso do benefício para pagar o apartamento, o deputado afirmou que estava solteiro à época e utilizou o dinheiro para “comer gente”. A íntegra da entrevista está na Folha de São Paulo.

Deputado emprega servidora fantasma que vende açaí no RJ

Jair Bolsonaro usa verba da Câmara para empregar vizinha dele em Angra Dos Reis (RJ), onde ela vende açaí. Walderice da Conceição é listada desde 2003 como funcionária do gabinete do deputado em Brasília. Bolsonaro nega que ela seja funcionária fantasma. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

Brasil está indo tão bem ou melhor do que no governo Lula, diz Meirelles; por Elizabeth Lopes/ Broadcast Estadão

Brasil está indo tão bem ou melhor do que no governo Lula, diz Meirelles; por Elizabeth Lopes/ Broadcast Estadão

Destaque Economia Entrevistas Poder Política Sartori Vídeo

Entrevista completa do Ministro Henrique Meirelles ao programa Agora/Rádio Guaíba, com Felipe Vieira.

 

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quarta-feira. 13, em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, apostar na vitória de um candidato, nas eleições presidenciais do ano que vem, que priorize uma agenda de mudanças modernizantes na economia brasileira, mudanças que gerem emprego, reduzam a inflação e juros, melhorem a qualidade de vida da população, foquem nas reformas necessárias que o País precisa e fujam das bandeiras populistas.

Indagado se seria este candidato, já que vem pregando pelo País, como condutor da economia brasileira, um discurso baseado nessas premissas, Meirelles voltou a dizer que tomará uma decisão a esse respeito apenas entre final de março e começo de abril do próximo ano.

“Agora é foco total na economia, gosto de olhá-la com números e estamos na direção certa”, destacou Meirelles na entrevista. Ao falar de suas ações para a criação empregos, manutenção da inflação e juros em níveis mais baixos e consolidação do crescimento, ele disse que a atual agenda econômica é liberal e vem contribuindo para reduzir o tamanho do Estado. “Com o estabelecimento do teto dos gastos públicos, o tamanho governo federal – que já foi superior a 20% – chegará a 15% do PIB.” E disse que isso contribui para muitos avanços, inclusive a redução de impostos. “O brasileiro não aguenta pagar mais imposto; mas agora estamos no caminho certo, da modernização da economia.”

Quesrtionado sobre a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto, tendo como concorrente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem foi presidente do Banco Central, Meirelles disse que mantém uma relação cordial e de amizade com o petista, que o convidou pra ser a autoridade monetária de seu governo. Apesar de manter uma relação de amizade com Lula, Meirelles pontuou que os dois têm pontos de vista diferentes. “Não concordo com a atual retórica de Lula”, disse, reiterando que sob sua batuta, o País está voltando ao rumo certo, depois de enfrentar uma das maiores crises de sua história.

O ministro da Fazenda respondeu também como seria uma eventual disputa entre “criatura e criador”, no caso Lula, que o alçou à vida pública como presidente do BC de sua gestão. Meirelles refutou tal comparação e deixou claro que ao ser convidado para integrar a equipe do então governo petista, como presidente do Banco Central, já tinha uma carreira bem consolidada, inclusive a nível internacional. “E quando Lula me chamou, me deu total autonomia para resolver os problemas do País, o que foi bom para ele e para o governo dele, pois sempre respeitou minhas decisões no BC, mesmo não concordando às vezes.” E alfinetou: “Agora o Brasil está indo tão bem ou melhor (do que na gestão de Lula).”

Sobre o debate que estará em pauta no pleito presidencial do ano que vem, Meirelles disse que “é simples”: “Ou vamos manter a presente política que está dando certo, de crescimento e geração de emprego ou vamos voltar atrás em políticas recessivas e gerar desemprego.” E citou que o governo Temer está sob fogo direto da oposição, “o que é normal, faz parte da democracia”. Meirelles aproveitou a entrevista para alfinetar outro potencial concorrente, o deputado Jair Bolsonaro, dizendo que até o momento ele não esclareceu qual será o seu projeto econômico. “Não está clara linha econômica de Bolsonaro, espero que ele coloque isso com clareza.”

Datafolha: Lula e Marina lideram corrida para 2018; tucanos despencam

Datafolha: Lula e Marina lideram corrida para 2018; tucanos despencam

Notícias Poder Política

O ex-presidente Lula (PT) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) lideram a corrida eleitoral para presidente da República em 2018.

Entre as opções do PSDB (o senador Aécio Neves, o governador Geraldo Alckmin e o também senador José Serra), todas têm demonstrado tendência de queda nas intenções de voto.

Segundo nova pesquisa Datafolha, em três dos quatro cenários eleitorais pesquisados, Lula e Marina estão empatados dentro da margem de erro. Em apenas um, o ex-presidente lidera. veja todos os cenários e a reportagem completa na Folha de São Paulo.