Zelotes: Vice de CPI diz que deputado tentou achacar empresário. Parlamentar teria exigido dinheiro para não convocar executivo a depor

Zelotes: Vice de CPI diz que deputado tentou achacar empresário. Parlamentar teria exigido dinheiro para não convocar executivo a depor

Notícias Poder Política

O vice-presidente da CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) na Câmara, Hildo Rocha (PMDB-MA), afirmou em entrevista a GABRIELA VALENTE que um empresário lhe contou ter sofrido tentativa de achaque por parte de deputado que integra a comissão de inquérito. Rocha manteve os nomes em sigilo, a pedido do executivo. “Ele está com medo”, justificou. De acordo com o vice da CPI, o deputado em questão teria pedido dinheiro ao empresário para que não fosse convocado a depor. Numa sessão da comissão, em maio, Rocha questionou a convocação do banqueiro Joseph Safra pelo deputado Altineu Côrtes (PMDB-RJ), que, por sua vez, acusa a comissão de proteger empresários. A reportagem completa está em O Globo.

Empresário diz na Lava Jato ter pago propina ao PT

Empresário diz na Lava Jato ter pago propina ao PT

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O empresário Fernando de Moura, réu da Operação Lava Jato, afirmou em depoimento à Justiça que pagou propina para o PT e que os repasses eram intermediados pelo ex-secretário-geral do partido Silvio Pereira (foto) e o ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque, preso desde abril em Curitiba.

Moura apontou dez contratos da Petrobrás em que diz ter feito acertos envolvendo Pereira e Duque. Ele afirmou ainda que foi do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu “a palavra final” da nomeação de Duque para a empresa. A reportagem completa está em O Estado de São Paulo. (Foto: Jamil Bittar/Reuters)

Ao invés de velório amigos preparam celebração à vida de Pedrinho Mello

Ao invés de velório amigos preparam celebração à vida de Pedrinho Mello

Cidade Comunicação Notícias Porto Alegre

L.Smith, dizia que “Existem dois objetivos na vida: o primeiro, o de obter o que desejamos; o segundo, o de desfrutá-lo. Apenas os homens mais sábios realizam o segundo.” Não sei se meu querido Pedro Mello, morto vítima de um AVC, no primeiro dia do ano conhecia a frase, mas sei que ela parece feita para ele. Pedrinho foi um empreendedor que marcou sua trajetória na noite de Porto Alegre e pelas várias conversas que tivemos obteve o que desejou. Mas, o mais legal é que foi reconhecido em vida pelo que fez: grandes festas, grandes eventos, grandes lugares para curtir a vida. Desfrutar? Nisso foi mestre. Os milhares amigos que o digam… É por isso, que ao invés de um “velório tradicional” está sendo preparada uma celebração a memória de Pedrinho Mello nesta terça-feira no Cemitério São Miguel e Almas, das 13hs às 17hs. Xicão Toffani, resume bem: “Pedro foi um sujeito que se divertiu no trabalho e na vida. Ele não queria um velório convencional, careta.” A despedida deve ser marcada com música e boas histórias do homem que criou o Água na Boca e tantas outras casas noturnas que mudaram a cara da noite porto-alegrense e do litoral do Rio Grande do Sul. O amigo e ex-sócio no Veneza, Lobão Huwwary, propõe que um busto com a figura de Pedrinho seja colocado na Rua Padre Chagas, local onde ele mantinha seu “escritório”(para quem não sabe qualquer mesa da rua fazia parte do escritório) e recebia a céu aberto seus amigos para uma conversa sobre negócios, beber uma champagne, fumar um charuto ou simplesmente desfrutar da conversa.

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Pedro e Lobão

Lobão também pensa em organizar anualmente no dia do nascimento de Pedrinho, 18 de novembro, na Padre Chagas uma celebração a memória do sujeito que chegou de Santana do Livramento, literalmente com uma mão na frente e outra atrás, morou na Casa do Estudante, almoçava e jantava no bandejão da Ufrgs, se formou engenheiro e montou ou foi sócio de 21 casas noturnas. A ideia é que se tenha um dia regado a champagne, bebida predileta. Por último ele propõe, tentar mudar o nome da rua onde Pedrinho morou  por 40 anos, de Lagoinha para Pedro Romeo de Lima Mello.

Particularmente gosto das ideias propostas. Tem gente que já propôs alterar o nome da Padre Chagas, o que acho bastante difícil. Prefiro com os pés no chão, pensar em um busto, na celebração anual e se os moradores da Lagoinha concordarem, dar o nome do Pedro a rua que prestar a homenagem em qualquer outro logradouro, distante do circuito Padre Chagas/Parcão que era o reduto dele. É ali que ele merece ser lembrado, não em um local longe de onde viveu e fez amigos. Depois do “velório, festório, velesta ou simplesmente celebração a vida”como preferem os amigos o corpo de Pedro Mello será cremado e as cinzas serão lançadas no Parcão, um local que ele adorava percorrer todos dias.

Morre Pedro Mello, empresário conhecido da noite de Porto Alegre

Cidade Comunicação Cultura Notícias Porto Alegre
Morre Pedro Mello, empresário conhecido da noite de Porto Alegre Dulce Helfer/Agencia RBS
Foto: Dulce Helfer / Agencia RBS

Empresário que esteve à frente de importantes casas noturnas de Porto Alegre nas décadas de 1970 e 1980, Pedro Mello morreu nesta sexta-feira, aos 62 anos. Conforme amigos, ele foi vítima de um mal súbito enquanto realizava sua caminhada diária. O empresário chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

O velório e a cremação estão previstos para a próxima terça-feira, mas informações sobre local e horário não haviam sido divulgadas até a noite desta sexta.

Natural da Fronteira Oeste, Pedro morava em Porto Alegre e trabalhava como consultor e agente de negócios. Figura conhecida na sociedade porto-alegrense, fez carreira como empresário na noite da Capital.

Engenheiro metalúrgico, desenvolveu suas habilidades de promoter produzindo as festas do Centro dos Estudantes Universitários de Engenharia (CEUE), da UFRGS. O club privé Água na Boca marcou a noite de Porto Alegre. Em 1979, ele transformou uma boate chamada Macumba, na Rua José do Patrocínio, onde eventualmente organizava festas, no clube noturno que teve nome inspirado no hit de Rita Lee. No ano seguinte, o local já não suportava a quantidade de frequentadores. Então, o proprietário transferiu o ¿Água¿ para um grande casarão na Praça Conde de Porto Alegre (Praça do Portão). Ele se associou a Rui Willig para ampliar o negócio.

O engenheiro, que chegou a dar aulas de metalografia e tratamento térmico na Escola Técnica Parobé, esteve à frente de 21 empreendimentos, entre eles o Bunker, o Veneza, o Piazzolla, a Lifebuoy e o Tucano Café. (Zero Hora)