Justiça reunirá Prefeitura e consórcios do transporte público de Porto Alegre

Justiça reunirá Prefeitura e consórcios do transporte público de Porto Alegre

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A Juíza Cristina Luisa Marquesan da Silva, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, designou audiência para o dia 31/3, às 14h30, em que reunirá representantes da Prefeitura Municipal e de consórcios que exploram o transporte público de Porto Alegre.

A decisão da magistrada está em despacho de hoje (18/3) à tarde, que adia até o encontro definição sobre novo pedido liminar para que o Município compense a diferença (R$ 0,50) entre o preço das passagens antes e depois do aumento – que está suspenso – apresentado pelo Consórcio MOB Mobilidade em Transportes (proc. 11600318992)

No curto despacho, a magistrada justificou a medida pela importância do tema, dizendo que ¿em razão da urgência e do relevante interesse público no deslinde dos feitos e, ainda, sopesando as normativas do Novo Código do Processo Civil que incentivam a conciliação, entendo prudente a realização da solenidade aprazada¿.

Até então, a Juíza Cristina havia decidido favoravelmente aos consórcios com pedidos análogos. No dia 14/3, foi concedida liminar (11600287159) ao Consórcio da Via de Mobilidade Leste determinando que o Município arque com a diferença resultante entre as tarifas. No dia 16/3, nova decisão atendeu a solicitação do Consórcio de Mobilidade Integrada da Área Sudeste – MAIS (11600294945). O Consórcio Sul (11600303332), por fim, obteve liminar no mesmo sentido no dia seguinte, 17/3.

Em sua fundamentação a magistrada salientou que o art. 9º da Lei das Concessões dispõe: ¿A tarifa do serviço público concedido será fixada pelo preço da proposta vencedora da licitação e preservada pelas regras de revisão previstas nesta Lei, no edital e no contrato¿.

Portanto, considerou demonstrada a verossimilhança das alegações do autor da ação. “Ademais, no caso, evidenciada a existência de lesão grave e de difícil reparação, na medida em que desde o lance ofertado pelo consórcio autor para participar da licitação já havia previsto o preço mínimo, sendo temerário para a saúde financeira da empresa o déficit de R$ 0,50 (cinquenta centavos), por passageiro.”

Suspensão do aumento

O reajuste das passagens de ônibus e lotações da Capital foi suspenso, em 24/02/16, por decisão liminar, em ação ajuizada por integrantes do PSOL contra o Município de Porto Alegre e a Empresa Pública de Transporte e Circulação

Sindha repudia ação que contesta o projeto de revitalização do Cais

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A notícia de que um grupo de moradores e representantes de entidades ligadas à arquitetura, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico de Porto Alegre anunciaram o ajuizamento de uma ação civil pública com a intenção de tentar obter a rescisão do contrato de obra de revitalização do Cais Mauá, é repudiada pelo Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região.
Para a entidade que defende o interesse de um setor que emprega cerca de 100 mil pessoas na capital gaúcha e cidades da região metropolitana, barrar esse projeto representa um retrocesso ao desenvolvimento de Porto Alegre e à criação de novas frentes de empregos.
“Esse projeto já está em discussão há anos. Enquanto isso, vemos um dos locais mais espetaculares da cidade definhando. Não é mais possível que posicionamentos ideológicos continuem se sobrepondo aos interesses da sociedade como um todo, impedindo o desenvolvimento econômico da cidade e do estado”, lamenta o presidente da entidade, Henry Starosta Chmelnitsky.
Os dirigentes, empresários dos setores da gastronomia e da rede hoteleira, acreditam que o Cais beneficiará muito a cidade e incrementará os negócios na região. “Queremos que esse projeto dê certo”, diz Henry.

Empresários acenam para pagamento da inflação do piso regional, mas de forma parcelada. Medida desagrada centrais sindicais que prometem analisar proposta

Notícias

Em mais uma reunião realizada na manhã desta quinta-feira entre as centrais sindicais, empresários e secretários estaduais, as federações empresariais sinalizaram pela intenção de repor integralmente as perdas inflacionárias do período aos trabalhadores subordinados ao piso regional – desde que os valores fossem repassados de forma parcelada.

Segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS), Claudir Nespolo, a reunião foi considerada positiva. No entanto, a proposta de parcelamento desagrada a classe trabalhadora. “Nós reafirmamos a importância de ter uma política permanente de recomposição do salário mínimo regional. O governo ficou de analisar essas duas propostas. Como se trata do salário dos mais pobres, não vemos (a proposta) com bons olhos o parcelamento da inflação. Estamos em um período com algumas dificuldades econômicas em alguns setores, nem todos, obviamente, mas mesmo assim achamos que valorizar salário também favorece o poder de compra para ajudar a sair da crise”, pontuou Nespolo.

Para tentar concluir a pauta, uma nova reunião foi agendada para a próxima quarta-feira, às 8h30, na Secretaria Estadual de Planejamento, no Centro Administrativo, contando novamente com a presença do setor empresarial, do governo e das centrais sindicais. O Palácio Piratini acena para tentar encaminhar na próxima semana o projeto de lei com o reajuste à Assembleia Legislativa. (Vitória Famer / Rádio Guaíba)

A vez de ser ouvido… Jovens empresários de Porto Alegre lançam empresa focada no diálogo digital com clientes e consumidores

A vez de ser ouvido… Jovens empresários de Porto Alegre lançam empresa focada no diálogo digital com clientes e consumidores

Comportamento Comunicação Notícias

Responder o cliente de forma humanizada e personalizada, com agilidade e clareza nas  plataformas  digitais,  foi  o  que  motivou  dois  publicitários  a  criarem  a  ouve.me. Eduardo Lilja, sócio diretor e Fernanda Amaral, sócia diretora de planejamento, ambos gaúchos de Porto Alegre, trabalharam em diversas agências de publicidade. Foi na última por onde passaram, aliás, que se conheceram e perceberam a necessidade de criar um serviço focado em Brand Talk, termo criado por eles que engloba os serviços de Social Listening, SAC 2.0 e Digital PR. Os  dois resolveram virar empreendedores e dar atenção para o que hoje é a principal preocupação das empresas: conversar e compreender seus clientes. Embora a maioria dos contatos nos grandes setores ainda aconteçam pelo telefone, segundo a pesquisa Hábitos e Comportamentos dos Usuários de Redes Sociais no Brasil, realizada pela e.life Group (líder em monitoramento, análise de mídia gerada pelo consumidor e gestão de relacionamento em mídias sociais na América Latina e Portugal), revela que quase 40% dos brasileiros escolhe as redes sociais como canal preferido de atendimento.

A ouve.me  é  a  primeira  empresa  da  Região  do  Sul  do  país  a  trabalhar  especificamente  com  o  diálogo  entre  as  marcas  e seus  consumidores  nas  redes sociais, portais, sites de e-commerce, entre outros meios de interação  digital.  Para Fernanda, esse tipo de ferramenta faz toda a  diferença  para tornar  as  marcas  e  as  empresas  “amadas”  por seus  clientes.  “A gente estuda o público afundo. Sabemos tudo sobre eles: a idade, o que gostam, o que querem, o que não querem, se estão felizes ou decepcionados. Criamos uma intimidade da marca com o consumidor. É como se  eles  estivessem  falando  com  um  amigo,  alguém  muito  querido  por  eles”,  explica.  É dessa forma que muitas crises são evitadas e muitas ideias surgem também. “Já aconteceu de, através deste tipo de monitoramento, a empresa identificar até mesmo produtos ou serviços que os seus clientes querem e que às vezes nem existem, mas podem ser boas oportunidades de mercado”, revela.

Outro ponto forte do serviço é a agilidade. “O consumidor atual tem preferido entrar em contato com as empresas através de redes sociais, sabendo que o SAC convencional muitas vezes é sinônimo de horas ao telefone e frustração, na internet o consumidor ainda tem o poder de compartilhar a sua opinião sobre a marca com a sua rede”, conta Lilja. “A ouve.me vem para ser uma aliada das agências digitais e de publicidade, e também das marcas. A nossa proposta não é apenas ouvir, entender e responder o cliente que reclama, mas também incentivar os que elogiam e criar cada vez mais defensores de marca ” completa  o sócio. Você pode conhecer a ouve.me através da página do Facebook  ou pelo site.

Federasul promove oportunidades de negócios com Hong Kong. Evento pretende encorajar os empresários brasileiros a expandirem para a Ásia

Federasul promove oportunidades de negócios com Hong Kong. Evento pretende encorajar os empresários brasileiros a expandirem para a Ásia

Mundo Negócios Notícias

A Federasul promove nesta terça-feira (10/11) a sétima reunião-almoço para viabilizar oportunidades de negócios com Hong Kong.
Para encorajar os empresários brasileiros a se instalarem e expandirem os seus negócios foram convidados para compartilhar experiências a consultora Executiva-Brasil, Marina Barros, o executivo de contas do Invest Hong Kong, Luiz Felipe Pessoa, e o executivo de contas do HKTDC, Dominique Bais.
Esta será a sétima edição do encontro, que aconteceu nos anos de 2002, 2004, 2006, 2007, 2010 e 2013.

Hong Kong

PALESTRANTE: consultora Executiva-Brasil, Marina Barros, o executivo de contas do Invest Hong Kong, Luiz Felipe Pessoa, e o Executivo de contas do HKTDC, Dominique Bais

QUANDO: terça-feira, dia 10 de novembro de 2015, 11h30

ENDEREÇO: Largo Visconde de Cairu, 17, no Centro de Porto Alegre

José Galló: ‘Empresários devem se unir para tirar o país da crise’

José Galló: ‘Empresários devem se unir para tirar o país da crise’

Economia Negócios Notícias Poder Política

José Galló, presidente da Renner, uma das poucas empresas que registram crescimento atualmente, diz em entrevista que empresários devem assumir parte da responsabilidade de tirar o País da crise. “Enquanto os líderes do setor empresarial não se mexerem, a economia segue refém do embate político.” Ele defende que o setor privado cobre uma trégua temporária da classe política para aprovação das medidas de ajuste da economia. Para ele, o maior problema do País é a falta de confiança. A entrevista completa está em O Estado de São Paulo.

 

Governo se preocupa com dívidas das empresas em dólar, diz Dilma

Governo se preocupa com dívidas das empresas em dólar, diz Dilma

Notícias Poder Política

A presidente Dilma Rousseff comentou neste sábado (26) a disparada da cotação do dólar e disse que o governo está “extremamente preocupado” com o fato de haver empresas com dívidas na moeda americana. Ela enfatizou, no entanto, que o Brasil tem “reservas suficientes”. Dilma conversou com jornalistas em Nova York, após participar de uma reunião com lideres da Índia, Alemanha e Japão.

Na última semana, o dólar ultrapassou o valor de R$ 4, marca histórica desde a implementação do Plano Real. Na sexta-feira a cotação da moeda americana recuou, após ações do Banco Central no mercado, como leilão de venda de até 1 bilhão de dólares.

“Estamos extremamente preocupados, porque tem empresas endividadas em dólar. Então o governo terá uma posição bem clara e firme como foi essa que o Banco Central fez ao longo do final da semana passada”, afirmou a presidente.

Para Dilma, as reservas do país vão evitar eventuais “desrupturas” causadas pela alta da moeda americana.

“O Brasil hoje tem reservas suficientes para que nós não tenhamos nenhum problema em relação a nenhuma desruptura por conta do dólar”, concluiu.

A presidente está em Nova York desde sexta-feira (25) para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), onde discursará na segunda-feira (28). Mais cedo, ela defendeu uma reforma no Conselho de Segurança da ONU.

Brasil pleiteia um assento permanente no conselho. O país já esteve dez vezes entre os membros não-permanentes do conselho e defende a ampliação do número de membros permanentes.

“A reforma do Conselho de Segurança da ONU permanece como a principal questão pendente na agenda da ONU. Nós precisamos de um conselho que reflita adequadamente a nova correlação de forças mundial”, afirmou a presidente. Atualmente, o órgão conta com cinco integrantes fixos: Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China, além de outros dez países que são rotativos e mudam a cada dois anos.

Refugiados
Ela também disse que o Brasil é um “país de refugiados” e está “de braços abertos” para receber pessoas de outros países que precisem se deslocar. “Nós somos um país continental e todos os refugiados que quiserem vir trabalhar, viver em paz, ajudar a construir o país, criar seus filhos, desenvolver e viver com dignidade, nós estamos de braços abertos.”

Ela afirmou ainda que, mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo Brasil, o país tem condições de receber refugiados. “Temos hoje no Brasil uma população síria muito expressiva, que mora, vive, trabalha e cria seus filhos, tem seus amigos, seus parentes no Brasil […]. Mesmo nós, que enfrentamos as nossas dificuldades, isso não significa que no nosso país não caiba sempre mais pessoas”, concluiu

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, em sua fala na abertura da Assembleia Geral da ONU, Dilma abordará a crise humanitária dos refugiados sírios na Europa e em outros continentes, e defenderá a reforma do Conselho de Segurança da ONU. (Bárbara Lins/ TV Globo, em Nova York)