Expointer 2017: Vencedores do Agronegócio 2017 recebem o troféu Três Porteiras

Expointer 2017: Vencedores do Agronegócio 2017 recebem o troféu Três Porteiras

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A cerimônia do 5º Prêmio Vencedores do Agronegócio: Troféu Três Porteiras marcou a edição desta quarta-feira (30) do Tá na Mesa, no Restaurante Internacional do Parque de Exposições Assis Brasil. Voltado à valorização do agronegócio, o prêmio homenageou nove projetos que se destacaram pela eficiência, qualidade e modernização de processos ligados ao trabalho rural.

Para a Federasul, que promove a premiação, é fundamental que bons exemplos sejam compartilhados para que sirvam como referência para outros empresários. “O campo é, sem dúvida, merecedor desse destaque. Não consigo imaginar como empreender em um mercado cheio de incertezas dependendo diretamente da natureza. Tenho certeza de que isso é para corajosos e para poucos”, disse a presidente da entidade, Simone Leite.

Neste ano, foram 18 cases inscritos, avaliados sob critérios como criatividade e inovação, estratégia de negócio, ferramenta de marketing e resultados finais. Seis vencedores receberam o troféu Três Porteiras, criado pela artista plástica Angela Pettini, e três destaques especiais foram homenageados (lista abaixo). Além das empresas vencedoras, as Associações Comerciais e Industriais que abrigam os grupos agraciados também receberam destaque.

“A importância de uma premiação como essa é gratificante e estimula e fomenta pesquisas de insumos que colaboram com o desenvolvimento do campo”, assegurou o CEO da Simbiose Indústria e Comércio de Fertilizantes e Insumos Microbiológicos LTDA, vencedora na Categoria Indústria de Insumos, Marcelo de Godoy Oliveira.

Já o presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini, frisou que “um reconhecimento desses mostra que temos a obrigação de evoluir e aperfeiçoar as tecnologias de combate a problemas sanitários em prol da qualidade extrema de nossos produtos”.

Aproveitando o momento de confraternização, a Federasul homenageou a Expointer pela sua importância e magnitude ao trabalhar com o setor rural. “Esta feira enaltece o papel do Rio Grande do Sul perante a América Latina e o Brasil. Ela é sem dúvida o exemplo de como funciona bem a parceria entre o poder público e o setor privado”, reforçou Simone em distinção recebida pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, representando o governo do Estado.

Na oportunidade, a presidente ainda demonstrou interesse em participar mais ativamente da feira no próximo ano. “Não mediremos esforços para que em 2018, a Federasul marque presença com sua própria casa na Expointer”, defendeu.

 

Confira os vencedores:

 

Categoria Indústria de Insumos: Simbiose Indústria e Comércio de Fertilizantes e Insumos Microbiológicos LTDA. Jose ricardo cunha

Categoria Produção Agropecuária: Dália Alimentos – Cooperativa Dos Suinocultores De Encantado

Categoria Agroindústria (Processamento): Flora Natural

Categoria Distribuição:  Tecon Rio Grande S.A

Categoria Serviços De Apoio Ao Agronegócio: Instituto Rio Grandense Do Arroz – Irga

Categoria Sustentabilidade Social, Econômica E Ambiental: Fazenda Quinta Da Estância

 

DESTAQUES ESPECIAIS

Categoria Produção Agropecuária: Fraise – Paixão Por Morangos

Categoria Agroindústria (Processamento): Cooperativa Tritícola Mista Campo Novo

Categoria Serviços De Apoio Ao Agronegócio: Associação Dos Arrozeiros De Alegrete

 

*A categoria “Indústria de Máquinas e Equipamentos” não teve case agraciado.

 

Desenvolvimento tecnológico a serviço das empresas. O foco da Microsoft Brasil, apresentado pela presidente, Paula Bellizia, no Tá na Mesa, é empoderar pessoas e corporações a partir da transformação digital

Desenvolvimento tecnológico a serviço das empresas. O foco da Microsoft Brasil, apresentado pela presidente, Paula Bellizia, no Tá na Mesa, é empoderar pessoas e corporações a partir da transformação digital

Destaque Tecnologia

Desenvolver tecnologia para oportunizar a inovação e a modernização de outras empresas é a nova missão da Microsoft Brasil. Voltada ao incentivo ao empreendedorismo e à educação, a visão da presidente do grupo, Paula Bellizia, é democratizar o uso da nuvem e da inteligência artificial para impulsionar o mercado global. Essa intenção foi apresentada durante o Tá na Mesa, da Federasul, desta quarta-feira (23), que discutiu sobre o futuro dos negócios a partir da transformação digital.

De acordo com Paula, a quarta revolução industrial que o mundo vive desde 2016 implica em uma reorganização dos negócios, que passa pela otimização de operações, transformação de produtos e serviços, empoderamento de funcionários e melhora no relacionamento da empresa com seus clientes. “As empresas do futuro não usarão mais a tecnologia, elas serão as próprias empresas de tecnologia”, prevê. Com a aposta na inteligência artificial (capacidade de raciocinar sobre grandes quantidades de dados e convertê-los em inteligência) e no uso da nuvem, a Microsoft Brasil acredita que toda novidade será útil para determinado negócio e analisa que, mesmo hoje, todas as empresas já se encaminham para esta realidade.

Exemplificando essa proposta, a presidente do grupo apresentou o caso da Thyssenkrupp, empresa de mobilidade em elevadores, escadas e esteiras rolantes, que utiliza os Hololens da Microsoft, uma espécie de óculos que permite uma visão completa, em 3D, do produto a ser consertado, para que o técnico possa analisar o problema antes de ir até o local, agilizando o processo e garantindo um correto atendimento por parte da empresa. Outro exemplo é o da Atento, empresa de call center, que tem atendido mais de 10 milhões de chamadas por mês, sendo que todas elas têm identificado, por um algoritmo, como foi o atendimento do cliente a partir da voz dele ao telefone.

Com esses cases, a presidente demonstrou que é possível desenvolver uma tecnologia específica a partir da necessidade de cada cliente, mas lembrou que, para isso, é fundamental que a empresa de inovação esteja disposta a aceitar e trabalhar com o que o contratante escolher. “Nós estamos em fase de testes de vários projetos, além da inteligência artificial e da nuvem, mas entendemos que cada um deles trarão também novos desafios a partir da transformação digital, então leva tempo”, frisou.

Sobre essas dificuldades, Paula citou as questões regulatórias, a transformação da sociedade, a produtividade e a segurança e privacidade como principais questões. “Dos 13 bilhões de dólares que a Microsoft investe por ano em tecnologia, por exemplo, um bilhão é em programas para garantir a segurança dos usuários”, revelou. Segundo a presidente, o trabalho virtual pode envolver nuvem, aplicações, serviços e agentes, devendo tudo estar em um ambiente privado e seguro para os clientes.

Quando se refere a esse público, frisa que a Microsoft trabalha com empresas já consagradas e com startups, tendo até uma aceleradora, para incentivar o trabalho dessas novas gerações. “No futuro, não haverá mais emprego. O empreendedorismo vai ser a única opção e a tecnologia vai facilitar em muito esse processo”, defendeu.

Ao final da apresentação, o vice-presidente da Federasul, César Leite, ressaltou que “a conexão com o novo vai gerar, de forma natural, novas oportunidades e novos aprendizados, basta os empresários aproveitarem tudo isso e estarem sempre conectadas às startups, à inovação e ao mercado”.

Federasul anuncia criação de uma Escola de Líderes

Federasul anuncia criação de uma Escola de Líderes

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 Para preparar e garantir a participação de lideranças empresariais nos espaços de decisão públicos e privados, a Federasul idealizou e organizou a Escola de Líderes. Sob medida para mobilizar líderes que promovam o empreendedorismo e o desenvolvimento sustentável, a entidade anuncia seu mais novo produto, que tem o olhar nos novos tempos, exatamente quando completa 90 anos. “Estamos nos preparando para o futuro e dispostos a formar e oferecer à sociedade lideranças comprometidas com o trabalho, com a produção e com a moralidade, a fim de promover as mudanças necessárias nos sistemas de gestão de organismos responsáveis pela organização da comunidade. Acreditamos no associativismo e na participação efetiva da sociedade.”

Ao repetir a missão da Escola, a presidente da Federasul, Simone Leite, lembra que o maior desafio é conquistar as lideranças para este projeto. Nos eixos temáticos, a Escola vai desenvolver onze tópicos como valores, que vão do trabalho, passam pela ética, defesa do empreendedorismo, Estado necessário e eficiente, entre outros.

A formação poderá ser feita através de dois sistemas: o continuado, em dois semestres, seis disciplinas, com aulas as sextas à noite e sábados pela manhã ou aos sábados durante todo o dia, e a de formação coaching, de três meses, com aulas quinzenais aos sábados. A Escola de Líderes, explica Simone Leite, foi idealizada por um grupo de dirigentes da entidade. O vice-presidente de integração, Rodrigo de Sousa Costa, destaca que “o projeto, que foi apresentado em todo o Estado e recebeu grande receptividade, está focado no novo perfil de lideranças para os desafios do Brasil de hoje, uma visão humana comprometida com o mundo real, com a necessidade de produzir riquezas para sustentar direitos, resgatando deveres individuais e coletivos para uma sociedade saudável onde a classe produtiva deve emprestar seus melhores valores aos espaços públicos e coletivos”.

A ideia principal é ajudar as lideranças a promoverem as mudanças alicerçadas em um código de ética benéfico à sociedade, na lógica do empreendedorismo, do associativismo, da liberdade de mercado, do estado necessário e do desenvolvimento sustentável.

“Vamos posicionar a Escola como referência na mobilização e formação de pessoas que possam ocupar funções em espaços de decisão públicos e privados”, reconhece a presidente, lembrando que a proposta é ambiciosa.

Com um amplo e diversificado conteúdo, serão abordados temas como organização da sociedade, sistema de governo e gestão pública. Seus conceitos são três: político, comunicação e marketing político/eleitoral, cujos itens são abertos em janelas específicas, com matérias também sob medida que abordarão até mesmo as regras das eleições.

A Federasul pede unidade de ação

A Federasul pede unidade de ação

Economia Notícias

Unidade de ação é a primeira grande revolução que precisamos neste Estado, disse a presidente da Federasul, Simone Leite, na abertura do Congresso da entidade, nesta sexta-feira (07), em Canela. “Chega de nos dividirmos por questões menores, interesses específicos, questões que no final do dia não nos constroem e que nos distanciam do que podemos e precisamos ser”. Presente na abertura, o governador José Ivo Sartori, pediu “para unir forças em favor de um Estado mais eficiente, um Estado para todos e não para alguns, um Estado para a sociedade e não para si mesmo”.

Para uma plateia composta por mais de 300 empreendedores e líderes empresariais Simone Leite sugeriu ação verdadeira, trabalho conjunto para a retomada do protagonismo e declarou que a Federasul se propõe a ser o elo indutor para ajudar a construir o Rio Grande que tanto queremos.

O governador, utilizando o slogan do Congresso da Federasul, “Liderar e Transformar” disse que o Estado está no meio da travessia “e a continuidade desse trajeto depende de líderes consistentes e com espírito transformador”. Ele lembrou que “desde o começo do nosso governo, eu sabia que havia chegado a hora de fazer um profundo processo de modernização do Estado”.

Sartori falou ainda das medidas tomadas como o decreto de contingenciamento dos gastos, das mudanças estruturais feitas no Estado e afirou que fez o que precisava ser feito sem pensar na próxima eleição. “Era hora de pensar na próxima geração”, enfatizou.

Já, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), George Pinheiro, destacou a importância da participação empresarial nas decisões políticas e afirmou que os verdadeiros empreendedores “somos nós que trabalhamos diariamente apesar de tudo, gerando emprego e riqueza  para ao País”.

Cooperativismo no cenário nacional e regional

Representantes do SESCOOP falarão sobre a força desse sistema econômico no Tá na Mesa da próxima quarta-feira (28)

O poder da parceria a partir do cooperativismo nacional será o tema do Tá na Mesa desta quarta-feira (28). Dois especialistas no assunto são os convidados da Federasul. O presidente da OCERGS (Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul), Vergílio Perius, para falar sobre o cenário atual, as oportunidades do setor e divulgar novos números, e o presidente do Sistema CNCOOP – SESCOOP, Márcio Lopes de Freitas, que mostrará as cooperativas no cenário nacional.

 

TÁ NA MESA

PALESTRANTE:  Vergílio Perius, presidente da OCERGS – SESCOOP/RS, e Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema CNCOOP – SESCOOP Nacional
TEMA: “O Cenário do Cooperativismo”
QUANDO: quarta-feira, dia 28 de junho de 2017, 12h
ENDEREÇO: Largo Visconde de Cairu, 17, no Centro de Porto Alegre

Presidente da OAB/RS defende fim do foro privilegiado e convoca entidades para liderar recuperação do Estado

Presidente da OAB/RS defende fim do foro privilegiado e convoca entidades para liderar recuperação do Estado

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Breier fez uma explanação em defesa do futuro do Brasil a partir da reação da sociedade civil e das entidades. Reforçando a necessidade da política para uma nação democrática e destacando que existem políticos capacitados e qualificados, o presidente da Ordem gaúcha lembrou que a história prova a repetição de más gestões no Poder Público e a instabilidade de governos. Após fazer uma rápida evolução histórica sobre a conquista de liberdades pela sociedade brasileira, o presidente da OAB/RS lembrou que, simbolicamente, a população ainda segue escravizada, pois não alcançou na plenitude garantias contidas na Constituição de 1988, especialmente nas áreas de educação, saúde e segurança pública. “Foram 388 anos de escravidão, mais 21 anos de ditadura. São períodos em que as pessoas baixavam a cabeça, não tinham senso crítico. Essa é uma questão cultural que precisa ser superada”, mencionou.

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Breier defendeu o o fim de foro privilegiado para políticos.

Breier lembrou a cultura do Estado assistencialista, onde as pessoas parecem precisar do Estado para tudo. “Estamos vivendo uma crise imensa de credibilidade. Estamos com os poderes Executivo e Legislativo ruindo. Temos de acreditar no Poder Judiciário. Eu acredito. Não podemos permitir que esse poder enfraqueça ou nosso caminho para uma democracia sólida será perdido. Também não queremos um Judiciário de exceção, mas também não pode ser desacreditado”, lembrou.

O presidente fez questão de abordar um dos temas mais comentados na atualidade: o fim de foro privilegiado para políticos. “Temos alguns nomes buscando a reeleição para garantir esta proteção”, frisou. “Temos de superar a questão do foro privilegiado. Temos um despacho do ministro Barroso (ministro do STF Luis Roberto Barroso) que fala na restrição do foro, sendo aplicado apenas em casos de acusações por crimes cometidos no cargo. Este é um caminho”, completou.

Breier fez uma convocação para as eleições de 2018. Na visão dele, as entidades precisarão informar a sociedade com campanhas intensas e de longo alcance. “Estas campanhas devem partir da sociedade civil e das entidades. Não podemos deixar que os partidos façam isso sozinho”, destacou, lembrando a campanha apoiada pela OAB: “Voto não tem preço, voto tem consequências”. “Temos de levar muita informação do que está ocorrendo e como isso pode mudar. Reitero: temos bons políticos, mas o sistema está viciado e não quer mudar. A liberdade sonhada pela população passa por esse novo momento”, sublinhou.

A liderança da OAB/RS destacou que a sociedade precisa buscar novos representantes. Esta fala foi elogiada pela presidente da Federasul, Simone Leite, que lembrou a importância do setor produtivo se envolver com questões da política e até mesmo dos partidos. “Vejo que nossas entidades têm um alinhamento. Temos de deixar de lado esse silêncio e não discutir assuntos que afetem nossas vidas”, comentou Simone. “Nossa entidade é extremamente democrática. Aprovações importantes passam pela avaliação do conselho”, finalizou Breier.

Federasul: Com atitude as mulheres chegam onde quiserem. Programação com seis convidadas encerra as programações do mês da mulher

Federasul: Com atitude as mulheres chegam onde quiserem. Programação com seis convidadas encerra as programações do mês da mulher

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As palavras determinação e atitude definem a trajetória de seis profissionais que revestidas pela ousadia reafirmam a certeza de que “lugar de mulher é onde ela quiser”. O tradicional ”Tá na Mesa” da Federasul deixou de lado, nesta quarta-feira (29/03), as discussões sobre política e economia do Estado e do Brasil para encerrar o mês da mulher com um tema voltado às tendências de comportamento. No palco a empresária e cientista política, Karin Misculin, a empresária rural, Beth Cirne Lima, a médica e chefe do setor de pesquisa do Hospital de Clínicas, Patrícia Prolla, a jornalista Kelly Mattos, a chef churrasqueira, Clarice Chwartzmann e a vereadora e ex-comandante da Brigada Militar, Nádia Gerhard, relataram experiências de vida e mostraram o que pensam sobre o futuro do universo feminino.

Ao dar as boas-vindas às convidadas, a presidente da Federasul, Simone Leite, ressaltou que o espaço da entidade é de todas as mulheres gaúchas e destacou que com entusiasmo e coragem é possível a presença feminina em todos os ambientes profissionais. Simone, que é a primeira mulher presidente da Federasul em 88 anos de história, ponderou: “somos o resultado das nossas escolhas e temos que ir em frente”.

Mesmo nos ambientes em que os homens ainda aparecem como maioria, as mulheres protagonizam com sua presença avisou a empresária rural, Beth Cirne Lima, embora com participação ainda baixa no agronegócio. Segundo Beth, elas são 13% dos agricultores. Destas 88% são independentes e 60% possuem ensino superior. “Mas ainda temos que conviver com muito preconceito. Mais de 70% das mulheres relatam experiência de discriminação por questão de gênero”, revelou. Assim como no agronegócio, na política elas também estão em minoria. A presença da mulher nos espaços políticos fica na marca dos 10% conforme informou a empresária e cientista política Karin Miskulin. Para ela, a receita para reverter o quadro está na capacidade que cada mulher tem de descobrir o seu caminho e ousar nas suas atitudes. “ Fiz de tudo para conquistar minha independência e inclusive apendi muito com os homens”, frisou.

A presença da mulher que ainda é baixa na política, não intimida a atuação da vereadora, Nádia Gerhard, que após mais de 20 anos na Brigada Militar foi escolhida a primeira mulher a assumir o comando de um batalhão de policiamento, em Estrela. “O olhar feminino e o masculino se completam e fazem com que os resultados sejam aprimorados”, sugeriu ela. A combinação entre homens e mulheres também temperou ao programa Sala de Redação, da rádio Gaúcha. No tradicional espaço masculino, os debates esportivos ganharam a sensibilidade da voz da jornalista Kelly Mattos. “Não queremos ser melhores do que ninguém. Queremos ser iguais”, defendeu ela ao comentar que o melhor caminho é o respeito entre os gêneros “já que vivemos em um período de intolerâncias”, completou.

A sensibilidade feminina também é o impulso para a coragem de mudar os rumos da vida. Ao chegar aos 50 anos a publicitária e agora chef churrasqueira, Clarice Chwartzmann, descobriu que lugar de mulher também é perto do fogo e que elas podem “orquestrar” com maestria um belo churrasco. “Enfrentei preconceito, mas isso não paralisou a minha vontade de exercer influências no mundo”, disse ela que hoje ministra cursos sobre a melhor forma de elaborar um churrasco para turmas de mulheres. A experiência em breve vai se tornar um livro e uma exposição. Diante de tantas escolhas, a mulher assumiu a tarefa de “inspirar” as pessoas aconselhou a chefe do setor de pesquisa do Hospital de Clínicas, Patrícia Prolla. Para ela, daqui para frente, as conquistas do universo feminino devem ser compartilhadas com maior frequência nos ambientes profissionais, familiares e nas rodas de amigos. “Não é fácil sair do padrão. Para acabar com o preconceito temos que replicar as experiências positivas e inspirar as novas gerações”, finalizou.

Francisco Turra aponta rumos do agronegócio com o novo momento econômico do país

Francisco Turra aponta rumos do agronegócio com o novo momento econômico do país

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O presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra será o palestrante na reunião-almoço Tá na Mesa, promovido pela Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), nesta quarta-feira, dia 26 de outubro, O ex-ministro da Agricultura mostrará as chances de crescimento e as oportunidades que despontam no agronegócio com retomada da credibilidade do Brasil por investidores. Na ocasião, ele também receberá, ao lado de outros líderes do setor, o Prêmio Vencedores do Agronegócio, concedido pela Federasul.

Na palestra “Caminhos de valor para o agronegócio: os desafios em um novo momento econômico”, Turra mostrará que o Brasil, responsável por 1,4% das trocas comerciais em todo o planeta, alcança 6,9% do comércio agrícola mundial. Reconhecidamente forte na produção de alimentos, o país pode se destacar ainda mais. Em soja, carne bovina, tabaco e carne de frango, por exemplo, o Brasil é o segundo produtor mundial e o primeiro em exportação.

– Na contramão de números negativos, como desemprego e queda do PIB no ano passado, o agronegócio segue em crescimento – afirma Turra. – O agro representou 46% da balança comercial em 2015, a maior participação da história – acrescenta.

No Tá na Mesa, Turra vai abordar o cenário econômico atual e fazer uma reflexão sobre o papel do agronegócio, além de apontar as perspectivas positivas das exportações de proteínas. No segmento da carne de frango e suína, o presidente da ABPA enfatizará que o Brasil é reconhecido pelo qualidade e sanidade da produção, o que facilita a conquista de novos mercados.

Por meio de números, Turra vai demonstrar que o crescimento populacional e a alta correlação entre renda per capita e consumo de proteína animal apontam para o crescimento na demanda mundial.

– O destaque é para o consumo de frango, que deve aumentar a uma taxa acima da carne suína e bovina, gerando aumento de demanda de 23 milhões de toneladas de carne de frango e 15 milhões de toneladas de carne suína até 2024 – projeta.

Atualmente, os países que mais consomem proteína animal são a China, o grupo da União Europeia, os EUA e o Brasil. Juntos, representam mais de 65% da demanda mundial. Somente a China é responsável por 30%. Até 2024, o consumo deve aumentar na maioria dos países, com destaque para Índia e Brasil. Os demais países em desenvolvimento também devem ter o consumo estimulado.

Como pontos a melhorar, Turra apontará na palestra obstáculos que emperram o avanço do campo, prejudicando também a geração de receitas e de emprego, como regulação tributária, infraestrutura, leis trabalhistas, impostos e burocracia. O desafio brasileiro, enfatiza o presidente da ABPA, é melhorar a competitividade. O isolamento comercial, medido pelo baixo número de acordos comerciais, também deixa o país para trás na comparação com outros exportadores.

Reunião-almoço Tá na Mesa

Palestrante: Francisco Turra, presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e ex-ministro da Agricultura

Tema: “Caminhos de valor para o agronegócio: os desafios em um novo momento econômico”

Quando: quarta-feira, dia 26 de outubro de 2016

BRDE prevê maior investimento em energia limpa em 2016. Segmento já conquistou financiamento de R$150 milhões e outros R$300 milhões estão em análise

BRDE prevê maior investimento em energia limpa em 2016. Segmento já conquistou financiamento de R$150 milhões e outros R$300 milhões estão em análise

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O setor de energia foi o que mais buscou crédito junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), no primeiro semestre de 2016. O primeiro contrato assinado foi de R$150 milhões e outros R$300 milhões estão em análise para serem liberados neste segundo semestre. No “Tá na Mesa” da Federasul, desta quarta-feira (21/09), o presidente da instituição fomento, Odacir Klein, revelou que os financiamento foram destinados para construção de parques eólicos e para pequenas centrais hidrelétricas.

21/09/2016 - Porto Alegre, RS - Tá na Mesa - FEDERASUL - FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E SERV RS. Odacir Klein, Diretor-Presidente do BRDE, fala  sobre o tema: "Financiando os Desafios para o Desenvolvimento", nesta quarta-feira (21). Foto: Itamar Aguiar/Agencia Freelancer/Divulgação.
Tá na Mesa – Foto: Itamar Aguiar/Ag Freelancer

Ainda para este ano, o banco dispõe de R$3,3 bilhões para serem investidos no fomento e estimular a economia na região sul do Brasil, sendo deste valor R$1,1 bilhão destinado a cada estado. Até o momento um pouco mais de R$1,8 bilhão foram contratados no primeiro semestre. “O valor é expressivo e significativo para alavancar a economia”, disse o presidente ao completar que “o caminho é pedregoso, mas o veículo é bom”.

Klein também comentou que a taxa de inadimplência do BRDE ficou na casa dos 2,44% na região e que no sistema nacional o número chegou a 3,51%. “A título de tributação recolhemos para a União 49,6% do faturamento”, contou. Neste ano a média de recursos liberados por operação é de R$414 mil e foram empregados nos setores da agropecuária, indústria, comércio e serviços e em infraestrutura.

A instituição também busca novas fontes de recursos e estão no horizonte parcerias com o Banco da América Latina, Agência Francesa de Desenvolvimento e com o Banco Europeu de Desenvolvimento, além de operação com Caixa Econômica Federal. Atualmente o BRDE possui 564 colaboradores, mais de 34 mil clientes ativos, R$12,8 bilhões em operações de crédito e um patrimônio líquido avaliado em R$2,4 bilhões.

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

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Foi encaminhada, nesta quinta-feira (15/09), parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar, com o objetivo de unir esforços para contribuir com a atuação da polícia. As entidades manifestaram interesse em trabalhar em conjunto e colaborar com as necessidades do efetivo. O encontro foi uma continuidade das ações em benefício da segurança pública do estado. Na terça-feira (13), as entidades encontraram com o secretário de Segurança Pública do RS, Cezar Schirmer, para declarar apoio à instituição. “Também queremos ser porta-vozes da Brigada Militar e suas necessidades, como forma de apoio a sua atuação”, ressaltou o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse.

agenda-bm2Uma das ideias é a criação de um comitê permanente com a participação da Brigada e representantes das categorias para discussão de ações efetivas. O Comandante-Geral da Brigada, Cel. Alfeu Freitas Moreira, destacou a importância da participação da Sociedade Civil Organizada na construção de convênios, como a Operação Avante. Ele apontou como exemplo, a necessidade de mais eficiência na comunicação e a carência de tecnologia. “Podemos construir projetos que atendam essas necessidades”.

O presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, Henry Chmelnitsky, fez questão de reforçar que as entidades empresariais estão juntas com a Brigada para construir soluções que se transformem em medidas para a sociedade. “Para sermos mais eficazes, a ideia é implantarmos as ações, em um primeiro momento, de Porto Alegre e Região”.

Ficou acertado que uma nova reunião será agendada para que seja definido de que forma as entidades poderão atuar para contribuir. “Queremos identificar uma necessidade da Brigada Militar que possa ser encampada e suprida pelas nossas entidades para fortalecer a segurança pública”, completou o presidente da CDL POA, Alcides Debus.

Fazem parte da iniciativa as entidades que integram o Fórum Permanente da Segurança Pública: Sindha, Sindilojas Porto Alegre, CDL POA, Setcergs, Sinepe/RS, SHPOA, Secovi, Fecomércio, Sindiótica, ACPA, Federasul, Agas, FCDL-RS, CRC-RS, OAB RS, Sindigêneros RS, Ajorsul, Sescon-RS, Porto Alegre Convention & Visitors Buerau, Lide, Sinprofar RS, IEE, Sincodiv RS, Fenabrave, Sicopeças, Sinprofar e Sindiatacadistas.