“Se desse a desgraça de o Lula morrer hoje, parava tudo isso”, diz Carlos Araújo; por Joyce Heurich e Roberto Caloni/Beta Redação – Unisinos

“Se desse a desgraça de o Lula morrer hoje, parava tudo isso”, diz Carlos Araújo; por Joyce Heurich e Roberto Caloni/Beta Redação – Unisinos

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Era fim de tarde de quinta-feira (19), fechava uma semana desde a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff no Senado e do consequente afastamento da presidente do poder…

O motivo de tanta procura pelo ex-deputado estadual do PDT, hoje apenas filiado ao partido, tem explicação. Na posição de ex-marido de Dilma Rousseff, Araújo é rotulado pela imprensa, de modo geral, como “conselheiro” dela. Ele, no entanto, nega o título: “Somos amigos, o conselheiro dela é o Lula”. Além da fama de consultor, é para a casa dele que a presidente, afastada do cargo desde o dia 12 de maio, costuma ir quando visita Porto Alegre. No dia seguinte ao afastamento, Dilma viajou para a capital gaúcha e passou o fim de semana em família na casa de Araújo, onde almoçou com a filha Paula Rousseff de Araújo e os dois netos…

Nessas ocasiões, Araújo diz que evita falar sobre política, já que a presidente visita o Estado para descansar. Ainda assim, entre uma conversa e outra, a ex-esposa compartilha com ele como se sente sobre o ocorrido e comenta estratégias para tentar preservar o mandato. Sobre isso e sobre o que está em jogo por trás do impeachment, Carlos Araújo falou à Beta Redação no vídeo. Confira outras informações em betaredacao.com.br .

Presidente da Fiesp não acredita que Temer possa fazer reformas estruturais como a trabalhista em 2016. Para Paulo Skaf o governo tem que centrar esforços na redução de juros e ajuste fiscal

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O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse que sente a necessidade do governo federal passar a dar exemplo, ajustando o orçamento de 2016, que tem desequilíbrio entre as contas, sem cogitar um aumento de impostos. Sugeriu ajuste fiscal para equilibrar receitas e despesas do governo federal. Ontem Skaf foi ao Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, para apresentar um conjunto de propostas para resolver a situação fiscal da União, sem a necessidade do aumento de impostos. O dirigente negou ter sido convidado para assumir um cargo em um eventual governo Temer, garantiu que a composição de um novo gabinete não foi discutida na reunião.

Em entrevista ao Programa Agora, da Rádio Guaíba, Skaf sugeriu a Temer que os programas sociais sejam preservados. Para ele, o equilíbrio fiscal deve ser almejado e para isso é preciso eliminar desperdícios para que o governo recupere a confiança, reduzindo juros e promovendo a retomada do crescimento. Skaf disse que quando a presidente Dilma perdeu a confiança e a credibilidade, com total desequilíbrio na parte política, tomamos uma posição firme em relação ao impeachment da presidente Dilma, conforme decisão que está nas mãos do Congresso, em razão da destruição da economia nacional. Como na avaliação dele há muito a ser feito, deixou claro que reforma estruturais, como a trabalhista, não devem ser feitas no primeiro momento. (Rádio Guaíba)

Após encontro com Temer, Skaf diz que vice não é a favor de aumento de impostos

Após encontro com Temer, Skaf diz que vice não é a favor de aumento de impostos

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Após reunião de cerca de seis horas com Michel Temer, neste domingo (24), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou que o vice-presidente não é a favor de aumentos de impostos. “Ele ouviu atentamente a tudo isso [propostas] e não é a favor de aumento de impostos”, declarou Skaf, na saída do encontro, em Brasília. O presidente da Fiesp complementou afirmando que Temer “concorda” com a visão da federação, contrária à alta na carga tributária.

“Eu vim conversar com o vice-presidente e tentar mostrar uma realidade que as empresas, que as pessoas, estão passando. Há uma falta de total confiança no atual governo, na atual presidente, e essa falta de confiança faz com que os investimentos parem, e faz com que o consumo também pare, por insegurança do emprego. Tem que se restabelecer a confiança no Brasil e, com confiança e credibilidade, a roda da economia volta a andar”, afirmou Skaf, que estava acompanhado de outros diretores da Fiesp, e apoia abertamente o impeachment de Dilma.

O presidente da Fiesp afirmou ainda que há formas de equilibrar as contas sem prejudicar programas sociais. “Há muito desperdício, há muito gasto que pode ser evitado. Sem dúvida, o governo pode fazer hoje o mesmo que todas as empresas estão fazendo: procurando negociar bem as suas compras, renegociar algumas situações, de forma a enquadrar suas despesas na capacidade das receitas”, explicou. (JB)

Entrevista: Roberto Requião livra Dilma e chuta o pau da barraca do mercado, empresariado, Eduardo Cunha, Renan Calheiros…

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Conversei hoje (21.12.2015) no programa Agora/Rádio Guaíba com o senador Roberto Requião (PMDB/PR). Ele me disse ter boas expectativas em relação ao novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, mas ressaltou que não haverá solução sem um ajuste fiscal em cima de todas as faixas de contribuição do País. Em entrevista ao Programa Agora, disse que a fórmula de arrocho em cima do trabalhador e da fatia da população mais pobre não funciona e nem resolverá o problema nacional. Para o senador a sonegação é “ciclópica” no Brasil por conta do empresariado. Disse que as turbulências econômicas dos últimos anos foram geradas por falta de credibilidade da política.

Ao ser questionado se vai haver o impeachment da presidente Dilma Rousseff, Requião foi categórico em dizer que ninguém contesta a seriedade da mandatária, mas disse que a crise tem como origem erros na política econômica. “Agora teremos a possibilidade de ver com o ministro Barbosa uma inflexão nacionalista da economia, em um cenário favorável ao desenvolvimento econômico com respeito aos valores nacionais”, disse. O parlamentar acredita que o Brasil precisa deixar de ser um país subordinado ao capital estrangeiro. Disse que com a mudança do ministro da Fazenda não há mais o clima anterior de insegurança institucional.

Requião disse que os que queriam derrubar Dilma, citando o ideário tucano em relação à política econômica, tinham em mente severos cortes na saúde, o fim da CLT e a precarização do executivo e dos partidos políticos, criando mandaletes do poder econômico dentro do parlamento. Ao ser questionado sobre as ações do deputado Eduardo Cunha e do senador Renan Calheiros, ambos de seu partido, o PMDB, o ex-governador do Paraná disse que os processos contra os parlamentares têm que ser concluídos de uma vez por todas e por enquanto são apenas acusações que precisam ser consolidadas com provas. Ele disse que em caso de condenação todos os culpados devem ir para a cadeia.

O senador Requião respondeu perguntas de internautas, denunciou o poder da grande mídia sobre o cenário político no país e criticou a judicialização na política, citando casos e sugerindo soluções alternativas. (Redação Luis Tósca/Rádio Guaíba)

Skaf anuncia apoio da Fiesp a processo de impeachment de Dilma. Presidente da entidade afirma que decisão se deve à situação política e econômica do país

Skaf anuncia apoio da Fiesp a processo de impeachment de Dilma. Presidente da entidade afirma que decisão se deve à situação política e econômica do país

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O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, anunciou hoje (14) que a Fiesp vai apoiar o processo de impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff. O anúncio foi feito após reunião do Conselho de Representantes da Fiesp com as diretorias da Fiesp e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). Segundo Skaf, o apoio foi aprovado por unanimidade.

“É importante que se diga que estar a favor do processo de impeachment não é nenhum julgamento ou pré-julgamento. É estar a favor do andamento do processo de impeachment. Cabe ao Congresso Nacional julgar”, afirmou Skaf.

De acordo com o presidente da entidade, o apoio ao processo de impeachment foi tomado por causa da situação política e econômica do Brasil. Skaf negou que a entidade tenha avaliado a possibilidade de também se manifestar favoravelmente ao afastamento do presidente da Câmara dos Deputados,Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é do mesmo partido de Skaf e do vice-presidente da República Michel Temer. “O que foi levantado na reunião é que poderíamos, em um outro momento, tratar sobre o processo contra Cunha. Não hoje, porque o foco era o processo deimpeachment aceito pelo presidente da Câmara. (Agência Brasil)