Cinema: “O Paciente” revive o drama de Tancredo Neves

Cinema: “O Paciente” revive o drama de Tancredo Neves

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Um dos lançamentos nos cinemas nesta quinta-feira é “O Paciente – O Caso Tancredo Neves”, com direção de Sergio Rezende. A narrativa procura transportar o espectador para o Brasil dos anos 80, quando o país vivia um momento de esperança com o fim do regime militar.

O então recém-eleito presidente, Tancredo Neves, é acometido de uma grave doença antes de tomar posse. Desta forma, o longa revive as angústias, o medo e a ansiedade do político em relação ao seu destino, sabendo que o povo tem expectativas em relação ao seu governo, mas que se vê cada vez mais impossibilitado de cumprir. Sua morte, ocorrida em 21 de abril de 1985, mobilizou e comoveu o país.

Baseado no livro homônimo, do historiador Luis Mir, o filme descortina os mistérios que envolvem sua misteriosa morte e revela os bastidores médicos da história que abalou a política brasileira e modificou os rumos da nação. O protagonista é interpretado pelo veterano ator Othon Bastos. O porta-voz do político, Antonio Britto (depois governador do Rio Grande do Sul), é vivido por Emílio Dantas. A esposa de Tancredo, Risoleta, é encarnada por Esther Góes. A equipe de médicos ganha a atuação de Leonardo Medeiros, Otavio Muller e Paulo Betti. (Correio do Povo)

Porto Alegre: Cine Iberê exibe filme ícone da Nouvelle Vague

Porto Alegre: Cine Iberê exibe filme ícone da Nouvelle Vague

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Domingo, 10 de junho, às 16h, o Cine Iberê exibe o primeiro longa metragem do cineasta francês Jean-Luc Godard. Realizado em 1960, Acossado (À bout de souffle) é uma potente e transgressora realização cinematográfica que causou muito impacto no conservador cenário cinematográfico francês na época de seu lançamento. Em cópia nova, 68 anos depois, o filme teve reestreia no Brasil em fevereiro deste ano. A sessão será comentada pela professora e pesquisadora Gabriela Almeida, autora de O ensaio fílmico – ou o cinema à deriva (editora Alameda, 2018). Com curadoria de Marta Biavaschi, a exibição integra o programa de cinema paralelo à exposição Moderna para Sempre – Fotografias Modernistas Brasileira na Coleção Itaú Cultural. A entrada é franca, por ordem de chegada.

Filme-ícone da Nouvelle Vague, Acossado é inspirado nos filmes policiais B norte-americanos e traz à tela o abismo existencial do pós-guerra. Com ritmo alucinante, os personagens vivem em alta velocidade – “sem fôlego”. A montagem em cortes secos – com pulos de continuidade (jump cuts) – chocaram a tradicional linearidade da época, posteriormente foi incorporada ao cinema moderno. Inovador e ousado, Acossado é considerado um dos filmes mais importantes da cinematografia mundial. Foi premiado com o Urso de Prata de Melhor Diretor na Berlinale (1960) e recebeu a indicação de Melhor Atriz no BAFTA Awards (1962).

Sinopse: Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) é um criminoso, obcecado por Humphrey Bogart, que rouba um carro, mata um policial e vai para Paris, onde conhece Patricia Franchini (Jean Seberg), uma linda garota americana que vende jornais na Champs-Élysées. Poiccard tenta persuadi-la a fugir com ele para a Itália, sem lhe contar que é um foragido da justiça. Para assistir ao trailer acesse: https://www.youtube.com/watch?time_continue=59&v=IqnPIeLJEv0

Um dos expoentes da Nouvelle Vague na França, no final da década de 1950 e ao longo da década de 1960 – ao lado de diretores como François Truffaut e Eric Rohmer –, Jean-Luc Godard iniciou sua trajetória no cinema como crítico de La Gazette du Cinema e Cahiers du Cinéma. Mantém um trabalho constante como autor no cinema. Seu penúltimo filme, Adeus à Linguagem, filmado em 3D, tornou-se outro marco importante, ao quebrar padrões ligados ao formato. Seu filme mais recente O Livro da Imagem (2018), recebeu a Palma de Ouro Especial no Festival de Cannes deste ano. Na sua extensa filmografia, entre outros: Acossado (1960), Viver a Vida (1962), O Desprezo (1963), Alphaville (1965), O Demônio das Onze Horas (1965), Masculino-Feminino (1966), Week End à Francesa (1967), Detetive (1984), Eu Vos Saúdo Maria (1984), JLG por JLG – Autorretrato de Dezembro (1994), História(s) do cinema (1998), Elogio do amor (2000), Film Socialisme (2010), Adeus à Linguagem (2014), O livro de imagem (2018).

Gabriela Almeida é Doutora em Comunicação e Informação pela UFRGS, com estágio na Universidad Autónoma de Barcelona. Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA e Graduada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário Estácio/BA. Atualmente é professora e coordenadora adjunta do curso de Jornalismo da ULBRA, onde coordena o projeto de extensão em Cinema e Direitos Humanos Cine Diversidade. Como pesquisadora e docente, atua na área de Comunicação, com ênfase em Audiovisual, e sua pesquisa tem como temas: cinema não-ficcional, ensaio fílmico e interseções entre cinema e artes visuais. Autora de O ensaio fílmico – ou o cinema à deriva (editora Alameda, 2018).

A Fundação Iberê Camargo tem o patrocínio de Itaú, Grupo GPS, IBM, Oleoplan, Agibank, BTG Pactual, Banrisul e apoio SLC Agrícola, Sulgás e DLL Group, com realização e financiamento do Ministério da Cultura / Governo Federal.

Serviço:
Cine Iberê
Domingo, 10 de junho, às 16h – Acossado, de Jean-Luc Godard (1h30min, 1960, França) – sessão única e comentada com Gabriela Almeida

Entrada franca por ordem de chegada | Classificação indicativa: 14 anos

Local: Auditório BTG Pactual

Endereço: Fundação Iberê Camargo – Avenida Padre Cacique, 2000

Como chegar:

A Fundação Iberê dispõe de estacionamento pago, operado pela Safe Park.

As linhas regulares de lotação que vão até a Zona Sul de Porto Alegre param em frente ao prédio, assim como as linhas de ônibus Serraria 179 e Serraria 179.5. É possível tomá-las a partir do centro da cidade ou em frente ao shopping Praia de Belas. O retorno pode ser feito a partir do Barra Shopping Sul, por onde passam diversas linhas de ônibus com destino a outros pontos da cidade.

Pedestres e Ciclistas: existe uma passagem para que pedestres e ciclistas possam atravessar a via em segurança. A passarela é acessada pelo portão de entrada do estacionamento. A Fundação também dispõe de um bicicletário, localizado nos fundos do prédio.

Site: www.iberecamargo.org.br

Fanpage: www.facebook.com/fundacaoiberecamargo

Instagram: @ f_iberecamargo

Visita virtual Google Artes & Culture – https://goo.gl/wYr75v

Record lança “Polícia federal: A lei é para todos”, livro sobre os bastidores da Operação Lava Jato que inspirou filme homônimo

Record lança “Polícia federal: A lei é para todos”, livro sobre os bastidores da Operação Lava Jato que inspirou filme homônimo

Agenda Cultura Destaque Feira do Livro

Há mais de três anos em vigor no Brasil, a Operação Lava Jato é protagonista diária do noticiário político nacional. Não é à toa: trata-se da maior investigação de lavagem de dinheiro e corrupção já feita no país. Já foram realizadas mais de 40 fases, mais de cem suspeitos foram presos e outros tantos foram levados a depor. Em pauta, inúmeras acusações de desvios bilionários de recursos públicos, envolvendo empresários e políticos de todos os partidos, em todos os níveis de governo.

A atuação do Ministério Público e do Judiciário é bastante conhecida do público brasileiro, que já identifica os rostos de juízes e procuradores que atuam no processo. Mas em “Polícia federal: A lei é para todos”, Carlos Graieb e Ana Maria Santos narram os bastidores da investigação sob a perspectiva da equipe de policiais responsável pela força-tarefa. Amparado em muita pesquisa, numa ampla rede de informantes e em diversas entrevistas, o livro levanta episódios inéditos, saborosos, que valorizam estes profissionais fundamentais para o sucesso da operação.

Com uma narrativa eletrizante, eles não apenas revelam detalhes da apuração dos crimes, mas também as pressões e os conflitos do trabalho dos agentes. “Dos desafios logísticos que antecedem a deflagração de uma fase aos desafios técnicos ligados à decifração das provas, todas as engrenagens de uma grande operação da Polícia Federal podem ser vistas em funcionamento nesta investigação histórica”, ressaltam os autores na apresentação do livro. “O que realmente nos surpreendeu foram os detalhes da investigação propriamente dita. A quantidade de documentos apreendidos em cada uma das fases que havia sido deflagrada era simplesmente inacreditável. (…) No meio do caminho, engenheiros tiveram que desenvolver novas ferramentas, especialmente destinadas à análise de dispositivos eletrônicos”, conta a dupla, em entrevista ao Blog da Record. Ana Maria Santos atuou como executiva em empresas dos segmentos de auditoria, saúde e varejo. É autora do romance policial “De volta à escuridão”. Carlos Graieb é jornalista com passagens pela Veja, Rádio Jovem Pan e O Estado de São Paulo.

A trama ganha versão para as telas em 7 de setembro, quando “Polícia federal: A lei é para todos” chega aos cinemas de todo o país. O filme é dirigido por Marcelo Antunez e conta com um elenco que inclui nomes como Antonio Calloni, Marcelo Serrado, Flávia Alessandra e Ary Fontoura. E segundo os autores, o projeto continua: continuações tanto do livro quanto do filme estão previstas, e a dupla já trabalha na sequência.

TRECHO:

“Masuia já havia conferido os detalhes que Moscardi lhe passara. O voo TAM JJ8062 estava no horário. Moscardi gostou de saber que um ônibus levaria os passageiros até o avião. Preferia abordar seu alvo na pista pouco iluminada, e não na entrada congestionada de um finger. Antes, porém, queria ter certeza de que ela estava ali. Pediu que o levassem até o lado externo do portão de embarque, onde os ônibus estariam à espera dos passageiros. No caminho, ele mostrou para Masuia a foto de Nelma Kodama que estava em seu celular. O agente não sabia quem ela era. Melhor assim.

Nelma era de origem japonesa, mas a mulher na foto também poderia ter sangue índio, sul-americano. Lembrava, talvez, aquela velha cantora de músicas de protesto. Exato: Nelma Kodama era a Mercedes Sosa da lavagem de dinheiro. Tinha um rosto gordo, que mal se distinguia do pescoço. Na foto não se via o corpo, mas se podia adivinhar que era atarracado. O que mais chamava atenção era o olhar: insolente, inamistoso, desafiador.”

O filme será lançado em 7 de setembro. Confira o trailler:

 

POLÍCIA FEDERAL: A LEI É PARA TODOS

CARLOS GRAIEB E ANA MARIA SANTOS

Páginas: 280

Preço: R$ 37,90

Editora: Record

Os autores lançam o livro na segunda-feira, 28 de agosto, em Curitiba, em bate-papo com os atores do filme. Já na quarta-feira, dia 30 de agosto, acontece o lançamento em São Paulo. Veja o serviço completo abaixo.

 

 

 

 

 

PONTO ZERO: Filme Brasileiro Cinco Estrelas. Filme de José Pedro Goulart estreia hoje nos cinemas; por Marco Antônio Campos/Cinemarco

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O filme “Ponto Zero” estreia nesta quinta-feira, dia 26, nos cinemas. Este é o primeiro longa-metragem de José Pedro Goulart, codiretor de um dos mais festejados curtas do cinema nacional, “O Dia em que Dorival Encarou a Guarda”, que completa 30 anos em 2016. Ao construir um retrato sobre os conflitos que rondam a adolescência em meio a uma cena familiar claustrofóbica, Goulart lança a pergunta a espectadores de todas as idades: “Qual o peso que cada um pode suportar?”. Ao tentar escapar de uma família opressora, Ênio, um garoto de 14 anos, desafia uma noite tempestuosa que o levará a um choque com a realidade.

O protagonista é vivido pelo jovem Sandro Aliprandini, estreante em cinema. Natural de Passo Fundo, ele foi descoberto para fazer Ênio a partir de uma notícia de jornal sobre uma premiação de teatro com a turma da escola. Do primeiro contato com a produção até o momento em que o filme começou a ser rodado, foi preciso esperar um ano inteiro, tempo necessário para que ele fizesse aulas de preparação vocal e também ficasse mais próximo da idade do personagem, de 14 anos. A pedido do diretor, Sandro deixou de cortar os cabelos até o término das filmagens. Também integram o elenco Patrícia Selonk e Eucir de Souza.

A trilha sonora é assinada por Leo Henkin. No Festival de Cinema de Gramado do ano passado, o filme recebeu os Kikitos de Melhor Montagem e Melhor Desenho de Som.

Sobre o filme, o cinéfilo, Marco Antonio Campos, escreveu em seu blog: “Embora eu tenha certeza de que sou suspeito para avaliar o filme pela minha amizade de trinta anos com o Zé Pedro, inicio dizendo que PONTO ZERO é um grande filme. Daqueles que a gente vê cada cena com um interesse maior que a anterior, ansioso pela seguinte, em uma expectativa que somente os ótimos roteiros e os grandes diretores conseguem criar.

O segundo sinal objetivo de que o filme realmente é muito bom é a vontade imediata de vê-lo novamente, assim que os créditos iniciam a rolar pela tela. Coisa de filme inteligente. Deixa muita coisa para a gente pensar.

PONTO ZERO (2015), de José Pedro Goulart é um filme que narra a história de Ênio, um adolescente absolutamente comum, bem parecido com o que todos um dia fomos e com os que existem em todos os apartamentos próximos de nossas residências.

Ele tem brigas na escola, desejos pelas colegas da irmã, traumas de escuro, raiva das brigas do pai com a mãe e tudo de comum da vida de um adolescente.

Até que um dia…

O menino Sandro Aliprandini tem uma atuação realmente impressionante, para dizer o mínimo. Tão expressivo em seus silêncios quanto em suas falas, foi o interprete ideal para Ênio.

Patricia Selonk faz uma mãe sufocantemente real. Eucir de Souza já mostrara seu talento na serie FDP, da HBO e no filme HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO. Aqui, no papel do pai de Ênio, compõe outro personagem sólido e denso.

Gostei particularmente da montagem feita por Federico Brioni. Acho que ela dá um ritmo incrível ao filme. Como diz um grande amigo meu, “coisa de Estados Unidos.”

Aliás, o acabamento formal de PONTO ZERO é impecável, nada ficando a dever a qualquer filme de qualquer nacionalidade.

PONTO ZERO não é um filme para todos os públicos. Mas quem entrar neste filme de cabeça, tenho certeza, sairá muito recompensado.

Ou como disse o menino Sandro na pré-estreia, mudado para melhor.

(Equipe do site com informações do Correio do Povo e crítica de Marco Antonio Campos, mais informações, comentários e críticas de cinema e TV você encontra em CineMarco)

Filme narra reportagem feitas às pressas que arruinou jornalistas; por John Koblin/NYT – Folha de São Paulo

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Mary Mapes, ex-produtora da CBS News, esteve no Museum of Modern Art da rua West 53 no ano passado para assistir à première do filme “Conspiração e Poder”. Autora do livro que inspirou o filme, Mapes teve uma recepção hollywoodiana do público presente e mandou um beijo ao diretor e roteirista do filme, James Vanderbilt.

A recepção calorosa foi muito diferente do clima que Mapes enfrentou ali perto 11 anos antes, na sede da CBS em Manhattan, onde aconteceu a história relatada no longa.

Na época, Mapes teve de explicar a uma comissão independente contratada pela CBS como tinha dado errado uma reportagem que ela produzira para o programa “60 Minutes 2”.

O filme trata do trecho produzido por Mapes, baseado em documentos que sugeriram que o então presidente George W. Bush teria recebido tratamento preferencial quando prestou serviço na Guarda Nacional no início dos anos 1970. Mas, dias depois de o programa ir ao ar, os documentos foram sujeitos a análises impiedosas, e em duas semanas, e no calor da eleição presidencial de 2004, a CBS disse que não podia confirmar sua autenticidade.

Divulgação
Cena de "Conspiração e Poder" ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
Cate Blanchett como Mapes e Robert Redford como Dan Rather em “Conspiração e Poder”

A reportagem caiu por terra, e a mesma coisa aconteceu com a equipe que a produziu. A CBS pediu desculpas, três produtores se demitiram, Mapes foi mandada embora e nunca mais trabalharia com telejornalismo. Dois meses depois de a matéria ir ao ar, o âncora do “CBS Evening News” Dan Rather, correspondente que apresentou o trecho da reportagem, anunciou sua aposentadoria. Meses mais tarde o “60 Minutes 2” foi cancelado. A íntegra do texto está na Folha de São Paulo.

Filme de Natal do Bourbon Shopping ultrapassa 1 milhão de visualizações

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O curta-metragem de Natal do Bourbon Shopping já atingiu a marca de um milhão de visualizações desde que foi postado na fanpage da rede há menos de um mês. O filme, que propõe a reflexão sobre “o que é realmente verdadeiro e importante?” tem quase 4 minutos de duração e integra a campanha Desejos de Natal. A trilha sonora, escrita e produzida especialmente para o filme e chamada “Spread all your Love” já virou um hit e está tocando na programação de rádios do Estado.

O vídeo exibe uma família na véspera de Natal, antes da celebração, em que cada integrante está vivendo em sua própria realidade digital, conectado a seu computador, smartphone ou tablet. Exceto os dois irmãos menores, que observam os familiares em seus universos paralelos. Subitamente, a energia e o sistema de telecomunicações do planeta acabam, e todos ficam impedidos de acessar seus aparelhos. O pai, então, sente um chamado para “mudar o jogo”. Inspirado pelas crianças, ao cair da tarde ele leva ao jardim mesas e cadeiras, o pinheiro natalino (antes apenas fotografado para postagem nas redes sociais), e brinquedos de montar. Os vizinhos e amigos começam a chegar com seus pratos deliciosos, e à luz de velas e com músicas e danças, a ceia é posta, e uma nova festa, bela e simples, forma-se em uma reação em cadeia de alegria. A conexão agora é afetiva, e não mais digital.

 

Além do grande número de visualizações, o vídeo já conquistou mais de 14 mil  curtidas e mais de 8.300 compartilhamentos no Facebook. O filme pode ser conferido na fanpage da marca: www.facebook.com/bourbonshopping

 

FICHA TÉCNICA VÍDEO:

Produtora: Cápsula Filmes

Diretor: Pepe Mendina

Atendimento: Alexandre Coimbra

Produtores executivos: Alexandre Coimbra e Daniel Accampora

Diretor de fotografia: Edu Rabin

Diretora de arte: Fabi Zanol

Direção de produção: Tiago Brugnara e Renata Gheller

Assistentes de direção: Juan Quintáns e Gabriela Fittipaldi

Aprovação: Juan Pablo Boeira

 

FICHA TÉCNICA TRILHA SONORA:

Letra: Lara Rossato e Edu Santos

Melodia: Lara Rossato, Edu Santos e Régis Diederichs

Voz: Lara Rossato, Bibiana Petek e André Paz

Arranjo: Régis Diederichs

Sound Efects (filme): Vicenzo Bosa

Produção: Loop Reclame

Aprovação: Juan Pablo Boeira

 

 

Filme inspirado em canções de Lupi tem sessão especial em Porto Alegre

Filme inspirado em canções de Lupi tem sessão especial em Porto Alegre

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Para comemorar os 101 anos de nascimento de Lupicínio Rodrigues, a Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736), em Porto Alegre, vai promover uma sessão especial de “Nervos de Aço”, filme baseado nas canções do compositor. A exibição ocorre nesta quarta-feira, às 19h, na Sala Eduardo Hirtz do espaço. Os ingressos custam R$ 12 (inteira).

Em uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura e da Cinemateca Paulo Amorim, em parceria com a Atama Filmes, a cantora Ana Lonardi e o produtor Claudinho Pereira também comentam o longa de Maurice Capovilla, que teve cenas rodadas na própria Casa de Cultura. Na trama, um triângulo amoroso surge enquanto integrantes de uma banda ensaiam para um show em homenagem a Lupi.

Enquanto montam o espetáculo, os personagens vivem seus dramas passionais em confronto ou consonância com as famosas letras do artista, consideradas expressões clássicas do gênero “dor-de-cotovelo”. Além de Ana Lonardi, o elenco conta com Arrigo Barnabé, Pedro Sol e Juliana Thomaz. (Correio do Povo)