‘É uma guerra’, diz Temer após um mês de governo. À Folha presidente fala em avanços de sua gestão, apesar da crise e da Lava Jato

‘É uma guerra’, diz Temer após um mês de governo. À Folha presidente fala em avanços de sua gestão, apesar da crise e da Lava Jato

Notícias Poder Política

“É uma guerra, tem sido uma guerra”, afirmou o presidente interino, Michel Temer, em entrevista a Valdo Cruz e Gustavo Uribe sobre o primeiro mês de governo. Perdeu dois ministros após delação de político ligado a líderes do PMDB e recuou em decisões como o fim do Ministério da Cultura. Sob pressão popular, de aliados e de adversários, Temer trocou o estilo reservado e paciente por desabafos e manifestações de irritação.

À Folha ele disse que a situação fiscal foi a maior surpresa negativa. Mesmo com desdobramentos da Lava Jato como pedidos de prisão de quatro caciques de sua sigla. “As contas [deixadas pelo governo Dilma Rousseff estão muito piores do que imaginávamos, a Petrobras quebrada, os Correios quebrados, a Eletrobras quebrada.” Apesar do cenário adverso, Temer considera o mês um sucesso por ter mudado a equipe econômica e retomado o diálogo com Congresso. Ele cita a mudança da meta fiscal e a prorrogação da DRU, mecanismo que flexibiliza os gastos federais.
“Votamos projetos com ampla maioria e estamos retomando a confiança no país, não é pouca coisa para um começo de governo.”  Confira a íntegra na Folha de São Paulo.

‘É guerra e quem tiver artilharia mais forte ganha’, diz Lula em grampo; por  Ricardo Brandt, Julia Affonso e Fausto Macedo/O Estado de São Paulo

‘É guerra e quem tiver artilharia mais forte ganha’, diz Lula em grampo; por Ricardo Brandt, Julia Affonso e Fausto Macedo/O Estado de São Paulo

Notícias Política Porto Alegre
Ex-presidente assume papel de general Giap, comandante do Exército comunista vietnamita que derrubou tropas norte-americanas e francesas, em conversa com senador do PT sobre enfrentamento à Lava Jato

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou-se ao general Vo Nguyen Giap, comandante do Exército do Povo do Vietnã, emblemático estrategistas militar que fez tombar em batalha tropas francesas, norte-americanas e chinesas, ao declarar “guerra” aos investigadores da Operação Lava Jato – que investiga supostos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo o petista e sua família.

“É o seguinte meu filho eu tô com a seguinte tese: é guerra, é guerra e quem tiver artilharia mais forte ganha”, declara Lula, em conversa por telefone com o senador Lindberghi Faria (PT-RJ), monitorada com autorização da Justiça Federal, do Paraná.

O parlamentar responde ser aliado nessa batalha. “Presidente estamos nessa guerra também, não tenho nada a perder.” Ouça a escuta e leia a reportagem completa em O Estado de São Paulo.