Palestra e homenagens marcam os 35 anos do IEE

O Instituto de Estudos Empresariais (IEE), fundado em Porto Alegre em 1984, comemora seus 35 anos com um coquetel no Instituto Ling na próxima segunda-feira (9). Fechado a convidados, o evento será realizado a partir das 19h. A programação prevê uma homenagem a Lydia Wong Ling e Jorge Gerdau Johannpeter e palestra do filósofo e professor universitário Fernando Schüler. Durante o evento, também será feito o lançamento da nova identidade visual do IEE, produzida pela Valkiria Inteligência Criativa.

O Instituto atua na formação de lideranças empresariais e políticas com base nos conceitos de mercado e de livre iniciativa. A entidade realiza, na capital do RS, o Fórum da Liberdade que, em abril de 2020, chega a sua 33ª edição com a presença de mais um vencedor do  Prêmio Nobel da Economia. Desde a primeira edição, em 1988, sete já passaram pelo evento.

 

Flávio Rocha, CEO das Lojas Riachuelo, lança em Porto Alegre o Manifesto Brasil 200 anos

Flávio Rocha, CEO das Lojas Riachuelo, lança em Porto Alegre o Manifesto Brasil 200 anos

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O  CEO das Lojas Riachuelo,  Flávio Rocha, lançou hoje em Porto Alegre, o manifesto Brasil 200 anos,  durante o evento “Manifesto da Mudança: A Voz do Empresário”  para convidados do LIDE e IEE. Rocha falou  sobre o movimento  liderado por ele e que possui este nome pela referência aos dois séculos de independência do país, data comemorada em 2022 – ano que marcará o fim do mandato do Presidente da República, a ser eleito no próximo mês de outubro. Com esta iniciativa, o empresário propõe um debate para que a sociedade utilize as eleições de 2018 com o objetivo de reduzir o tamanho da gestão pública e aumentar a liberdade dos cidadãos. Abaixo está o artigo assinado pelo empresário, publicado no jornal Folha de São Paulo. Eu conversei com ele sobre o assunto no programa Agora/Rádio Guaíba.

Brasil 200, pela independência ou independência do país

Muitos de vocês já devem saber que recentemente lançamos o “Brasil 200”. Embora tenha, com muito orgulho, erguido sua pedra fundamental em evento realizado em Nova York, esse movimento não é meu ou das lideranças que o apoiam.

Trata-se de um movimento da sociedade civil, que quer um Brasil diferente do arremedo de país em que foi transformado por sucessivos governos desastrosos.

“Brasil 200” é uma alusão aos 200 anos de Independência, assim batizado para que não percamos de vista o objetivo fundamental do movimento. Os 200 anos serão comemorados em 2022, quando termina o mandato do presidente eleito neste ano. 2022, portanto, começa em 2018. Os 200 anos do Brasil independente começam aqui e agora.

O país encontra-se prostrado. Recentemente, o previsível rebaixamento da nota de crédito pela Standard & Poor’s foi um duro lembrete da situação em que estamos.

Apesar da incipiente recuperação econômica, ainda temos muito o que caminhar para conseguir um crescimento sustentável que absorva os inacreditáveis 12 milhões de desempregados.

O fato é que o Brasil não tem um governo. O governo é que tem um país. E o usa indevidamente, sem observar os princípios básicos de uma administração saudável e republicana, em que o bem comum está acima de interesses individuais ou de grupos. O resultado é a gastança, o desperdício, o endividamento, com prejuízo a todos, ou quase todos, se é que me entendem.

Nosso esforço diário em gerar riqueza é drenado pelos ralos bilionários de corrupção e clientelismo, é ameaçado por regulações insanas e intervencionismo retrógrado. Os últimos anos, em que prevaleceu o paternalismo autoritário, foram marcados pela aversão ao liberalismo e ao empreendedorismo. Se ameaça vidas —as vidas das famílias do exército de desempregados—, a incompetência é criminosa.

É preciso dar um basta! Chegou a hora de uma nova independência. É preciso tirar o Estado das costas da sociedade, do cidadão que não aguenta mais carregá-lo como um fardo. Essa é a independência de que falo, a independência que remete à liberdade.

A jornada é longa e, quanto antes for iniciada, melhor. Em quatro anos não é possível fazer tudo, claro, mas é possível fazer muito. Estamos conversando com cidadãos para chegar a uma pauta comum a ser entregue aos candidatos ao Executivo e ao Legislativo que tenham compromisso com a liberdade.

A elite empresarial brasileira, da qual faço parte, infelizmente não tem liderado o processo de mudança para tornar o Brasil um país mais livre. Parte dela é até sócia do assalto ao Estado com prejuízos incalculáveis para a população mais carente. Isso é absolutamente inaceitável.

Como cidadão, eu me orgulho da operação Lava Jato. Mas me entristeço por ver empresários envolvidos nos maiores escândalos de corrupção da nossa história. Sem uma elite comprometida com o progresso e com o avanço institucional, não vamos a lugar algum.

Está mais do que na hora de os empresários assumirem sua responsabilidade. Empreendedores devem ser os guardiões mais intransigentes da competitividade e da liberdade, pré-requisitos para a criação de riqueza, que move a economia e coloca a sociedade no caminho da prosperidade e da justiça social.

Da justiça social verdadeira, acrescento, aquela que promove autonomia, dignidade e oportunidade para todos. Não podemos mais ser parte do problema. Temos que honrar nossa vocação e ser parte da solução.

Se saio da minha zona de conforto para tomar essa iniciativa é porque tenho fé no Brasil e nos brasileiros. Urge devolver o Brasil ao seu verdadeiro dono, o povo brasileiro.

Tenho convicção de que está em nossas mãos refundar o Brasil em bases mais livres e solidárias, mais modernas e prósperas para todos. Essa é a minha ideologia, esse é o meu compromisso.

 

8º Colóquio do Fórum da Liberdade debate o tema Riscos do Poder. Evento acontece no dia 28 de novembro, às 19h, no Salão Mercosul do Hotel Sheraton, para convidados

8º Colóquio do Fórum da Liberdade debate o tema Riscos do Poder. Evento acontece no dia 28 de novembro, às 19h, no Salão Mercosul do Hotel Sheraton, para convidados

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“Riscos do Poder” será o tema do 8º Colóquio do Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), fechado para convidados, no dia 28 de novembro, a partir das 18h30min, no Salão Mercosul do Hotel Sheraton, em Porto Alegre/RS. Os palestrantes confirmados no evento serão José Renato Hopf, empresário, fundador da GetNet e da 4all, Ricardo Ferraço, Senador da República pelo Espírito Santo e Luiz Felipe Pondé, filósofo e escritor. Nesta edição, teremos o lançamento do livro “Filosofia para Corajosos”, às 18h30min, quando Pondé fará sessão de autógrafos antes de iniciar o debate. “Os colóquios promovidos pelo IEE têm como objetivo manter ativo o debate iniciado no Fórum da Liberdade, ampliando a reflexão e a troca de ideias sobre temas de relevância para a sociedade”, afirma o presidente do IEE, Rodrigo Tellechea.

De acordo com a diretoria do IEE, a busca pelo poder acompanha o ser humano desde suas origens mais remotas e tem sido a ica nas sociedades democráticas contemporâneas. O processo de construção da democracia ocidental e de formação das instituições que equilibram, calibram e resguardam o sistema enfrenta forças constantes de dominação, cujos limites estão baseados na defesa das liberdades individuais, da propriedade privada e a da limitação constitucional do poder do Estado. “Um dos maiores riscos ao processo democrático é a existência de uma relação promíscua entre poder político e poder econômico, cujo objetivo maior é a perpetuação no poder de comando e não a promoção do crescimento e do desenvolvimento da sociedade a partir da liberdade e do livre mercado”, enfatiza Tellechea.

 

O que: 8º Colóquio do Fórum da Liberdade promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais – IEE

Data: 28 de novembro de 2016

Horário: 18h30min – com sessão de autógrafos com o lançamento do livro de Luiz Felipe Pondé seguido do debate sobre Riscos do Poder

Local: Salão Mercosul do Hotel Sheraton (Moinhos Shopping – R. Olavo Barreto Viana, 18 – Bairro Moinhos de Vento),em Porto Alegre/ RS

Evento fechado apenas para convidados

 

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

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Foi encaminhada, nesta quinta-feira (15/09), parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar, com o objetivo de unir esforços para contribuir com a atuação da polícia. As entidades manifestaram interesse em trabalhar em conjunto e colaborar com as necessidades do efetivo. O encontro foi uma continuidade das ações em benefício da segurança pública do estado. Na terça-feira (13), as entidades encontraram com o secretário de Segurança Pública do RS, Cezar Schirmer, para declarar apoio à instituição. “Também queremos ser porta-vozes da Brigada Militar e suas necessidades, como forma de apoio a sua atuação”, ressaltou o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse.

agenda-bm2Uma das ideias é a criação de um comitê permanente com a participação da Brigada e representantes das categorias para discussão de ações efetivas. O Comandante-Geral da Brigada, Cel. Alfeu Freitas Moreira, destacou a importância da participação da Sociedade Civil Organizada na construção de convênios, como a Operação Avante. Ele apontou como exemplo, a necessidade de mais eficiência na comunicação e a carência de tecnologia. “Podemos construir projetos que atendam essas necessidades”.

O presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, Henry Chmelnitsky, fez questão de reforçar que as entidades empresariais estão juntas com a Brigada para construir soluções que se transformem em medidas para a sociedade. “Para sermos mais eficazes, a ideia é implantarmos as ações, em um primeiro momento, de Porto Alegre e Região”.

Ficou acertado que uma nova reunião será agendada para que seja definido de que forma as entidades poderão atuar para contribuir. “Queremos identificar uma necessidade da Brigada Militar que possa ser encampada e suprida pelas nossas entidades para fortalecer a segurança pública”, completou o presidente da CDL POA, Alcides Debus.

Fazem parte da iniciativa as entidades que integram o Fórum Permanente da Segurança Pública: Sindha, Sindilojas Porto Alegre, CDL POA, Setcergs, Sinepe/RS, SHPOA, Secovi, Fecomércio, Sindiótica, ACPA, Federasul, Agas, FCDL-RS, CRC-RS, OAB RS, Sindigêneros RS, Ajorsul, Sescon-RS, Porto Alegre Convention & Visitors Buerau, Lide, Sinprofar RS, IEE, Sincodiv RS, Fenabrave, Sicopeças, Sinprofar e Sindiatacadistas.

7º Colóquio do Fórum da Liberdade debateu o tema Fundamentos para a Retomada. Aod Cunha, Joel Pinheiro da Fonseca e Walter Lídio Nunes foram os palestrantes do evento

7º Colóquio do Fórum da Liberdade debateu o tema Fundamentos para a Retomada. Aod Cunha, Joel Pinheiro da Fonseca e Walter Lídio Nunes foram os palestrantes do evento

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O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) promoveu na noite desta segunda-feira, dia 15 de agosto, o 7º Colóquio do Fórum da Liberdade. O evento, realizado no Hotel Sheraton, em Porto Alegre, teve como tema Fundamentos para a Retomada. Com o objetivo de dar continuidade ao debate de ideias gerado no Fórum da Liberdade, o colóquio contou com as palestras do economista Aod Cunha; do também economista e Mestre em Filosofia, Joel Pinheiro da Fonseca; e do presidente da CMPC Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes.

O debate foi mediado pelo presidente do IEE, Rodrigo Tellechea, que reforçou a necessidade de pautar a agenda de mudanças e discutir as reformas estruturais que permitirão a recuperação institucional e econômica do Brasil. Ponderou, no entanto, que a “intenção não é apresentar propostas definitivas, mas fomentar o debate e propor soluções que nos permitam viver em um país mais próspero e livre”.

Aod Cunha afirmou que a atual crise político-econômica brasileira tem características muito peculiares e diferentes. “Ela exige muito mais da sociedade brasileira em termos de maturidade que as anteriores que passamos. Somos muito infantis, reclamamos do Estado, dos políticos, mas não nos envolvemos efetivamente”, salientou. Para ele, existe uma discussão crescente sobre liberdade de mercado, mas o setor empresarial se mostra acomodado com a situação quando os subsídios vêm para a sua área de atuação.

O economista ainda destacou que o amadurecimento da sociedade frente à política passa pelo entendimento de que o ajuste fiscal precisa ser um valor. Diante desta visão, Aod salientou que uma das medidas mais importantes para atingir um equilíbrio econômico é a reforma da Previdência: “O Brasil vai envelhecer em taxas mais elevadas que os demais países. Isso vai trazer enormes desafios e a população precisa entender o tamanho do problema que vamos enfrentar. Ou conseguimos obter um consenso mínimo na sociedade ou vamos naufragar como país”.

Para Walter Lídio Nunes é necessário que entidades civis e empresariais se unam para realizar um exercício qualificado de cidadania política. “Temos de fugir da omissão e começar a ter uma posição mais ativa na política. Assim, reunimos as nossas representatividades no sentido de discutir e estarmos mobilizados para fazer pressão”, destacou. O empresário ainda enfatizou a descaracterização dos poderes no Brasil, com uma máquina pública de alto custo e uma entrega muito abaixo do esperado.

Walter Lídio Nunes falou também sobre a competitividade brasileira no cenário internacional: “Quando comparamos o Brasil com outros países mais desenvolvidos acabamos derrubando um pouco do otimismo que possamos ter”. Segundo o palestrante, somos o terceiro país mais fechado em termos de abertura comercial, o que reflete em uma necessidade maior em estarmos inseridos no comércio do resto do mundo.

Segundo Joel Pinheiro da Fonseca, o atual momento é um grande desafio ao Brasil, mas também uma ótima oportunidade. Para ele, é necessário criar alternativas para fazer um Estado que provém o essencial, mas que deixe a economia mais livre para estimular o empreendedorismo. “A grande missão é saber traduzir as propostas liberais para o contexto social, político e econômico do Brasil”, salientou.

O economista e Mestre em Filosofia acredita que a atual crise foi construída por diversos erros do passado que não passaram impunes. “O Brasil não apenas desacelerou como diminuiu e continua diminuindo. Essa é uma maré muito mais baixa que a do resto do mundo”, criticou. “Temos uma crise política e, de uma forma mais profunda, uma crise de representatividade”

IEE promove o 7º Colóquio do Fórum da Liberdade com o tema ‘Fundamentos para a Retomada’

IEE promove o 7º Colóquio do Fórum da Liberdade com o tema ‘Fundamentos para a Retomada’

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O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) promove nesta segunda-feira, 15, o 7º Colóquio do Fórum da Liberdade. Com o tema “Fundamentos para a Retomada”, o evento contará com a participação do economista Aod Cunha; do também economista e Mestre em Filosofia, Joel Pinheiro da Fonseca; e do presidente da CMPC Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes. Realizado no Sheraton Hotel Porto Alegre, a partir das 19h, o Colóquio tem como objetivo dar continuidade ao debate de ideias gerado no Fórum da Liberdade. Esta é a sétima edição do evento aberto a convidados.

Com o tema ‘Fundamentos para a Retomada’, o 7º Colóquio do Fórum da Liberdade busca aprofundar o debate sobre a situação político-econômica do Brasil a partir de uma perspectiva propositiva da atual conjuntura nacional. Os colóquios promovidos pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) têm como objetivo manter ativos os debates do Fórum da Liberdade (que completará 30 anos em 2017), ampliando a reflexão e a troca de ideias sobre temas de relevância para a sociedade”, afirma o presidente do IEE, Rodrigo Tellechea.

Aod Cunha é mestre e doutor em economia e pós-doutor pela Columbia University/EUA. Entre 2003 e 2006, foi presidente da Fundação de Economia e Estatística do RS, além de secretário da Fazenda e presidente do Conselho de Administração do Banrisul no período de 2007 a 2009, quando tentou sanear as contas públicas do estado. Foi consultor sênior de macroeconomia do Banco Mundial em 2010 e managing director do JP Morgan de 2011 a 2014. Atualmente é sócio do Banco BTG Pactual e conselheiro do Banco PAN desde 2015.

Walter Lídio Nunes é presidente da CMPC Celulose Riograndense, com sede en Guaíba (RS) e presente no mercado internacional de celulose de fibra curta de eucalipto. Atuou na década de 70 na Riocell e na Aracruz Celulose, onde trabalhou por mais de 25 anos. Em 2010, assumiu a presidência Celulose Riograndense. Também é conselheiro no movimento Espírito Santo em Ação, diretor do Centro das Indústrias do RS, vice-presidente da Associação Gaúcha das Empresas Florestais e vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Papel, Papelão e Cortiça do RS, além de participar dos conselhos do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade, Agenda 2020 e Movimento Brasil Competitivo.

Joel Pinheiro da Fonseca é formado em Ciências Econômicas pelo Insper e em Filosofia pela USP, onde também realizou mestrado. Foi criador e editor da revista Dicta&Contradicta, diretor do Partido Libertários e membro do conselho do Estudantes pela Liberdade. Atualmente é gestor de mídias sociais do Partido Novo e ensaísta da Exame Hoje, aplicativo da Revista Exame.

Jorge Dib palestra hoje em jantar-debate do IEE

Jorge Dib palestra hoje em jantar-debate do IEE

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Nesta segunda-feira, dia 9 de maio, o empresário Jorge Dib, palestrará no jantar-debate do Instituto de Estudos Empresariais (IEE). Dib é ex-presidente do IEE e empresário, e foi também diretor executivo do Google, Grupo RBS, Serasa Experian e Sodexo, e falará sobre a temática “Liberdade e Prosperidade”. Assim, abordará o liberalismo, e como este moldou sua forma de ver o mundo e também como influenciou sua trajetória profissional e guiou suas ações no ambiente empresarial. O evento, fechado para associados do IEE, ocorre às 19h30, no Instituto Ling, em Porto Alegre (RS).

Jorge Dib é administrador de empresas (PUC-RS) e Mestre em Administração (Strictu Sensu) pela UFRGS. Após seu mestrado fundou uma empresa de consultoria em Estratégia Competitiva de Marketing que atendeu clientes como Ipiranga Petroquímica, Grendene, ABRAS, entre outros. Nesse período fez palestras no Brasil, Inglaterra, Chile, Portugal e Canadá falando sobre o potencial do mercado brasileiro de varejo e serviços. Foi diretor executivo de empresas nacionais e multinacionais como Grupo RBS, Google, Serasa Experian e Sodexo. Além disso, Dib sempre participou de entidades voltadas para reflexões sobre a liberdade e prosperidade como o IEE, onde foi presidente, Instituto Liberal (vice-presidente), Associação Junior Achievement (Vice-Presidente) e FEDERASUL (vice-presidente).

Eleições 2016: Ex-presidente do IEE Ricardo Gomes anuncia candidatura em Porto Alegre

Eleições 2016: Ex-presidente do IEE Ricardo Gomes anuncia candidatura em Porto Alegre

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Ricardo Gomes, no Fórum da Liberdade 2016 – PUC/RS

Faltando seis meses para o pleito de outubro, começam a surgir novidades no quadro de candidaturas a Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Hoje, ao final do Fórum da Liberdade, o ex-presidente do IEE, Ricardo Gomes anunciou que irá concorrer a vereador pelo Partido Progressista. Em sua página pessoal no Facebook, ele escreveu: “Com a saída do PP do governo federal essa tarde, por ampla maioria, enquanto eu acompanhava o Fórum da Liberdade, consolidei uma tomada de decisão que vinha amadurecendo. Serei candidato a Vereador em Porto Alegre. Sou e sempre serei advogado. Frequento o Fórum da Liberdade há 14 anos – 9 deles como associado do IEE – que presidi em 2012. Sempre gostei de política, e sempre a estudei. Por um ano fui chefe de gabinete do Marcel van Hattem – e vi que é possível, sim, estar na política sem cair no “mais do mesmo” e sem sujar as mãos. Concorrerei pelo PP, mesmo partido do Marcel van Hattem, contribuindo nesse empenho em fortalecer nossas ideias dentro do partido (que jamais poderia ter apoiado o governo).

Vou, então, tentar promover as ideias que aprendi no IEE e no Fórum da Liberdade também na política partidária. Tentar fazer o Estado pesar menos sobre as costas dos indivíduos, tentar reconquistar a liberdade que perdemos para os governos, e certamente não ceder ao mal.

Farei uma campanha como sempre fiz tudo: com ideias, apoio dos amigos, franqueza e desejo de mudar nosso destino para melhor.”

Antes de chefiar o gabinete de Marcel Van Hattem, na Assembleia,  o advogado Ricardo Santos Gomes foi presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), vice-presidente do Instituto Liberdade (IL) e sócio do escritório Gomes & Takeda Advogados Associados. Gomes é especialista em direito do trabalho pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS). Foi diretor de Formação e vice-presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE). Uma passagem interessante da vida política-associativa de Ricardo Gomes aconteceu em 2011, como vice-presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE de Porto Alegre-RS), o advogado Ricardo Santos Gomes, esteve em Cuba para entregar o Prêmio Liberdade de Imprensa para a blogueira Yoani Sanchez. Confira a história completa no site do MISES.

Nos próximos dias outras figuras conhecidas da sociedade de diferentes áreas como jornalistas, sindicalistas, empresários, jogadores de futebol  devem ser confirmados como candidatos ao parlamento municipal. Apesar da crise política a tendência é que muita gente de fora dos atuais círculos políticos tradicionais se apresentem para uma candidatura.

Liberdade para empreender e de imprensa são defendidas no 29º Fórum da Liberdade

Liberdade para empreender e de imprensa são defendidas no 29º Fórum da Liberdade

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A solenidade de abertura do 29º Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) ressaltou pontos importantes que pautam as discussões econômicas atuais, como a melhora das condições para se empreender e a liberdade de imprensa. Durante a cerimônia, foram apresentadosos vencedores do Prêmio Libertas, José Galló, e do Prêmio Liberdade de Imprensa, Diego Casagrande. O evento contou com a participação de representantes do poder público, empresarial e do terceiro setor, tais como o governador, José Ivo Sartori; o vice-governador, José Paulo Cairoli; a presidente da Assembleia Legislativa, Silvana Covatti; o presidente da FIERGS, Heitor José Müller; o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn; entre outras autoridades. 

O presidente do IEE, Ricardo Heller, destacou a relevância da escolha da obra A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, como temática inspiradora para o Fórum desta edição. “A cada acontecimento em nosso País, notamos a importância de ressaltarmos esta obra. Isso se deu, infelizmente, pela grande semelhança da distopia criada por Rand com a realidade brasileira”, afirmou, complementando que além de um novo governo, é preciso defender um novo código moral para a sociedade. Heller enfatizou que no cenário atual, quem moverá o mundo são os indivíduos que empreendem e inovam. “Estes empresários acreditam no impacto positivo na sociedade”, disse o presidente.

20160411-untitled-0207-3Agraciado com o Prêmio Liberdade de Imprensa, o jornalista Diego Casagrande destacou que “a liberdade só é mesmo valorizada quando é perdida”. Defendendo o direito de que cada cidadão é dono de seu próprio pensamento, Casagrande foi taxativo ao afirmar que os locais de formação dos jovens devem ser imparciais. “As escolas devem criar seres pensantes, ao invés de militantes”, desabafou o radialista. Pleno defensor da liberdade, Casagrande definiu que a mesma não existe se não for de maneira plural e finalizou propondo uma reflexão: “Quem sabe não começamos a expandir esta liberdade pelas redações dos veículos de imprensa?”.

A árdua situação para empreender no Brasil também foi ressaltada com o discurso do empresário, José Galló, agraciado com20160411-untitled-0515-2 o Prêmio Libertas. “Na obra tema deste Fórum, os empresários deixam a cidade quando a atividade econômica está totalmente estagnada. Porém, nós, na vida real, não precisamos esperar chegar a este extremo caótico. É preciso de uma mudança de rota, e que seja a curto prazo”, confessou Galló. Referindo-se a administração pública, o diretor-presidente da Renner afirmou que em países sérios este segmento é povoado por especialistas e técnicos das respectivas áreas. “Atlas não tem mais força para carregar este Estado”, explicou.

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, ressaltou a importância do debate das ideias da vida pública e privada proposto no Fórum da Liberdade. “O princípio da discussão de pensamentos é agente de inovação. Sem a circulação de ideias não somos capazes de refletir, inibindo a nossa liberdade”, ressaltou. Em sua exposição, Sartori destacou o papel fundamental da boa política para o avanço e a perspectiva de futuro da sociedade: “As palavras não podem esconder as ações”. Durante o seu discurso, Sartori aproveitou para revelar que acabara de chegar uma mensagem informando que o Rio Grande do Sul ganhou a liminar contra a dívida da União.

Quem move o mundo? Fórum da Liberdade começa hoje na PUC querendo responder esta pergunta. Confira a entrevista do presidente do IEE/RS Ricardo Heller

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Conversei hoje com o presidente do IEE, Ricardo Heller, sobre a edição 2016 do Fórum da Liberdade. Há 29 anos, o evento vem proporcionando um espaço de debates entre grandes palestrantes que fomenta alternativas objetivas e viáveis para equacionar os problemas do Brasil e da América Latina.

Desde 1988, o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) – organizador do evento, tem conquistado como resultado da qualidade e riqueza dos temas, dos debates, dos palestrantes e do evento em si, maciça cobertura da mídia nacional ao longo dos anos. E em 2013, o reconhecimento pela Revista Forbes como o maior espaço de debate político, econômico e social da América Latina.

Em 2016, na sua 29ª edição, o evento busca debater ideias sobre o papel e importância dos empresários no desenvolvimento do País, com o tema: “Quem move o mundo?”, que se realiza hoje e amanhã, na PUCRS.