Ives Gandra Martins diz que Ricardo Lewandowski errou ao permitir votação em separado da questão da inelegibilidade de Dilma

Ives Gandra Martins diz que Ricardo Lewandowski errou ao permitir votação em separado da questão da inelegibilidade de Dilma

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Conversei hoje no Agora/Rádio Guaíba, com o advogado Ives Gandra Martins, sobre a surpreendente decisão aprovada pelos senadores de dividir a votação do impeachment de Dilma em duas. O que permitiu a ex-presidente continuar habilitada a exercer função pública. Para ele, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, errou. Acompanhe a rápida entrevista que realizei nesta quinta-feira.

 

 

Ives Gandra Martins diz que aúdios liberados por Moro são legais porque Lula ainda não tinha foro privilegiado.

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Conversei hoje com o professor e jurista Ives Gandra Martins. Segundo ele, o juiz federal Sérgio Moro tinha o direito de fazer a escuta com base no fato de que Lula tem pedido de prisão preventiva pelo ministério Público de São Paulo e é investigado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção com base na delação premiada de Delcídio do Amaral. Em entrevista ao Programa Agora, da Rádio Guaíba, Martins disse que o fato do juiz ter publicado os áudios está respaldado no princípio fundamental da Publicidade na Constituição Federal. Na avaliação dele, Dilma teria violado ao menos quatro princípios constitucionais com essa nomeação.

Martins destacou que os diálogos que revelados tem uma linguagem típica de bordel, o que não é compatível com pessoas que administram o País. Para o jurista, tudo isso fragilizou o governo da presidente Dilma. Ao ser questionado sobre a atuação do juiz federal no caso, Martins disse acreditar que Moro não exorbitou nada porque só no momento em que Lula assinar o documento de posse que passa a desfrutar de foro privilegiado para as investigações

A favor do Impeachment: Para Ives Gandra Martins há base legal para tirar Dilma do poder

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Conversei nesta quarta-feira(09.12.15) com o jurista Ives Gandra Martins, autor do primeiro parecer jurídico favorável ao impeachment, o jurista e professor emérito da Universidade Mackenzie acredita que agora, dez meses depois de ter escrito o documento, a base jurídica para depor a presidente é ainda mais concreta.