RS: Projeto para a Metade Sul vai ao plenário do Senado

RS: Projeto para a Metade Sul vai ao plenário do Senado

Destaque

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou hoje (4) projeto de autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS) que permite ao governo federal criar a Região Integrada de Desenvolvimento (Ride) da Metade Sul do Rio Grande do Sul, além de instituir um programa especial de incentivos fiscais e econômicos voltados aos 106 municípios abrangidos.

“Temos de socorrer a Metade Sul do Rio Grande, uma região que sofre há décadas com seu declínio econômico e com um crescente êxodo de trabalhadores em busca de oportunidades de trabalho”, comentou Lasier.

O senador observa que, atualmente, já existem no país outras três redes de integração, no Distrito Federal, em Petrolina-Juazeiro (PE/BA), e na Grande Teresina (PI). As Rides podem receber recursos de fundos constitucionais e diretamente do Orçamento da União, inclusive via emendas parlamentares.

O PLS 129/2018 seguirá para o plenário do Senado, com pedido de urgência na votação.

Histórias de Paulo Sant’Ana: Dexheimer e revólver em Erechim, a volta para RBS, o Senado, a camisa colorada no Jornal do Almoço

Histórias de Paulo Sant’Ana: Dexheimer e revólver em Erechim, a volta para RBS, o Senado, a camisa colorada no Jornal do Almoço

Destaque Vídeo

Durante o programa da Rádio Guaíba, a repórter Vitória Famer fez registros com várias das personalidades que passaram pela Arena durante o velório de Paulo Sant’Ana. O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr falou sobre o torcedor fanático e a quase candidatura ao senado. Lasier Martins lembrou o dia que Sant’Ana vestiu a camisa do Inter no Jornal do Almoço. Claro Gilberto, recordou a volta para RBS depois de um período na TV Difusora e ainda de uma viagem a Erechim onde Sant’Ana, que como ex-delegado de polícia andava armado, sacou o revólver e colocou embaixo da mesa ao ver o prefeito da cidade, Antonio Dexheimer, suspeito da morte do jornalista e ex-deputado José Antonio Daudt se aproximar de onde estavam.   Confira !!

 

Lasier rebate críticas sobre desperdício com reforma de gabinete. Segundo o parlamentar, há rachaduras nas paredes do gabinete e o sistema de ar condicionado é deficiente

Lasier rebate críticas sobre desperdício com reforma de gabinete. Segundo o parlamentar, há rachaduras nas paredes do gabinete e o sistema de ar condicionado é deficiente

Destaque Direito Economia Poder Política

Com o mal-estar provocado pela reforma do gabinete parlamentar,  orçada em R$ 138 mil, o senador gaúcho Lasier Martins rebateu hoje, as críticas de que o gasto é desnecessário em tempo de crise econômica. Em entrevista para o programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, ele disse que o dinheiro público foi aplicado por extrema necessidade e não com o fim de desperdício.

O senador explica que, quando assumiu o mandato, a intenção era ocupar o gabinete do ex-senador Pedro Simon (PMDB). Porém, a sala já havia sido alocada para a senadora Vanessa Graziottin (PC do B). Lasier ficou, então, com um espaço menor para abrigar a equipe de trabalho. Segundo o parlamentar, há rachaduras nas paredes do gabinete e o sistema de ar condicionado é deficiente.

Lasier salienta que, apesar das insistências da chefe de gabinete, resistiu à ideia, de início. Ele também sustenta ter um dos gabinetes mais econômicos do Senado, com apenas 11 assessores. O espaço reduzido foi o ponto que o convenceu a concordar com a reforma. “Neste ano, ela (chefe de gabinete) voltou a pedir e disse que outros tantos reformaram. Ela argumentou que o gabinete era muito inferior, de modo que é uma reforma necessária principalmente para qualificar o sistema de ar condicionado e aproveitar espaços ociosos”, completou.

Além do gabinete de Lasier, a sala do senador Romero Jucá também passa por reforma avaliada em R$ 163 mil. (Samantha Klein/Rádio Guaíba)

“É preferível ser expulso do que me acovardar”, rebate Lasier sobre possibilidade de deixar PDT ao votar contra Dilma

“É preferível ser expulso do que me acovardar”, rebate Lasier sobre possibilidade de deixar PDT ao votar contra Dilma

Notícias Poder Política

Apesar da posição do PDT de defender o governo Dilma Rousseff, o senador Lasier Martins voltou a afirmar hoje que vai votar pelo afastamento da presidente. A direção da legenda garante que vai expulsar os pedetistas que votarem a favor do impeachment também no Senado. Após a votação na Câmara, seis processos foram abertos contra os parlamentares que contrariaram a ordem do partido – incluindo o gaúcho Giovani Cherini.

Em entrevista ao programa Esfera Pública, Lasier foi categórico ao afirmar que não vai votar contra o impeachment de Dilma. “É preferível ser expulso, do que me acovardar e recuar. Eu não sou disso”, salientou.

Lasier também voltou a criticar a postura do presidente do PDT, Carlos Lupi. Para o senador, a orientação da legenda de manter-se na base do governo vem gerando uma debandada de parlamentares. “Eu até já estou definido ele da seguinte maneira: é o exterminador do PDT. Nós perdemos neste ano três senadores brilhantes irresignados com o comando do Lupi – Cristovam Buarque (DF), Antonio Reguffe (DF) e Zezé Perrela (MG)”, cita. Para resolver o impasse, o senador defende, inclusive, que Lupi renuncie do comando nacional.

Senador defende novas eleições

Embora considere a possibilidade difícil, Lasier Martins disse que o correto, no momento, é o chamamento de novas eleições para presidente. Para o senador, Dilma e Temer devem, para isso, renunciar. “Sou inteiramente a favor embora descrente que isso seja possível porque será possível apenas com a renúncia da Dilma e do Temer. Seria o ideal”, analisou.

Votação na Câmara foi um “cenário deprimente”

Lasier também repudiou a conduta dos deputados federais em meio à votação do impeachment de Dilma na Câmara, no domingo. “Foi um cenário grotesco e deprimente”, avaliou. Com 21 ex-governadores no Senado, o pedetista garantiu que as discussões na Casa terão nível mais elevado. “O plenário do Senado é bem diferente. É mais sereno”, concluiu. (Lucas Rivas/Rádio Guaíba)

Senador Paulo Paim vê como certa derrota em batalha contra o impeachment de Dilma

Senador Paulo Paim vê como certa derrota em batalha contra o impeachment de Dilma

Direito Economia Notícias Poder Política

O senador Paulo Paim (PT), que recentemente voltou atrás na decisão de abandonar o Partido dos Trabalhadores (PT) para se filiar ao PDT, avaliou hoje serem poucas as chances de a presidente Dilma Rousseff se manter no cargo. O motivo, segundo ele, é o anúncio de retirada de apoio do PMDB, sigla do vice-presidente Michel Temer e principal integrante da base aliada. Paim concedeu entrevista ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba. A decisão do PMDB deve ser referendada nesta terça-feira, em convenção da sigla. O desembarque ganhou ainda mais força depois que o estado do Rio de Janeiro aderiu ao movimento. No Rio Grande do Sul, o partido confirmou a saída do governo. Conforme Paim, o PMDB deve influenciar a decisão de siglas que também compõem a base, como PP e PDT. “No início do ano, eu achava que a chance de impeachment era de 8 a 2 a favor da presidente. Eu acho que hoje está 6 a 4 pela manutenção de Dilma, mas com a saída do PMDB da base aliada, a derrota seria de 8 a 2. A tendência é que leve outros partidos com ele, como é o caso do PP que tem 49 deputados”, disse o senador.

Paim ponderou que mesmo que a militância continue nas ruas, não há chance de reverter esse cenário com a perda do principal aliado. O PMDB soma seis ministérios e centenas de cargos no segundo escalão. Com o eventual impeachment, Michel Temer assume como presidente da República.

Plenário do Senado Federal durante sessão não deliberativa.  Em discurso, senador Lasier Martins (PDT-RS).  Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Senador Lasier Martins (PDT-RS).
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Conforme o senador Lasier Martins (PDT), que também falou ao Esfera Pública, são ainda maiores chances de Dilma ser derrotada no Senado do que na Câmara dos Deputados. “Se passar pela Câmara, pois são necessários 342 votos (dos 513 deputados), não há dúvida de que (o impedimento) passa no Senado”, sustenta.

Com uma base de parlamentares rachada quanto à saída do governo, na semana passada o diretório gaúcho do PDT entregou ao presidente nacional da sigla um documento reivindicando a retirada do apoio a Dilma. O dirigente do partido, Carlos Lupi, no entanto, é aliado da presidente.

Outro aliado importante prestes a abandonar o governo Dilma é o PP, que com 49 deputados e seis senadores, vai se reunir na quarta-feira. O encontro vai definir a convenção que pode confirmar o desembarque. (Samantha Klein/Rádio Guaíba)

Cristovam Buarque fala sobre saída do PDT e opção pelo PPS. Senador critica Ciro Gomes e elogia Aécio Neves

Notícias Poder Política

Entrevistei hoje o senador Cristovam Buarque sobre a saída do PDT. Ele esteve  11 anos no Partido. Cristovam, disse que foi convidado pelo presidente nacional do PPS, Roberto Freire, para capitanear uma modernização na sigla. Por isso decidiu deixar a legenda e se filiar ao PPS na próxima quarta-feira. O parlamentar trocou o PT pelo PDT em 2005, às vésperas do escândalo do mensalão e disse que deixa o partido por não querer compactuar com um acordo com o PT, que deverá lançar o nome de Ciro Gomes candidato a presidente em 2018, caso o ex-presidente Lula não consiga se viabilizar como candidato.

Em entrevista ao Programa Agora da Rádio Guaíba, esclareceu que o PPS é um partido que tem propostas para o futuro do Brasil, incluindo a estabilidade monetária como compromisso para o Século 21. Destacou que não estamos em crise mas em processo de decadência econômica e para tanto o PPS oferece condições de fazer política. Ao ser questionado sobre a mudança de legenda, Cristovam não garantiu nem negou que seria candidato a presidente em 2018. O senador confessa que houve conversas sobre o tema, mas disse que não migra para o PPS por conta disso e cogita, inclusive, apoiar outro candidato. Ao ser questionado se o candidato do partido for Aécio Neves, disse que ele é uma alternativa para mudar o Brasil e que teria condições de enfrentar os problemas do País.

Lasier Martins responde críticas ao seu trabalho no Senado

Notícias Poder Política

 

Entrevistei hoje no Agora/Rádio Guaíba, o Senador Lasier Martins(PDT/RS). Ele respondeu a crítica feita pelo ouvinte Joacir Talasca, ao trabalho que realiza no Parlamento. Segundo Lasier, mesmo em seu primeiro ano de mandato, a atuação foi intensa. Ele falou sobre o que fez, respondeu perguntas sobre projetos, impeachment de Dilma, Operação Zelotes, outros assuntos e críticas de outros ouvintes da Guaíba.