Eduardo Leite conversará com investidores e prospectará negócios em Nova York e Londres

Eduardo Leite conversará com investidores e prospectará negócios em Nova York e Londres

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O governador Eduardo Leite se reúne com investidores entre os dias 13 e 18 , em Nova York e Londres. O objetivo da viagem é prospectar negócios e investimentos para o Rio Grande do Sul. Entre as oportunidades a serem citadas por Leite devem estar a privatização da Ceee, CRM e Sulgás. Ele viajará dia 11, acompanhado dos secretários da Fazenda, Marco Aurelio Santos Cardoso; Artur Lemos,  secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura e Bruno Vanuzzi, secretário extraordinário de Parcerias do RS.  Entre os dias 13 e 16, em Nova York ele falará no Council for the Americas, entidade empresarial que promove o livre comércio no continente americano. Na sequência, o grupo se reúne com executivos do banco de investimentos Merrill Lynch, e com investidores do Banco Itaú.

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Leite  participa ainda do Brasil Investment Forum, promovido pelo LIDE, Grupo de Líderes Empresariais e palestra no Brasil de Ideias New York, evento promovido pela Revista Voto e Financial Times. Em 2017, ele estudou Gestão Pública na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

Em Londres, onde fica nos dias 17 e 18, Leite se encontra com investidores e ministra palestra no Brazil Forum UK, espaço de debates sobre o futuro do Brasil.

Flávio Rocha, CEO das Lojas Riachuelo, lança em Porto Alegre o Manifesto Brasil 200 anos

Flávio Rocha, CEO das Lojas Riachuelo, lança em Porto Alegre o Manifesto Brasil 200 anos

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O  CEO das Lojas Riachuelo,  Flávio Rocha, lançou hoje em Porto Alegre, o manifesto Brasil 200 anos,  durante o evento “Manifesto da Mudança: A Voz do Empresário”  para convidados do LIDE e IEE. Rocha falou  sobre o movimento  liderado por ele e que possui este nome pela referência aos dois séculos de independência do país, data comemorada em 2022 – ano que marcará o fim do mandato do Presidente da República, a ser eleito no próximo mês de outubro. Com esta iniciativa, o empresário propõe um debate para que a sociedade utilize as eleições de 2018 com o objetivo de reduzir o tamanho da gestão pública e aumentar a liberdade dos cidadãos. Abaixo está o artigo assinado pelo empresário, publicado no jornal Folha de São Paulo. Eu conversei com ele sobre o assunto no programa Agora/Rádio Guaíba.

Brasil 200, pela independência ou independência do país

Muitos de vocês já devem saber que recentemente lançamos o “Brasil 200”. Embora tenha, com muito orgulho, erguido sua pedra fundamental em evento realizado em Nova York, esse movimento não é meu ou das lideranças que o apoiam.

Trata-se de um movimento da sociedade civil, que quer um Brasil diferente do arremedo de país em que foi transformado por sucessivos governos desastrosos.

“Brasil 200” é uma alusão aos 200 anos de Independência, assim batizado para que não percamos de vista o objetivo fundamental do movimento. Os 200 anos serão comemorados em 2022, quando termina o mandato do presidente eleito neste ano. 2022, portanto, começa em 2018. Os 200 anos do Brasil independente começam aqui e agora.

O país encontra-se prostrado. Recentemente, o previsível rebaixamento da nota de crédito pela Standard & Poor’s foi um duro lembrete da situação em que estamos.

Apesar da incipiente recuperação econômica, ainda temos muito o que caminhar para conseguir um crescimento sustentável que absorva os inacreditáveis 12 milhões de desempregados.

O fato é que o Brasil não tem um governo. O governo é que tem um país. E o usa indevidamente, sem observar os princípios básicos de uma administração saudável e republicana, em que o bem comum está acima de interesses individuais ou de grupos. O resultado é a gastança, o desperdício, o endividamento, com prejuízo a todos, ou quase todos, se é que me entendem.

Nosso esforço diário em gerar riqueza é drenado pelos ralos bilionários de corrupção e clientelismo, é ameaçado por regulações insanas e intervencionismo retrógrado. Os últimos anos, em que prevaleceu o paternalismo autoritário, foram marcados pela aversão ao liberalismo e ao empreendedorismo. Se ameaça vidas —as vidas das famílias do exército de desempregados—, a incompetência é criminosa.

É preciso dar um basta! Chegou a hora de uma nova independência. É preciso tirar o Estado das costas da sociedade, do cidadão que não aguenta mais carregá-lo como um fardo. Essa é a independência de que falo, a independência que remete à liberdade.

A jornada é longa e, quanto antes for iniciada, melhor. Em quatro anos não é possível fazer tudo, claro, mas é possível fazer muito. Estamos conversando com cidadãos para chegar a uma pauta comum a ser entregue aos candidatos ao Executivo e ao Legislativo que tenham compromisso com a liberdade.

A elite empresarial brasileira, da qual faço parte, infelizmente não tem liderado o processo de mudança para tornar o Brasil um país mais livre. Parte dela é até sócia do assalto ao Estado com prejuízos incalculáveis para a população mais carente. Isso é absolutamente inaceitável.

Como cidadão, eu me orgulho da operação Lava Jato. Mas me entristeço por ver empresários envolvidos nos maiores escândalos de corrupção da nossa história. Sem uma elite comprometida com o progresso e com o avanço institucional, não vamos a lugar algum.

Está mais do que na hora de os empresários assumirem sua responsabilidade. Empreendedores devem ser os guardiões mais intransigentes da competitividade e da liberdade, pré-requisitos para a criação de riqueza, que move a economia e coloca a sociedade no caminho da prosperidade e da justiça social.

Da justiça social verdadeira, acrescento, aquela que promove autonomia, dignidade e oportunidade para todos. Não podemos mais ser parte do problema. Temos que honrar nossa vocação e ser parte da solução.

Se saio da minha zona de conforto para tomar essa iniciativa é porque tenho fé no Brasil e nos brasileiros. Urge devolver o Brasil ao seu verdadeiro dono, o povo brasileiro.

Tenho convicção de que está em nossas mãos refundar o Brasil em bases mais livres e solidárias, mais modernas e prósperas para todos. Essa é a minha ideologia, esse é o meu compromisso.

 

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

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Foi encaminhada, nesta quinta-feira (15/09), parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar, com o objetivo de unir esforços para contribuir com a atuação da polícia. As entidades manifestaram interesse em trabalhar em conjunto e colaborar com as necessidades do efetivo. O encontro foi uma continuidade das ações em benefício da segurança pública do estado. Na terça-feira (13), as entidades encontraram com o secretário de Segurança Pública do RS, Cezar Schirmer, para declarar apoio à instituição. “Também queremos ser porta-vozes da Brigada Militar e suas necessidades, como forma de apoio a sua atuação”, ressaltou o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse.

agenda-bm2Uma das ideias é a criação de um comitê permanente com a participação da Brigada e representantes das categorias para discussão de ações efetivas. O Comandante-Geral da Brigada, Cel. Alfeu Freitas Moreira, destacou a importância da participação da Sociedade Civil Organizada na construção de convênios, como a Operação Avante. Ele apontou como exemplo, a necessidade de mais eficiência na comunicação e a carência de tecnologia. “Podemos construir projetos que atendam essas necessidades”.

O presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, Henry Chmelnitsky, fez questão de reforçar que as entidades empresariais estão juntas com a Brigada para construir soluções que se transformem em medidas para a sociedade. “Para sermos mais eficazes, a ideia é implantarmos as ações, em um primeiro momento, de Porto Alegre e Região”.

Ficou acertado que uma nova reunião será agendada para que seja definido de que forma as entidades poderão atuar para contribuir. “Queremos identificar uma necessidade da Brigada Militar que possa ser encampada e suprida pelas nossas entidades para fortalecer a segurança pública”, completou o presidente da CDL POA, Alcides Debus.

Fazem parte da iniciativa as entidades que integram o Fórum Permanente da Segurança Pública: Sindha, Sindilojas Porto Alegre, CDL POA, Setcergs, Sinepe/RS, SHPOA, Secovi, Fecomércio, Sindiótica, ACPA, Federasul, Agas, FCDL-RS, CRC-RS, OAB RS, Sindigêneros RS, Ajorsul, Sescon-RS, Porto Alegre Convention & Visitors Buerau, Lide, Sinprofar RS, IEE, Sincodiv RS, Fenabrave, Sicopeças, Sinprofar e Sindiatacadistas.

“Cadeia não é lugar só para ladrão de galinha”, afirma Simon.

“Cadeia não é lugar só para ladrão de galinha”, afirma Simon.

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“O Brasil já foi um país da impunidade, onde o pobre, o humilde e o negro encontravam cadeia fácil, diferente dos ricos, empresários e dos políticos que não eram presos”, declarou Pedro Simon em seminário realizado pelo LIDE Rio Grande do Sul. O evento abordou a ética nas relações pública e privada e reuniu empresários e convidados no Teatro do CIEE. O ex-senador afirmou que o País passa por um momento importante no cenário político, e fez uma breve retrospectiva sobre as mudanças que vêm ocorrendo. Citou as manifestações de 2013 e o impacto das redes sociais nessa transformação. “Nós vivemos o sepulcro de velhas práticas corruptas e marchamos para criar um novo Brasil”, disse Simon.

Para o político com mais de 60 anos de vida pública, o projeto da ficha limpa é um grande avanço no combate  à impunidade de políticos que participam de atividades ilícitas, juntamente às empresas privadas. “Eu asseguro que se levarmos esse momento adiante, vamos sair do fundo do poço”, defende. Quando interrogado sobre questões partidárias, Simon reconhece que o Brasil precisa de uma reforma estrutural. “Não podemos ter 30 partidos e nem 40 ministérios. Precisamos mudar o caminho, punir os envolvidos no Mensalão e na crise da Petrobrás. A política está sendo passada a limpo. Todos estão indo para os seus devidos lugares. Não existe partido perfeito, inclusive o meu, o PMDB, está passando por um momento dúbio”, acrescenta. Sobre a situação econômica do Estado, foi cauteloso. “o governador Ivo Sartori pegou uma bomba na mão e agiu bem ao entrar na justiça para rever o valor da dívida com a União”. O passivo de R$ 9 bilhões contraído em 1998 hoje atinge a cifra de R$ 50 bilhões, mesmo após  o pagãmente de R$ 27 bilhões. “A dívida há muito tempo está paga”, reitera. Para o presidente do LIDE Rio Grande do Sul, Paulo Ratki, a exposição de Pedro Simon vai de encontro a atual situação do país. “O senador é uma referência na história da política brasileira e sua experiência é fundamental para contribuir neste debate”, afirma.

*Foto:Tiago Trindade