Record lança “Polícia federal: A lei é para todos”, livro sobre os bastidores da Operação Lava Jato que inspirou filme homônimo

Record lança “Polícia federal: A lei é para todos”, livro sobre os bastidores da Operação Lava Jato que inspirou filme homônimo

Agenda Cultura Destaque Feira do Livro

Há mais de três anos em vigor no Brasil, a Operação Lava Jato é protagonista diária do noticiário político nacional. Não é à toa: trata-se da maior investigação de lavagem de dinheiro e corrupção já feita no país. Já foram realizadas mais de 40 fases, mais de cem suspeitos foram presos e outros tantos foram levados a depor. Em pauta, inúmeras acusações de desvios bilionários de recursos públicos, envolvendo empresários e políticos de todos os partidos, em todos os níveis de governo.

A atuação do Ministério Público e do Judiciário é bastante conhecida do público brasileiro, que já identifica os rostos de juízes e procuradores que atuam no processo. Mas em “Polícia federal: A lei é para todos”, Carlos Graieb e Ana Maria Santos narram os bastidores da investigação sob a perspectiva da equipe de policiais responsável pela força-tarefa. Amparado em muita pesquisa, numa ampla rede de informantes e em diversas entrevistas, o livro levanta episódios inéditos, saborosos, que valorizam estes profissionais fundamentais para o sucesso da operação.

Com uma narrativa eletrizante, eles não apenas revelam detalhes da apuração dos crimes, mas também as pressões e os conflitos do trabalho dos agentes. “Dos desafios logísticos que antecedem a deflagração de uma fase aos desafios técnicos ligados à decifração das provas, todas as engrenagens de uma grande operação da Polícia Federal podem ser vistas em funcionamento nesta investigação histórica”, ressaltam os autores na apresentação do livro. “O que realmente nos surpreendeu foram os detalhes da investigação propriamente dita. A quantidade de documentos apreendidos em cada uma das fases que havia sido deflagrada era simplesmente inacreditável. (…) No meio do caminho, engenheiros tiveram que desenvolver novas ferramentas, especialmente destinadas à análise de dispositivos eletrônicos”, conta a dupla, em entrevista ao Blog da Record. Ana Maria Santos atuou como executiva em empresas dos segmentos de auditoria, saúde e varejo. É autora do romance policial “De volta à escuridão”. Carlos Graieb é jornalista com passagens pela Veja, Rádio Jovem Pan e O Estado de São Paulo.

A trama ganha versão para as telas em 7 de setembro, quando “Polícia federal: A lei é para todos” chega aos cinemas de todo o país. O filme é dirigido por Marcelo Antunez e conta com um elenco que inclui nomes como Antonio Calloni, Marcelo Serrado, Flávia Alessandra e Ary Fontoura. E segundo os autores, o projeto continua: continuações tanto do livro quanto do filme estão previstas, e a dupla já trabalha na sequência.

TRECHO:

“Masuia já havia conferido os detalhes que Moscardi lhe passara. O voo TAM JJ8062 estava no horário. Moscardi gostou de saber que um ônibus levaria os passageiros até o avião. Preferia abordar seu alvo na pista pouco iluminada, e não na entrada congestionada de um finger. Antes, porém, queria ter certeza de que ela estava ali. Pediu que o levassem até o lado externo do portão de embarque, onde os ônibus estariam à espera dos passageiros. No caminho, ele mostrou para Masuia a foto de Nelma Kodama que estava em seu celular. O agente não sabia quem ela era. Melhor assim.

Nelma era de origem japonesa, mas a mulher na foto também poderia ter sangue índio, sul-americano. Lembrava, talvez, aquela velha cantora de músicas de protesto. Exato: Nelma Kodama era a Mercedes Sosa da lavagem de dinheiro. Tinha um rosto gordo, que mal se distinguia do pescoço. Na foto não se via o corpo, mas se podia adivinhar que era atarracado. O que mais chamava atenção era o olhar: insolente, inamistoso, desafiador.”

O filme será lançado em 7 de setembro. Confira o trailler:

 

POLÍCIA FEDERAL: A LEI É PARA TODOS

CARLOS GRAIEB E ANA MARIA SANTOS

Páginas: 280

Preço: R$ 37,90

Editora: Record

Os autores lançam o livro na segunda-feira, 28 de agosto, em Curitiba, em bate-papo com os atores do filme. Já na quarta-feira, dia 30 de agosto, acontece o lançamento em São Paulo. Veja o serviço completo abaixo.

 

 

 

 

 

Tacho celebra 40 anos de carreira reunindo charges em livro. Ilustrador fará lançamento no próximo dia 13, no Chalé da Praça XV; por Luciana Vicente/Correio do Povo

Tacho celebra 40 anos de carreira reunindo charges em livro. Ilustrador fará lançamento no próximo dia 13, no Chalé da Praça XV; por Luciana Vicente/Correio do Povo

Comunicação Cultura Destaque

A busca por oferecer uma charge elegante, sem agredir, mas crítica e irônica é a tarefa enfrentada pelo chargista Tacho ao elaborar sua publicação diária para o Correio do Povo. Uma série dessas criações foram reunidas no “Almanaque do Tacho: textos e traços” (editora Sinopsys), com sessão de autógrafos para os leitores do jornal no dia 13 de dezembro, das 19h às 20h, no Chalé da Praça XV.

Para o livro, foi selecionado material dos últimos cinco anos de sua produção, com ênfase em temas voltados à política e corrupção, ecologia, cultura e ufanismo gaúcho. São charges publicadas no Correio do Povo e em outros veículos, como NH, Vale dos Sinos, Diário de Canoas e Correio do Gravataí. Os textos curtos são de sua coluna semanal Planetacho, impressa no jornal ABC Domingo.

Para suas charges, Tacho diz que sempre almeja a crítica, mas acima de tudo a ironia e o entendimento imediato do leitor. “Quando os temas são políticos e ideológicos, a crítica precisa ser sempre de esquerda, até mesmo à esquerda da esquerda”, comenta. Sua intenção é provocar uma reflexão sobre o que está em evidência nos noticiários. Para conseguir isso, se mantém atualizado, lendo os jornais e conferindo sites, e conversa com amigos na busca do jogo de palavras e de frases que digam muito de forma sintética. Ele detalha que, antes do desenho, vem o diálogo. Com o tema e a conversa definidos, a escolha dos personagens e o desenho acontecem. No entanto, considera que a melhor charge, esteticamente, é aquela que nem diálogo tem.

Entre os personagens que se repetem no seu trabalho estão o gaúcho, figura que mescla ingenuidade, soberba e sabedoria; os velhos, que oferecem uma comparação entre o presente e o passado; e os jovens, mostrando conflitos e temas atuais. Tacho conta que a charge dos gaudérios sobre o dia seguinte ao show dos Rolling Stones em Porto Alegre foi um sucesso, rendendo mais de 40 mil compartilhamentos em mídias sociais e dezenas de comentários nas rádios.

Percebendo a charge como um documento histórico, o ilustrador analisa que em 40 anos de profissão, completados esse ano, criticou e registrou em desenho importantes momentos sociais, políticos e econômicos, como o fim da União Soviética, a volta da democracia no Brasil, os vários planos econômicos nacionais, a Era FHC e Lula. Sem deixar de lado momentos cruciais do futebol e acontecimentos culturais e de comportamento.

Refletindo sobre o momento atual, diz ser difícil trabalhar diante de tantas críticas e cobranças diretas feitas por meio das redes sociais. Revela que parou de ler os comentários feitos em razão de suas charges, pois considera que são desproporcionais ao que foi publicado e muitos são agressivos.

Sem se considerar um grande desenhista, dizendo que seu traço é intuitivo e caligráfico, pois não tem uma técnica, Tacho relata que o desenho permeia toda a sua vida, sendo na infância a brincadeira favorita. Seu pai era dono do Bar Ideal, um tipo de armazém, nos anos 70, em São Leopoldo, espaço que reunia diferente pessoas ao longo do dia. Neste lugar, ouvia as piadas, anedotas e histórias contadas pelos frequentadores. Tudo o que acontecia ali era anotado e virava desenho.

Na adolescência, aos 17 anos, entrou no Jornal Vale dos Sinos para ocupar o cargo de office-boy. Em pouco tempo publicava seus desenhos e foi contratado como chargista. Suas inspirações criativas foram Millôr Fernandes, por suas ilustrações e frases de efeito, e os chargistas gaúchos Santiago e Sampaulo. No ano de 1986, aos 27 anos de idade, entrou para o Correio do Povo, contabilizando este ano 30 anos de trabalho no jornal.

Believe it prepara lançamento de livro contando a história da UnicredRS

Believe it prepara lançamento de livro contando a história da UnicredRS

Cultura Destaque Economia Negócios

Os 20 anos da Unicred serão relembrados com o lançamento de um livro contando a história da maior cooperativa de crédito do Rio Grande do Sul.  A edição da obra ficará por conta da  diretora da conteúdo da Believe it, Cláudia Aragón e as fotografias que retratarão toda esta história serão de Nilton Santolin. A primeira reunião de briefing sobre o livro que homenageará duas décadas do Sistema Unicred RS ocorreu nesta sexta-feira. O lançamento será em março junto com a inauguração da nova sede da Unicred RS em Porto Alegre

FHC: líder de Temer é insustentável. ‘Se o governo errar o PSDB sai’

FHC: líder de Temer é insustentável. ‘Se o governo errar o PSDB sai’

Cultura Notícias Poder Política

FH: líder de Temer é insustentável

Em entrevista pelo lançamento do segundo volume de “Diários da Presidência”, o ex-presidente FH disse que o Legislativo não pode “montar no cangote” de Temer e que o novo líder do governo, imposto por Eduardo Cunha, é “insustentável”. (O Globo)

‘Se o governo errar o PSDB sai’

No segundo volume de Diários da Presidência, Fernando Henrique Cardoso se queixa da pressão do PMDB para obter cargos. Agora, como PSDB na base aliada, o tucano fala sobre a atuação do partido na administração federal. “Se o governo for para um caminho errado, então o PSDB sai.” Ele avalia que José Serra ganhou força para se candidatar em 2018. (O Estado de São Paulo)

Teatro: Otávio Müller apresenta em Porto Alegre o espetáculo A VIDA SEXUAL DA MULHER FEIA, texto da grande Claudia Tajes

Teatro: Otávio Müller apresenta em Porto Alegre o espetáculo A VIDA SEXUAL DA MULHER FEIA, texto da grande Claudia Tajes

Agenda Cidade Comportamento Cultura Notícias Porto Alegre Publicidade

A Claudia Tajes é um dos destaques de uma geração de talentosas escritoras gaúchas. Ela nasceu em Porto Alegre, aqui se tornou redatora publicitária e estreou na literatura com Dez (Quase) Amores (L&PM Editores, 2000), a estreia foi um sucesso e ela seguiu escrevendo crônicas ma-ra-vi-lho-sas em jornais e revistas e para nossa sorte, que sempre queremos novas ideias e belos textos… não parou mais  de publicar lançar livros. Na sequência seguiram-se, As Pernas de Úrsula & Outras Possibilidades (L&PM Editores) e o romance Dores, Amores & Assemelhados (L&PM Editores), Louca por homem (L&PM), Vida dura (L&PM POCKET) ,Só as mulheres e as baratas sobreviverão (L&PM Editores), Por isso eu sou vingativa (L&PM Editores) entre outros.  A entrevistei na Band, em todos anos que cobri a Feira do Livro de Porto Alegre e a Claudinha lançou livros na Praça da Alfândega. Sempre um bom papo. Há algum tempo resolveu ser também roteirista de TV e Cinema e como na literatura mostra muito talento. Pois chegou a hora de vermos a montagem teatral do Otávio Müller, para A vida sexual da mulher feia, livro lançado em 2005 pela L&PM Editores, Não é a primeira vez e nem será a última que os textos da Claudia Tajes, serão adaptados para o Teatro. Amigos que viram no Rio de Janeiro, foram só elogios a direção e atuação do grande Otávio Müller.  Não conheço pessoalmente, mas lembro do Otávio desde a primeira participação em novelas, o Sardinha, em Vale Tudo. Minha memória não é tão boa assim, mas naquela época o capítulo seguinte da trama que questionava: Quem matou Odete Róitman? Era mais aguardada que a próxima temporada de House Of Cards. E se seguiram muitos outros personagens até o Djalma, de Tapas & Beijos.

Pois bem, os talentos de Claudia e Otávio se encontraram e agora o ator e diretor vem a Porto Alegre apresentar o espetáculo A Vida Sexual da Mulher Feia. Baseado no livro homônimo de Claudia Tajes, sucesso absoluto em vendas, a montagem não deixa nenhuma mulher ou homem imune à insegurança da personagem. Afinal, quanto mais se olha no espelho, mais imperfeições aparecem. Com a crueza de um consultório de terapeuta, é possível acompanhar suas aventuras amorosas, primeiro beijo e primeira transa. Em seu livro, Claudinha Tajes criou uma protagonista sem rosto, não esmiuçou descrições físicas, não impôs uma caracterização isolada. Esse recurso facilita a identificação ampla e abrangente do público. Na peça, o ator dá vida à Maricleide, que goza de uma autocrítica impagável e não perde tempo em se indispor à ditadura da beleza.

Quem nunca esteve acima do peso? Quem nunca se viu apavorado ao constatar os estragos feitos pelos hormônios da adolescência? Ao acompanhar os relatos hilários do diário amoroso da personagem, a identificação é inevitável, o que faz com que a história se torne ainda mais engraçada. Afinal, tem coisa melhor do que rir de nós mesmos? Não se trata da risada sádica, que segrega as formosas das horríveis e aponta o dedo para torturar, e sim da risada generosa e solidária, imbuída da reflexão e do combate aos condicionamentos. No fim das contas Maricleide descobrirá que mulher feia não é uma questão de aparência e sim um estado de espírito.

Embarcando no sucesso do livro, o espetáculo agrada a todos – homens e mulheres, feios ou não. Afinal, todo homem já se sentiu o próprio Shrek algum dia e até a princesa mais linda já teve o seu dia de Fiona.

As apresentações, com realização da Opus Promoções e da Chaim Produções, acontecem no Teatro do Bourbon Country. Os ingressos já estão à venda. Confira mais informações abaixo

 

SERVIÇO

A VIDA SEXUAL DA MULHER FEIA

Dias 2 e 3 de julho
Sábado, às 21h

Domingo, às 20h

Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 / 2º andar – Shopping Bourbon Country)
www.teatrodobourboncountry.com.br

Realização: OPUS PROMOÇÕES e CHAIM PRODUÇÕES

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

INGRESSOS

Galeria

R$ 60,00

Mezanino

R$ 80,00

Plateia Alta

R$ 120,00

Plateia Baixa

R$ 140,00

Camarote

R$ 140,00

– 50% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS – limitado a 100 ingressos;

– 50% de desconto para titular e acompanhante dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card, adquiridos somente na bilheteria do Teatro do Bourbon Country – limitado a 100 ingressos;

– 50% de desconto para titulares do Cartão Alelo Cultura, na compra de um ingresso, pago com o Cartão Alelo Cultura (vale-cultura), adquirido somente na bilheteria do Teatro do Bourbon Country – limitado a 100 ingressos;

– 10% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS nos demais ingressos.

* Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo dos pais não pagam;
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;

*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Rio Grande do Sul:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
-ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– APOSENTADOS E/OU PENSIONISTAS DO INSS (que recebem até três salários mínimos) mediante apresentação de documento fornecido pela Federação dos Aposentados e Pensionistas do RS ou outras Associações de Classe devidamente registradas ou filiadas. Válido somente para espetáculos no Teatro do Bourbon Country e Auditório Araújo Vianna.
– DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido pelos hemocentros e bancos de sangue. São considerados doadores regulares a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

****Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

*****Descontos não cumulativos a demais promoções e/ ou descontos.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sujeito à taxa de conveniência):
Site: www.ingressorapido.com.br
Call Center: 4003-1212 (de segunda a sábado, das 9h às 21h, e domingos, das 12h às 18h)
Agência Brocker Turismo: Av. das Hortênsias, 1845 – Gramado (de segunda a sábado, das 9h às 18h30min, e feriados das 10h às 15h).
Rua Coberta, Campus II, Universidade Feevale: Novo Hamburgo (de segunda a sexta, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 14h). Mais informações pelo telefone 3271-1208
Bourbon Shopping Novo Hamburgo: Av. Nações Unidas, 2001 – 2º Piso / Centro de Novo Hamburgo (de segunda a sábado, das 13h às 21h).

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência):
Bilheteria do Teatro do Bourbon Country: Av. Túlio de Rose, nº 80 / 2º andar (de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriado, das 14h às 20h)

Guilherme Cassel lança “Jogo jogado” dia 12 de maio na Palavraria.

Guilherme Cassel lança “Jogo jogado” dia 12 de maio na Palavraria.

Cidade Comunicação Cultura Notícias Poder Política Porto Alegre

Guilherme Cassel, o meu entrevistado de tantas oportunidades sobre política, economia e reforma agrária, lança no próximo dia 12 seu segundo livro individual. Autor de Contos de Solidão e Silêncios, publicado em 2012, Cassel também participou da coletânea Contos de Oficina 18, organizada por Luiz Antonio de Assis Brasil. O sujeito é pós-graduado em recursos humanos. Foi agente fiscal do Tesouro do Rio Grande do Sul. Atuou como sub-secretário da Fazenda de Porto Alegre, sub-chefe da Casa Civil do governo do Rio Grande do Sul, secretário geral do Governo do Rio Grande do Sul e como chefe de gabinete do então vice-governador Miguel Rossetto.

Em 2003, no início do 1º governo Lula, assumiu a secretaria-executiva do Ministério do desenvolvimento Agrário. Em 2006, foi nomeado interinamente como Ministro, porque Miguel Rossetto foi indicado pelo PT para disputa da vaga de senador pelo Rio Grande do Sul. Acabou efetivado no cargo pelo presidente Lula, após a recusa de Rosseto para retornar ao ministério.

Pois bem, o sujeito que depois foi diretor do Banrisul e hoje é Servidor Público Estadual, aposentado lança agora “Jogo Jogado e outras histórias”. O livro editado pela Libretos, reúne segundo o release de apresentação, sete narrativas lancinantes e febris, com poder de fogo e imaginação para desconcertar o leitor e conduzi-lo aos escombros da condição humana.

Os relatos de crueldade e humor, raiva e dignidade navegam nas águas turvas da tragédia ética que desafia o Humanismo do século 21, por vezes soterrando-o e, logo adiante, dando-lhe nova e talvez derradeira chance. O autor convida à reflexão, propondo mais afeto e menos violência. O evento de lançamento do livro acontece no dia 12 de maio, às 19 horas, na Palavraria, com bate-papo entre o autor e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens.

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Guilherme Cassel

Libretos, 224 páginas

Preço: R$32,00

 

Lançamento:

Dia 12 de maio de 2016 (quinta-feira), às 19 horas

Palavraria – Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

Inelegibilidade por prestação de contas é tema de palestra no Congresso Nacional de Direito Eleitoral. Advogada Gabriela Rollemberg detalhou o tema com as eleições municipais de 2016 como pano de fundo

Inelegibilidade por prestação de contas é tema de palestra no Congresso Nacional de Direito Eleitoral. Advogada Gabriela Rollemberg detalhou o tema com as eleições municipais de 2016 como pano de fundo

Cultura Direito Economia Eleições 2016 Notícias Poder Política

Em tempos de forte judicialização do embate político, os candidatos a prefeito e a vereador nas eleições de 2016 devem ter cuidado redobrado para que suas vitórias nas urnas não sejam transformadas em derrotas na Justiça. Esse foi o alerta feito por Gabriela Rollemberg, vice-presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB e secretária-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), em sua participação no 3º Congresso Nacional de Direito Eleitoral, ocorrido hoje (29/4), em Porto Alegre, no Hotel Embaixador. O motivo para esse alerta está baseado na alteração da jurisprudência em 2014, mas o impacto real só será sentido nas eleições deste ano no âmbito municipal. Muitos prefeitos tiveram suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, e isso se refletirá diretamente nas eleições municipais e nas tentativas de reeleição”, disse.

Em sua palestra, a advogada destacou que o controle das contas do Executivo por parte do poder legislativo é uma ferramenta importantíssima para a saúde financeira do país. Ela mostrou na prática as diferenças de prestação de contas no âmbito federal, estadual e municipal e suas peculiaridades.

capa-e1427231744126Manual do Candidato lançado

A advogada acabou de concluir a segunda edição do Manual do Candidato e apresentou o livro para os presentes no evento. O livreto de bolso traz informações sobre aspectos legais e relevantes, que envolvem a candidatura a cargo eletivo, desde o processo de convenções partidárias, regulamentos para propagandas eleitorais e os cuidados após as eleições, com o intuito de ajudar prefeitos e vereadores nas eleições deste ano. Segundo Gabriela, a ideia do livro é traduzir a legislação eleitoral de forma “mais didática e mais acessível”, de forma que fiquem mais claras as novas regras. “Nós teremos a eleição mais desafiadora de todos os tempos, pois não teremos a participação de pessoa jurídica, e fazer uma campanha sem dinheiro, será uma nova realidade” afirmou.

O presidente multicampeão tricolor revela bastidores do futebol. Fábio Koff autografa biografia nesta segunda-feira, dia 14, a partir das 18h, no Estádio Olímpico

O presidente multicampeão tricolor revela bastidores do futebol. Fábio Koff autografa biografia nesta segunda-feira, dia 14, a partir das 18h, no Estádio Olímpico

Comunicação Cultura Esporte Notícias Poder Política

Aos 84 anos, o presidente mais vitorioso da história do Grêmio, que comandou o clube nas suas grandes conquistas, lança o livro Fábio André Koff – Memórias e Confidências. O que faltou esclarecer, editado pela AGE. Com depoimentos dados ao professor Paulo Flávio Ledur e ao seu filho, o jornalista Paulo Silvestre Ledur, a obra de mais de 240 páginas tem textos em primeira e terceira pessoa, e promete sacudir o mundo do futebol com algumas revelações. O lançamento, na segunda-feira, dia 14 de março, será no Estádio Olímpico, o palco das conquistas da equipe tricolor. O evento promete reunir a fanática torcida gremista, e a expectativa é que a festa para o ex-presidente, que teve sua trajetória marcada especialmente pelos títulos da Libertadores e do Mundial de 1983, e da Libertadores de 1995, seja digna de final de campeonato. A partir das 18h, no famoso Largo dos Campões, Fábio Koff estará autografando a história da sua vida, que se confunde com a história do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

01-CAPA-Fábio-Koff_menorKoff não quis deixar nada de fora do livro, muito menos as polêmicas que envolvem o seu nome. Pela primeira vez, o ex-presidente conta tudo sobre os bastidores da negociação com a OAS para a compra da gestão da Arena, a surpresa ao deparar-se com o contrato que havia sido assinado pela direção anterior do Grêmio, as mudanças que ele encabeçou nesse contrato – e que salvaram o Grêmio de uma derrocada financeira, a desalienação da Arena, a não entrega do Estádio Olímpico, etc. A relação complicada com o técnico Wanderley Luxemburgo, os detalhes da transação com a Rede Globo nos contratos de televisionamento dos jogos do Brasileirão quando era presidente do Clube dos 13 e muitos outros fatos são abertamente apresentados.

Como não poderia deixar de ser, a maior parte da biografia se concentra no futebol. Koff relata as três vezes que passou pela presidência do Grêmio, em momentos muito distintos, a montagem de times, o dia a dia de um dirigente de futebol, a relação com jogadores e técnicos, o sentimento de ser multicampeão e as dificuldades enfrentadas em presidir um time de tanta grandeza como o Grêmio. Os detalhes de quando criou e comandou a principal entidade de equipes brasileiras, o Clube dos 13, e de como e por que ela acabou merecem um capítulo. A amizade com Fernando Carvalho, ex-presidente do seu maior rival, o Internacional. A união dos dois no Clube dos 13, a Lei Pelé e a luta pelo direito de imagem dos clubes também são esmiuçados na obra.

Há um capítulo dedicado à época em que foi chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da França. Além de trabalhar para a CBF, entidade que sempre contestou, Koff conta o que viu no episódio Ronaldo Nazário, quando a maior esperança de gol do Brasil desabou em campo, no jogo da final da Copa do Mundo de 1998.

A infância, a adolescência e a vida adulta paralela ao futebol também estão presentes. Sua carreira na Magistratura como Juiz de Direito, sua rápida passagem por cargos públicos no governo do então Governador do Rio Grande do Sul Pedro Simon, a experiência como jogador e depois técnico do Atlântico, em Erechim, e o início da vida de dirigente no Ypiranga, também de Erechim, são contados no livro.

O prefácio é assinado pelo atual presidente gremista Romildo Bolzan Júnior e ainda há uma mensagem do ex-presidente gremista Hélio Dourado, homem importante na história do clube. Fernando Carvalho, Roger Machado e Francisco Novelleto dão depoimentos emocionantes. No fim de cada capítulo, as Pérolas, que são histórias engraçadas lembradas pelo presidente, dão um toque humorado ao livro. Renato Portaluppi, Danrlei, Jardel, Paulo Nunes, Hugo de Léon, Felipão, e muitos outros, são os personagens dessas pérolas.

No fim da obra, que resume 84 anos vitoriosos de um dos principais nomes do Grêmio, uma emocionante mensagem final, onde o presidente Koff fala, entre outros assuntos, do orgulho de ser gremista e de ter prestado tantos serviços ao clube.

Livros: Farid Germano Filho autografa “O que eu vi, não contei e agora vou contar” dia 23 no Asilo Padre Cacique

Livros: Farid Germano Filho autografa “O que eu vi, não contei e agora vou contar” dia 23 no Asilo Padre Cacique

Agenda Cidade Comunicação Esporte Notícias Poder Política Porto Alegre

Para comemorar os 30 anos de profissão, o jornalista Farid Germano Filho, lança dia 23, o livro O QUE EU VI, NÃO CONTEI E AGORA VOU CONTAR, com parte da renda revertida para o Asilo Padre Cacique. Farid iniciou a carreira como repórter das Rádios Fandango e Cachoeira, atuou como correspondente da Tarobá/PR, no Rio Grande do Sul e em 1991 chegou a Porto Alegre, via Rádio Gaúcha. Aí não parou mais, na sequência trabalhou na  TVCOM e Rádio Farroupilha,  permanecendo por 15 anos no Grupo RBS. Em 2006 foi contratado pela Band RS, de onde saiu para atuar na Rádio Guaíba e  TV Record. Em 2012 foi contratado pela Rede Pampa, como comentarista de futebol da Rádio GreNal e TV Pampa. Hoje apresenta programas esportivos na TVE.

Mesmo que eu não goste do título, afinal um repórter como foi o Farid deveria ter contado todos os fatos que presenciou… Imagino que ele se refira aos bastidores de onde transitou. E não foram poucos lugares. Farid marca sua carreira jornalística pela atuação na cobertura esportiva, mas também foi repórter político. Sabe muito dos Estádios e do Estado. Por isso,  estou curioso para ter em mãos o livro escrito em conjunto com o jornalista e colega dele na TVE, Germano Maraschin. O “Turquinho” como é chamado por muitos colegas é daquelas figuras que alguns diriam: “Tem mais histórias que Walt Disney!” . Não sei quais “causos”foram selecionados, mas imagino que a clássica de um ex-presidente da Federação Gaúcha de Futebol perguntando a um sujeito que se chama Farid Germano FILHO quem é o pai dele e histórias da China, antes do País Asiático ser uma das potencias do mundo estejam contadas. Para quem não sabe, ao lado de Pedro Ernesto Denardin, ele foi responsável por uma histórica transmissão de uma partida em uma excursão do Grêmio sem a devida permissão do governo chinês. Se hoje os chineses monitoram e censuram boa parte do conteúdo jornalístico produzido por lá, imagina na década de 90. Para conferir estas e outras peripécias  do Faridinho, adquira o livro e auxilie com isso também o Asilo Padre Cacique.

Capa (1)Serviço

Livro: O que eu vi, não contei e agora vou contar

Autores: Farid Germano filho e Germano Maraschin

Local: Asilo Padre Cacique

Dia: 23 de fevereiro

Hora: 18h30

Preço: R$ 25,00

Livro reúne histórias de Viamão durante a Velha República

Livro reúne histórias de Viamão durante a Velha República

Comunicação Cultura Feira do Livro Negócios Notícias

Vitor Ortiz | Divulgação

Após os lançamentos em Viamão e no Rio de Janeiro, o livro ‘Histórias de Viamão – Histórias do Rio Grande’, do viamonense Vítor Ortiz, será lançado em Porto Alegre no próximo sábado, 19, às 11h, na Palavraria – Livros & Cafés (Rua Vasco da Gama, 165- Bom Fim). A obra apresenta uma síntese do contexto político da Velha República vivido na antiga capital gaúcha.

Na publicação, o autor apresenta os reflexos causados em Viamão pela Revolução Federalista (1893) e o Levante Maragato (1923), duas guerras civis que abalaram o Rio Grande do Sul entre a Proclamação da República (1889) e a Revolução de 1930. As histórias narradas são protagonizadas por quatro personagens reais: os coronéis pica-paus Marcos de Andrade e Acrysio Prates; o caudilho maragato Chico Marinho e o estancieiro Serapião José Goulart, antigo proprietário da Fazenda Boa Vista.

Editado pela Libretos, o livro de 156 páginas foi  integralmente patrocinado por um crowdfunding. Ao todo, foram impressos dois mil exemplares, dos quais 1,2 mil foram vendidos antecipadamente.