Top Of Mind: No coração da cidade – e do porto-alegrense. Livraria do Globo segue sendo lembrada na pesquisa da revista Amanhã

Top Of Mind: No coração da cidade – e do porto-alegrense. Livraria do Globo segue sendo lembrada na pesquisa da revista Amanhã

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O aguardado evento de premiação dos vencedores do Top of Mind RS 2017 será em 22 de junho, no Salão de Festas da Sogipa, em Porto Alegre. E não adianta, o tempo passa, mas grandes marcas continuam na memória afetiva dos gaúchos. Líder na categoria Livraria até o ano passado, a Globo cedeu seu lugar para a Saraiva na pesquisa Top of Mind – Porto Alegre, realizada pela revista AMANHÃ. Mesmo assim, segue dona da vice-liderança. A surpresa é maior ainda, quando a gente pensa que a livraria propriamente 1dita não existe mais. Em seu lugar, na Rua dos Andradas, foi aberta uma unidade da Lojas Renner. Por sinal, parabéns a Renner, que mantém no endereço um memorial homenageando o passado glorioso da Editora e Livraria do Globo

Dividida nas categorias Grande Empresa/Marca do Rio Grande do Sul, Serviços, Produtos, Comunicação e Corporativo, o Top revela as grifes mais lembradas em categorias que vão desde rede social e loja de eletrodomésticos a refrigerante, companhia aérea, plano de saúde e perfume. Este ano, 11 novos itens foram incluídos na pesquisa, sendo quatro no Top Porto Alegre (escola pública; escola particular; serviços funerários e supermercados) e sete no Top RS (loja de material de construção; doce de leite; energético; espumante; máquina de café; chá e programa de rádio). Os vencedores em cada categoria serão revelados para a imprensa no dia 13 de junho, no Instituto Ling..


A metodologia permanece intacta desde a primeira edição do prêmio, em 1991. A Segmento define uma amostragem de entrevistados que representem a totalidade da população gaúcha, por isso escolhe pessoas de ambos os sexos, de 16 a 65 anos, das classes A/B, C e D/E, de municípios que integram as sete mesorregiões do Rio Grande do Sul, conforme distribuição do Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE). O roteiro é rigoroso e garante a qualidade do resultado. As cotas por faixa etária, sexo, classe social e região são proporcionais ao tamanho da população real do Estado e distribuídas pelas mesorregiões seguindo o mesmo critério. A pesquisa entrevistou 1.200 pessoas.

Os convites para a premiação já podem ser adquiridos pelo e-mail marcia@amanha.com.br ou 51-3230-3508.

Galló anuncia hoje internacionalização da Lojas Renner

Galló anuncia hoje internacionalização da Lojas Renner

Economia Negócios Notícias Poder Política

Em meio à crise econômica que vive o País e atinge fortemente o varejo, o presidente da Lojas Renner, José Galló,  anunciará nesta quinta-feira números positivos e a internacionalização da Empresa. A Renner vai iniciar sua expansão via Mercosul. O primeiro País a ter Lojas Renner, será o Uruguai.

 

Confira a entrevista que fiz com José Galló, no programa Poder RS, em janeiro de 2015.

Liberdade para empreender e de imprensa são defendidas no 29º Fórum da Liberdade

Liberdade para empreender e de imprensa são defendidas no 29º Fórum da Liberdade

Cidade Comunicação Direito Educação Notícias Poder Política Porto Alegre

A solenidade de abertura do 29º Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) ressaltou pontos importantes que pautam as discussões econômicas atuais, como a melhora das condições para se empreender e a liberdade de imprensa. Durante a cerimônia, foram apresentadosos vencedores do Prêmio Libertas, José Galló, e do Prêmio Liberdade de Imprensa, Diego Casagrande. O evento contou com a participação de representantes do poder público, empresarial e do terceiro setor, tais como o governador, José Ivo Sartori; o vice-governador, José Paulo Cairoli; a presidente da Assembleia Legislativa, Silvana Covatti; o presidente da FIERGS, Heitor José Müller; o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn; entre outras autoridades. 

O presidente do IEE, Ricardo Heller, destacou a relevância da escolha da obra A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, como temática inspiradora para o Fórum desta edição. “A cada acontecimento em nosso País, notamos a importância de ressaltarmos esta obra. Isso se deu, infelizmente, pela grande semelhança da distopia criada por Rand com a realidade brasileira”, afirmou, complementando que além de um novo governo, é preciso defender um novo código moral para a sociedade. Heller enfatizou que no cenário atual, quem moverá o mundo são os indivíduos que empreendem e inovam. “Estes empresários acreditam no impacto positivo na sociedade”, disse o presidente.

20160411-untitled-0207-3Agraciado com o Prêmio Liberdade de Imprensa, o jornalista Diego Casagrande destacou que “a liberdade só é mesmo valorizada quando é perdida”. Defendendo o direito de que cada cidadão é dono de seu próprio pensamento, Casagrande foi taxativo ao afirmar que os locais de formação dos jovens devem ser imparciais. “As escolas devem criar seres pensantes, ao invés de militantes”, desabafou o radialista. Pleno defensor da liberdade, Casagrande definiu que a mesma não existe se não for de maneira plural e finalizou propondo uma reflexão: “Quem sabe não começamos a expandir esta liberdade pelas redações dos veículos de imprensa?”.

A árdua situação para empreender no Brasil também foi ressaltada com o discurso do empresário, José Galló, agraciado com20160411-untitled-0515-2 o Prêmio Libertas. “Na obra tema deste Fórum, os empresários deixam a cidade quando a atividade econômica está totalmente estagnada. Porém, nós, na vida real, não precisamos esperar chegar a este extremo caótico. É preciso de uma mudança de rota, e que seja a curto prazo”, confessou Galló. Referindo-se a administração pública, o diretor-presidente da Renner afirmou que em países sérios este segmento é povoado por especialistas e técnicos das respectivas áreas. “Atlas não tem mais força para carregar este Estado”, explicou.

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, ressaltou a importância do debate das ideias da vida pública e privada proposto no Fórum da Liberdade. “O princípio da discussão de pensamentos é agente de inovação. Sem a circulação de ideias não somos capazes de refletir, inibindo a nossa liberdade”, ressaltou. Em sua exposição, Sartori destacou o papel fundamental da boa política para o avanço e a perspectiva de futuro da sociedade: “As palavras não podem esconder as ações”. Durante o seu discurso, Sartori aproveitou para revelar que acabara de chegar uma mensagem informando que o Rio Grande do Sul ganhou a liminar contra a dívida da União.

Na Renner não tem crise. Reportagem de  capa da revista de economia feita por Márcio Kroehn mostra o crescimento da rede varejista comandada por José Galló

Na Renner não tem crise. Reportagem de capa da revista de economia feita por Márcio Kroehn mostra o crescimento da rede varejista comandada por José Galló

Economia Negócios Notícias
José Galló, 64 anos presidente, desde setembro de 1991: “Fazer com que todos os funcionários estejam orientados e motivados com os nossos princípios corporativos, para conseguir encantar o cliente”
José Galló, 64 anos presidente, desde setembro de 1991: “Fazer com que todos os funcionários estejam orientados e motivados com os nossos princípios corporativos, para conseguir encantar o cliente” ( foto: Claudio Belli/Valor)

No início de setembro, o executivo José Galló foi surpreendido por um corredor de aplausos enquanto caminhava em direção ao estacionamento da sede administrativa da Lojas Renner, que está localizada no bairro Jardim Carvalho, zona leste de Porto Alegre. Como se estivesse numa passarela de moda, o presidente da rede varejista foi acenando para uma centena de funcionários, que se juntou para homenageá-lo pelo aniversário de 64 anos. Para Galló, que cultiva um estilo discreto, essa demonstração de carinho é um prêmio pelos 24 anos no comando da Renner (também comemorados em setembro).

Durante esse período, ele se caracterizou por dividir com a equipe os méritos pelos bons resultados alcançados, ao invés de personalizá-los na sua imagem. Na semana passada, ele exibiu mais uma conquista de seu conjunto. O balanço financeiro do terceiro trimestre confirmou que a empresa está descolada dos seus concorrentes. A receita líquida de R$ 1,25 bilhão foi 19,2% maior que a do mesmo período do ano passado. Somados os nove meses de 2015, a expansão sobe para 21,6%. “O resultado é a conseqüência do que falamos e fazemos todos os dias”, diz Galló. “Ficamos otimistas com os resultados, nunca satisfeitos. Sempre é possível fazer melhor.”

Mesmo com a recessão na economia brasileira, a Renner mantém um crescimento chinês. O lucro líquido neste ano se aproxima de 30% de crescimento, um espanto para um País com retração projetada de 3% do PIB. “A Renner tem foco, disciplina, produtos de qualidade e estilo próprio”, diz Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese Retail, especializada em estratégia de varejo. “Em 2015, com a deterioração da economia, a Renner se destacou ainda mais do mercado como um todo.” Neste ano, ela foi premiada como a melhor do setor de varejo pelo anuário AS MELHORES DA DINHEIRO.

“A gestão da empresa precisa ser extremamente eficiente e competitiva, independentemente da crise”, afirma o presidente. “O varejo é um setor que exige dedicação de segunda a segunda.” A simplicidade de Galló não é só da boca para fora. Ela pode ser vista com frequência, embora algumas vezes esteja nos detalhes. Ao olhar para o executivo, o interlocutor nem sempre percebe que o terno dele pode ser o mesmo que está à venda em uma das 264 lojas de todo o País. Galló deixa claro que tem peças de outras marcas no seu closet. Mas ele gosta de mostrar que o corte desenhado pelos estilistas da Renner são modernos e vestem bem, como aqueles vendidos pelas melhores grifes.

“O Galló é um executivo que não gosta de aparecer”, diz Cláudio Felisoni, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo. “Seu interesse é pelo trabalho e pelo negócio.” A austeridade é parte da cultura da empresa. Os principais executivos não têm regalias, como cafezinho servido na mesa. Circular e gastar sola de sapato é parte da estratégia. Nos finais de semana, por exemplo, é comum o presidente visitar até três lojas para observar as vendas, os funcionários e para encontrar eventuais problemas. Ele gostaria de passar despercebido, mas sempre é cumprimentado nos seus primeiros passos dentro da unidade.

Mesmo assim, consegue tirar lições importantes para aprimorar o negócio. Foi dessa maneira que, em 2011, a Renner começou a mudar. Enquanto as demais redes varejistas de moda cresciam sem preocupação com o amanhã, a empresa gaúcha olhava para dentro. As lojas precisavam de uma repaginação: o ambiente era fechado, escuro e amontoado. Os corredores passaram a ter mais espaço de circulação, as roupas ficaram dispostas como se estivessem no armário do consumidor, sugerindo combinações e tendências. A comunicação ficou mais suave e passou a destacar as seis marcas de lifestyle. E o provador ganhou uma iluminação mais adequada.

A decisão pela remodelação custou R$ 303 milhões de 2012 a 2014, quase um quarto de todo o investimento realizado nesse período. Para dar conta do aumento do fluxo de clientes, era preciso evitar o gargalo nas filas dos caixas. Aquelas etiquetas de plásticos, semelhantes a uma bolacha, tomavam um tempo enorme para ser retiradas das roupas. O alarme contra roubo de peças foi substituído por um pequeno chip, que é “queimado” pelo leitor do caixa. Essa troca, que terminou há dois anos, reduziu em 30% o tempo gasto nas filas.

Mas a Renner queria um pouco mais de agilidade. Parte dos investimentos de R$ 170 milhões em tecnologia foi aplicada no desenvolvimento de um novo software. No ano passado, o tempo em fila diminuiu mais 15%. A rede varejista também reforçou que sua preocupação era com a mulher e a família reais, por isso não chamaria modelos para vender uma beleza praticamente inalcançável. Riachuelo, C&A e Marisa apostam nas celebridades para vender mais. “Não usamos modelos, artistas ou estilistas”, diz Galló. “Nossa mensagem é direcionada para a mulher real, seja alta ou baixa, sem excluir ninguém.”

A transformação física das lojas só daria resultado se a Renner conseguisse captar as tendências da moda e os produtos caíssem no gosto do consumidor. Para isso, foi preciso mudar a maneira de desenhar as coleções. Pelo velho modelo, as ideias vinham dos desfiles internacionais, que ditavam o que seria vendido no Brasil. Mas a agilidade da informação não permite mais viver desse longo ciclo. Ao captar essa mudança, a Renner desenvolveu uma inteligência artificial própria para cruzar dados de redes sociais, blogs, desfiles e festivais. 

Saiba mais: Confira a entrevista de José Galló ao Poder RS

A nova maneira de enxergar a moda exigiu um aprimoramento no processo de desenho das peças. Hoje, as coleções não ficam prontas com meses de antecedência. Em poucas semanas, os desenhos saem da prancheta de um dos estilistas (o número é mantida em segredo) e voltam sob a forma de roupas das mãos dos 530 fornecedores de revenda, contratados para executar os projetos. No último trimestre, a margem bruta da operação, que demonstra a rentabilidade do negócio, foi de 54,3%. O objetivo é chegar aos 59% da Zara, a melhor do setor de moda. “No passado, o nível de apostas do varejo era muito grande”, diz Laurence Gomes, diretor financeiro e de relações com investidores da Renner. “Atualmente, o desenvolvimento de coleções acontece dentro da estação, com o que está vendendo.”

Tudo isso é, de fato, crucial na engrenagem que move a rede. Mas não é o principal. O bom e velho atendimento ao cliente ainda é o coração do negócio. A obrigação dos funcionários não é vender, mas encantar. Seguindo a cartilha de Walt Disney, que estabeleceu nove ensinamentos para os turistas voltarem aos seus parques na Flórida, a Renner busca transformar o cliente em fã da loja, com uma experiência emocional, e quer resolver o problema dele, independente de estar ligado à marca. Há algumas semanas, um atendente ajudou uma mãe a encontrar um sapato social para o filho, que seria pajem de uma cerimônia de casamento.

Ao finalizar a compra, ela comentou sobre a dificuldade de achar uma gravata borboleta. O vendedor prestou atenção a esse detalhe e, ao chegar em sua casa, pediu que uma vizinha costureira fizesse uma gravata borboleta para ele. No dia seguinte, ligou para a cliente, pediu que passasse na loja e a presenteou com o que ela precisava. A estratégia não é aleatória. É um estilo de gestão que coloca o departamento de Recursos Humanos como parte fundamental do negócio. Desde 1996, a rede varejista criou uma avaliação de desempenho para os funcionários. O plano de carreira é conhecido por todos, desde o momento da admissão.

Com transparência nas regras e nos critérios de medição, o resultado dessa avaliação periódica é o passaporte para conquistar promoções, acessar outras vagas, pleitear um aumento e, algumas vezes, até para a demissão. No ano passado, houve um pequeno crescimento no quadro, de pouco mais de 3%. A expectativa, neste ano, é aumentar em 10% o quadro de 16,8 mil pessoas. A rotatividade é metade da média das varejistas. Se o critério for posições de gerência, a troca é ainda menor. A crise não é desculpa para a dispensa de ninguém.

“Para aumentar a eficiência e a produtividade, é preciso saber o que fazer e como tirar o máximo de seu time”, diz Clarice Martins Costa, diretora de RH da Lojas Renner. Isso aumenta a exigência sobre os comandados. O treinamento faz parte da atribuição de todos, entre cursos obrigatórios e facultativos. Na Renner, o tempo dedicado aos estudos é três vezes maior do que as 40 horas médias das empresas brasileiras. Os gerentes são tratados como presidentes e os resultados alcançados garantem os bônus individuais. Esses gestores devem tomar decisões e correr riscos. “Errar faz parte do negócio”, diz Galló.

“Mas se errar, deve ter a capacidade de corrigir rápido.” No ano passado, a produtividade por metro quadrado, por loja, foi 4,2% superior a de 2013. Pode parecer pouco, mas a rede se tornou exemplo mundial. Na pesquisa anual da empresa britânica Aon sobre engajamento de funcionários, a Renner virou referência, com 87% de engajamento, 17 pontos percentuais acima da média das empresas no Brasil e 25 pontos a mais que a média global. Na comparação com as empresas do mesmo segmento, a Renner alcançou 62% de engajamento e o segmento de moda, 71%. “A nossa cultura é desenvolvimentista”, diz Clarice. E, definitivamente, pioneira.

Primeira a ter o capital pulverizado na BM&FBovespa, a Renner conseguiu mostrar que empresa sem dono tem um alto valor agregado. Em julho de 2005, quando realizou a sua abertura de capital, a rede varejista se livrou do seu controlador, a americana JC Penney. Naquele momento, a Renner carregava um peso que a estava deixando para trás. Enquanto as concorrentes surfavam a onda do crescimento de mercado, a empresa gaúcha caminhava a passos de tartaruga. Sem o controlador, a rede apresenta um histórico invejável de gestão. Quando pulverizou o seu capital, eram 64 lojas e pouco menos de 6 mil funcionários.

Dez anos depois, são quase 17 mil e 200 lojas a mais. Os resultados para os acionistas não deixam dúvidas. De 1º de janeiro de 2011, quando Dilma Rousseff assumiu o seu primeiro mandato na presidência da República, até 19 de outubro deste ano, a ação da Renner está entre as 15 mais valorizadas do mercado brasileiro, com ganho de 107,4% ante uma queda de 31,5% do Ibovespa, o principal índice da bolsa de valores brasileira, segundo a Economática, provedora de informações financeiras. Os números comprovam que a Renner tem desfilado, sem tropeços, pelas turbulências da economia. (Márcio Kroehn/Istoé Dinheiro)

José Galló, o dono da empresa sem dono receberá o Troféu Advertising 2015. Doze alterações entre os jornalistas semifinalistas marcam a 4ª parcial do Prêmio Press

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Neste ano, o Troféu Advertising, criado pelo Julio Ribeiro para homenagear um empresário, executivo ou publicitário que valoriza a publicidade no desenvolvimento do seu negócio, será entregue ao presidente das Lojas Renner, José Galló.  Eu gostei muito de uma reportagem da Exame, que tinha como título: “O dono da empresa sem dono”. Acho que resume bem o que é ser CEO de uma empresa como a que o Galló comanda. Ele foi meu entrevistado no PODER RS (link acima) e foi uma entrevista muito legal. Ali ainda comemorava os números de dezembro/14, quando a Renner bateu a marca de 1 bi de reais em faturamento. Por sinal, uma imagem mostra o momento da comemoração. Onde ele e seus executivos se permitiram uns 10 minutos de euforia e comemoração, antes do Galló mandar todo mundo voltar pro trabalho. O mais legal da entrevista foi mostrar a trajetória de um executivo que foi contratado para realizar uma consultoria e depois de conclui-la foi desafiado a colocar em prática seus aconselhamentos. A partir disso foi executivo de uma empresa familiar, que foi vendida para um grupo americano que o manteve na presidência e na sequência ajudou a estruturar a primeira “corporation” brasileira onde segue atuando como CEO. O prêmio que tem o patrocínio da Associação Brasileira de Agencias de Propaganda – ABAP, e do Sistema Brasileiro de Televisão, SBT, fica em ótimas mãos. Parabéns Galló !!

Nesta 4ª semana de votação do Prêmio Press 2015, aconteceu algo muito raro em todas as edições do Prêmio. Houve alterações de nomes de semifinalistas em 12 categorias. Ou seja, em apenas cinco das categorias não ocorreu mudanças. Isso mostra uma grande disputa por uma “vaga” no G5 no “campeonato da imprensa gaúcha”.

Foram mais de 150 mil indicações até agora, feitas por quase 20 mil pessoas diferentes que participaram do Voto Popular e mais de 200 jornalistas que participaram, até aqui, do Voto Profissional.

“À medida que as semanas vão transcorrendo e vai se aproximando a data do Prêmio Press, aumenta a corrida por indicações e a concorrência para ser um semifinalista. Isso é muito bom, porque demonstra que temos uma imprensa competente, atuante e mobilizada e revela ainda a importância que o Prêmio Press assumiu, ao longo dos anos”, analisa o diretor Geral da revista Press, Julio Ribeiro.

O Prêmio Press 2015 tem, ainda, o patrocínio de: Fiergs, Fecomércio, CIEE, Sinduscon, Sticc e Sicredi e o apoio da Krim Bureau e Assembleia Legislativa do RS.

 

 

Relação de semifinalistas – 4ª parcial

 

ESTAGIÁRIO DE JORNALISMO DO ANO – Troféu CIEE-RS

– Carlos Lacerda – Rádio Grenal

– Carolina Hickmann – Jornal do Comércio

– João Praetzel – Rádio Guaíba

– Laura Schneider – Zero Hora

– Roberta Fofonka – Jornal do Comércio

REPÓRTER DE RÁDIO DO ANO – Troféu STICC

– Douglas Demoliner – Rádio Grenal

– Filipe Duarte– Rádio Guaíba

– Lucas Cidade – Rádio Uirapuru

– Luciano Périco – Rádio Gaúcha

– Zé Renato Oliveira – Rádio ABC 900

REPÓRTER DE TELEVISÃO DO ANO

– Claudio Andrade – TV Pampa

– Filipe Peixoto – Band TV

– Lilian Abelin – TV Pampa

– Nathalia Fruet – RBS TV

– Paloma Poeta – TV Record

REPÓRTER DE JORNAL/REVISTA DO ANO – Troféu Sistema FECOMÉRCIO-RS

Cristine Pires – Jornal do Comércio

– Fernanda Nascimento – Jornal do Comércio

– Fernanda Pugliero – Correio do Povo

– Luiz Henrique Benfica – Zero Hora

– William Lampert – Correio do Povo

COLUNISTA DE JORNAL/REVISTA DO ANOTroféu Fernando Albrecht

– Danilo Ucha – Jornal do Comércio

– David Coimbra – Zero Hora

– Flavio Pereira – O Sul

– Rosane de Oliveira – Zero Hora

– Taline Oppitz – Correio do Povo

 

COMENTARISTA DE TELEVISÃO DO ANO

– André Machado – Band TV

– Fabiano Baldasso – Band TV

– José Antonio Pinheiro Machado – SBT

– Mauricio Saraiva – RBS TV

– Nando Gross – TV Record

COMENTARISTA DE RÁDIO DO ANO – Troféu Ruy Carlos Ostermann

– Adroaldo Guerra Filho – Rádio Gaúcha

– Carlos Guimarães – Rádio Guaíba

– Gustavo Fogaça – Rádio Grenal

– Luiz Carlos Reche – Rádio Band

– Nando Gross – Rádio Guaíba

APRESENTADOR DE TELEVISÃO DO ANO – Troféu SICREDI

– Alexandre Mota – TV Record

– Claudio Andrade  – TV Pampa

– Leo Saballa Junior – RBS TV/TV Com

– Lucia Mattos – Band TV

– Marcelo Chemale – SBT

 

APRESENTADOR DE RÁDIO DO ANO

– Diego Casagrande – Rádio Band/BandNews

– Rafael Marconi – Rádio Pampa

– Ricardo Vidarte – Rádio Grenal

– Rogerio Mendelski – Rádio Guaíba

– Thiago Suman – Rádio Grenal

 

JORNALISTA DE WEB DO ANO

– Débora Fogliatto – www.sul21.com.br

– Giovanni Caprio – www.agenciapasse.com.br

– Henrique Chaparro – www.qqd.final.com.br 

– Jairo Kuba – www.galeradaweb.com

– Ricardo Wortmann – cornetadorw.blogspot.com.br

 

REPÓRTER FOTOGRÁFICO DO ANO

– Diego Vara – Zero Hora

– João Mattos – Jornal do Comércio

– Itamar Aguiar – Agencia Freelancer

– Lucas Uebel – O Sul

– Ricardo Giusti – Correio do Povo

 

REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO DO ANO

– Dagoberto Rocha – SBT

– Fabiano Moreira Vitório – TV Pampa

– Gerson Paz – TV Record

– Glaucius Oliveira – RBS TV

– Tiarles Martins – Band TV

LOCUTOR/APRESENTADOR DE NOTÍCIASTroféu Milton Jung

– Eduardo Paganela – Rádio Guaíba

– Fernando Zanuzo – Rádio Gaúcha

– Marcelo Coelho – SBT

– Sergio Stock – Band TV

– Sinara Félix – Rádio Guaíba

JORNALISTA DESTAQUE DO INTERIOR – Troféu SICREDI

– André Prestes – Radio Gazeta/Santa Cruz

– Daniele Freitas – Rádio Diário AM/Passo Fundo

– Leandro Schabbach  –  Rádio Independente/Lajeado

– Pedro Garcia – Gazeta do Sul/Santa Cruz do Sul

– Zé Renato Oliveira – Rádio ABC 900/Novo Hamburgo

 

MELHOR PROGRAMA DE RÁDIO DO ANO

– Agora – Rádio Guaíba

– Pretinho Básico – Atlantida FM

– Café com Futebol – Rádio Grenal

– Rádio Livre – Band AM

– Super Sábado – Rádio Gaúcha

 

MELHOR PROGRAMA DE TELEVISÃO DO ANO

– Atualidades Pampa – TV Pampa

– Jornal do Almoço – RBS TV

– Os Donos da Bola – Band TV

– Rio Grande no Ar – TV Record

– SBT Rio Grande – SBT

 

JORNALISTA DO ANO (Grand Prix) – Troféu SINDUSCON-RS

– Carlos Guimarães – Rádio Guaíba

– Danilo Ucha – Jornal do Comércio

– Diego Casagrande – Rádio Band

– Felipe Vieira – Rádio Guaíba

– Flávio Pereira – O Sul