Custos de Produção mantém queda nos preços em maio, aponta Farsul

Custos de Produção mantém queda nos preços em maio, aponta Farsul

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O Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) acumula uma deflação de -1,34% em 2016. Maio registrou a quarta queda consecutiva do indicador, fechando em -0,60%. O mês é, historicamente, o de maior redução nos preços dos fertilizantes e que foi acentuada por influência da taxa cambial. O resultado confirma ser este o melhor período para a compra de insumos. Os dados estão no Relatório do IICP e IIPR divulgados nesta terça-feira pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul

Nos últimos 12 meses, o IICP atingiu 6,09%, uma diferença de -1,5% do acumulado em abril. Somente neste ano, os fertilizantes apresentam uma queda de 19% nos preços. Mas a retração não atinge os agroquímicos que se mantêm em alta. Já o Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelo Produtor (IIPR) teve uma alta de 2,25% em Maio em relação ao mês anterior. Os principais responsáveis pelo resultado positivo foram o Trigo (5%), Soja (3%), Milho (3%) e Arroz (1%). As principais baixas foram as carnes de Frango (-2%) e Suíno (-1%).

No ano, o IIPR acumula 2,6%, enquanto o IPCA Alimentos registra alta de 6,61%. A diferença entre os indicadores se dá pela taxa de câmbio e faz com que tenham trajetórias diferentes, comprovando novamente que não há relação entre o preço pago ao produtor e o praticado ao consumidor.

 

Leia o Relatório do IICP e IIPR de maio na íntegra

Parcelamento de salário de maio do Estado deve ter faixa inicial de R$ 3 mil. Quitação do salários de maio deve terminar em 13 de junho; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Parcelamento de salário de maio do Estado deve ter faixa inicial de R$ 3 mil. Quitação do salários de maio deve terminar em 13 de junho; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

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O primeiro depósito do salários de maio do funcionalismo gaúcho deve ser de R$ 3 mil, na próxima terça-feira (26). A confirmação ocorrerá na segunda-feira, pela Secretaria da Fazenda, confirmando o quarto mês consecutivo de parcelamento de salários dos servidores. O pagamento das seis folhas rodadas deve ser concluído somente no dia 13 de junho, após o ingresso de montante elevado de recursos de ICMS.

Esta será o segundo mês consecutivo em que a União não poderá bloquear as contas do Estado pelo não pagamento da parcela mensal da dívida. Isso porque segue valendo uma liminar obtida no Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 11 de abril. A liminar valerá ao menos até o próximo mês, quando o STF deve retomar o julgamento do mérito da questão. O Supremo chegou a colocar o mérito em discussão em 27 de abril, mas decidiu conceder um prazo de 60 dias para que Estados e União chegassem a um acordo sobre a renegociação da dívida, evitando a intervenção do Judiciário.

A partir do próximo mês, além do pagamento dos salários, o Estado também terá que pagar os valores atrasados do 13º salário de 2015 do funcionalismo. Esse pagamento ocorrerá em seis parcelas, entre junho e novembro deste ano.