Porto Alegre: Câmara deve atender liminar e pautar impeachment de Marchezan na segunda-feira; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Porto Alegre: Câmara deve atender liminar e pautar impeachment de Marchezan na segunda-feira; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

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O presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Valter Nagelstein (MDB), não vai recorrer da liminar concedida ontem pelo Tribunal de Justiça que manda priorizar, em plenário, a votação da admissibilidade do impeachment do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB). Essa portanto, deve ser a primeira pauta a ser discutida na sessão da tarde de segunda-feira, antes mesmo dos projetos ainda pendentes de votação, dentre os enviados pelo governo municipal em regime de urgência.

Neste sábado, Nagelstein reclamou das decisões do Judiciário que, segundo ele, vêm interferindo diretamente nos trabalhos do Legislativo. “Chamei uma reunião do Colégio de Líderes para a segunda-feira, às 11h, e devo colocar o processo envolvendo o pedido de impeachment em votação na sessão que ocorre à tarde”, declarou.

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Desembargadora Lúcia de Fátima Ceveira

Na noite passada, o Tribunal de Justiça acolheu recurso do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e concedeu liminar determinado que a Câmara analise, já na próxima sessão, o pedido de impeachment contra Marchezan. Conforme a desembargadora Lúcia de Fátima Ceveira, após recebimento da denúncia, o presidente da Câmara é obrigado na primeira sessão, a ler e consultar o Parlamento sobre o teor do ofício. A liminar acatou as argumentações da assessoria jurídica do Simpa, acionada a pedido do autor do pedido de afastamento do prefeito, Paulo Adir Ferreira, ex-filiado ao PSDB e hoje integrante do PPS.

Segundo a denúncia, Marchezan cometeu supostas irregularidades ao repassar verbas para a Carris em valores acima dos autorizados pela Câmara na lei orçamentária. Devido à insistência de Ferreira em sustentar o pedido contra o prefeito, o PPS gaúcho confirmou que vai examinar a expulsão dele dos quadros do partido, ao refutar a postura do correligionário.

Câmara já rejeitou impeachment de Marchezan

Em 2017, a Câmara rejeitou o primeiro pedido de impeachment contra Marchezan, por 28 votos a sete. Apenas as bancadas do PT e do PSol se posicionaram pela continuidade do processo. A solicitação de afastamento havia sido protocolada por um grupo de taxistas sob alegação de que o município vinha abrindo mão de receitas ao não cobrar de motoristas de aplicativos como Cabify e Uber a taxa de gerenciamento operacional (TGO).

Diretoria do Sindha recebe Marchezan para tratar do IPTU de Porto Alegre
Encontro ocorreu na manhã desta segunda-feira (09/10)

 

O projeto de reajuste da planta do IPTU da Capital foi a pauta principal do encontro entre a Diretoria do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região (Sindha) com o Prefeito Nelson Marchezan Jr., na manhã desta segunda-feira (09/10), na sede da Entidade. Na ocasião, os dirigentes sugeriram que o novo projeto de reajuste seja construído em conjunto, a partir do diálogo com diferentes segmentos da sociedade.

“A planta precisa ser revista e isso é incontestável, no entanto aproximação e diálogo são extremamente importantes para resolvermos a questão da melhor forma”, explica o Presidente Henry Chmelnitsky, que ainda complementou “queremos participar do processo do IPTU, nós somos críticos e falamos o que tem que ser falado com todo respeito, estamos à disposição e queremos que a situação da nossa cidade mude”.

Quero chegar ao final do meu mandato com a consciência tranquila e para isso preciso fazer o que deve ser feito e tem muita coisa para fazer em Porto Alegre”, afirmou o Prefeito.

O Presidente do Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (SHPOA), Carlos Henrique Schmidt, destacou a dificuldade que o empresário da hotelaria enfrenta na Capital. “Não adianta ter um hotel bom com uma cidade ruim, o nosso setor depende totalmente da cidade”, afirmou.

O Presidente do Sindha finalizou dizendo que o importante é o empresário conseguir se fortalecer, para que seja possível enxergar uma luz no fim do túnel.

Porto Alegre: Líder do governo afirma que projetos de Marchezan sobre transporte ficarão para 2018

Porto Alegre: Líder do governo afirma que projetos de Marchezan sobre transporte ficarão para 2018

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O vereador Clàudio Janta (SD), líder do governo Marchezan (PSDB) na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, afirmou nesta sexta-feira, em entrevista ao programa AGORA/Rádio Guaíba, que os projetos prevendo alterações no transporte público da cidade só devem ser apreciadas em 2018. O pacote de medidas, enviado pelo prefeito na última semana, tem enfrentando resistências entre a base aliada.

Segundo Janta, que é contrário às medidas do prefeito, o pacote primeiro será analisado por 120 dias por uma comissão especial, instalada ontem. Neste processo, todas as partes interessadas devem ser ouvidas. ”Não temos pressa para discutir esse problema. Temos que chamar todos os atores da cidade de Porto Alegre e porquê não da Região Metropolitana que usa o nosso sistema de transporte para discutir essa questão”, disse, em entrevista ao programa Agora.

Janta, que pediu suspensão da tramitação do pacote à Mesa Diretora da Casa, explicou que os textos voltam à apreciação normal após o período de 120 dias de análise. O vereador disse também entender que o sistema de transporte está sucateado e que as empresas não cumprem o edital. Para ele, a instalação de sistema de reconhecimento facial e GPS para controle de horários ajudará coibir fraudes e a recompor os custos das empresas, defendendo que não é possível mexer em pontos importantíssimos como a gratuidade dos idosos, dos deficientes e a segunda passagem dos estudantes.

Na última quinta-feira, o prefeito decretou o fim da segunda passagem gratuita para quem usa o cartão TRI, medida em vigor desde 2011 para quem pega duas linhas de ônibus diferentes em um intervalo de até meia hora. Pelo decreto, a segunda passagem gratuita seguirá valendo somente para estudantes. A justificativa da Prefeitura é buscar um impacto menor em reajustes futuros da passagem. O decreto não depende de aprovação e passa a valer após 30 dias.

Dois dias antes, o prefeito já havia enviado à Câmara seis projetos que reduzem isenções. Um deles acaba com a passagem escolar para estudantes que não comprovarem renda mensal inferior a três salários mínimos. Outro texto acaba com a isenção para idosos entre 60 e 64 anos. Um terceiro texto acaba com a concessão de passe escolar a professores. Em outro projeto, a Prefeitura autoriza que os ônibus circulem sem cobradores.

Sobre a tramitação do projeto de revisão da planta do IPTU na Câmara, Janta disse que os técnicos da Secretaria da Fazenda estão avaliando os índices do IPTU em Porto Alegre. Disse acreditar que o texto deve chegar à Casa em agosto. “Em alguns bairros nobres de Porto Alegre, as pessoas pagam o IPTU como se fosse em bairros populares”, destacou. Para Janta é preciso fazer uma correção da planta do imposto.

Porto Alegre: Marchezan reduz número de secretarias de 29 para 15 na Capital. Futuro prefeito deve anunciar secretariado na próxima segunda-feira. Ele promete fazer de tudo para evitar parcelamento de salários

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O prefeito eleito de Porto Alegre, Nelson Marchezan (PSDB), explicou nesta sexta-feira o que planeja para a nova gestão da cidade a partir de 2017. Durante entrevista coletiva, ele afirmou que deve começar a anunciar o secretariado na próxima segunda-feira e garantiu que todos os partidos participarão ativamente da composição do governo municipal.

“Os partidos vão participar ativamente da formação da nossa gestão, até porque muitas pessoas que nos apoiaram têm experiência, tem qualificação. Nós gostaríamos de prestigiar pessoas do quadro e acredito que teremos um grupo que busque excelência. O ideal é que a gente possa otimizar a administração, melhorar a relação com a sociedade e a aplicação do recurso público”, afirmou Marchezan.

Marchezan informou que vai extinguir 14 secretarias, cujas funções serão repassadas para outras pastas. Ele não pretende realizar a montagem das 15 secretarias baseada em cortes de cargos comissionados (CCs). “A estruturação não foi pensada dessa forma. Queremos atingir o melhor resultado”, disse antes de revelar que contará com instituições que prestarão diversos serviços em toda a gestão. Ao ser questionado sobre a possibilidade de parcelamento de salários, Marchezan prometeu que fará de tudo para evitar prejuízo aos servidores.

O prefeito eleito manteve um discurso muito semelhante ao do governador José Ivo Sartori e salientou que a sua gestão será pautada pela transparência. “Estamos fazendo o máximo para apresentar remédios e soluções. Sabemos que teremos dificuldades e já temos uma ideia da atual situação e daquela que vamos enfrentar no ano que vem. Pelos dados que tivemos acesso, a condição de Porto Alegre é difícil e acho que há atrasos em serviços essenciais”, explicou.

EPTC e Carris

Marchezan relatou que estudará nos primeiros meses de gestão o caso da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para verificar a necessidade de manutenção da sua estratura. “Vamos fazer correções nos primeiros dias de prefeitura e vamos avaliar a EPTC e outras secretarias. Vamos verificar se há prejuízo financeiro ao unir o Departamento Municipal de Água e Esgoto com o Departamento de Esgotos Pluviais. A nossa intenção é simplificar a vida do cidadão, solucionando problemas na prefeitura e não neste ou naquele órgão”, acrescentou.

O novo prefeito disse que não há intenção de privatizar a Carris, mas deu a entender que a empresa passará por uma avaliação criteriosa. “Não temos a meta de privatizá-la, mas é inaceitável que a sociedade pague R$ 50 milhões de prejuízo. Ou ela se torna uma companhia lucrativa, ou ela deverá ser privatizada”, resumiu. (Correio do Povo)

Carris: Marchezan dá prazo de um ano para equilibrar contas da empresa, diz delegada sindical. Em entrevista a TVU, futuro prefeito não estipula prazo para analisar a medida

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O prefeito eleito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr., deu prazo de um ano para que a empresa Carris consiga reequilibrar contas para evitar uma possível privatização. Conforme a delegada sindical Rosângela Machado, o tucano conversou com servidores durante a campanha e disse que havia uma estimativa de um ano para alterar o cenário com déficit de mais de R$ 50 milhões.

“O candidato Marchezan nos informou que daria um prazo de um ano para a empresa se reerguer para então pensar em privatização. E nós nos colocamos à disposição deles para juntos resgatar a Carris de antigamente. Nos posicionamos também de que a Carris precisa reformular a gestão. O essencial é diminuir o prejuízo pra começar a dar lucro”, disse Rosângela. A delegada sindical afirmou que funcionários temem a privatização da empresa, já que muitos atuam há décadas e gerações na empresa.

Em entrevista a TVU, Marchezan não comentou sobre prazos para uma possível privatização da empresa. No entanto, o futuro prefeito de Porto Alegre afirmou que, se a empresa não der lucro, será privatizada. “Não é meta de governo, não é plano de governo privatizar. Isso é resumir o plano de governo. Se ela der prejuízo, (vai ser privatizada) por mim ou pelo próximo prefeito”, afirmou.

Conforme Marchezan, a previsão é de que a Carris feche com saldo negativo superior a R$ 50 milhões em 2016. “Com R$ 50 milhões a mais, Porto Alegre se torna uma cidade muito mais segura”, destacou ele. (Eduardo Paganella / Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Clima de provocação marca debate entre Marchezan e Melo. Segurança foi o tema mais abordado no encontro entre os dois candidatos a prefeito no segundo turno

Eleições 2016: Clima de provocação marca debate entre Marchezan e Melo. Segurança foi o tema mais abordado no encontro entre os dois candidatos a prefeito no segundo turno

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Os candidatos a prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB) e Sebastião Melo (PMDB), debateram durante cerca de uma hora e meia, na tarde desta segunda-feira, em evento promovido pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon-RS) e pela Rádio Guaíba, com cobertura do Correio do Povo. O clima de provocação marcou o encontro.

O primeiro bloco contou com perguntas do presidente do Sescon-RS, Diogo Chamun, aos dois candidatos, seguido por perguntas livres. As trocas de provocações ocorreram a partir do segundo bloco, nos temas relacionados a segurança e também ao apoio de partidos como PTB e PP, que fazem parte da prefeitura, a Marchezan.

Melo afirmou que Marchezan passou a lotear o futuro secretariado na busca por apoio. O tucano respondeu dizendo que partidos do governo não deram apoio ao atual vice-prefeito por entender que Melo não é o melhor candidato para assumir Porto Alegre.

Já no terceiro bloco, em um debate sobre segurança, Melo disse que Marchezan não conhece Porto Alegre por morar em Brasília. Marchezan disse que muitas vezes não fica em Porto Alegre para cumprir o papel de deputado federal na capital. Ele ainda afirmou que Melo tinha dificuldades para entender pelo fato de ter tentado se eleger deputado, mas não obtido sucesso.

Sobre as propostas para a cidade, o tema segurança foi o que ganhou maior destaque. As obras da cidade também geraram bastante discussão. Marchezan criticou a entrega no andamento de algumas delas enquanto Melo disse ser o mais preparado para concluí-las e iniciar as obras ainda necessárias para a cidade. (Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Marchezan e Melo acirraram os ânimos nesta segunda-feira. Confira as principais propostas apresentadas no debate

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O debate entre os candidatos à prefeitura de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB) e Sebastião Melo (PMDB), marcado por diversas provocações e alguns ataques pessoais teve a segurança e o trânsito como temas centrais na tarde desta segunda-feira. O encontro foi promovido pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon-RS) e pela Rádio Guaíba, e teve cobertura do Correio do Povo.

Confira abaixo o que os candidatos disseram sobre cada tema

Segurança e trânsito

Melo

• “Tenho defendido a criação de um fundo municipal sem aumento de impostos e buscado recursos para a ampliação da Guarda Municipal. Ao mesmo tempo fazer convênio para poder pagar horas extras dentro dos limites orçamentários. A segurança passa também por maior iluminação de espaços públicos, como praças. Local ocupado pelas pessoas dificulta a ocupação pela delinquência. É um conjunto de ações que são necessárias. Eu vou cuidar pessoalmente das questões de seguranças”

• “Tema é completo e não se resolve de uma hora para outra. A prefeitura vem fazendo seu trabalho e tem de fazer maior. Vou fazer convênio com a BM, mudarei a lei sobre a idade para ingressar na Guarda Municipal. A questão das câmeras em todo o transporte público faz parte da licitação e em seguida vai entrar. Tem a questão dos espaços públicos, que é importante. Nós temos estudos dos pardais. Não basta fotografar placa, a BM tem que agir”.

Marchezan

• “Entendemos que há muito o que fazer. Como prefeito vou assumir um problema que é maior em Porto Alegre que no Brasil e outros municípios gaúchos. A segurança é um problema nosso e garantimos que vamos avançar com tecnologias que já existem em outros municípios, que diminuíram seus números de criminalidade. Porto Alegre está entre as cidades mais perigosas do mundo e acredito que dá para mudar isso”.

• “Vamos colocar câmeras em rotas de fuga. Algo que São Leopoldo e vários municípios já fizeram. Recentemente, o presidente da EPTC, o (Vanderlei) Cappellari, que nós vamos demitir assim que assumirmos, colocou mais pardais para multar e sem câmeras, que podem resolver os problemas. A proposta é usar os pardais que já multam e tiram fotos, mas que hoje só servem para aumentar o orçamento do Cappellari, que vai sair no primeiro dia do meu governo. O governador do Estado é do seu partido, pediu apoio ao Sartori, mas não falou de segurança pública. Já existem os pardais e vamos fazer um plano de ação para segurança”

• “O senhor diz que vai resolver os problemas. Eu pergunto por que não resolveu como vice-prefeito? Parece que o Fortunati é um ditador. Meu vice, o Paim, não vai poder poder quatro anos depois dizer que vai fazer tudo que não foi feito. Tu, Gustavo, vai trabalhar até porque estará ganhando para isso. O meu vice não poderá dizer que não pode trabalhar. É transparência e trabalho que prometo aos eleitores”.

• “Nos últimos dois anos, os homicídios dolosos aumentaram em Porto Alegre. Tivemos aumento de 140% de roubos que terminaram em homicídio. Temos o dobro de homicídios que o Rio de Janeiro. O que dá para fazer nesses próximos quatro anos que não foi possível fazer nos últimos 12?”

Planos para o Centro da Capital

Marchezan

• “Dou o exemplo do Mercado Público, que avançou durante um período até que a prefeitura passou a fazer esse serviço, que piorou. A obra do incêndio está há três anos para ser construída. Tudo que vamos fazer com a participação da iniciativa privada faremos no Mercado Público. O Centro também, pois precisa ser seguro e limpo. Isso será possível fazer com tecnologias que já existem em outros municípios”.

Melo

• Nossa proposta é revitalizar a Rua da Praia, temos R$ 10 milhões garantidos. Vamos também na rua Uruguai, Dr. Flores e Vigário. Vamos reduzir o número de veículos e aumentar o tamanho das calçadas em Porto Alegre. No Mercado Público já foram investidos R$ 11 milhões. É uma obra difícil e feita sob tutela do patrimônio público histórico”

Obras urbanas

Marchezan

• “Obras que eram para a Copa do Mundo ainda não estão prontas. Já passou até a Olimpíada. Obra tem que ter previsão orçamentária e tem que ter multa pesada para as empreiteiras se não cumprirem. Se não funcionar, que se troque o secretário. Alguma coisa tem que ser feita. Querer mudar é ser a favor do novo e melhorar aquilo que não está bom. Óbvio que não sou contra as obras, só que elas deveriam estar acabadas porque o prejuízo de obra parada é gigantesco para a prefeitura e população”

Melo

• “Vejo o senhor criticando muito as obras. O senhor é contrário a realização dessas obras? O prefeito Fortunati e o secretário de esportes foram visionários. A vida de quem mora na zona Sul melhorou muito pegando o viaduto e passando da Beira-Rio para o Centro. A saída do Centro pela Castelo Branco melhorou, como o viaduto São Jorge, de Anita e da Cristovão. Eu ajudei a fazer essas obras estou preparado para terminas essas obras o mais rápido possível.

Educação

Melo

• “Estamos atendendo razoavelmente de 4 a 6 anos e temos deficit de zero a 3, mesmo que estamos atendendo o plano nacional. Nós temos uma rede de 72%, que tem atividades em contraturno, com copeira, com esporte. Temos ainda quatro escolas de tempo integral. Temos que evoluir, vou carregar muito no português e na matemática. Vou também reforçar na questão do empreendedorismo. O empreendedor de amanhã precisa aprender hoje”.

Marchezan

• “Temos em Porto Alegre uma baixa cobertura. Temos a segunda menor cobertura entre as capitais do Brasil. A nossa responsabilidade é pequena no ponto de vista financeiro. Em 2015 nós ficamos ainda mais longe da média do INEP. Os secretários e partidos comandando a educação seguem os mesmos. O meu foco como prefeito será os alunos, não secretários nem partidos e prefeitos”

Cultura

Marchezan

• “Temos de ter isso como uma prioridade. Usar a cultura na educação, no ponto de vista turístico, econômico e qualidade de vida. O Sescon fez uma sugestão de eventos que poderíamos fazer na área cultural. Tivemos quedas em promoções de atividades de cinema, de teatro. Precisamos incentivar e fazer novos eventos na área de cinema e de música. Festivais de dança são necessários. Precisamos tornar a cultura uma forma de atração”.

Melo

• “A cultura move o mundo e, consequentemente, o Brasil, o Estado e a nossa cidade. Porto Alegre historicamente tem uma agenda cultura rica, mas é sempre um desafio progredir. O senhor que visita Porto Alegre só em época de eleição não conhece. A questão cultural é muito importante. E temos de decentralizar. Tenho que pensar na Restinga, no Rubem Berta. Vou fazer uma PPP para colocar de pé o nosso complexo cultural do Porto Seco. (Correio do Povo)
 

Porto Alegre: Presidente do PMDB descarta dança de cadeiras na Prefeitura após apoio do PTB a Marchezan

Porto Alegre: Presidente do PMDB descarta dança de cadeiras na Prefeitura após apoio do PTB a Marchezan

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Mesmo com o apoio do PTB ao candidato Nelson Marchezan Jr. (PSDB) na disputa de segundo turno em Porto Alegre, os cargos dos trabalhistas na gestão atual não correm risco. Pelo menos por enquanto, nada muda em relação às quatro secretarias chefiadas pela sigla. O prefeito José Fortunati (PDT) não quis se pronunciar sobre o tema. A assessoria de imprensa do pedetista disse que não pode confirmar se alguma mudança pode ocorrer posteriormente. A gestão termina no último dia de dezembro.

Conforme o presidente do PMDB da Capital, Antenor Ferrari, o governo municipal não retaliou nenhum partido da coligação que resolveu ter candidato próprio a prefeito. “A nossa característica é a de não fazer retaliações contra ninguém e assim age o prefeito. Ele apoiou a escolha dos partidos em ter candidatos próprios”, sustenta.

A coligação do candidato derrotado no primeiro turno, Mauricio Dziedricki (PTB), confirmou hoje o apoio a Marchezan. Com isso, a aliança em torno do tucano passa de cinco para 11 partidos.

O presidente do diretório municipal do PTB, Everton Braz, admitiu que, além do alinhamento de propostas, a decisão de apoiar Marchezan passou pela possibilidade de protagonismo em um eventual governo. Ontem, ele disse à reportagem que o objetivo é contribuir para o enxugamento da máquina pública. (Samantha Klein/Rádio Guaíba)

Em votação empatada no diretório, PP deixa para quarta decisão sobre coligação na Capital; por Camila Diesel/Rádio Guaíba

Em votação empatada no diretório, PP deixa para quarta decisão sobre coligação na Capital; por Camila Diesel/Rádio Guaíba

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Com empate na votação na noite desta segunda-feira, a decisão do PP Municipal de se coligar com o PMDB ou com o PSDB para o pleito de outubro ficou para quarta-feira, em Porto Alegre. Os 101 integrantes do diretório municipal, além de outros votantes qualificados, votaram entre o apoio a Sebastião Melo (PMDB) ou a Nelson Marchezan Jr. (PSDB). Com 53 votos para cada, resta agora ao partido decidir, em convenção, na próxima quarta-feira, às 18h30min, o rumo a ser tomado.

Se fecharem com Melo, os progressistas entrarão na coligação com o maior tempo de propaganda de rádio e TV. Entretanto, se a opção for por coligar com Marchezan, os progressistas indicarão o vice da chapa, ganhando em visibilidade. No que se refere às possibilidades de coligação para a disputa proporcional, o presidente municipal do PP, Kevin Krieger, entende que a parceria com Marchezan pode render, ainda, mais vereadores progressistas eleitos na Capital.

“Duas boas opções. Com Marchezan temos a candidatura na majoritária a vice e também a coligação na proporcional, que viabiliza com certeza mais algumas cadeiras (na Câmara). E com Melo tem toda uma história de 12 anos que nós viemos trabalhando em conjunto”, projetou.

O nome progressista mais forte para uma indicação a vice de Marchezan é o do advogado Gustavo Paim.

Eleições 2016: Após encontro com Aécio, Marchezan diz ter orientação para disputar prefeitura da Capital

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Presidente do PSDB recebeu Marchezan Júnior e estimulou candidatura na Capital. Foto: Alessandro Loyola Freitas / Divulgação / CP

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, reuniu ontem em Brasília deputados federais e lideranças tucanas para que a sigla inicie sua organização para as eleições municipais de 2016. Segundo o deputado federal Nelson Marchezan, único gaúcho a participar do encontro, Aécio lhe orientou a concorrer à Prefeitura de Porto Alegre no ano que vem. O deputado federal diz que trabalha para efetivar a orientação da executiva nacional.

Em pesquisa do jornal Correio do Povo com o  Instituto Methodus, divulgada no mês passado, projetando a disputa de 2016, Marchezan aparece em último lugar nos três cenários projetados. Segundo o tucano, isso se deve ao fato de que alguns pré-candidatos já concorreram a cargos no executivo e por isso tiveram mais espaço na mídia nos últimos anos.

Os principais focos de trabalho do PSDB para as eleições de 2016 são Porto Alegre, Passo Fundo, Caxias do Sul, Pelotas e Santa Maria. Segundo Marchezan, o presidente nacional da sigla deve vir ao estado no início de dezembro. Nesse sábado, o senador e ex-candidato à presidência da República pelo PSDB, José Serra, participará de evento da legenda em Porto Alegre.

Marchezan, atual presidente estadual do PSDB, foi escolhido por Aécio através de um ato administrativo, após uma disputa jurídica envolvendo as eleições internas no partido. Na oportunidade, Jorge Pozzobom (deputado estadual) e Lucas Redecker (secretário de Minas e Energia) disputavam a presidência estadual do partido. Apesar da demanda de grupos do PSDB do Rio Grande do Sul pela realização de eleições no PSDB gaúcho, Marchezan garantiu que a escolha da nova executiva estadual só ocorrerá após as eleições municiais de 2016. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba e  Luiz Sérgio Dibe/Correio do Povo)