“Festa na Goethe – Chopp Sem Dilma” reúne pouca gente no Parcão

“Festa na Goethe – Chopp Sem Dilma” reúne pouca gente no Parcão

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Manifestação no Parcão que comemora a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) reúne pouca gente até agora, segundo a repórter Ananda Muller/Rádio Guaíba, são menos de 50 pessoas até agora. A foto é das 18h40.

Intitulada “Festa na Goethe – Chopp Sem Dilma”, o movimento é organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pela La Banda Loka Liberal. O grupo não pretende fazer caminhada, permanecendo no parque Moinhos de Vento.

Movimentos que apoiam Impeachment de Dilma preparam manifestação contra ato de Waldir Maranhão para hoje em Porto Alegre

Movimentos que apoiam Impeachment de Dilma preparam manifestação contra ato de Waldir Maranhão para hoje em Porto Alegre

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Os integrantes dos Movimentos favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff , estão sendo convocados via Redes Sociais para uma manifestação contra o ato do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão, de anular o processo de Impeachment na Câmara dos Deputados. “Estamos atentos à tentativa de interferir, sem legitimidade, no processo de impeachment, atentando contra o estado democrático de direito. Não aceitaremos golpe governista atraveés da decisão do vice-presidente da Câmara dos Deputados.” Ainda segundo o post na página do MBL, no Facebook: “Num ato desesperado, na calada da noite, o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, pediu a anulação do processo de Impeachment.  Desrespeitou o STF, desrespeitou a Câmara dos Deputados, desrespeitou o Senado, desrespeitou a nós, brasileiros. Não vamos nos dispersar. Falta pouco!”  A manifestação coordenada pelo MBL, VPR e Banda Loka, acontece na Avenida Goethe a partir das 19 horas.

Presidente do Senado arquiva pedido de impeachment contra Marco Aurélio Mello

Presidente do Senado arquiva pedido de impeachment contra Marco Aurélio Mello

Direito Notícias Poder Política

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), determinou o arquivamento do pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello. A requisição foi apresentada nesta quarta-feira pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Para Renan, não está configurada a justa causa do crime de responsabilidade que teria sido cometido pelo ministro e alegado no pedido. Além disso, o advogado Rubens Nunes, coordenador do MBL, que assina o pedido, não anexou documentos necessários, como seu comprovante de quitação eleitoral.

“No mérito, rejeito a denúncia por inexistência de justa causa quanto ao cometimento de crime de responsabilidade previsto no Artigo 40 da Lei 1.070/1950, uma vez que os atos descritos na denúncia foram praticados no regular exercício da jurisdição e da competência atribuída a ministros do Supremo Tribunal Federal, os quais podem ser objeto de revisão e recurso, bem como passíveis de outras formas de revisão e controle no âmbito do próprio Poder Judiciário, mas que, de forma alguma, configuram crime de responsabilidade”, explicou Renan Calheiros.

Ao anunciar em plenário a decisão de arquivamento do pedido, Renan ressaltou a importância de que os poderes não interfiram no funcionamento uns dos outros e que “o Executivo seja mais Executivo, o Legislativo, mais Legislativo e o Judiciário, mais Judiciário”. “Não podemos ser levianos com a democracia. Não podemos subestimar a importância da separação dos Poderes da República”, disse o presidente do Senado.

Mais cedo, o autor do pedido comentou que, caso Renan determinasse o arquivamento dele, eles iriam apresentar recurso no próprio Senado. “A gente poderia até, de forma jocosa, apresentar um mandado de segurança, porque foi um mandado de segurança que motivou o pedido apresentado hoje. Mas não é a medida cabível, é o recurso ao Senado”, afirmou Nunes. (Agência Brasil)

MBL pedirá impeachment do ministro do STF Marco Aurélio; Paula Reverbel/Folha de São Paulo

MBL pedirá impeachment do ministro do STF Marco Aurélio; Paula Reverbel/Folha de São Paulo

Notícias Poder Política

O MBL (Movimento Brasil Livre) entrará nesta quarta-feira (6) com um pedido abertura de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello. A ação será protocolada no Senado em resposta à decisão do ministro de obrigar o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, a dar seguimento a um pedido de impeachment contra o vice-presidente da República Michel Temer.

O advogado Rubens Nunes, coordenador nacional do MBL, viajará nesta quarta à Brasília para cuidar do caso. O grupo acredita que Marco Aurélio passou por cima da separação dos Poderes ao desfazer um ato interno da Câmara.

O pedido terá como base o artigo 39, da Lei 1.079 de 1950, uma das normas usadas para fundamentar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff que tramita na Câmara dos Deputados. O artigo em questão define os crimes de responsabilidade dos ministros do STF.

O MBL argumentará que Marco Aurélio atuou de forma “desidiosa” (desleixada) ao tomar sua decisão. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

Cavalgada em Porto Alegre reúne militantes em favor do impeachment de Dilma

Cavalgada em Porto Alegre reúne militantes em favor do impeachment de Dilma

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As fileiras pró-impeachment ganharam reforço de cavaleiros ligados ao segmento tradicionalista gaúcho. Cerca de 40 integrantes do movimento Sangue Farrapo fizeram neste domingo (27) uma manifestação em Porto Alegre. O grupo saiu em cavalgada com seus animais desde o Parque Harmonia, passando pelo Palácio Piratini, avenida Independência até o destino final no Parcão, onde ocorre um acampamento permanente de militantes do Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua (VPR), que apoiam a cavalada. Segundo nota do MBL, o Sangue Farrapo começou com três amigos, inconformados com a situação política. “Começamos combinando o assado de domingo e, depois que estourou o assunto corrupção, ninguém falava de outra coisa e os números de participantes só foram crescendo (grupo)”, contou Maurício Rezende, um dos precursores. Mais fotos e informações no site do Jornal do Comércio.

Cavaleiros do grupo Sangue Farrapo fizeram protesto
Cavaleiros do grupo Sangue Farrapo fizeram protesto. Foto: Antonio Paz/JCm
Acampamento de Ideias; texto e fotos Henrique Kanitz/Beta Redação Unisinos

Acampamento de Ideias; texto e fotos Henrique Kanitz/Beta Redação Unisinos

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Quem desce a rua Mostardeiro, em Porto Alegre, percebe, onde ela se encontra com a avenida Goethe, um acampamento pouco convencional. Idealizado pelo movimento de La Banda Loka Liberal, o espaço passou a abrigar também o Movimento Brasil Livre (MLB), o Vem pra Rua e o Patriotas de Plantão. Eles ocupam um pedaço do Parque Moinhos de Vento,  o Parcão, com um propósito em comum: pedir a saída da presidente Dilma do poder. A forma diverge, mas o objetivo é claro para todos.

Por ali passam, param e conversam pessoas interessadas no assunto, sem ligação direta com os movimentos.  Em meio a barracas, estão faixas com dizeres de cunho liberal, além de pixulecos pendurados nas árvores.

Inspirados na praça Maidan, na Ucrânia, que foi ocupada com o objetivo de derrubar o governo local em 2014, os membros da Banda Loka estão acampados desde a última quinta feira (17/03). Dali partem ações coordenadas contra o governo federal, mais especificamente contra o PT. Manifestações como a que aconteceu em frente ao apartamento do Ministro do STF Teori Zavascki ou na PUC/RS, na quarta-feira, 23 de abril, começaram ali.

Manifestações demonstram o  rompimento do “monopólio esquerdista sobre os movimentos populares”

Ricardo Gomes, 35 anos, tem o respeito de muitos dos acampados. De fala bem articulada e voz clara, ele diz ser um grande entusiasta do movimento, apoiando todos os grupos e nenhum ao mesmo tempo. Para ele, as recentes manifestações demonstram o  rompimento do “monopólio esquerdista sobre os movimentos populares”, algo inédito no Brasil. “A essência da democracia é a pluralidade. E é isso que estamos fazendo agora. Sempre teve gente que pensava assim, mas estávamos dispersos.”

Henrique Kanitz-0042 Para ele, o Brasil enfrenta uma crise moral, política e econômica, motivos que o fazem afirmar que o atual governo já teria acabado. O que atrapalha o processo é a carência de líderes. Ricardo não vê a mínima vantagem em Aécio, comumente ligado aos movimentos anti-governo. A busca de um “messias” é, segundo ele, algo tipicamente latino americano, quando alguém vem de cima e resolve o problema de todos. Na prática, isso não acontece. O candidato do povo deve vir do povo.

Ricardo pondera que essa é a melhor hora para repensar o Brasil. A pluralidade que o surgimento da direita dá ao espectro político torna o momento especial. É preciso cuidado para não cair em uma ditadura de qualquer dos lados. “Uma ferradura tem os extremos mais perto um do outro do que do centro. Assim é a política. As ditaduras são muito parecidas”. Ricardo vê as movimentações do governo parecidas com o que aconteceu em 1964, quando se instaurou o golpe militar. Para ele, as articulações que o governo faz é no campo da retórica, para construir uma imagem de injustiçado que na verdade não é. “Tudo que um esquerdista mais quer é que alguém com a camiseta do PT tome um tiro de um militar. Assim eles teriam um símbolo, um mártir. Eles já veem a derrota, mas se preparam para contar a sua história no futuro”.

Afirma, ainda, que o grande desafio depois da derrubada do governo é mostrar que o PT não foi ruim só porque roubou. Mas porque as políticas públicas, a economia, o propósito bolivariano, o aparelhamento das instituições, as relações internacionais, tudo foi desastroso. E essa é uma briga difícil de se comprar.

Primeiro se derruba a árvore. Depois se pensa em como beneficiá-la

Outra figura sempre presente na praça e nas manifestações orquestradas pela Banda Loka Liberal é Jorge Colares, 57 anos. Ele afirma que se dedica ao futuro do país, que teve sua economia “destruída pelos governos petistas”. Tal posição, assegura, Colares, não isenta os outros partidos. Também diz pensar no futuro de sua neta, de um ano e meio de idade.

No acampamento, não se notam bandeiras de apoio partidário ou mesmo de algum político específico. “O Marcel (Van Hattem, deputado estadual pelo PP/RS) chega perto, mas nem entra. Ninguém quer político aqui”, diz Jorge, sorrindo orgulhoso ao tocar no assunto. Ainda segundo o manifestante, o acampamento é amparado pela Brigada Militar, que faz rondas sucessivas pelo parque,  sendo sempre solícitos com os manifestantes.

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A Maidan brasileira termina em chopp

Ainda assim, há contratempos. Colares diz ter sido difícil ficar ali durante a chuva desta semana: “Um de nossos propósitos é, quando sairmos daqui, deixarmos algo melhor do que encontramos. Quando chegamos, bastava chover fraco para alagar. Um enorme descaso. Queremos mostrar que a comunidade unida pode fazer melhor do que o serviço público vem fazendo”, pontua sem deixar claro o que pretendem fazer de melhorias no parque.

Satisfeito com as doações e mobilizações dos simpatizantes da causa, ele explica que os pedidos feitos pelo grupo, como água ou carvão, são rapidamente atendidos, com os suprimentos chegando de maneira rápida e massiva. O fato serve para Jorge acreditar que o movimento tem forte apoio popular.

Para ilustrar seu ponto de vista, usa sua própria experiência: depois de dirigir uma empresa de análise de sistemas durante nove anos, com 40 funcionários, atribuiu a falência à alta carga tributária. “E tem muitas histórias como a minha por aqui”, afirma ele.

Quando o assunto é a saída de Dilma, Jorge é direto. Se dizendo liberal e conservador, afirma que não há como o governo continuar e que, em pouco tempo, a atual administração terá de sair, por meio de renúncia ou pelo processo de impeachment. “Reunimos vários grupos aqui e muitos têm opinião divergente. Mas precisamos unir as forças. Primeiro se derruba a árvore. Depois se pensa em como beneficiá-la”. Para Jorge, a árvore seria o governo e os benefícios as políticas possíveis de articular após a queda, pois defende a manutenção do estado de direito e a convocação de novas eleições.

Leia a reportagem completa com a visão dos manifestantes em tópicos como: Nem teria que discutir feminismo. Porque mulher é igual a homem e ponto; As instituições clamam pelos militares e A Maidan brasileira termina em chopp, no site de reportagens dos alunos da Unisinos.

 

 

 

Movimento SANGUE FARRAPO organiza manifestação pró-impeachment no domingo de Páscoa

Movimento SANGUE FARRAPO organiza manifestação pró-impeachment no domingo de Páscoa

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Indignados com a situação político-econômica do Brasil, três amigos começaram o movimento Sangue Farrapo, que em quatro dias atingiu 3000 curtidas em sua página no Facebook. “Os brasileiros não aguentam mais a corrupção em que está mergulhado o Brasil. A indignação é geral e quem não está revoltado com a corrupção, é porque se beneficia dela”, fala Maurício Rezende, um dos organizadores do movimento. Com apoiadores em todas as cidades do Rio Grande do Sul, a passeata a cavalo, marcada para as 14h de domingo, dia 27/03, vai sair do Parque Harmonia em direção ao Parcão e entoará o Hino Rio Grandense e o Hino Nacional com carro de som e auto-falantes. Só participarão pessoas cadastradas no movimento.
Para Maurício Rezende, o Brasil vive hoje um momento de caos político e pouca representação. “Um dos objetivos é fazer com que nossas diretrizes cheguem a Brasília, mas temos a consciência de que primeiro precisamos estar fortalecidos em nosso estado”, diz Maurício. Apoiado pelo Vem Pra Rua, pelo Movimento Brasil Livre e La Banda Loka Liberal, o Sangue Farrapo vem reunindo muitas pessoas entre os gaúchos tradicionalistas. “Começamos combinando o assado de domingo e depois que estourou o assunto corrupção, ninguém falava de outra coisa e os números de participantes só foram crescendo”, fala Maurício.
O movimento tem o enfoque no combate irrestrito à corrupção, é pró impeachment da atual presidente da República, apoia que sigam as investigações conta o ex presidente Lula e que sejam mantidas a autonomia dos órgãos fiscalizadores. “Não somos um movimento partidário, defendemos o combate à corrupção e o julgamento de todos os políticos comprovadamente envolvidos em corrupção”. O movimento também cobra o posicionamento dos deputados do Rio Grande do Sul. “Os gaúchos precisam saber de que maneira eles estão representando o povo gaúcho”, fala.

O evento apoiado pelo MBL, VPR e La Banda Loka Liberal, tem autorização da Brigada Militar, Secretaria da Agricultura, EPTC e DMLU, que darão todo o suporte necessário.

Programação:
27/03 (domingo):
13:00 – Chegada ao Parque Harmonia em Porto Alegre
14:00 – Concentração para saída
15:00 – Saída do Parque Harmonia em direção ao Parcão

Trajeto:
– Saída do Parque da Harmonia
– Subiremos a Rua Duque de Caxias em direção ao Palácio Piratini
– No Palácio Piratini será feito um ato simbólico aonde será cantado o Hino do Rio Grande do Sul por César Oliveira e Rogério Melo
– Seguiremos em direção ao Parcão pela Av. Independência e Av. 24 de Outubro
– Chegaremos ao Parcão, aonde faremos mais um ato simbólico com os outros movimentos apoiadores, onde ocorrerá a troca de bandeiras e o Hino Nacional.

Parcão – 17h: Movimento Brasil Livre organiza novo protesto hoje contra posse de Lula como ministro da Casa Civil

Parcão – 17h: Movimento Brasil Livre organiza novo protesto hoje contra posse de Lula como ministro da Casa Civil

Notícias

Depois dos últimos acontecimentos envolvendo escutas telefônicas reveladoras, interceptadas do telefone do ex-presidente Lula, e de sua tomada de posse nesta quinta-feira pela manhã, nomeado por Dilma Rousseff, como ministro da Casa Civil, em evidente afronta ao Estado Democrático de Direito, o Movimento Brasil Livre (MBL) do Rio Grande do Sul, Vem Pra Rua e La Banda Loka Liberal convocam os Porto-alegrenses para nova manifestação hoje, 17/03, no Parcão às 17h.

O protesto será a favor da suspensão da posse do ex-presidente Lula e da tomada de providências urgentes pelo Supremo Tribunal Federal.

Hoje, a La Banda Loka Liberal esteve presente na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, no ato de apoio dos magistrados federais ao juiz Sérgio Moro, pela defesa da independência dos poderes.

Coordenadora do MBL/RS Paula Cassol Lima avalia manifestações desse domingo 13/03

Cidade Direito Notícias Poder Política Porto Alegre

 

Conversei hoje no Agora/Rádio Guaíba, com uma das integrantes da coordenação do Movimento Brasil Livre, Paula Cassol Lima. Ela avaliou positivamente as manifestações ocorridas na capital e no Brasil, dizendo que refletem o desejo popular de um Brasil melhor. Para ela, é importante que os políticos façam a sua parte e deem sequência a esse movimento. “Esperamos que os congressistas representem o povo brasileiro que está indo as ruas, façam valer a vontade do povo e levem adiante o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, responsabilizando a mandatária pelos crimes cometidos por ela”, disse.

A ativista  do MBL disse ainda que Dilma é responsável por diversos crimes, entre eles as “pedaladas fiscais”, o conhecimento sobre os crimes de corrupção envolvendo a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, entre outras irregularidades. Para ela, a delação de Delcídio do Amaral, ainda que não homologada, traz indícios destas e outras irregularidades.

Movimento Brasil Livre prepara manifestação contra Dilma dia 13 em Porto Alegre

Notícias Poder Política Porto Alegre

Conversei no programa Agora/Rádio Guaíba, com um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre, no Rio Grande do Sul, Felipe Pedri. Ele falou sobre o momento político e a manifestação contra a presidente Dilma, que deve acontecer dia 13, no Parque da Redenção em Porto Alegre.