Rossetto: Dilma segue determinada a preservar democracia no país

Rossetto: Dilma segue determinada a preservar democracia no país

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O ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, disse hoje (10) que a presidenta Dilma Rousseff segue determinada e firme no que ela entende ser a sua responsabilidade constitucional de “preservar a Constituição e a democracia no país”.

“Seu mandato é expressão da vontade popular e ela vai continuar aquilo que tem anunciado, cumprindo sua responsabilidade com determinação e firmeza, buscando em todos os espaços a legalidade, a Constituição e a democracia. Isto significa continuar o debate junto ao Senado e ao Supremo Tribunal Federal como instâncias e isso significa também preservar o diálogo junto à sociedade brasileira”, afirmou Rossetto, após reunião com Dilma, no Palácio do Planalto.

Amanhã (11), o plenário do Senado vai decidir sobre o impeachment da presidenta. Se aprovado, Dilma é afastada por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência. (Agência Brasil)

Procurador da República garante que Lava Jato seguirá investigações durante período de Temer na Presidência

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Conversei hoje com o  procurador da República, integrante da Operação Lava Jato, Roberson Pozzobon que garantiu a continuidade dos trabalhos do Ministério Público Federal independente de quem seja o Presidente de República. Na quarta-feira, o Ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, em entrevista à Rádio Guaíba, disse que se Dilma deixar a presidência a investigação cessará e muita gente vai ficar impune.

Impeachment de Dilma: Rossetto chama Temer e Cunha de golpistas e diz que governo preservará cargo da Presidente no Senado

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Conversei hoje com o ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, no programa Agora/Rádio Guaíba. Ele deixou claro que o governo não acredita na possibilidade de que o processo de impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff não seja aberto no Senado. Isso porque a oposição tem os votos necessários, mas Rossetto acredita que na votação final, em um prazo de até seis meses, o governo obtenha mais de 1/3 dos votos dos Senadores para preservar Dilma no cargo. Várias vezes o ministro repetiu que “Não há crime de responsabilidade. Ele não existe. O Senado não vai produzir uma nova intriga”. O ministro “entoou” o mantra petista de que a saída de Dilma da presidência significará o fim da Lava Jato e fez duras criticas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Feira do Livro: Miguel Rossetto recebe agradecimentos da Câmara Riograndense do Livro

Feira do Livro: Miguel Rossetto recebe agradecimentos da Câmara Riograndense do Livro

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Durante visita que fez neste sábado a 61ª Feira do Livro de Porto Alegre, o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, recebeu os agradecimentos da diretoria da Câmara Riograndense do Livro, que o considera um personagem importante para a realização do evento. Rossetto esteve na Praça da Alfândega visitando e conferindo os detalhes da programação. Na Área Infantil e Juvenil, a Coordenadora Sônia Zanchetta apresentou um panorama do trabalho realizado e dos espaços oferecidos às crianças e aos jovens.

“Sempre acompanho a Feira, mas o que é importante ressaltar é a crescente qualidade desse espaço infantil e juvenil, porque traz o futuro para a Feira do Livro,” disse Rossetto depois de visitar a Biblioteca Moacyr Scliar, a Casa do Pensamento, o Teatro Carlos Urbim, o Jardim do Chapeleiro Maluco e, claro, as barracas.

Marco Cena, presidente da Câmara do Livro, ficou satisfeito ao perceber a surpresa do ministro com a evolução da Feira. “Junto com Olívio Dutra, o interesse do Miguel Rossetto pela realização da Feira foi imprescindível para viabilizar o evento deste ano, por isso esse acompanhamento é ainda mais significativo,” avaliou.

Leitor de romances e de literatura clássica, Miguel Rossetto também se diz um admirador dos autores gaúchos. Terminou de ler “Hereges”, de Leonardo Padura, e está finalizando Brasil: Uma biografia, de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Starling. Na passagem pelas bancas da Área Geral, o presidente da Câmara aproveitou para presentear o ministro com mais duas obras: Minuano, de Tabajara Ruas, e O segredo do meu irmão, de Cássio Pantaleoni.

“É sempre um prazer vir à Praça. É a nossa festa pagã da literatura. A nossa grande feira,” definiu Rossetto.

Governo federal libera FGTS para atingidos pela enchente no RS. Ministro Miguel Rossetto visitou Eldorado do Sul

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Governo federal libera FGTS para atingidos pela enchente no RS | Foto: Mauro Schaefer

Governo federal libera FGTS para atingidos pela enchente no RS | Foto: Mauro Schaefer

O ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, visitou durante a tarde deste domingo uma das cidades gaúchas atingidas pelas recentes chuvas no Estado: Eldorado do Sul. De acordo com informações da Defesa Civil, 8 mil casas foram afetadas pela enchente e 3 mil pessoas estão fora de casa. Na tentativa de amenizar as dificuldades, o governo federal confirmou a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no limite de R$ 6,2 mil.

Segundo Rossetto, a projeção é de que a Caixa Econômica Federal libere os recursos em 15 dias. Além disso, o governo federal antecipou o pagamento do Bolsa Família para as cidades que decretaram situação de emergência. Mais de R$ 7,2 milhões foram liberados para quem faz parte do programa. Quarenta e oito famílias do Estado serão beneficiadas.

Rossetto aproveitou a visita para conversar com moradores. Em Eldorado do Sul, ainda há muitas ruas alagadas, principalmente no bairro Cidade Verde, um dos mais afetados pela enchente. O ministro ainda acompanhou o trabalho do posto móvel da Defesa Civil.

Além de Eldorado, Rossetto visita Sapucaia do Sul e Canoas. O segundo município anunciou que 30 mil casas foram afetadas pela chuva dos últimos dias. Pelo menos 18 mil famílias buscaram socorro junto à prefeitura desde quarta-feira. (Mauren Xavier/Correio do Povo)

Meia entrada:  Não é justo que o negócio seja “a rodo” com ricos que podem pagar se beneficiando do esquema e a conta sobrando para os “sem carteirinha”

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Os principais produtores culturais brasileiros estiveram reunidos nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. Eles tomaram conhecimento da Adin(Ação Direta de Inconstitucionalidade) que está pronta esperando um consenso do grupo para ingressar no STF(Supremo Tribunal Federal) contra a Lei da Meia Entrada. Segundo o advogado Marco Campos, que trabalha na causa, os produtores decidiram esperar até a metade do mês para que o governo regule a legislação. Segundo o advogado, o modelo atual não pode ser mantido porque é inconstitucional: “Na prática representa um confisco.”

Atualmente, não há um limite para a distribuição dos ingressos de meia entrada. Todos os estudantes, idosos e outras pessoas que tenham direito ao benefício podem retirar o seu ingresso com desconto. O objetivo é que a lei seja regulamentada, prevendo o limite de 40% dos tíquetes para este público. Campos aponta que o modelo atual impede um cálculo da renda, o que faz muitas vezes dobrar o preço dos ingressos.

Saiba mais sobre o que pensam Dilma e os produtores culturais

Na conversa que tive com o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que trabalha no assunto em conjunto com o ministro da Cultura, Juca Ferreira, ele me garantiu que o governo quer achar uma solução que contemple o equilíbrio financeiro do negócio que emprega milhares de pessoas e os beneficiados pela chamada Cota Social. “Não se pode inviabilizar um setor importante que emprega milhares de pessoas em diferentes ramos.” O governo estima que 30 milhões de pessoas possam ser beneficiadas com a regulamentação. O governo não tem data para finalizar a regulamentação da lei que já aprovada. Pelo que sei, Rossetto deve se encontrar com representantes dos empresários para obter mais informações sobre os prejuízos causados a eles com a possibilidade de que um show (e não estamos falando só dos grandes artistas) tenha 100% do público pagando meia entrada. Ao fim e ao cabo quem paga essa conta criada pelos vereadores, deputados estaduais, federais e senadores somos nós que queremos ir a um show, cinema ou teatro e pagamos mais caro o ingresso. Lembrando que tem muito estudante, idoso, portadores de necessidades especiais que tem muita grana e se beneficiam do esquema. Os caras fazem proselitismo com o nosso dinheiro como se não houvesse amanhã. Aí depois a gente não sabe porque o País tá quebrado. O Brasil tem mais direitos que deveres. A conta não fecha e sobra para um grupo da sociedade pagar mais caro, para financiar inclusive abonados. Já citei várias vezes, mas sempre é bom lembrar Milton Friedman: “Não existe almoço grátis.”