Publicadas nomeações de ministros do governo Temer

Publicadas nomeações de ministros do governo Temer

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A edição de hoje (13) do Diário Oficial da União traz as nomeações de todos os ministros do governo do presidente interino Michel Temer. O anúncio oficial dos nomes foi feito ontem (12) durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Como medida de economia, Temer reduziu o número de ministérios de 32 para 23. Seis nomes já integraram o governo de Dilma ou o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sete ministros são do PMDB e os demais são do PP, do PSDB, do PSD, do DEM, do PRB, do PTB, do PSB e do PR. São eles:

– Fábio Medina Osório, para o cargo de advogado-Geral da União
– Sérgio Westphalen Etchegoyen, para o cargo de ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República
– Geddel Quadros Vieira Lima, para o cargo de ministro de Estado Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República
– Blairo Borges Maggi, para o cargo de ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
– Gilberto Kassab, para o cargo de ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
– Raul Belens Jungmann Pinto, para o cargo de ministro de Estado da Defesa
– José Mendonça Bezerra Filho, para o cargo de ministro de Estado da Educação e Cultura
– Henrique de Campos Meirelles, para o cargo de ministro de Estado da Fazenda
– Marcos Antônio Pereira, para o cargo de ministro de Estado da Indústria, Comércio e Serviços
– Helder Zahluth Barbalho, para o cargo de ministro de Estado da Integração Nacional
– Alexandre de Moraes, para o cargo de ministro de Estado da Justiça e Cidadania
– Ricardo José Magalhães Barros, para o cargo de ministro de Estado da Saúde
– Fabiano Augusto Martins Silveira, para o cargo de ministro de Estado da Transparência, Fiscalização e Controle
– Bruno Cavalcanti de Araújo, para o cargo de ministro de Estado das Cidades
– José Serra, para o cargo de ministro de Estado das Relações Exteriores
– Fernando Coelho Filho, para o cargo de ministro de Estado de Minas e Energia
– Osmar Gasparini Terra, para o cargo de ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Agrário
– Leonardo Carneiro Monteiro Picciani, para o cargo de ministro de Estado do Esporte
– José Sarney Filho, para o cargo de ministro de Estado do Meio Ambiente
– Romero Jucá Filho, para o cargo de ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
– Ronaldo Nogueira de Oliveira, para o cargo de ministro de Estado do Trabalho
– Henrique Eduardo Lyra Alves, para o cargo de ministro de Estado do Turismo
– Maurício Quintella Malta Lessa, para o cargo de ministro de Estado dos Transportes, Portos e Aviação Civil  (Agência Brasil)

Padilha: Temer vai ter 23 ministérios

Padilha: Temer vai ter 23 ministérios

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Cotado para assumir o Ministério da Casa Civil, o ex-deputado Eliseu Padilha afirmou nesta segunda-feira que a equipe do vice-presidente Michel Temer decidiu trabalhar para formar um governo com 23 ministérios. Para que seja possível a redução, pastas serão fundidas e postos perderão o status de ministro.

Temer inicialmente previa reduzir o número de pastas para 20. Mas, com a cobiça dos partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff na Câmara, a equipe do peemedebista chegou a anunciar um número de ministérios próximo do atual. A gestão petista soma 32. Nos últimos dias, no entanto, o vice anunciou estar tentando montar, junto a auxiliares, uma configuração com cerca de 25 pastas. “Vamos formar um governo com 23 ministérios”, anunciou Padilha hoje.

As dificuldades para formar um ministério são tamanhas, que a tendência, segundo relatos de aliados, é que ele anuncie apenas os nomes que comporão o núcleo duro do governo, na economia e no Planalto. A decisão de diminuir o número de ministérios foi para evitar um enfraquecimento político do vice-presidente mesmo antes do início do mandato. Com essa nova postura, alguns partidos ficarão fora do ministério.

Para reduzir o total de pastas, Temer, segundo interlocutores, decidiu retirar o status de ministro do presidente do Banco Central e do advogado-geral da União. Quanto à Controladoria-Geral da União, ainda há dúvida. Ele só se dispunha a manter o status em caso de a ex-ministra do STF Ellen Gracie aceitar assumir a pasta. Mas nesta segunda, ela anunciou que não pretende fazer parte do governo Temer.

O atual vice-presidente também decidiu, mesmo que a contragosto de peemedebistas, fundir as secretarias de Portos e Aviação Civil ao Ministério dos Transportes. A Cultura, que já havia sido oferecida e aceita pelo presidente nacional do PPS, Roberto Freire, vai se fundir ao Ministério da Educação.

A Secretaria de Comunicação Social perde o status de ministério, assim como a chefia de gabinete da Presidência, que se tornou ministério quando Dilma precisou remanejar Jaques Wagner da Casa Civil para abrir espaço ao ex-presidente Lula, que até hoje não assumiu o cargo. (Correio do Povo)

Ala do PMDB sugere a Dilma que dê pasta da Educação ao PP

Ala do PMDB sugere a Dilma que dê pasta da Educação ao PP

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Na estratégia para tentar salvar a presidente Dilma do impeachment, a ala governista do PMDB sugeriu incluir o Ministério da Educação na negociação por apoio. Esse grupo propõe que essa pasta seja ofertada ao PP, e não a da Saúde, que continuaria controlada pelo peemedebista Marcelo Castro. O Planalto, porém, reluta em negociar a Educação, hoje administrada pelo petista Aloizio Mercadante. (Folha de São Paulo)