Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho no Rio Grande do Sul serão lançadas nesta quinta-feira em Caxias do Sul

Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho no Rio Grande do Sul serão lançadas nesta quinta-feira em Caxias do Sul

Agenda Economia Negócios Notícias Poder Política

Acontece nesta, quinta-feira, 21, o lançamento das Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho no Rio Grande do Sul.  A  reunião almoço está marcada para às 12h no Hotel Personal Royal, em Caxias do Sul,  as inscrições são gratuitas.. Na sexta-feira a caravana cívica em prol de divulgação da modernização da legislação trabalhista segue pelo Rio Grande do Sul, mas desta vez em Lajeado, onde o evento ocorrerá no Hotel Aspen Executive.

Ambos os eventos contarão com as presenças confirmadas do ex-ministro do Trabalho e idealizador da modernização da legislação trabalhista, deputado federal Ronaldo Nogueira, do vice-presidente do TRT21, Bento Herculano Duarte Neto, e dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho Alexandre Agra e Gelson Azevedo.

Maiores informações pelo site www.ibecnet.com.br

Morre aos 96 anos o ex-governador do Pará e ex-ministro Jarbas Passarinho

Morre aos 96 anos o ex-governador do Pará e ex-ministro Jarbas Passarinho

Destaque Poder Política

O ex-governador do Pará, ex-ministro e ex-senador Jarbas Passarinho morreu na manhã de hoje (5) aos 96 anos. Ele faleceu em sua residência, em Brasília, em decorrência de problemas de saúde relacionados à idade já avançada. Por meio de nota, o governo do Pará informou que decretou luto oficial de três dias. O velório será feito na própria capital federal e o enterro está programado para começar às 16h, no Cemitério Campo da Esperança. Nascido no município de Xapuri, interior do Acre, Jarbas Passarinho, militar do Exército, iniciou sua trajetória política no Pará, estado que governou entre 1964 e 1966. No Senado, cumpriu três mandatos. Também atuou como ministro do Trabalho, da Educação e da Previdência Social no governo militar e como ministro da Justiça no governo de Fernando Collor.

Biografia

É filho de Inácio de Loiola Passarinho e Júlia Gonçalves Passarinho. Ingressou na carreira militar e foi alçado à Artilharia chegando a tenente-coronel quando da deposição de João Goulart e a

Salão Negro Do Senado Federal Data - 29/09/1988 Assunto - Assinatura da Constitutição Participantes - Sen Jarbas Passarinho. Foto: Celio Azevedo/Fotos Públicas
Jarbas Passarinho Foto: Celio Azevedo

subsequente instauração do Regime Militar de 1964, por meio do qual foi alçado à política. Foi casado com Ruth de Castro Gonçalves e pai de cinco filhos.

Em 15 de junho de 1964 foi empossado governador do Pará em lugar do deposto Aurélio do Carmo cuja presença à frente do executivo foi dispensada pelo novo regime. Jarbas Passarinho filiou-se à ARENA e após deixar o governo foi eleito senador em 1966, mas em seguida foi nomeado ministro do Trabalho e Previdência Social no governo Costa e Silva, sendo mantido no cargo pela Junta Militar de 1969 que assumiu o poder após o afastamento do presidente da República até que o presidente Emílio Garrastazu Médici o nomeou ministro da Educação, de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974. Em sua atuação como ministro de estado foi signatário do Ato Institucional Número Cinco em 13 de dezembro de 1968. É de autoria, do então Ministro Jarbas Passarinho, a célebre frase que dirigiu ao Presidente Costa e Silva por ocasião da assinatura do AI-5: “Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim e a todos os membros desse Conselho, enveredar pelo caminho da ditadura pura e simples, mas me parece que claramente é esta que está diante de nós. […] Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”.

Em 14 de novembro de 1969 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, em 2 de março de 1971 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e em 2 de novembro de 1972 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública de Portugal.

Reeleito senador em 1974 foi um dos poucos arenistas a vencer no pleito daquele ano e com o passar dos anos foi um dos fundadores do PDS e presidiu o Senado Federal (1981-1983) durante o governo João Figueiredo. Sua liderança foi posta à prova a partir do cisma entre ele e Alacid Nunes, outrora seu maior aliado. Progressivamente afastados cada um usou de influência para controlar o PDS local e como Passarinho dispunha do apoio de Brasília os alacidistas apoiaram e elegeram o deputado federal Jader Barbalho governador do Pará em 1982, mesmo ele sendo filiado ao PMDB. No mesmo ano Passarinho foi derrotado por Hélio Gueiros na disputa pelo Senado. Um ano depois foi nomeado ministro da Previdência Social pelo presidente João Figueiredo entre 14 de novembro de 1983 e 15 de março de 1985.

Por ocasião das eleições de 1986 aceitou uma coligação com o PMDB de Jader Barbalho e nisso Hélio Gueiros foi eleito governador com Almir Gabriel e Jarbas Passarinho eleitos senadores, porém o acerto não o demoveu de fazer oposição ao governo José Sarney. Eleito presidente do diretório nacional do PDS, renunciou pouco antes das eleição presidencial de 1989.

Em 26 de novembro de 1987 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Portugal.

Ministro da Justiça no governo Fernando Collor de 13 de outubro de 1990 a 2 de abril de 1992, deixou o cargo antes das investigações que resultariam no impeachment presidencial. Seu papel de maior relevo foi o de presidente da CPI do Orçamento, todavia esse fato não impediu sua derrota quando concorreu ao governo do Pará pelo PPR em 1994 derrotado por Almir Gabriel.

Conselheiro da RBS e ex-ministro de FHC revela a amigos que presidirá Petrobras

Conselheiro da RBS e ex-ministro de FHC revela a amigos que presidirá Petrobras

Direito Economia Negócios Notícias Poder
O ex-ministro Pedro Parente confirmou a amigos gaúchos que vai aceitar o desafio de presidir a Petrobras. O convite será oficializado ainda hoje pelo presidente em exercício Michel Temer.

Parente foi ex-ministro da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardozo. Também foi ministro interino de Minas e Energia no governo FHC. Hoje é conselheiro de várias empresas, entre elas a RBS, onde já foi vice-presidente executivo.

Atualmente, o presidente da Petrobras é Almir Bendine, nomeado em fevereiro do ano passado. Bendine substituiu Graça Foster, que renunciou ao cargo após o surgimento da Operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção na estatal.

Rossetto: Dilma segue determinada a preservar democracia no país

Rossetto: Dilma segue determinada a preservar democracia no país

Notícias Poder Política

O ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, disse hoje (10) que a presidenta Dilma Rousseff segue determinada e firme no que ela entende ser a sua responsabilidade constitucional de “preservar a Constituição e a democracia no país”.

“Seu mandato é expressão da vontade popular e ela vai continuar aquilo que tem anunciado, cumprindo sua responsabilidade com determinação e firmeza, buscando em todos os espaços a legalidade, a Constituição e a democracia. Isto significa continuar o debate junto ao Senado e ao Supremo Tribunal Federal como instâncias e isso significa também preservar o diálogo junto à sociedade brasileira”, afirmou Rossetto, após reunião com Dilma, no Palácio do Planalto.

Amanhã (11), o plenário do Senado vai decidir sobre o impeachment da presidenta. Se aprovado, Dilma é afastada por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência. (Agência Brasil)

Governo Temer: Osmar Terra deve assumir Ministério do Desenvolvimento Social

Governo Temer: Osmar Terra deve assumir Ministério do Desenvolvimento Social

Notícias Poder Política Saúde

Além de Eliseu Padilha, na Casa Civil, a bancada do PMDB, do Rio Grande do Sul deve ser contemplada com o comando de um ministério. E o nome indicado pelo setor peemdebista favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foi Osmar Terra (PMDB). O deputado federal do PMDB já conversou com o vice-presidente da República e acredita que a indicação ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome decorre de um trabalho já realizado por ele na época do governo de Fernando Henrique Cardoso no combate à pobreza.

“Existe uma decisão do Michel (Temer) de dar um ministério para a bancada federal caso ele assuma. Como é provável, já está se fazendo algumas sondagens. Então, uma parte da bancada, a que teve mais envolvida com o impeachment, que não queria a aliança com o PT, que é a minha parte da bancada, essa bancada está me indicando para assumir uma função. Agora, essa questão do Ministério do Desenvolvimento Social, veio em função de eu ter tido uma experiência anterior quando fui secretário nacional do programa “Comunidade Solidária”, quando trabalhei com a Ruth Cardoso, no tempo do Fernando Henrique (Cardoso), que é um programa de combate à pobreza. Talvez tenha vindo daí essa lembrança”, apontou o peemedebista.

O Ministério do Desenvolvimento Social é a pasta que administra o programa Bolsa Família e concede o benefício a mais de 13,8 milhões de famílias. Para este ano, a dotação do programa é de R$ 28,1 bilhões. Neste domingo, a presidente Dilma autorizou a atualização dos valores da bolsa que já estavam previstos desde agosto de 2015 na proposta de Lei Orçamentária de 2016 enviada pelo governo e aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado.

Com relação à possibilidade da exclusão do Bolsa Família em um eventual governo de Michel Temer, o deputado Osmar Terra foi categórico em dizer que em nenhum momento o PMDB cogita extinguir o programa social.

“Bolsa Família foi uma ideia do PMDB em 2001, que era a unificação das Bolsas que tinham no governo do Fernando Henrique (Cardoso). Foi uma proposta que inclusive eu participei, eu era secretário da Fundação Ulysses Guimarães, à época, quando teve essa proposta. O Bolsa Família tem DNA do PMDB. Claro que o (ex-presidente) Lula executou. Nós temos que aperfeiçoar. Manter o Bolsa Família e avançar. É uma área que eu posso dar uma contribuição, como posso dar na Saúde, posso dar nessa área também por causa da experiência anterior”, expôs o deputado gaúcho.

Hoje, na Comissão Especial do Impeachment do Senado, o senador Antonio Anastasia apresenta e lê o seu relatório sobre a admissibilidade ou não do processo contra a presidente Dilma. ( Com informações da repórter Vitória Famer / Rádio Guaíba)

Preferido de Temer, Meirelles anima mercado

Preferido de Temer, Meirelles anima mercado

Economia Notícias Poder Política

O vice-presidente Michel Temer admitiu ter sondado o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles para ocupar o Ministério da Fazenda caso assuma o governo com o possível impeachment da presidente Dilma, o que provocou reações positivas no mercado, contribuindo para a alta de 2,35% da Bovespa. A Jorge Bastos Moreno, Temer disse que delegaria “ao Meirelles” o direito de indicar o presidente do BC. O vice também sinalizou que quer o senador tucano José Serra na Educação e o advogado Antônio Mariz de Oliveira na Justiça. O nome de Mariz, que assinou manifesto de advogados crítico à Lava-Jato, causou polêmica. O PMDB do Rio planeja influenciar escolhas no Esporte e no Turismo. (O Globo)

“O Brasil está submetido ao teste de estresse, mas vamos superar”.  Declaração do ministro Armando Monteiro no lançamento do Premio Exportação RS é uma aposta de melhora do cenário das exportações para 2016

“O Brasil está submetido ao teste de estresse, mas vamos superar”. Declaração do ministro Armando Monteiro no lançamento do Premio Exportação RS é uma aposta de melhora do cenário das exportações para 2016

Cidade Economia Negócios Notícias Política
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Salão lotado para ouvir o ministro Armando Monteiro. Foto: Fabiano Panizzi/ADVB

Custos sistêmicos, sistema tributário disfuncional e o desequilíbrio macroeconômico seguem como gargalos para quem quer produzir e exportar. Ao cenário, já conhecido pelas indústrias brasileiras, foi acrescentado um novo componente: a crise política. “Vivemos momentos difíceis. O Brasil está submetido ao teste de estresse, mas não tenho dúvidas ao dizer que o país vai encontrar respostas e superar tudo isso. Mesmo apontado mazelas, como a corrupção, este processo de crise revelou a solidez e o alto grau de autonomia das instituições. Em que outro país emergente isso aconteceria?”, questionou Armando Monteiro, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, na palestra de lançamento do 44º Prêmio Exportação RS. No evento realizado pela ADVB/RS nesta terça-feira (5) no Sheraton Porto Alegre Hotel, também foi anunciado o nome de Alexandre Grendene como a Personalidade Competitividade Internacional.

Ao citar que o projeto de ajuste da economia não se completou, o ministro informou que o realinhamento cambial, considerado fundamental na economia, pesou na receita das vendas externas. Mas ainda é preciso fazer o dever de casa, segundo ele. Pontos como reforma estrutural para quebrar a vinculação rígida dos gastos públicos (hoje, 91% das despesas obrigatórias são folha de pagamento e financiamento da Previdência), por exemplo. “A economia se contrai e os gastos continuam a se expandir”, relatou na palestra Estratégias e Instrumentos para o Desenvolvimento das Exportações Brasileiras.

40 BRASIS – No plano das exportações, Monteiro reafirmou que não se opta pelo comércio internacional somente quando é conveniente. Bem ao contrário, a aposta de contratar demandas externas deve ser permanente. “Hoje, há um PIB de 40 Brasis fora de nossas fronteiras. E devemos buscar estes mercados”, disse ele, incitando a plateia, formada pelo vice-governador do RS, José Paulo Dornelles Cairoli, presidente de federações e associações, presidentes e executivos das maiores empresas do Rio Grande do Sul. O ministro também destacou três ações trabalhadas com o mercado externo, entre elas a construção de um padrão de convergência regulatório com os Estados Unidos, que beneficiará diversos setores, como da cerâmica; o direcionamento do olhar para os países da Aliança do Pacífico e o fechamento de acordos na área de serviços e para desgravação tarifária. Por falar em acordo, ainda em abril deve ser iniciado as trocas comerciais entre Mercosul e União Europeia, processo que se arrasta há mais de 20 anos.

O presidente da ADVB/RS, Sergio Maia, relembrou a importância da premiação, que se mantém ativa por 44 anos, mas também fez referência a batalha cotidiana para as empresas crescerem e conquistarem a inserção no mercado global. “Mesmo sendo a 7ª maior economia, com 3% do PIB mundial, ainda estamos no 25º lugar em termos de exportações, com apenas 1,2% do total. Do gap a ser preenchido, as exportações representam atualmente 11,5% da economia brasileira, uma grande distância da média global de 29,8%. Dentro do universo mensurado pelo Banco Mundial exportamos proporcionalmente mais apenas que economias como Afeganistão, Burundi, Sudão, República Centro Africana e Kiribati”, afirmou.

Para o presidente da ADVB/RS, em um mundo global, apenas poderemos ser grandes, se nos virarmos para fora, viabilizando modelos de negócio com escala e eficiência suficientes para competir. Segundo ele, o governo não deve atrapalhar, mas negociar acordos e tratados que eliminem entraves por parte de outros governos, e alocar um pouco do dinheiro que as empresas e os contribuintes pagam em impostos para reduzir os custos de transação.  “Países não são mais bandeiras, são plataformas onde empresas desenvolvem seus negócios a escala global, o chamado mundo plano”.

TALENTO – Anfitrião do evento de lançamento, o empresário e presidente do Conselho Prêmio Exportação RS, Renato Malcon, enfatizou que a ousadia e o talento dos empreendedores merecem esforços governamentais de respaldo estratégico e material em vários campos da responsabilidade pública. “Nestas quatro décadas de prêmio, atravessamos crises e desencontros, mas nossos empresários souberam vencer os desafios do comércio com outros países e, com impressionante obstinação, abriram fronteiras, rasgaram horizontes e deram exemplo de como se deve expandir mercados.”  O  governador Cairoli também reforçou a inteligência do Rio Grande do Sul,  que deveria ser restituído por algum imposto por exportar tantos talentos.   Segundo ele, o mundo vê o Estado com um grande parceiro comercial. O 44º Prêmio Exportação, promovido por 19 instituições que representam o comércio exterior brasileiro, será realizado em 21 de junho, no Bourbon Country, em Porto Alegre.

‘A esquerda e Lula perderam a credibilidade’, diz Chico de Oliveira, fundador do PT. Para ele, ‘O governo Dilma está acabado’.

‘A esquerda e Lula perderam a credibilidade’, diz Chico de Oliveira, fundador do PT. Para ele, ‘O governo Dilma está acabado’.

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Aos 82 anos, sociólogo e fundador do PT Francisco de Oliveira diz que impeachment de Dilma não é golpe, mas aposta que ele não se concretizará.  Chico entende que a iniciativa de tornar Lula ministro “foi uma manobra infeliz”, por tornar evidente a tentativa de salvar o ex-presidente. Para ele, ‘O governo Dilma está acabado’. em entrevista a repórter Mariana Sanches/O Globo ele fala sobre esses e outros assuntos.

O senhor entende, como dizem os defensores do governo, que o impeachment de Dilma é golpe?

É um jogo pesado mas não é golpe. Não tem as características institucionais de um golpe, é apenas um jogo extremamente pesado. O processo de perda de credibilidade do Lula é o que deveria preocupar mais o PT. Dilma se salvará do impeachment. É difícil reunir a quantidade de votos necessários para derrubá-la. Fazer declarações é uma coisa, mas, na hora de votar, o que acontece é outra. Agora, a direita está muito forte. O governo Dilma está acabado, independentemente do resultado de impeachment. O governo está apenas cumprindo prazos, os quatro anos constitucionais que lhe cabem, mas Dilma está muito desgastada, não tem mais força política para nenhuma iniciativa, não vai aprovar nada no Congresso. O difícil é saber o que vem depois disso, em 2018.

O que o senhor achou da nomeação de Lula para o ministério da presidente Dilma?

Foi uma manobra infeliz. Quem tem a experiência do Lula não pode cometer um passo em falso desses. Ficou muito evidente que era uma jogada para salvar o próprio Lula e o governo. Isso político experiente não faz, fica muito na cara! E deu tudo errado. Foi surpreendente, o Lula não é um aprendiz, está lá há 50 anos. Só o que explica é o desespero para tentar segurar o governo, o que também é uma bobagem, já que o governo Dilma não existe mais.

A entrevista completa está em O Globo.

 

Celso de Mello e OAB rechaçam tese do governo de golpismo

Notícias Poder Política

 

O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, disse que o impeachment não é golpe e que o objetivo da Lava- Jato é “expurgar a corrupção que tomou conta de governo e grandes empresas”. É o terceiro ministro do STF que rechaça a tese de golpe do governo. Para o presidente da OAB, Claudio Lamachia, impeachment “é remédio jurídico da democracia’.’ A reportagem completa está em O Globo.

Eliseu Padilha se reúne com Jaques Wagner nesta segunda para comunicar saída do cargo. Ministro protocolou pedido de demissão na última sexta-feira

Notícias Poder Política
Ministro protocolou pedido de demissão na última sexta-feira | Foto: Wendel Lopes / Divulgação / CP Memória
Ministro protocolou pedido de demissão na última sexta-feira | Foto: Wendel Lopes / Divulgação / CP Memória

O ministro demissionário da Aviação Civil, Eliseu Padilha, irá se reunir nesta segunda-feira, com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, para comunicar pessoalmente ao governo sua decisão de entregar o cargo. Apesar de o governo

ainda esperar uma conversa com Padilha, o cargo dele já estaria em negociação. O líder do governo na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), já teria recebido a tarefa de indicar nomes para a vaga.

Picciani nega a oferta, mas admite que, se for procurado, irá atender ao apelo do governo. “Em nenhum momento, a Dilma fez o convite à bancada para indicar. Se ela vier a fazer, nós debateremos com a bancada. A bancada de Minas Gerais é importante e pode desempenhar bem essa função”, sugeriu.

Na última sexta-feira, ele protocolou uma carta de demissão na Casa Civil,mas a presidente Dilma Rousseff disse sábado no Recife (PE) que não tinha conhecimento.”Eu não recebi nenhuma comunicação do ministro e ainda conto com sua permanência”, disse Dilma, que foi à capital pernambucana para se reunir com autoridades discutir ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. “Não sei se ele tomou uma decisão definitiva porque não conversou comigo. Aguardo. Não tomo posição sobre coisas que não consigo entender inteiramente”, complementou a presidente.

A decisão de Padilha de deixar o governo ocorre em meio ao início da discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso e foi interpretada no Palácio do Planalto como o primeiro passo para o descolamento do vice e o desembarque do PMDB da equipe. Padilha é um dos principais aliados do vice-presidente Michel Temer, que tem se aproximado do PSDB. (Correio do Povo)