Pesquisa da Arko Advice com 80 economistas e analistas do mercado financeiro sobre 2017 e o governo

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Pesquisa da Arko Advice com 80 economistas e analistas do mercado financeiro sobre 2017 e o governo

Qual sua expectativa sobre o desempenho do PIB em 2017?

Abaixo de 0%: 25%
Abaixo de 1%: 65%
Entre 1% e 2%: 10*

2) Qual é a sua expectativa em relação à Reforma da Previdência em 2017?

Aprovação de algumas medidas de impacto: 15%
Aprovação de boas medidas de impacto: 65%
Aprovação de poucas medidas de impacto: 20%

3) O governo Temer vai sobreviver aos desdobramentos da Operação Lava-Jato em 2017?

Sim:60%
Talvez: 40%

4) Qual é a sua expectativa sobre a dimensão dos efeitos da delação da Odebrecht sobre o mundo político?

Devastadores: 15%
Impressionantes: 30%
Relevantes: 55%

5) Quais são os pontos fortes do governo Temer para 2017?

Base de apoio no Congresso: 37,5%
Agenda Fiscal: 15%
Núcleo Econômico: 35%
Privatizações: 12,5%

6) Quais são os pontos fracos do governo Temer para 2017? Escolha dois

Comunicação: 27,5%
Comprometimento (Gabinete) com a operação Lava-Jato: 32,5%
Situação Fiscal dos Estados: 37,5%

7) Avalie o desempenho dos principais nomes do governo Temer. Classifique entre 0 (pior desempenho) e 5 (desempenho excepcional):

Michel Temer (Presidente): 3,1
Henrique Meirelles (Fazenda): 3,63
Ilan Goldfjan (BC): 3,19
Pedro Parente: 4,5
Eliseu Padilha (Casa Civil): 2,52
Moreira Franco (PPI): 2,05
Fernando Bezerra Coelho Filho (Minas e Energia): 2,5
Dyogo Oliveira (Planejamento): 2,5
Maria Silvia (BNDES): 3,66

Renan marca votação do reajuste dos ministros do STF para 6 de setembro

Renan marca votação do reajuste dos ministros do STF para 6 de setembro

Destaque

A votação do reajuste dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no plenário do Senado ocorre em 6 de setembro, semana seguinte à conclusão do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Foi o que informou hoje o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), que disse que, junto com o presidente da República interino, Michel Temer, firmou esse compromisso com o Judiciário.

Perguntado se o momento atual da economia brasileira permite um reajuste com um efeito cascata tão grande na União e nos estados, Renan minimizou o impacto. “A repercussão é pequena, não afeta o equilíbrio fiscal. O Brasil está funcionando, as instituições estão funcionando, os Poderes têm uma relação harmônica, mas independente, mas não significa dizer que nós vamos compartilhar o entendimento de que problema fiscal do Brasil é em função do reajuste do Poder Judiciário. Isso é uma pequenez, que restringe muito a discussão e não dá para concordar com ela”, disse. Segundo Renan, em 2016, o impacto vai ser de R$ 200 milhões.

O presidente do Senado também reconheceu que o tema enfrenta resistências e divide parlamentares de siglas como PMDB, PSDB e DEM, que fazem parte da base do governo Temer. Tucanos e democratas dizem não concordar com o reajuste. “Há uma resistência, ela é natural. Eu lamento que essa resistência não tenha acontecido quando o Congresso aprovou o reajuste do Judiciário como um todo e de outras carreiras”, criticou.

Tramitação

O projeto que reajusta os vencimentos de ministros do STF ainda está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Para agilizar a votação, há um requerimento de urgência, com assinaturas coletadas pelo PMDB, que pode levar o tema direto ao plenário. Para evitar mais desgastes na base governista, Renan disse que não vai por o requerimento em votação antes do impeachment. Na CAE, a discussão da proposta foi interrompida ontem por um pedido de vista coletivo (mais tempo para analisar a proposta), encabeçado pelo senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO).

O texto em discussão eleva os subsídios mensais dos ministros em 16,38%, dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 36,7 mil, a partir de 1º de junho de 2016, passando a R$ 39,2 mil a partir de janeiro de 2017. (Agência Brasil)

PGR rejeita pedido para suspender nomeações de Temer para ministérios

PGR rejeita pedido para suspender nomeações de Temer para ministérios

Notícias Poder Política

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou pedido do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) para suspender nomeações de ministros feitas pelo presidente interino Michel Temer. Pimenta entrou com uma representação na procuradoria, por meio da qual alegou que “diversos ministros da equipe são objeto de investigações criminais” e que, por isso, devem ter suspensas as nomeações.

Em ofício enviado ao deputado no dia 24 de maio, Janot arquivou o pedido e disse que vai adotar as “processuais adequadas, quando for o caso” ao examinar cada caso individualmente.

Na representação enviada à PGR, Pimenta pediu para Janot adotar os mesmos critérios do parecer no qual se manifestou contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para chefia da Casa Civil do governo da presidente afastada Dilma Rousseff, por entender que a nomeação era uma forma de desvio de finalidade.

Ao negar o pedido, Janot explicou que o deputado comparou situações diferentes. “É logicamente inadequado e juridicamente incorreto simplesmente transpor a conclusão daquele parecer para outras situações. Cada caso deve ser examinado de maneira específica”, afirmou o procurador.

“Se houver necessidade de medidas judiciais por parte da PGR contra qualquer autoridade, independentemente de ideologia e cor partidária, elas serão adotadas no tempo próprio, que nem sempre correspondem ao tempo da imprensa nem ao do jogo político-partidário”, concluiu. (Agência Brasil)

Publicadas nomeações de ministros do governo Temer

Publicadas nomeações de ministros do governo Temer

Notícias Poder Política

A edição de hoje (13) do Diário Oficial da União traz as nomeações de todos os ministros do governo do presidente interino Michel Temer. O anúncio oficial dos nomes foi feito ontem (12) durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Como medida de economia, Temer reduziu o número de ministérios de 32 para 23. Seis nomes já integraram o governo de Dilma ou o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sete ministros são do PMDB e os demais são do PP, do PSDB, do PSD, do DEM, do PRB, do PTB, do PSB e do PR. São eles:

– Fábio Medina Osório, para o cargo de advogado-Geral da União
– Sérgio Westphalen Etchegoyen, para o cargo de ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República
– Geddel Quadros Vieira Lima, para o cargo de ministro de Estado Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República
– Blairo Borges Maggi, para o cargo de ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
– Gilberto Kassab, para o cargo de ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
– Raul Belens Jungmann Pinto, para o cargo de ministro de Estado da Defesa
– José Mendonça Bezerra Filho, para o cargo de ministro de Estado da Educação e Cultura
– Henrique de Campos Meirelles, para o cargo de ministro de Estado da Fazenda
– Marcos Antônio Pereira, para o cargo de ministro de Estado da Indústria, Comércio e Serviços
– Helder Zahluth Barbalho, para o cargo de ministro de Estado da Integração Nacional
– Alexandre de Moraes, para o cargo de ministro de Estado da Justiça e Cidadania
– Ricardo José Magalhães Barros, para o cargo de ministro de Estado da Saúde
– Fabiano Augusto Martins Silveira, para o cargo de ministro de Estado da Transparência, Fiscalização e Controle
– Bruno Cavalcanti de Araújo, para o cargo de ministro de Estado das Cidades
– José Serra, para o cargo de ministro de Estado das Relações Exteriores
– Fernando Coelho Filho, para o cargo de ministro de Estado de Minas e Energia
– Osmar Gasparini Terra, para o cargo de ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Agrário
– Leonardo Carneiro Monteiro Picciani, para o cargo de ministro de Estado do Esporte
– José Sarney Filho, para o cargo de ministro de Estado do Meio Ambiente
– Romero Jucá Filho, para o cargo de ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
– Ronaldo Nogueira de Oliveira, para o cargo de ministro de Estado do Trabalho
– Henrique Eduardo Lyra Alves, para o cargo de ministro de Estado do Turismo
– Maurício Quintella Malta Lessa, para o cargo de ministro de Estado dos Transportes, Portos e Aviação Civil  (Agência Brasil)