Uma das fundadoras do Grupo Zaffari, Santina De Carli Zaffari morre aos 102 anos

Uma das fundadoras do Grupo Zaffari, Santina De Carli Zaffari morre aos 102 anos

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Morreu, neste domingo, Santina De Carli Zaffari, matriarca da família Zaffari e presidente emérita do Grupo Zaffari, aos 105 anos. Ao lado do marido, Francisco José Zaffari, Santina fundou o Grupo Zaffari, em 1935, na cidade de Erval Grande, no Alto Uruguai. Conhecida pela determinação, otimismo e religiosidade, Santina dedicou vida aos negócios e a família, formada por 12 filhos, 31 netos e 19 bisnetos.

De acordo com o comunicado da empresa, a matriarca, nascida em Caxias do Sul, “conduzia com sensatez e liderança a família e os negócios que fundou ao lado de seu marido, Francisco José”. Recém-casados, o casal se mudou para Erval Grande, na região do Alto Uruguai.

A partir dos anos 40, o negócio da família se expandiu e iniciaram a distribuição de combustíveis, além de transportar mercadorias para terceiros. Vinte anos depois, Santina, Francisco José e os filhos, que já trabalhavam no empreendimento, chegaram a Porto Alegre e abriram o primeiro atacado. Rapidamente, o comércio se transformou na primeira unidade da rede de autosserviço supermercadista do Grupo Zaffari.

“Para Santina De Carli Zaffari, o pequeno estabelecimento fundado em 1935 era o projeto de vida que permitiria ao casal prover o sustento de sua família. Era também sua convicção que um projeto de vida tem sempre um princípio, uma crença. No caso da família Zaffari, era a certeza de querer servir bem a seus clientes e retribuir o apoio que sempre recebeu da comunidade onde esteve inserida”, diz o comunicado do Grupo Zaffari.

Pelo legado criado por ela e pela família, Santina foi a primeira empresária a receber, em 2005, a distinção Mulher Supermercadista, concedida pela Associação Gaúcha de Supermercados. O velório será realizado no Cemitério Ecumênico João XXIII, em Porto Alegre, a partir das 15h deste domingo. A cerimônia de despedida ocorrerá às 20h. (Correio do Povo)

Morre o jornalista Lucídio Castelo Branco. Testemunha de alguns dos momentos mais difíceis da história política brasileira

Morre o jornalista Lucídio Castelo Branco. Testemunha de alguns dos momentos mais difíceis da história política brasileira

Comunicação Destaque Obituário Poder Política Porto Alegre

Faleceu nesta quarta-feira, aos 91 anos de idade, o jornalista Lucídio Castelo Branco. Nascido em Teresina, Piauí, em 13 de novembro de 1926, Lucídio Castelo Branco morou no Rio de Janeiro de 1939 a 1949, quando veio para Porto Alegre. Gaúcho de coração e por opção, foi presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul (1965 a 1967) e também da Federação Nacional dos Jornalistas (1968 a 1971). Bacharel em Direito pela Ufrgs, Lucídio era jornalista da época em que não era necessário o diploma. Mas deixou para a categoria sua maior conquista: a regulamentação profissional através de negociação com o Ministério do Trabalho. Escreveu sua autobiografia, “Da memória de um repórter” lançado em 2002, no qual relata os principais episódios em 48 anos de trabalho. A obra ainda resgata uma parte da história política vivida pelo jornalista e conta suas experiências em coberturas políticas, sua grande paixão até a chegada da censura nos anos 60 e 70. Leia o perfil de Lucídio Castelo Branco publicado por Coletiva.net, em dezembro de 2007.

A festa dos 90 anos, em 2016, mereceu um relato da jornalista Rosane de Oliveira:

Envelhecer sem rancor

Meu amigo Lucídio Castelo Branco comemorou 90 anos. Com ele aprendi que a lucidez caminha de mãos dadas com o bom humor

Das festas para as quais fui convidada neste ano de 2016, o aniversário do amigo, colega e leitor Lucídio Castelo Branco é forte candidato ao topo do ranking de mais marcante. Ainda faltam dois casamentos de amigos queridos, um no dia 10, outro no dia 17, e o reencontro da minha turma de faculdade, no próximo fim de semana, para comemorar os 35 anos da nossa formatura, mas o aniversário do Lucídio, também conhecido por Castelinho, vai ficar como a festa que valeu por cem livros de autoajuda. Porque fazer 90 anos com saúde, lucidez e bom humor é uma bênção. Impossível não perguntar: qual é a receita?

Lucídio circulou de mesa em mesa. Como não eram muitas e a música não era dessas que ensurdecem os convidados, deu para conversar com o aniversariante, ouvir suas histórias e entender o segredo de envelhecer com dignidade:

– Quero viver enquanto não sentir dor. Quando eu morrer, vocês podem dizer: morreu uma pessoa feliz.

Eis a primeira lição: para viver bem, é preciso não guardar rancor. Lucídio, contam os amigos que convivem com ele há mais tempo do que eu, sempre foi uma pessoa bem-humorada. Passou 10 anos desses 90 cuidando da mulher, vítima de Alzheimer. Foram 67 anos de casamento, três filhos, seis netos e uma bisneta que ela não chegou a conhecer. Morreu faz quatro anos.

Acham que ele se queixa? Não. Com uma ternura incomum, lembra que, no fim, a mulher já não reconhecia ninguém, mas mudava a expressão quando ouvia a voz dele. Foi para casar-se com ela que o jovem apaixonado, nascido no Piauí, trocou o Rio de Janeiro pelo Rio Grande do Sul, aprovado em um concurso do Tribunal de Justiça Militar. Foi aqui que o rapaz enveredou pelos caminhos do jornalismo, seguindo os passos do irmãos, o lendário Carlos Castelo Branco, durante décadas o colunista político mais respeitado do Brasil. Lucídio trabalhou na Folha da Tarde, foi chefe da sucursal do Jornal do Brasil em Porto Alegre, lutou incansavelmente pela valorização da profissão de jornalista e hoje é um atento observador do que acontece no país. Está assustado, mas não se deixa abater. Caçula de uma família de seis filhos, ainda tem três irmãos vivos. A mais velha tem 101 anos e segue lúcida. O segredo? Lucídio ri:

– A fé e os filhos. Minha irmã teve 15 filhos.

Quando o primeiro filho adoeceu, a irmã, muito religiosa, fez uma promessa: se salvasse o bebê, teria tantos filhos quantos deus quisesse. A criança morreu, mas ela cumpriu a promessa do mesmo jeito. Teve outros 14. Essas histórias de família, o Lucídio contou em plena festa de aniversário. Fiz um pedido: que me convide para os cem, daqui a 10 anos. (Com informações da Coletiva.net e Gaúcha/ZH)

Morre ex-vereador de Porto Alegre Artur Zanella. Corpo vai ser velado na Câmara de Vereadores; por Guilherme Kepler/Rádio Guaíba

Morre ex-vereador de Porto Alegre Artur Zanella. Corpo vai ser velado na Câmara de Vereadores; por Guilherme Kepler/Rádio Guaíba

Cidade Destaque Obituário

Morreu em casa, neste sábado, vítima de infarto, o ex-vereador de Porto Alegre Artur Zanella, de 77 anos. Conforme o presidente da Câmara Municipal, Valter Nagelstein (MDB) o corpo de Zanella vai ser velado a partir das 16h de hoje, na sede do Legislativo.

Zanella passou por legendas como PDS, PFL e PDT entre o fim dos anos 1980 e o início dos 1990. Considerado um dos principais responsáveis pela criação do bairro Restinga, na zona Sul da Capital, ele também presidiu do Departamento Municipal de Habitação (Demhab) e ocupou as secretarias municipal de Transportes e estadual de Planejamento.

Presidente da Farsul e do Conselho Superior do Sebrae/RS, Carlos Sperotto morre aos 79 anos.  Líder ruralista lutava contra um câncer no esôfago

Presidente da Farsul e do Conselho Superior do Sebrae/RS, Carlos Sperotto morre aos 79 anos. Líder ruralista lutava contra um câncer no esôfago

Agronegócio Destaque Vídeo

Morreu neste sábado no hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, Carlos Rivaci Sperotto, presidente da Federação da Agricultura do Estado (Farsul).  Sperotto tinha 79 anos e lutava contra um câncer no esôfago desde 2016. Ele deixa a esposa e quatro filhos.

Natural de Palmeira das Missões, no Noroeste do Estado, Sperotto era formado em medicina veterinária. Produtor de grãos e criador de ovinos, ele estava na presidência da Farsul desde 1997.

Em 2015, Carlos Sperotto foi eleito presidente da Farsul para seu sétimo mandato. Ele recebeu 104 votos de um total de 133 sindicatos que participaram do pleito, contra 29 do oposicionista João Batista Silveira. O atual mandato de Sperotto na Farsul ia até o final de 2018. Sperotto também era líder do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS.

Em agosto deste ano, Carlos Sperotto concedeu entrevista ao Correio do Povo pouco antes da Expointer. Ele lembrou grandes momentos da feira e se mostrou confiante em um crescimento da pecuária no Estado.

“O momento da pecuária só tem a melhorar. O produtor rural está apreensivo e consciente de que o produto que ele tem na mão é para outros valores, e não os que estão sendo praticados. A recuperação é lenta, mas já está ocorrendo. É fruto da qualidade do produto que nós temos para comercializar”, destacou.

O velório de Sperotto vai ocorrer a partir das 17h deste sábado na Farsul, na Praça Professor Saint-Pastous, 125, em Porto Alegre. A previsão é de que a cerimonia ocorra até às 11h de domingo, quando o corpo irá para o Crematório Metropolitano. (Felipe Vieira com informações do Correio do Povo)

 Em 2015, ele me concedeu uma entrevista na TV Record/RS

 

Morre Fábio Verçoza, ex-Rei Momo da Capital

Morre Fábio Verçoza, ex-Rei Momo da Capital

Cidade Destaque

Faleceu, nesta quinta-feira, o ex-Rei Momo do Carnaval de Porto Alegre por dez anos, Fábio Verçoza. Conforme informações extra-oficiais de familiares, Verçoza morreu vítima de infarto em casa, no início da noite.

Formado em Direito e Matemática, Verçoza trabalhou na Prefeitura e, em 2015, se despediu da Corte carnavalesca. Depois de passar por procedimentos médicos que quase o fizeram perder o movimento da perna direita, no ano passado, ele resolveu passar a chave.

“Prefiro sair deixando saudade. Estar aqui hoje é um presente de Deus”, disse Verçoza, à época, para o Correio do Povo. (Camila Diesel / Rádio Guaíba)

Morre Julio Machado. Autor da música Guri e primeiro vencedor da Califórnia da Canção faleceu em Uruguaiana

Morre Julio Machado. Autor da música Guri e primeiro vencedor da Califórnia da Canção faleceu em Uruguaiana

Cultura Destaque
Faleceu na madrugada desta sexta-feira, o veterinário, músico e compositor Júlio Machado da Silva Filho, “Julinho”- Autor de “Guri”, um clássico do movimento nativista em parceria com seu irmão João Machado da Silva (também falecido), Júlio também venceu a primeira Califórnia da Canção Nativa, em parceria com Colmar Duarte, com a Música Reflexão.Julinho foi presidente do festival e tinha forte aproximação com o Festival de Cosquin, na Argentina. O  sepultamento acontece  às 15h, no Cemitério Municipal Senhora Sant’Anna. (Rádio Charrua AM/FM)

 

Morre Carlos Alberto Torres, capitão do tricampeonato mundial na Copa de 70. Autor de um dos gols mais bonitos das Copas. Confira!!

Morre Carlos Alberto Torres, capitão do tricampeonato mundial na Copa de 70. Autor de um dos gols mais bonitos das Copas. Confira!!

Destaque Esporte

Carlos Alberto Torres, capitão da seleção brasileira na conquista do tricampeonato mundial na Copa de 1970, no México, morreu nesta terça-feira (25), aos 72 anos, de infarto fulminante. O ex-jogador atuava como comentarista esportivo em programas do Sportv e morava no Rio de Janeiro, cidade na qual iniciou sua carreira no futebol na base do Fluminense. (R7)

Morre Braulio Marques, ex-desembargador do Tribunal de Justiça e deputado estadual constituinte. Corpo será velado na Assembleia Legislativa

Destaque

 

Em uma breve despedida na rede social Facebook, a esposa Oraídes Marcon, comunicou agora a noite o falecimento do ex-deputado estadual e desembargador aposentado, Braulio Marques: “Então o sol se põe e a penumbra se estabelece. Comunico a passagem do amor da minha vida Braulio Marques”.  Dorval Braulio Marques, 59 anos, foi desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, escolhido pelo governador Germano Rigotto a partir de uma lista tríplice para ocupar a vaga de 5º Constitucional. Marques era graduado em Direito pela Faculdade de Santo Ângelo. É mestre em ciências criminais pelo Programa em Ciência Criminais da PUCRS. Em 1988, atuando como deputado na Assembléia Legislativa, foi relator da Comissão da Ordem Econômica e Social da Constituinte Estadual. Desde 1992, é professor de Direito e Processo Penal em diversas escolas e cursos de Direito. Atuou ainda como membro do tribunal de Ética e Disciplina da OAB no ano de 1998.
Também utilizando o Facebook, o filho Jader Marques, um dos mais conhecidos advogados criminalistas do Estado, escreveu:
Pai
Eu pensei em te dizer, não vai ainda, fica mais um pouco, é cedo. Pensei em te convidar para fazermos mais um júri, um dativo daqueles que ninguém quis. Mais uma corridinha, mais um futebol com o João Pedro. Quem sabe mais uma cavalgada e uma costela 12h, mais uma galinha com arroz ou aquele mexido que a gente fazia para os cachorros e comia junto. Pensei em te propor mais um senadinho no Barranco, mais uma confraria, uma roda de música e poesia sob a luz da lua. Já sei, pega o violão e toca cavalgada só mais uma vez. Ou quem sabe pegamos o barco e vamos recorrer alguma rede no Rio Ibicuí de tantas alegrias. Pensei em te propor um último comício, um discurso daqueles de apaixonar até a oposição. Pensei em te pedir mais um exemplo, só mais um, daqueles tão éticos, tão coerentes, tão dignos, aqueles que forjaram a retidão, a hombridade e a seriedade dos tantos amigos que te seguiram e contigo aprenderam a ser bom. Pensei em te pedir mais um colo, mais um abraço, mais um conselho, mais um carinho. Pensei em te pedir pra ficar aqui mais um pouco comigo. Só mais um pouquinho. E me dei conta de que mais uma vez terei meu desejo atendido, porque tu vais estar comigo em todos esses momentos, em cada júri, em cada gol, em cada discurso, em cada beijo, em cada abraço e a cada vez que eu, sendo iluminado pela memória dos teus atos, possa fazer algo que sirva de exemplo para os que me suportam e me tem como amigo.
Muito obrigado pai.
Eu te amo! Descansa…
Jája
O velório acontecerá no Salão Júlio de Castilhos, da Assembleia Legislativa, iniciando às 09h até 21h deste domingo.
Morre o narrador esportivo Roberto Brauner

Morre o narrador esportivo Roberto Brauner

Destaque

Trabalhei uma década com Roberto Brauner, na Rádio Gaúcha mas só vim a atuar com ele na Bandnews, quando a emissora resolveu fazer alguns jogos especiais. Era uma grande figura e deixa saudades nos que conviveram com sua narração criativa, entre suas marcas: “O escanteio de pé trocado, perigo dobrado.” e na hora de chamar tempo e placar o, “Tudo bem pelo 100, 49 e 25 também!”. Carlos Roberto de Freitas Brauner, nasceu em Pelotas, 7 de novembro de 1951 e faleceu hoje  (07/10/2016), em Porto Alegre.

Começou a trabalhar com apenas 11 anos na Rádio Difusora de Pelotas. No dia 2 de fevereiro de 1978 estreou na Rádio Gaúcha fazendo a final da Copa do Governador entre Brasil de Pelotas e Esportivo de Bento. Permaneceu na rádio por mais de 20 anos. Brauner cobriu as copas do mundo de 78,82,86,90,94,98,2002. Foi pioneiro no estado na narração de outras modalidades, que não futebol, narrou o Tri campeonato de Ayrton Senna, jogos de Gustavo Kuerten na Copa Davis, jogos de vôlei da Frangosul , de basquete do Corinthians de Santa Cruz, 24 horas de Tarumã, Maratona de Porto Alegre… Cobriu as Olimpíadas de Atlanta 96. Em 1999 se transferiu à Rádio Pampa onde permaneceu até o fim do departamento de esportes da emissora,em 2007. Ganhou três Prêmios Press de melhor narrador esportivo em 2000,2001 e 2002. Apresentou o programa matutino Grande POA na Rádio Bandeirantes Porto Alegre entre 2007 e 2009,quando transferira-se à Rádio Eldorado de Criciúma.

Sobre Brauner, escreveu Mario Lima, em sua página do Facebook: ” Dia triste para todos que conviveram com o querido Roberto Brauner,um cara do bem e grande narrador esportivo.Trabalhamos em prefixos diferentes desde os anos oitenta e dividimos muitas viagens e muitas mesas com muitas histórias ao final de cada transmissão.O Bob como eu o chamava não passou em vão neste plano.Vá em paz parceiro .”

O velório acontece entre 15hs e 20hs, no Cemenitério São Miguel e Almas, onde o corpo será sepultado.

 

 

Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos.  Ator paulistano morreu nesta quinta-feira (15) em Sergipe. Ele estava acompanhado de Camila Pitanga quando foi tomar banho de rio; do G1

Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos. Ator paulistano morreu nesta quinta-feira (15) em Sergipe. Ele estava acompanhado de Camila Pitanga quando foi tomar banho de rio; do G1

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Domingos Montagner como o personagem Santo, da novela 'Velho Chico' (Foto: Pedro Curi/TV Globo)
Domingos Montagner como o personagem Santo, da novela ‘Velho Chico’ . Foto: Pedro Curi/TV Globo

O ator Domingos Montagner, o Santo da novela “Velho Chico”, da TV Globo, morreu nesta quinta-feira (15). Ele gravou cenas de “Velho Chico” na parte da manhã, em Alagoas. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.

Durante o mergulho, não voltou à superfície. A atriz Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Policia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região ajudaram nas buscas.

Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).

Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela 'Velho Chico' (Foto: Caiuá Franco/TV Globo)
Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela ‘Velho Chico’ Foto: Caiuá Franco/TV Globo

Paulistano, Montagner tinha 54 anos. Ele começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Alguns papéis de destaque foram o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012).

Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e João Miguel de “Sete Vidas (2015). O ator estava no ar como o Santo de “Velho Chico” (2016).

Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.

Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.

O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.

Veja a lista com os principais filmes, novelas e seriados da carreira de Domingos Montagner

TV
“Mothern” (2008)
“Força tarefa” (2010)
“A cura” (2010)
“Divã” (2011)
“Cordel encantado” (2011)
“O brado retumbante” (2012)
“Salve Jorge” (2012)
“Joia rara” (2013)
“Sete vidas” (2015)
“Romance policial – Espinosa” (2015)
“Velho Chico” (2016)

Cinema
“Gonzaga, de pai para filho” (2012)
“A grande vitória” (2014)
“Através da sombra” (2015)
“De onde eu te vejo” (2016)
“Vidas partidas” (2016)
“Um namorado para minha mulher” (2016)