Morre o narrador esportivo Roberto Brauner

Morre o narrador esportivo Roberto Brauner

Destaque

Trabalhei uma década com Roberto Brauner, na Rádio Gaúcha mas só vim a atuar com ele na Bandnews, quando a emissora resolveu fazer alguns jogos especiais. Era uma grande figura e deixa saudades nos que conviveram com sua narração criativa, entre suas marcas: “O escanteio de pé trocado, perigo dobrado.” e na hora de chamar tempo e placar o, “Tudo bem pelo 100, 49 e 25 também!”. Carlos Roberto de Freitas Brauner, nasceu em Pelotas, 7 de novembro de 1951 e faleceu hoje  (07/10/2016), em Porto Alegre.

Começou a trabalhar com apenas 11 anos na Rádio Difusora de Pelotas. No dia 2 de fevereiro de 1978 estreou na Rádio Gaúcha fazendo a final da Copa do Governador entre Brasil de Pelotas e Esportivo de Bento. Permaneceu na rádio por mais de 20 anos. Brauner cobriu as copas do mundo de 78,82,86,90,94,98,2002. Foi pioneiro no estado na narração de outras modalidades, que não futebol, narrou o Tri campeonato de Ayrton Senna, jogos de Gustavo Kuerten na Copa Davis, jogos de vôlei da Frangosul , de basquete do Corinthians de Santa Cruz, 24 horas de Tarumã, Maratona de Porto Alegre… Cobriu as Olimpíadas de Atlanta 96. Em 1999 se transferiu à Rádio Pampa onde permaneceu até o fim do departamento de esportes da emissora,em 2007. Ganhou três Prêmios Press de melhor narrador esportivo em 2000,2001 e 2002. Apresentou o programa matutino Grande POA na Rádio Bandeirantes Porto Alegre entre 2007 e 2009,quando transferira-se à Rádio Eldorado de Criciúma.

Sobre Brauner, escreveu Mario Lima, em sua página do Facebook: ” Dia triste para todos que conviveram com o querido Roberto Brauner,um cara do bem e grande narrador esportivo.Trabalhamos em prefixos diferentes desde os anos oitenta e dividimos muitas viagens e muitas mesas com muitas histórias ao final de cada transmissão.O Bob como eu o chamava não passou em vão neste plano.Vá em paz parceiro .”

O velório acontece entre 15hs e 20hs, no Cemenitério São Miguel e Almas, onde o corpo será sepultado.

 

 

Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos.  Ator paulistano morreu nesta quinta-feira (15) em Sergipe. Ele estava acompanhado de Camila Pitanga quando foi tomar banho de rio; do G1

Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos. Ator paulistano morreu nesta quinta-feira (15) em Sergipe. Ele estava acompanhado de Camila Pitanga quando foi tomar banho de rio; do G1

Comunicação Cultura Destaque

Domingos Montagner como o personagem Santo, da novela 'Velho Chico' (Foto: Pedro Curi/TV Globo)
Domingos Montagner como o personagem Santo, da novela ‘Velho Chico’ . Foto: Pedro Curi/TV Globo

O ator Domingos Montagner, o Santo da novela “Velho Chico”, da TV Globo, morreu nesta quinta-feira (15). Ele gravou cenas de “Velho Chico” na parte da manhã, em Alagoas. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.

Durante o mergulho, não voltou à superfície. A atriz Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Policia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região ajudaram nas buscas.

Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).

Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela 'Velho Chico' (Foto: Caiuá Franco/TV Globo)
Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela ‘Velho Chico’ Foto: Caiuá Franco/TV Globo

Paulistano, Montagner tinha 54 anos. Ele começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Alguns papéis de destaque foram o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012).

Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e João Miguel de “Sete Vidas (2015). O ator estava no ar como o Santo de “Velho Chico” (2016).

Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.

Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.

O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.

Veja a lista com os principais filmes, novelas e seriados da carreira de Domingos Montagner

TV
“Mothern” (2008)
“Força tarefa” (2010)
“A cura” (2010)
“Divã” (2011)
“Cordel encantado” (2011)
“O brado retumbante” (2012)
“Salve Jorge” (2012)
“Joia rara” (2013)
“Sete vidas” (2015)
“Romance policial – Espinosa” (2015)
“Velho Chico” (2016)

Cinema
“Gonzaga, de pai para filho” (2012)
“A grande vitória” (2014)
“Através da sombra” (2015)
“De onde eu te vejo” (2016)
“Vidas partidas” (2016)
“Um namorado para minha mulher” (2016)

Cirurgião plástico Ivo Pitanguy morre de parada cardíaca, aos 90 anos

Cirurgião plástico Ivo Pitanguy morre de parada cardíaca, aos 90 anos

Destaque Saúde

O cirurgião plástico Ivo Pitanguy faleceu hoje (6) aos 90 anos, no Rio de Janeiro. Pitanguy estava em casa, quando sofreu uma parada cardíaca, e não houve tempo para socorro. A cremação será amanhã (7), às 18h, no Memorial do Carmo, no Caju. O corpo será velado a partir das 13h, em uma cerimônia reservada à família e amigos próximos. O médico Ivo Hélcio Jardim de Campos Pitanguy nasceu em Belo Horizonte (MG), no dia 5 de julho de 1926 e, com o passar dos anos, se tornou um dos mais renomados cirurgiões plásticos do mundo. Professor e escritor, foi membro da Academia Nacional de Medicina e imortal da Academia Brasileira de Letras.

Filho de Maria Stael Jardim de Campos Pitanguy e do médico-cirurgião Antônio de Campos Pitanguy, Ivo Pitanguy cursou medicina na Universidade Federal de Minas Gerais até o 4º ano. Sem interromper os estudos, transferiu-se para a Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para servir no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, onde atuou na Cavalaria dos Dragões da Independência.

Sua formação cirúrgica começou no Hospital do Pronto-Socorro do Rio de Janeiro, atual Hospital Souza Aguiar. Como sua vocação era a cirurgia plástica, o jovem Pitanguy se inscreveu em concurso organizado pelo ‘Institute of International Education’, e ganhou uma bolsa de estudos como cirurgião residente do Serviço do Professor John Longacre, no Bethesda Hospital, nos Estados Unidos.

Após estágio em outros serviços de cirurgia plástica norte-americanos, retornou ao Brasil, onde foi convidado pelo professor Marc Iselin, que visitava o Hospital do Pronto-Socorro do Rio de Janeiro, para ser seu assistente estrangeiro em Paris. Permaneceu durante dois anos na capital francesa, antes de dar seguimento à sua formação profissional no Reino Unido.

Ali, percebeu a importância de transmitir os conhecimentos adquiridos, lembrando sempre da importância social da especialidade, que começava a surgir no Brasil. Pitanguy criou o Serviço de Queimados do Hospital do Pronto-Socorro e o primeiro serviço de cirurgia de mão e de cirurgia plástica reparadora da Santa Casa.

Foi professor de cirurgia plástica da Universidade Católica do Rio de Janeiro e do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas. Em 1961, com a colaboração de médicos residentes, atuou no atendimento às vítimas do incêndio do Gran Circo Norte-Americano, em Niterói, o que deu visibilidade à importância social da especialidade. A tragédia matou mais de 500 pessoas e deixou mais de 800 feridos com sequelas por queimaduras.

Inaugurou a Clínica Ivo Pitanguy em 1963, que se transformou em referência nacional e internacional para a cirurgia plástica. Em 2014, lançou sua biografia Viver Vale a Pena, na qual relembra fatos e pessoas que tiveram destaque em sua vida.

Em sua página na internet, a jornalista Hildegard Angel ressaltou dois traços do caráter do cirurgião plástico brasileiro Ivo Pitanguy: a compaixão pelo próximo e a solidariedade. “O que particularmente faz de Ivo Pitanguy objeto de minha admiração é sua longa vida de dedicação ao próximo. Um homem de sua projeção e importância poderia ser indiferente ao mundo à sua volta, arrogante com os demais. Não é o seu caso. Sua sensibilidade o levou a se dedicar durante toda sua trajetória profissional a uma enfermaria na Santa Casa da Misericórdia, promovendo ali operações gratuitas. Corrigindo defeitos de nascença ou anomalias adquiridas em acidentes ou por doenças, em pessoas que não poderiam arcar com intervenções de alto custo”, mencionou.

A elogiada e reconhecida carreira de Ivo Pitanguy sofreu um baque em agosto de 2015, quando seu filho, o empresário Ivo Nascimento de Campos Pitanguy, foi preso por atropelar e matar o operário José Fernando Ferreira da Silva, de 44 anos, na Rua Marquês de São Vicente, na Gávea, zona sul da cidade. O operário trabalhava nas obras de expansão do metrô da zona sul à Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O empresário acabou beneficiado com liberdade provisória após pagar fiança de R$ 100 mil e foi indiciado por homicídio doloso. (Agência Brasil)

Morre o ex-presidente do Inter José Asmuz

Morre o ex-presidente do Inter José Asmuz

Destaque Esporte

Morreu nesta segunda-feira o ex-presidente do Inter José Asmuz, aos 89 anos. A notícia foi divulgada, via Facebook, pela filha do ex-dirigente colorado, Roberta Asmuz.

Asmuz esteve à frente do Inter por seis anos. Em 2015, ele foi ao estádio Beira-Rio para rever amigos que conquistou durante os anos no clube. Para ele, a recordação mais inesquecível foi a conquista do primeiro Campeonato Brasileiro pelo Inter, que em 14 de dezembro completou 40 anos.

Asmuz também foi piloto de automobilismo e chegou a ser campeão gaúcho em 1963. Emprestou seu nome para batizar uma parte do Jardim Dona Leopoldina, em Porto Alegre. (Correio do Povo)

Morre o ex-deputado Ariosto Jaeger

Morre o ex-deputado Ariosto Jaeger

Notícias Poder Política

Faleceu nesta madrugada em Santa Maria, aos 93 anos, o ex-deputado estadual Ariosto Jaeger. Ele ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa por cinco mandatos consecutivos, durante 20 anos. No Parlamento gaúcho, participou de comissões técnicas como a de Educação e de Constituição e Justiça. “Foram nesses momentos que aprendi a respeitar as ideias dos colegas e a ser reconhecido pelos mesmos pelo papel que me coube na história da política do nosso Estado”, dizia.

Advogado por formação, Jaeger foi também secretário estadual de Educação por duas vezes, secretário estadual de Justiça e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul. Gaúcho de Tupanciretã, era casado com Gelci Jaeger. O velório está ocorrendo no Cemitério Parque Jardim Santa Rita de Cássia, em Santa Maria. O enterro ocorrerá amanhã.

Ariosto Jaeger: no Parlamento gaúcho por 20 anos
Em novembro de 2007, ele concedeu uma entrevista a jornalista Vanessa Canciam sobre sua trajetória política e os 20 anos no parlamento gaúcho.
Ariosto Jaeger também exerceu cargos no Poder Executivo e Tribunal de Contas
Deputado estadual por cinco mandatos, durante vinte anos consecutivos (1951 a 1971), Ariosto Jaeger é um importante personagem da história política recente do Rio Grande do Sul. No Parlamento gaúcho, participou de comissões técnicas como a de Educação e Constituição e Justiça. “Foram nesses momentos que aprendi a respeitar as idéias dos colegas e a ser reconhecido pelos mesmos quanto ao papel que me coube na história da política do nosso Estado”. Advogado por formação, Jaeger foi também secretário estadual de Educação por duas vezes, secretário estadual de Justiça e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul. Aos 85 anos, o gaúcho de Tupanciretã é casado com Gelci Jaeger.

Como o senhor iniciou a vida política?
Iniciei a carreira me filiando ao PSD (Partido Social Democrático) e participando das campanhas, na cidade de Santa Rosa, mais precisamente no distrito de Cinqüentenário. Concorri ao cargo de vereador e fui eleito com boa votação. Na época, na localidade de Cinqüentenário, aquela era a segunda legislatura para a Câmara Municipal. Foi então que iniciei meu primeiro mandato como vereador de 1947 a 1950. Em 1951, concorri para deputado estadual pelo PSD e tive uma grande votação em todas as regiões.

O senhor esteve na Assembléia durante 20 anos. No total, foram cinco legislaturas. Nas quatro primeiras, esteve filiado ao PSD e na última, à Arena. Quais foram os motivos que o fizeram escolher o PSD?
Escolhi o PSD pelo fato de que os procedimentos e práticas políticas do partido correspondiam rigorosamente à minha forma de proceder e agir, em qualquer circunstância.

Como era o espaço físico do Casarão da Rua Duque de Caxias?
Embora fosse chamado de casarão, o espaço físico era restrito, mal conservado. Não havia espaço para diversas atividades nele exercidas. As comissões funcionavam em salas pouco numerosas. No máximo, uma para cada comissão. Na época, as instalações eram precárias. Atualmente, no prédio novo, elas foram bastante melhoradas para atender ao fim a que se destinam.

No Casarão havia muitas manifestações populares? O senhor se recorda de alguma?
Não ocorriam muitas manifestações populares, mas o povo ia até a Assembléia para suas reivindicações. Me recordo de uma ocasião em que os deputados foram obrigados a permanecer por 48 horas na AL, pelo fato de haver uma única saída do Casarão. A solução foi permanecer no recinto para evitar agressões, até mesmo de natureza física, pelos manifestantes.

Ainda no Casarão da Rua Duque de Caxias, como era o relacionamento e a convivência entre parlamentares de diferentes partidos?
A convivência era boa, mas haviam divergências, críticas mútuas e, eventualmente, agressões verbais. As discussões na tribuna eram sobre assuntos políticos e administrativos.

Quais eram os deputados mais dados ao debate?
Eram Liberato Salzano Vieira da Cunha, Pedro Simon, Sereno Chaise, Paulo Brossard de Souza Pinto, Leonel de Moura Brizola, Gudbem Castanheira. Não posso perder a oportunidade de citar meu nome, Ariosto Jaeger, pois também era assíduo ao bom debate na tribuna. Lembro de um episódio quando eu apartei o deputado Brizola, na época da última guerra. Brizola me perguntou: qual é mesmo seu nome? Nós convivíamos há muitos anos na Assembléia e na política do Rio Grande do Sul, mas mesmo assim respondi: Ariosto Jaeger. Brizola, bem de acordo com sua forma de agir, procurando explorar o fato do meu sobrenome ser de origem alemã – numa época tão polêmica de guerra – ainda repetiu: como é mesmo o seu nome? Eu retornei, dizendo somente deputado Jaeger, com muita honra. Só então ele encerrou a conversa.

A atividade parlamentar daquela época era diferente da atual?
Na minha opinião era diferente pelas suas características. Segundo os especialistas e analistas da nossa história política, mudou sim.

O senhor acompanhou a mudança de sede da AL. Como foram os primeiros anos na casa nova, o Palácio Farroupilha?
As novas condições arquitetônicas e materiais permitiram um aperfeiçoamento nas atividades parlamentares.

Morre aos 96 anos o ex-governador do Pará e ex-ministro Jarbas Passarinho

Morre aos 96 anos o ex-governador do Pará e ex-ministro Jarbas Passarinho

Destaque Poder Política

O ex-governador do Pará, ex-ministro e ex-senador Jarbas Passarinho morreu na manhã de hoje (5) aos 96 anos. Ele faleceu em sua residência, em Brasília, em decorrência de problemas de saúde relacionados à idade já avançada. Por meio de nota, o governo do Pará informou que decretou luto oficial de três dias. O velório será feito na própria capital federal e o enterro está programado para começar às 16h, no Cemitério Campo da Esperança. Nascido no município de Xapuri, interior do Acre, Jarbas Passarinho, militar do Exército, iniciou sua trajetória política no Pará, estado que governou entre 1964 e 1966. No Senado, cumpriu três mandatos. Também atuou como ministro do Trabalho, da Educação e da Previdência Social no governo militar e como ministro da Justiça no governo de Fernando Collor.

Biografia

É filho de Inácio de Loiola Passarinho e Júlia Gonçalves Passarinho. Ingressou na carreira militar e foi alçado à Artilharia chegando a tenente-coronel quando da deposição de João Goulart e a

Salão Negro Do Senado Federal Data - 29/09/1988 Assunto - Assinatura da Constitutição Participantes - Sen Jarbas Passarinho. Foto: Celio Azevedo/Fotos Públicas
Jarbas Passarinho Foto: Celio Azevedo

subsequente instauração do Regime Militar de 1964, por meio do qual foi alçado à política. Foi casado com Ruth de Castro Gonçalves e pai de cinco filhos.

Em 15 de junho de 1964 foi empossado governador do Pará em lugar do deposto Aurélio do Carmo cuja presença à frente do executivo foi dispensada pelo novo regime. Jarbas Passarinho filiou-se à ARENA e após deixar o governo foi eleito senador em 1966, mas em seguida foi nomeado ministro do Trabalho e Previdência Social no governo Costa e Silva, sendo mantido no cargo pela Junta Militar de 1969 que assumiu o poder após o afastamento do presidente da República até que o presidente Emílio Garrastazu Médici o nomeou ministro da Educação, de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974. Em sua atuação como ministro de estado foi signatário do Ato Institucional Número Cinco em 13 de dezembro de 1968. É de autoria, do então Ministro Jarbas Passarinho, a célebre frase que dirigiu ao Presidente Costa e Silva por ocasião da assinatura do AI-5: “Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim e a todos os membros desse Conselho, enveredar pelo caminho da ditadura pura e simples, mas me parece que claramente é esta que está diante de nós. […] Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”.

Em 14 de novembro de 1969 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, em 2 de março de 1971 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e em 2 de novembro de 1972 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública de Portugal.

Reeleito senador em 1974 foi um dos poucos arenistas a vencer no pleito daquele ano e com o passar dos anos foi um dos fundadores do PDS e presidiu o Senado Federal (1981-1983) durante o governo João Figueiredo. Sua liderança foi posta à prova a partir do cisma entre ele e Alacid Nunes, outrora seu maior aliado. Progressivamente afastados cada um usou de influência para controlar o PDS local e como Passarinho dispunha do apoio de Brasília os alacidistas apoiaram e elegeram o deputado federal Jader Barbalho governador do Pará em 1982, mesmo ele sendo filiado ao PMDB. No mesmo ano Passarinho foi derrotado por Hélio Gueiros na disputa pelo Senado. Um ano depois foi nomeado ministro da Previdência Social pelo presidente João Figueiredo entre 14 de novembro de 1983 e 15 de março de 1985.

Por ocasião das eleições de 1986 aceitou uma coligação com o PMDB de Jader Barbalho e nisso Hélio Gueiros foi eleito governador com Almir Gabriel e Jarbas Passarinho eleitos senadores, porém o acerto não o demoveu de fazer oposição ao governo José Sarney. Eleito presidente do diretório nacional do PDS, renunciou pouco antes das eleição presidencial de 1989.

Em 26 de novembro de 1987 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Portugal.

Ministro da Justiça no governo Fernando Collor de 13 de outubro de 1990 a 2 de abril de 1992, deixou o cargo antes das investigações que resultariam no impeachment presidencial. Seu papel de maior relevo foi o de presidente da CPI do Orçamento, todavia esse fato não impediu sua derrota quando concorreu ao governo do Pará pelo PPR em 1994 derrotado por Almir Gabriel.

Vocalista do Fundo de Quintal morre vítima de linfoma no Rio

Cultura Notícias

 

O vocalista do conjunto de samba Fundo de Quintal Mário Sérgio morreu, na manhã deste domingo, em um hospital de Nilópolis, onde passou seis dias internado para tratar um linfoma, na Baixada Fluminense. no Rio. O cantor tinha 58 anos e também era cavaquinista do grupo, que surgiu a partir do bloco Cacique de Ramos e é considerado um dos mais antigos do Brasil.

No Facebook, o Fundo de Quintal informou o falecimento do “amigo e parceiro Mário Sérgio”. O Cacique de Ramos se manifestou através de nota e informou que “em respeito à dor da família”, o cancelamento da roda de samba do Cacique de Ramos da noite de hoje.

Depois de 18 anos no grupo, Mário Sérgio deixou o Fundo de Quintal em 2008, retornando em 2013. Ainda não há informações sobre o velório e enterro do artista.  Acima uma entrevista de Mario Sérgio com Jô Soares. (Rádio Guaíba, com R7)

Morre Larry Pinto de Faria. Velório começa às 15 horas, na Capela Nossa Senhora das Vitórias no Beira-Rio

Morre Larry Pinto de Faria. Velório começa às 15 horas, na Capela Nossa Senhora das Vitórias no Beira-Rio

Esporte Notícias
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Larry atuando pelo Inter

A família comunicou no início da manhã, a morte de Larry Pinto de Faria. O velório será realizada das 15 horas desta sexta-feira(06.05) até 15 horas do sábado (07.05), na Capela Nossa Senhora das Vitórias, no Complexo Beira-Rio.  Após o velório, o corpo será levado para o Crematório de Viamão, onde acontecerá a cerimônia de despedida. Nascido em Nova Friburgo, 3 de novembro de 1932, é um ex-futebolista e político brasileiro. Começou a carreira no Fluminense, onde jogou de 1951 a 1954, sendo campeão do Campeonato Carioca de 1951 e da Copa Rio (Internacional) de 1952, ano em que também foi o artilheiro da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Verão de 1952, quando marcou quatro gols em três jogos. Em 1954 ele transferiu-se para o Internacional onde jogou até 1961, quando encerrou a sua carreira.

Era um centroavante elegante e técnico, que nem sequer trombava com os zagueiros. Conquistou a torcida colorada no segundo Gre-Nal que disputou, quando marcou quatro gols na goleada de 6 a 2. Foi campeão Pan-Americano em 1956, quando a seleção gaúcha representou o Brasil.

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Larry no vestiário do Beira-Rio. Foto: Dulce Helfer

Mas o Cerebral Larry, como era chamado pela torcida colorada, não é tão lembrado pela capacidade de fazer gols quanto pelo estilo clássico, refinado, raro entre os centroavantes da época e de qualquer tempo. Com outro centroavante, o pernambucano Bodinho, Larry formou uma dupla infernal, capaz de tabelinhas só comparáveis às dos santistas Pelé e Coutinho. No Campeonato Gaúcho de 1955, Larry marcou 23 gols em apenas dezoito partidas. Só não foi o artilheiro porque Bodinho chegou aos 25. Larry tinha tanta moral com a torcida colorada que, mesmo perdendo os dois pênaltis contra o Renner que tiraram o Inter da disputa do título gaúcho de 1958, saiu de campo aplaudido. Anos depois, quando abandonou o futebol, foi eleito deputado estadual.

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Larry no Estádio dos Eucaliptos. Foto: Dulce Helfer

Como jogador Larry conquistou o Campeonato Gaúcho de 1954 e o de 1961 pelo Internacional e o Pan-Americano de 1956 pela Seleção Brasileira, além dos títulos conquistados pelo Fluminense.

Atuou como comentarista esportivo na extinta TV Difusora, canal 10 de Porto Alegre, nos programas Portovisão e Meio-Dia – A Hora Local.

Larry também foi o primeiro jogador que marcou um gol do Brasil em olimpíadas, acontecendo isso em 1952 em Helsinque.

Morre Diretor de Futebol do Internacional. Velório de Celso Chamun será realizado até  às 16h no Salão do Conselho no Beira-Rio

Morre Diretor de Futebol do Internacional. Velório de Celso Chamun será realizado até às 16h no Salão do Conselho no Beira-Rio

Comunicação Esporte Notícias Poder

Morreu hoje  Celso Chamun, um dos diretores de futebol do Internacional. Com longa trajetória no Clube, Chamun ocupou vários cargos em diferentes diretorias da instituição entre elas a vice-presidência do Parque Gigante. Era um dos integrantes mais antigos do Conselho Deliberativo do Clube. Um minuto de silêncio, em homenagem a trajetória do esportista será realizado hoje antes da partida entre Glória x Internacional, em Vacaria, às 16h deste domingo, no estádio Altos da Glória. Outras homenagens deverão acontecer nos próximos dias para lembrar uma figura emblemática do Clube. Sobre Chamun, o diretor de Assuntos Internacionais, Luis Carlos Paraguassu postou nas redes bandeira_inter__vinicius_carvalho-229341sociais: ” Até o ano passado eu conhecia o Chamun superficialmente, quando então passei a conviver com ele mais de perto. O Chamun era daquelas pessoas com uma empatia de tal força que logo no primeiro contato se estabelecia uma relação de admiração, respeito e um forte prazer na convivência.” No Beira-Rio, a bandeira colorada já foi colocada em “meio-mastro”. No site do Inter está publicada uma nota de pesar da Instituição:

“O Sport Club Internacional lamenta, com pesar, o falecimento do diretor de futebol Celso Chamun, ocorrido neste domingo, em Porto Alegre. O velório será realizado das 10 às 16h, no Salão Nobre do Conselho Deliberativo, no Beira-Rio. O Internacional presta condolências à família, agradececendo aos anos de dedicação e serviços prestados pelo dirigente que passou por diferentes áreas do Clube. ”

Profissionalmente Celso Chamun, comandava um escritório contábil fundado em 1964, com especialistas nas áreas fiscal e  trabalhista/ previdenciária.

Obituário: Morre o “turfman”Vergara Marques; por Rogerio Böhlke/Rádio Guaíba

Obituário: Morre o “turfman”Vergara Marques; por Rogerio Böhlke/Rádio Guaíba

Cidade Comunicação Notícias Porto Alegre

Morreu nesta madrugada em seu apartamento, no bairro Menino Deus, por volta das 4 horas, o jornalista, radialista e “turfman” Luiz Carlos Vergara Marques. Natural de Jaguarão, estava com 85 anos- era de sete de novembro de 1930. Radialista e jornalista especializado no “esporte das rédeas”, foi o criador e apresentador do programa “Turfe e Boa Música” na rádio Itaí de Porto Alegre, que alcançou grandes índices de audiência nos anos 50,60 e até metade da década de 70. O narrador de turf, foi também diretor da Rádio da Universidade do Rio Grande do Sul em 1984 e administrador do Planetário de Porto Alegre.
Trabalhou, ainda, na Gaúcha, Farroupilha e Guaíba. Também foi responsável pelo surgimento da atual, e talvez, última geração de narradores do esporte, como Marco Oliveira e Marcos Rizon, além do já falecido, Mário Mazeron, este, também, integrante por mais de 20 anos, do quadro de locutores da rádio Guaíba.
Vergara Marques, por sua atuação profissional, foi um dos mais laureados cronistas do turf brasileiro. Ganhou vários prêmios como o “Negrinho do Pastoreio”, o “J. Bronquinha” e o da “do Artista Riograndense”, no Rio Grande do Sul. Em nível nacional, foi agraciado com o prêmio da Gazeta de São Paulo, da Associação dos Cronistas de Turfe de São Paulo, do Jóquei Clube de São Paulo e o prêmio Jóquei Clube Brasileiro. Em 1988, foi-lhe atribuído o título de cidadão de Porto Alegre.

O velório de Vergara Marques começou hoje de manhã, no São Miguel e Almas, local do sepultamento, ás 16 horas.