Morre segunda vítima atingida por marquise no Centro de Porto Alegre.  Eva Lenir Flores da Silva estava internada em estado grave no HPS

Morre segunda vítima atingida por marquise no Centro de Porto Alegre. Eva Lenir Flores da Silva estava internada em estado grave no HPS

Cidade Notícias
Marquise desaba de prédio no Centro de POA. Foto: Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba
Marquise desaba de prédio no Centro de POA. Foto: Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Eva Lenir Flores da Silva, de 59 anos, morreu no final da noite passada no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Ela estava internada em estado grave após ter sido atingida por uma marquise no Centro da Capital na manhã de ontem. Eva morava em Triunfo. O desabamento da marquise também resultou na morte de Tatiane Duarte da Silva, de 34 anos, que era funcionária de uma lancheria no local. O acidente ocorreu na avenida Salgado Filho, junto à esquina com a rua Annes Dias, quase em frente à Santa Casa.

O Conselho Regional de Engenharia (CREA/RS) informou que a Prefeitura não está correta em afirmar que reformas de fachadas em prédios privados não carecem de autorização do poder público. De acordo com o órgão, quando existe intervenção em calçadas ou passeios de pedestres, a empresa é obrigada a pedir autorização municipal.

Essa é a avaliação do vice-presidente do Conselho, Fernando Martins. “Até porque é fundamental garantir que não haverá queda de nenhum tipo de material ou ferramentas venham ao cair sobre as pessoas. Portanto, quando há avanço sobre o passeio haverá necessidade de solicitar autorização do poder municipal”, considerou.

Conforme o delegado Omar Abud, responsável pela investigação do caso, a principal hipótese para a queda da estrutura é o sobrepeso. “Mas só com a conclusão do inquérito para haver certeza disso”, alertou. Outra possibilidade é a colisão do elevador da obra sobre a estrutura que caiu.

A reportagem procurou, mas não localizou a empresa, nem a engenheira responsável pela obra no edifício. (Rádio Guaíba)

Desabamento de marquise mata mulher e deixa outra ferida no Centro de Porto Alegre

Desabamento de marquise mata mulher e deixa outra ferida no Centro de Porto Alegre

Notícias Porto Alegre Saúde Segurança

Uma mulher morreu e uma senhora ficou ferida após uma marquise desabar no Centro de Porto Alegre, pouco depois das 8h da manhã desta quinta-feira. A vítima fatal foi identificada como Tatiane Duarte de Oliveira, de 34 anos. Ela seria funcionária de uma lancheria no térreo do edifício, localizado na avenida Salgado Filho, 366. O prédio fica na esquina com a rua Professor Annes Dias, em frente ao complexo hospitalar da Santa Casa de Misericórdia.

Uma senhora que passava pelo local, identificada como Eva Lenir Flores da Silva, ficou ferida e foi encaminhada ao hospital para receber atendimento médico. As informações preliminares são de que ela era moradora de Triunfo.

Conforme o sargento Vanderlei Batista, do Corpo de Bombeiros, a marquise estava em obras e, provavelmente, não havia isolamento adequado do local. O bombeiro ressaltou que vários edifícios do Centro da Capital estão reformando marquises para atender exigências da Prefeitura. (Rádio Guaíba e Correio do Povo)

Morre Bud Spencer, ícone do western spaghetti. Ator italiano viveu no Brasil. Veja cenas de filmes do astro

Morre Bud Spencer, ícone do western spaghetti. Ator italiano viveu no Brasil. Veja cenas de filmes do astro

Cultura Notícias Vídeo

Conhecido por sua parceria no cinema com Terence Hill, o ator italiano de western spaghetti Bud Spencer faleceu aos 86 anos, nesta segunda-feira em Roma – anunciou sua família. “Temos a grande tristeza de anunciar que Bud partiu para sua última viagem”, tuitou nesta segunda à noite a família Pedersoli, o sobrenome verdadeiro do ator, nascido em Nápoles, em 31 de outubro de 1929. “Tchau, Bud Spencer. Todos nós te amamos muito”, tuitou o chefe do governo italiano, Matteo Renzi.

O ministro da Cultura, Dario Franceschini, homenageou “um grande intérprete do nosso cinema, que desenvolveu uma longa carreira, foi capaz de divertir gerações inteiras e conquistar o publico com seu grande profissionalismo”.

Carlo Pedersoli nasceu no bairro napolitano de Santa Lúcia, no seio de uma família abonada. Seu pai, originário de Bréscia, era um homem de negócios. Em 1940, a família se mudou para Roma. Lá, Carlo se destacaria por sua capacidade como estudante e como um excelente nadador.

Depois da Segunda Guerra Mundial, a família emigrou para o Rio de Janeiro, onde Carlo abandonou seus estudos e fez trabalhos ocasionais, entre eles pedreiro e bibliotecário. De volta a Roma retomou a natação, com a qual chegou a obter sete títulos nacionais, enquanto fazia pequenos papéis no cinema, entre eles em “Quo Vadis” e em “Adeus às armas”.

Casado com a filha de um produtor cinematográfico, filmou já com 38 anos seu primeiro western spaghetti em 1967: “Dio perdona, Io no”, traduzida em alguns países como “Deus perdoa, eu não”. Para este filme havia decidido mudar seu nome artístico, adotando Bud Spencer, em homenagem à cerveja do mesmo nome e ao ator Spencer Tracy.

Seu grande sucesso europeu e latino-americano veio com o filme de 1970 “Meu Nome é Trinity”, onde interpreta o papel do gigante com coração de ouro, que sempre defendia as viúvas e os órfãos, batendo forte, mas sorrindo ao mesmo tempo.

Filmou seu último filme, “Cantando dietro i paraventi” (“Cantando atrás do para-brisas”), em 2004, e nas eleições regionais de 2006 foi candidato a um cargo pelo partido de Silvio Berlusconi. Desde então, havia quase se retirado da vida pública. (AFP/Correio do Povo)

Homem morre em explosão em Centro de Treinamento em Segurança no Vale do Sinos; por Eduardo Paganella e Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Homem morre em explosão em Centro de Treinamento em Segurança no Vale do Sinos; por Eduardo Paganella e Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Notícias Segurança

Um homem foi morto na explosão, em São Leopoldo, no Vale dos Sinos. Em seguida a detonação houve um incêndio e o acidente aconteceu durante um curso de instrução. O fato aconteceu no Centro de Treinamento em Segurança Centurium, localizado na rua Andrade de Neves, 309, no bairro São João Batista. Parte do prédio onde ocorreu a explosão foi danificada.

A ocorrência foi no final da manhã deste sábado e a Brigada Militar identificou a vítima. Alessandro Wierzynski, que tinha 36 anos, era instrutor de vigilantes e seguranças privados. O trabalhador estaria manejando o artefato no momento da explosão. Outro colega ficou ferido. Walter Luis Fonseca de Oliveira foi encaminhado para atendimento médico no hospital do município.

O C.T Centurium oferece cerca de 16 cursos de formação na área de segurança privada e até mesmo treinamento para guarda municipal. Outra formação é para a profissão de armeiro, que trabalha com a manutenção ou fabricação de armas de fogo. Entretanto, não há informações sobre treinamento para o manuseio de explosivos. Entretanto, segundo os bombeiros, o fogo começou no estande de tiro. No local ficaria armazenada munição usada em treinamentos.

Os proprietários do C.T Centurium não foram localizados pela reportagem que recorreu a todos os telefones disponíveis no site que divulga os cursos na internet. O local tem alvará de funcionamento expedido pela Polícia Federal, que é responsável pela autorização de espaços deste tipo.

Morre o ex-deputado Ariosto Jaeger

Morre o ex-deputado Ariosto Jaeger

Notícias Poder Política

Faleceu nesta madrugada em Santa Maria, aos 93 anos, o ex-deputado estadual Ariosto Jaeger. Ele ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa por cinco mandatos consecutivos, durante 20 anos. No Parlamento gaúcho, participou de comissões técnicas como a de Educação e de Constituição e Justiça. “Foram nesses momentos que aprendi a respeitar as ideias dos colegas e a ser reconhecido pelos mesmos pelo papel que me coube na história da política do nosso Estado”, dizia.

Advogado por formação, Jaeger foi também secretário estadual de Educação por duas vezes, secretário estadual de Justiça e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul. Gaúcho de Tupanciretã, era casado com Gelci Jaeger. O velório está ocorrendo no Cemitério Parque Jardim Santa Rita de Cássia, em Santa Maria. O enterro ocorrerá amanhã.

Ariosto Jaeger: no Parlamento gaúcho por 20 anos
Em novembro de 2007, ele concedeu uma entrevista a jornalista Vanessa Canciam sobre sua trajetória política e os 20 anos no parlamento gaúcho.
Ariosto Jaeger também exerceu cargos no Poder Executivo e Tribunal de Contas
Deputado estadual por cinco mandatos, durante vinte anos consecutivos (1951 a 1971), Ariosto Jaeger é um importante personagem da história política recente do Rio Grande do Sul. No Parlamento gaúcho, participou de comissões técnicas como a de Educação e Constituição e Justiça. “Foram nesses momentos que aprendi a respeitar as idéias dos colegas e a ser reconhecido pelos mesmos quanto ao papel que me coube na história da política do nosso Estado”. Advogado por formação, Jaeger foi também secretário estadual de Educação por duas vezes, secretário estadual de Justiça e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul. Aos 85 anos, o gaúcho de Tupanciretã é casado com Gelci Jaeger.

Como o senhor iniciou a vida política?
Iniciei a carreira me filiando ao PSD (Partido Social Democrático) e participando das campanhas, na cidade de Santa Rosa, mais precisamente no distrito de Cinqüentenário. Concorri ao cargo de vereador e fui eleito com boa votação. Na época, na localidade de Cinqüentenário, aquela era a segunda legislatura para a Câmara Municipal. Foi então que iniciei meu primeiro mandato como vereador de 1947 a 1950. Em 1951, concorri para deputado estadual pelo PSD e tive uma grande votação em todas as regiões.

O senhor esteve na Assembléia durante 20 anos. No total, foram cinco legislaturas. Nas quatro primeiras, esteve filiado ao PSD e na última, à Arena. Quais foram os motivos que o fizeram escolher o PSD?
Escolhi o PSD pelo fato de que os procedimentos e práticas políticas do partido correspondiam rigorosamente à minha forma de proceder e agir, em qualquer circunstância.

Como era o espaço físico do Casarão da Rua Duque de Caxias?
Embora fosse chamado de casarão, o espaço físico era restrito, mal conservado. Não havia espaço para diversas atividades nele exercidas. As comissões funcionavam em salas pouco numerosas. No máximo, uma para cada comissão. Na época, as instalações eram precárias. Atualmente, no prédio novo, elas foram bastante melhoradas para atender ao fim a que se destinam.

No Casarão havia muitas manifestações populares? O senhor se recorda de alguma?
Não ocorriam muitas manifestações populares, mas o povo ia até a Assembléia para suas reivindicações. Me recordo de uma ocasião em que os deputados foram obrigados a permanecer por 48 horas na AL, pelo fato de haver uma única saída do Casarão. A solução foi permanecer no recinto para evitar agressões, até mesmo de natureza física, pelos manifestantes.

Ainda no Casarão da Rua Duque de Caxias, como era o relacionamento e a convivência entre parlamentares de diferentes partidos?
A convivência era boa, mas haviam divergências, críticas mútuas e, eventualmente, agressões verbais. As discussões na tribuna eram sobre assuntos políticos e administrativos.

Quais eram os deputados mais dados ao debate?
Eram Liberato Salzano Vieira da Cunha, Pedro Simon, Sereno Chaise, Paulo Brossard de Souza Pinto, Leonel de Moura Brizola, Gudbem Castanheira. Não posso perder a oportunidade de citar meu nome, Ariosto Jaeger, pois também era assíduo ao bom debate na tribuna. Lembro de um episódio quando eu apartei o deputado Brizola, na época da última guerra. Brizola me perguntou: qual é mesmo seu nome? Nós convivíamos há muitos anos na Assembléia e na política do Rio Grande do Sul, mas mesmo assim respondi: Ariosto Jaeger. Brizola, bem de acordo com sua forma de agir, procurando explorar o fato do meu sobrenome ser de origem alemã – numa época tão polêmica de guerra – ainda repetiu: como é mesmo o seu nome? Eu retornei, dizendo somente deputado Jaeger, com muita honra. Só então ele encerrou a conversa.

A atividade parlamentar daquela época era diferente da atual?
Na minha opinião era diferente pelas suas características. Segundo os especialistas e analistas da nossa história política, mudou sim.

O senhor acompanhou a mudança de sede da AL. Como foram os primeiros anos na casa nova, o Palácio Farroupilha?
As novas condições arquitetônicas e materiais permitiram um aperfeiçoamento nas atividades parlamentares.

Recusas da FAB impedem transplantes de 153 órgãos. Nos mesmos dias, Aeronáutica atendeu a 716 pedidos de políticos

Recusas da FAB impedem transplantes de 153 órgãos. Nos mesmos dias, Aeronáutica atendeu a 716 pedidos de políticos

Direito Notícias Poder Política Saúde

Obrigada por lei a transportar autoridades, a FAB deixa de carregar órgãos para transplantes, o que já provocou mortes, conta VINICIUS SASSINE. Entre 2013 e 2015, a FAB recusou o transporte de 153 órgãos saudáveis que se perderam pela impossibilidade de outras formas de deslocamento. Nos dias em que os pedidos foram negados, a Aeronáutica atendeu a 716 requisições de ministros e de presidentes de STF, Câmara e Senado. A reportagem completa está em O Globo.

Morre aos 96 anos o ex-governador do Pará e ex-ministro Jarbas Passarinho

Morre aos 96 anos o ex-governador do Pará e ex-ministro Jarbas Passarinho

Destaque Poder Política

O ex-governador do Pará, ex-ministro e ex-senador Jarbas Passarinho morreu na manhã de hoje (5) aos 96 anos. Ele faleceu em sua residência, em Brasília, em decorrência de problemas de saúde relacionados à idade já avançada. Por meio de nota, o governo do Pará informou que decretou luto oficial de três dias. O velório será feito na própria capital federal e o enterro está programado para começar às 16h, no Cemitério Campo da Esperança. Nascido no município de Xapuri, interior do Acre, Jarbas Passarinho, militar do Exército, iniciou sua trajetória política no Pará, estado que governou entre 1964 e 1966. No Senado, cumpriu três mandatos. Também atuou como ministro do Trabalho, da Educação e da Previdência Social no governo militar e como ministro da Justiça no governo de Fernando Collor.

Biografia

É filho de Inácio de Loiola Passarinho e Júlia Gonçalves Passarinho. Ingressou na carreira militar e foi alçado à Artilharia chegando a tenente-coronel quando da deposição de João Goulart e a

Salão Negro Do Senado Federal Data - 29/09/1988 Assunto - Assinatura da Constitutição Participantes - Sen Jarbas Passarinho. Foto: Celio Azevedo/Fotos Públicas
Jarbas Passarinho Foto: Celio Azevedo

subsequente instauração do Regime Militar de 1964, por meio do qual foi alçado à política. Foi casado com Ruth de Castro Gonçalves e pai de cinco filhos.

Em 15 de junho de 1964 foi empossado governador do Pará em lugar do deposto Aurélio do Carmo cuja presença à frente do executivo foi dispensada pelo novo regime. Jarbas Passarinho filiou-se à ARENA e após deixar o governo foi eleito senador em 1966, mas em seguida foi nomeado ministro do Trabalho e Previdência Social no governo Costa e Silva, sendo mantido no cargo pela Junta Militar de 1969 que assumiu o poder após o afastamento do presidente da República até que o presidente Emílio Garrastazu Médici o nomeou ministro da Educação, de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974. Em sua atuação como ministro de estado foi signatário do Ato Institucional Número Cinco em 13 de dezembro de 1968. É de autoria, do então Ministro Jarbas Passarinho, a célebre frase que dirigiu ao Presidente Costa e Silva por ocasião da assinatura do AI-5: “Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim e a todos os membros desse Conselho, enveredar pelo caminho da ditadura pura e simples, mas me parece que claramente é esta que está diante de nós. […] Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”.

Em 14 de novembro de 1969 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, em 2 de março de 1971 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e em 2 de novembro de 1972 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública de Portugal.

Reeleito senador em 1974 foi um dos poucos arenistas a vencer no pleito daquele ano e com o passar dos anos foi um dos fundadores do PDS e presidiu o Senado Federal (1981-1983) durante o governo João Figueiredo. Sua liderança foi posta à prova a partir do cisma entre ele e Alacid Nunes, outrora seu maior aliado. Progressivamente afastados cada um usou de influência para controlar o PDS local e como Passarinho dispunha do apoio de Brasília os alacidistas apoiaram e elegeram o deputado federal Jader Barbalho governador do Pará em 1982, mesmo ele sendo filiado ao PMDB. No mesmo ano Passarinho foi derrotado por Hélio Gueiros na disputa pelo Senado. Um ano depois foi nomeado ministro da Previdência Social pelo presidente João Figueiredo entre 14 de novembro de 1983 e 15 de março de 1985.

Por ocasião das eleições de 1986 aceitou uma coligação com o PMDB de Jader Barbalho e nisso Hélio Gueiros foi eleito governador com Almir Gabriel e Jarbas Passarinho eleitos senadores, porém o acerto não o demoveu de fazer oposição ao governo José Sarney. Eleito presidente do diretório nacional do PDS, renunciou pouco antes das eleição presidencial de 1989.

Em 26 de novembro de 1987 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Portugal.

Ministro da Justiça no governo Fernando Collor de 13 de outubro de 1990 a 2 de abril de 1992, deixou o cargo antes das investigações que resultariam no impeachment presidencial. Seu papel de maior relevo foi o de presidente da CPI do Orçamento, todavia esse fato não impediu sua derrota quando concorreu ao governo do Pará pelo PPR em 1994 derrotado por Almir Gabriel.

Vocalista do Fundo de Quintal morre vítima de linfoma no Rio

Cultura Notícias

 

O vocalista do conjunto de samba Fundo de Quintal Mário Sérgio morreu, na manhã deste domingo, em um hospital de Nilópolis, onde passou seis dias internado para tratar um linfoma, na Baixada Fluminense. no Rio. O cantor tinha 58 anos e também era cavaquinista do grupo, que surgiu a partir do bloco Cacique de Ramos e é considerado um dos mais antigos do Brasil.

No Facebook, o Fundo de Quintal informou o falecimento do “amigo e parceiro Mário Sérgio”. O Cacique de Ramos se manifestou através de nota e informou que “em respeito à dor da família”, o cancelamento da roda de samba do Cacique de Ramos da noite de hoje.

Depois de 18 anos no grupo, Mário Sérgio deixou o Fundo de Quintal em 2008, retornando em 2013. Ainda não há informações sobre o velório e enterro do artista.  Acima uma entrevista de Mario Sérgio com Jô Soares. (Rádio Guaíba, com R7)

Aos 85 anos, morre em São Paulo o cantor Cauby Peixoto

Cultura Notícias

 

Um dos maiores cantores da música brasileira, Cauby Peixoto morreu na noite desse domingo (15), aos 85 anos, em São Paulo. Ele estava internado desde o dia 9 de maio no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo. Segundo o fã clube do artista, ele morreu por volta da meia-noite de ontem. O hospital informou que o cantor teve um quadro de pneumonia.

Cauby Peixoto Barros nasceu em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, em 10 fevereiro de 1931. Cresceu em uma família de artistas. Trabalhou no comércio até começar a participar de programas de calouros no rádio, no fim da década de 40. Gravou o primeiro disco em 1951. Foi um dos grandes nomes da chamada “era de ouro do rádio” no Brasil.

Em 65 anos de carreira, teve grande sucesso com músicas como Blue Gardenia, Conceição, Mil Mulheres, Bastidores, New York, New York e Nada Além.

Cauby Peixoto  estava em turnê pelo Brasil com a cantora Angela Maria. Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório e o enterro do artista.(Agência Brasil)

Morre Larry Pinto de Faria. Velório começa às 15 horas, na Capela Nossa Senhora das Vitórias no Beira-Rio

Morre Larry Pinto de Faria. Velório começa às 15 horas, na Capela Nossa Senhora das Vitórias no Beira-Rio

Esporte Notícias
craques_larry2
Larry atuando pelo Inter

A família comunicou no início da manhã, a morte de Larry Pinto de Faria. O velório será realizada das 15 horas desta sexta-feira(06.05) até 15 horas do sábado (07.05), na Capela Nossa Senhora das Vitórias, no Complexo Beira-Rio.  Após o velório, o corpo será levado para o Crematório de Viamão, onde acontecerá a cerimônia de despedida. Nascido em Nova Friburgo, 3 de novembro de 1932, é um ex-futebolista e político brasileiro. Começou a carreira no Fluminense, onde jogou de 1951 a 1954, sendo campeão do Campeonato Carioca de 1951 e da Copa Rio (Internacional) de 1952, ano em que também foi o artilheiro da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Verão de 1952, quando marcou quatro gols em três jogos. Em 1954 ele transferiu-se para o Internacional onde jogou até 1961, quando encerrou a sua carreira.

Era um centroavante elegante e técnico, que nem sequer trombava com os zagueiros. Conquistou a torcida colorada no segundo Gre-Nal que disputou, quando marcou quatro gols na goleada de 6 a 2. Foi campeão Pan-Americano em 1956, quando a seleção gaúcha representou o Brasil.

hqdefault
Larry no vestiário do Beira-Rio. Foto: Dulce Helfer

Mas o Cerebral Larry, como era chamado pela torcida colorada, não é tão lembrado pela capacidade de fazer gols quanto pelo estilo clássico, refinado, raro entre os centroavantes da época e de qualquer tempo. Com outro centroavante, o pernambucano Bodinho, Larry formou uma dupla infernal, capaz de tabelinhas só comparáveis às dos santistas Pelé e Coutinho. No Campeonato Gaúcho de 1955, Larry marcou 23 gols em apenas dezoito partidas. Só não foi o artilheiro porque Bodinho chegou aos 25. Larry tinha tanta moral com a torcida colorada que, mesmo perdendo os dois pênaltis contra o Renner que tiraram o Inter da disputa do título gaúcho de 1958, saiu de campo aplaudido. Anos depois, quando abandonou o futebol, foi eleito deputado estadual.

download (1)
Larry no Estádio dos Eucaliptos. Foto: Dulce Helfer

Como jogador Larry conquistou o Campeonato Gaúcho de 1954 e o de 1961 pelo Internacional e o Pan-Americano de 1956 pela Seleção Brasileira, além dos títulos conquistados pelo Fluminense.

Atuou como comentarista esportivo na extinta TV Difusora, canal 10 de Porto Alegre, nos programas Portovisão e Meio-Dia – A Hora Local.

Larry também foi o primeiro jogador que marcou um gol do Brasil em olimpíadas, acontecendo isso em 1952 em Helsinque.