Onyx Lorenzoni reafirma compromisso do governo de retomar a economia do Brasil no Fórum da Liberdade

Onyx Lorenzoni reafirma compromisso do governo de retomar a economia do Brasil no Fórum da Liberdade

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A 32ª edição do Fórum da Liberdade recebeu na noite de hoje (8) o Ministro-Chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O político foi destaque como Palestra Especial do evento e falou sobre o governo de Jair Bolsonaro. Com a apresentação de uma linha do tempo que iniciou em 2013, passou pela crise e impeachment do governo Dilma, e chegou na vitória do atual presidente, Onyx exaltou o esforço do governo para mudar o país e retomar o crescimento econômico.

Segundo o ministro, quando a crise se instalou no governo Dilma, um político que até então passava despercebido começou a chamar a atenção. “No meio disso tudo tínhamos um homem improvável”, afirmou. Com um governo que não possui dependência e sem condições para que os ministros façam a organização de suas equipes, Onyx afirma que o trabalho de Bolsonaro possui autonomia e diálogo. “Hoje o presidente determina que estamos aqui para servir o Brasil. Não podemos errar.” Como exemplo, lembrou que o governo atual reduziu o poder hierárquico e diminuiu os cargos em comissão além de retomar a confiança do brasileiro a partir dos planos de combate à corrupção e anti-crime, proposto pelo Ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Assunto que ganhou os jornais nas última semanas, a Reforma da Previdência foi outro tema que Onyx não deixou de lado. “Reforma é uma coisa ruim para uma coisa boa”, ressaltou. “O cidadão tem que entender que previdência é sistema de seguridade, diferente de assistência, que causa dependência de Estado. A nova previdência é o portal da prosperidade.” O ministro ainda citou a Grécia e Portugal, que sofreram no início com reformas, mas hoje vivem em crescimento. “Um governo desequilibrado é um risco constante. Nós temos a chance de um governo que quer respeitar o cidadão e reduzir a máquina pública”, enfatizou. Segundo Onyx, a partir do momento que o Brasil equilibrar a economia, o país será o o ponto e o foco de investimento do mundo.

Quando o assunto é o empreendedorismo, Onyx afirma que é preciso simplificar processos e, pela primeira vez no país, acabar com declarações, autorizações e reconhecimentos, burocracias exigidas na hora de negociar. “A verdade está com ele até que o estado prove o contrário”, disse. Ao final, reafirmou o compromisso do governo com princípios e valores e ressaltou que o país tem um time que não está no governo para roubar, e sim para servir, de maneira humilde, sabendo que a chance de mudar o país é agora. “Hoje temos um governo que tem mérito e tem uma certeza: lutar muito para chegar aqui e não perder a oportunidade. As próximas gerações merecem ter uma grande e próspera nação.”

 

Porto Alegre: Onyx Lorenzoni estará presente no 32º Fórum da Liberdade

Porto Alegre: Onyx Lorenzoni estará presente no 32º Fórum da Liberdade

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CarlosJereissatiFilho
Carlos Jereissati Filho

O Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), contará com uma palestra especial do atual ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Além da participação de um dos principais líderes do governo Bolsonaro, está confirmada a presença do empresário Carlos Jereissati Filho, CEO do Grupo Iguatemi. O evento acontece nos dias 8 e 9 de abril, no Centro de Eventos da PUCRS, e debaterá o tema “Brasil: aberto para reformas?”. As inscrições estão disponíveis pelo site www.forumdaliberdade.com.br.

Onyx iniciou sua carreira política no Partido Liberal, no qual se elegeu Deputado Estadual no Rio Grande do Sul. Atualmente, preside o Democratas no Rio Grande do Sul e acredita que o governo deve interferir o mínimo possível na vida das pessoas e se ocupar daquilo que somente ele deve fazer: dar estrutura para o país crescer e garantir segurança às pessoas. Jereissati atua como presidente da Iguatemi Empresa de Shopping Centers. Além disto, é membro do Conselho de Administração da Jereissati Participações S.A. e foi presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers e, em 2007, foi eleito como “Young Global Leader, pelo World Economic Forum.

CLIQUE AQUI E CONFIRA A ENTREVISTA DA PRESIDENTE DO IEE, GIOVANA STEFANI, AO BAHTCHÊPAPO.

 

 

Onyx Lorenzoni afirma que objetivo é votar 10 medidas de combate à corrupção até 9 de dezembro

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Conversei hoje com o deputado Onyx Lorenzoni (RS), relator do projeto que reúne as 10 medidas de combate à corrupção, o deputado conta que vai se debruçar sobre cada uma delas para apresentar, num prazo de 60 dias, um relatório que possa responder aos anseios dos brasileiros.

Ônyx Lorenzoni analisa renúncia e sucessão de Eduardo Cunha

Notícias Poder Política

A renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara tem desdobramentos imediatos. Parlamentares denunciam que esse movimento de Cunha seria uma manobra para adiar o processo de cassação do mandato. Ele já conseguiu uma primeira medida favorável: o adiamento da votação do recurso dele na Comissão de Constituição e Justiça.

A renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara não deveria parar o processo de cassação do mandato dele. O processo tem que seguir normalmente, como prevê o regimento da Câmara. Mas Cunha e aliados operam para que a renúncia seja retribuída com o perdão político para o acusado de mentir sobre contas na Suíça. Com a boa vontade do Palácio do Planalto, tentam trocar o ato desta quinta-feira (7) por uma vitória na Comissão de Constituição e Justiça. E já deram o primeiro passo.

Como parte do acordo, Cunha apresentou um novo pedido à Comissão de Constituição e Justiça, alegando que todo o processo no Conselho de Ética foi decidido com base no fato de ele ser presidente da Câmara, e agora, que ele não tem mais o cargo, o processo, no argumento de Cunha, teria que ser refeito. O presidente da CCJ, Osmar Serraglio, adiou a reunião da comissão de segunda (11) para terça-feira (12). Na prática a comissão pode decidir simplesmente devolver o caso para o Conselho de Ética. Conversei com Ônyx Lorenzoni(DEM) sobre isso e também a sucessão de Eduardo Cunha.

Deputados Onyx Lorenzoni e Henrique Fontana trocam farpas em debate sobre processo de impeachment contra Dilma. Confronto de ideias ocorreu durante o Programa Agora, da Rádio Guaíba

Notícias Poder Política

Os deputados federais Onyx Lorenzoni (Dem) e Henrique Fontana (PT) debateram, no Programa Agora da Rádio Guaíba, a aprovação do pedido de abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em rito que pode marcar a saída da chefe de Estado do poder. Onix abriu sua participação dizendo que durante muito tempo o presidente da Câmara usou seu cargo para fazer um jogo político para ganhar tempo e minimizar os problemas que enfrenta por suspeição de ter conta secreta no exterior e de ter mentido para uma CPI. “Cunha ficou retardando ilegalmente o processo durante meses para apresentar nesse momento o documento formulado por juristas pedindo a saída de Dilma”, destacou. O parlamentar lembrou que é preciso ter o apoio de 342 parlamentares pelo impeachment, necessitando convencer uma parcela importante da base do governo de que fechou um ciclo político no país.

Henrique Fontana, por sua vez, denunciou a defesa de um posicionamento pelo golpe institucional. “Acho que boa parte da oposição tem compromisso democrático”, destacou. Fontana falou mais uma vez que a presidente Dilma tem uma história de honradez e uma trajetória política ilibada, mas admitiu que muitas pessoas estão desgostosas em relação aos resultados da economia. Destacou que o movimento pela saída de Dilma do cargo poderá causar prejuízos incalculáveis ao país a médio e longo prazo. “Acho que esse movimento não terá legitimidade”, afirmou.

Oposição quer Lulinha na CPI

Oposição quer Lulinha na CPI

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A oposição quer levar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Lula, ao Congresso Nacional para explicar a acusação de que teve despesas pessoais pagas pelo lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano. Conforme revelou ontem o colunista Lauro Jardim, no GLOBO, o lobista afirmou em delação premiada ter feito pagamentos de R$ 2 milhões a Lulinha. Confira a reportagem completa em O Globo.