NY Times Opinion: Onde estão os liberais da Venezuela?; por John Sexton

NY Times Opinion: Onde estão os liberais da Venezuela?; por John Sexton

Destaque Mundo Opinião Poder Política

Bret Stephens tem um artigo de opinião no NY Times hoje perguntando por que a esquerda americana parece ter tão pouco interesse em uma causa de direitos humanos acontecendo aqui em nosso próprio hemisfério. Toda geração de ativistas abraça uma causa de política externa digna: acabar com o apartheid na África do Sul; parar a limpeza étnica nos Balcãs; salvar Darfur da fome e do genocídio. E então há a perene – e perenemente indigna – causa de “libertação” da Palestina, para a qual nunca há escassez de fanáticos crédulos do campus. Depois, há as causas humanitárias que os jovens ativistas de esquerda geralmente não abraçam, pelo menos não em grande parte. Prisioneiros políticos de Cuba. A violência islâmica contra os cristãos no Oriente Médio. O vasto e aterrorizante campo de concentração que é a Coréia do Norte. Onde estão os protestos esquerdistas sobre qualquer um desses?

O caso da Venezuela deve ser especialmente digno para estudantes universitários. É urgente. Está por perto. Suas vítimas estão lutando pela democracia, pelos direitos humanos, pela capacidade de alimentar seus filhos. Stephens diz que um motivo para o silêncio relativo pode ser que, até dois anos atrás, o socialismo venezuelano foi considerado um ponto brilhante por muitos à esquerda: O regime venezuelano foi uma causa da esquerda, animado por pessoas como Naomi Klein, Sean Penn e Danny Glover. As publicações de esquerda, como “The Intercept”, de Glenn Greenwald, fizeram desculpas para o regime e tratam seus críticos como Washington Stooges. Jeremy Corbyn, que ainda poderia ser o próximo primeiro-ministro da Grã-Bretanha, memorializou o falecido ditador Hugo Chávez em 2013 por suas “contribuições massivas para a Venezuela e um mundo muito amplo”. Ainda hoje, a crítica é surpreendentemente silenciosa. Se Klein tenha chegado a um acordo formal com a tirania de Maduro ou a catástrofe da Venezuela, ela não fez isso na The Nation, The Guardian ou em qualquer lugar indexada pela LexisNexis ou Factiva. A resposta de Corbyn à repressão de Maduro foi expressar sua condenação de “a violência que foi feita por qualquer lado, por todos os lados” – uma peça de equivalência ofuscante digna da observação de Charlottesville de Donald Trump. Apenas para enfatizar esse ponto sobre os fãs de esquerda da Venezuela, aqui está o primeiro parágrafo para um dos meus artigos favoritos de todos os tempos:

Durante mais de uma década, as pessoas que se opuseram ao governo da Venezuela argumentaram que sua economia implodiria. Como os comunistas na década de 1930 rooteando para a crise final do capitalismo, viram o colapso econômico ao virar da esquina. Quão frustrante tem sido para eles testemunhar apenas duas recessões: uma diretamente causada pelo ataque petrolífero da oposição (dezembro de 2002 a maio de 2003) e uma provocada pela recessão mundial (2009 e primeiro semestre de 2010). No entanto, o governo obteve o controle da empresa petrolífera nacional em 2003 e o desempenho econômico de toda a década mostrou-se bastante bem, com um crescimento anual médio de renda real por pessoa de 2,7% e a pobreza reduzida em mais de metade e grandes ganhos para a maioria no emprego, acesso a cuidados de saúde, pensões e educação.

Isso foi publicado em novembro de 2013. Quatro anos depois, a inflação venezuelana agora é estimada em dígitos quadruplicados e pode levar horas para colecionar dinheiro suficiente de caixas eletrônicos para comprar uma xícara de café. E, claro, isso realmente é apenas arranhar a superfície do pesadelo, a vida diária tornou-se para muitas pessoas lá. Este é um país onde as crianças estão indo para os hospitais por desnutrição porque os grampos básicos como o leite e o pão são extremamente difíceis de encontrar.

Estamos testemunhando uma lição de objeto de uma década sobre as alegrias do socialismo, mas nunca parece chegar a uma massa crítica aqui nos EUA, quase como se não fosse relevante para o que está acontecendo aqui. Suspeito que Stephens tenha razão sobre tudo isso. Se a Venezuela não tivesse sido promovida como um paraíso socialista de esquerda até alguns anos atrás, provavelmente estaríamos ouvindo muito mais sobre seu declínio agora.

 

*Joe Sexton, hoje é editor sênior,  antes trabalhou por 25 anos como repórter e editor do The New York Times.

Opinião: O pacote do Governo Sartori e o caso da FEE; por Aod Cunha

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Eu estou do outro lado do mundo já faz algum tempo. E agora literalmente, na Ásia. E desde que sai do setor público, já faz 8 anos, tenho procurado me manter distante de comentar mandatos que já tive. Por respeito. Por saber que a tarefa é dura demais para quem quer tentar exercer um cargo público com seriedade e competência.

Mas hoje vou fugir dessa conduta. Fui secretário da fazenda e, antes disso, fui presidente da FEE. A gravidade da atual situação fiscal e financeira do Estado e a importância do pacote anunciado não me permitem ficar quieto. E falarei aqui só essa vez.

Sobre o pacote em geral.

É amplo e traz muitas medidas necessárias. Não consegui ainda ler todo ele no detalhe. Mas de maneira geral me parece corajoso e de uma ousadia mais condizente com a gravidade da situação que o RGS vive. Muitos comentaram que já veio tarde. Mas o importante é que veio. Na direção certa. É por isso eu o apoio. Eu saúdo o esforço do Governador Sartori, que sei que deve ter sido um esforço de muitas horas de discussão e preparação com o secretariado e muitos técnicos qualificados do serviço público gaúcho. Sim, Há muita gente boa no serviço público gaúcho. Já estive lá e sei.

Se no governo anterior tivesse sido mantido a disciplina fiscal que levou ao equilíbrio fiscal entre 2007 e 2009 não teríamos chegado a essa situação calamitosa das finanças públicas. Mas a vida foi o que foi e é o que é. São escolhas da sociedade e dos governos. E todos nós estamos agora nesse mesmo barco. Não vivo mais em Porto Alegre, mas amo a minha cidade e minha família que mora aí. Meus melhores amigos moram aí. Então precisamos todos juntos tirar o nosso Estado dessa situação.

Faltará ainda muito para uma melhora mais duradoura. Quem conhece o tema das finanças públicas gaúchas sabe que o mais relevante e o mais difícil desafio é a mudança do regime previdenciário. E na dimensão que esta mudança precisa ser feita, só pode ocorrer no âmbito do Congresso Nacional. Esse é o principal desafio fiscal e econômico de hoje no Brasil, não só do RGS. Também teria outras observações pontuais, como achar que não cabe mais o Estado do Rio Grande do Sul ter 3 bancos públicos. Mas não vou ficar nos detalhes. Sei o quanto é difícil avançar com um pacote como esse e repito: de maneira geral está na direção certa.

O caso da FEE.

Não consigo ver na extinção da FEE os ganhos conceituas que foram revelados como norteadores do pacote: economia significativa de recursos ou foco naquilo que é relevante para o Estado.

Sobre a economia de recursos, o próprio governo admite corretamente como pouco significativa. Olhemos então a sua relevância.

A FEE produz uma longa lista de base de dados e análises absolutamente relevantes para a tomada de decisões do setor público e privado do Rio Grande do Sul: PIB dos municípios, os indicadores sócio econômicos de desenvolvimento, a demografia regional, etc. Não há boa política pública sem bons dados, indicadores e avaliações de desempenho. O resto é chute.

Não fosse a FEE eu não teria conseguido entender a economia regional, o setor público e sequer teria conseguido enxergar de 2003 a 2006 que o Estado precisava fazer um ajuste fiscal antes de conseguir avançar em outras políticas públicas. A FEE me deu a possibilidade de compreender a dinâmica do setor privado e público na economia regional de uma maneira que eu sequer imaginaria nos meus 12 anos anteriores na universidade e no setor público. E tenho certeza que foi e é assim com uma série de pesquisadores e gestores públicos e privados no RGS.

A FEE pode melhorar? Evidentemente que sim. Como toda instituição pública. Há ainda um enorme espaço para p governo utilizar melhor as estatísticas e análises da FEE na condução das políticas de educação, saúde e segurança, como exemplos. Para ficar naquilo que me parece ser o núcleo principal das demandas da sociedade gaúcha hoje. Basta compreender o funcionamento do todo da máquina pública. E saber demandar e cobrar. Porque sem a FEE não tenho dúvida que o Estado acabará contratando um número muito maior de consultorias privadas por um custo maior.

Aqui me parece que é um caso clássico de se jogar a criança fora junto com a água suja. Tenho certeza que esse pacote ainda passará por diálogo (que faz parte de um governo inteligente e da democracia), aperfeiçoamentos e, ao final, uma instituição da importância da FEE para a sociedade gaucha será preservada.

Fora isso, deixo o meu total apoio ao esforço por medidas corajosas do atual governo. Já esperávamos por elas faz algum tempo. Precisamos ter amadurecimento e coragem para tentar um futuro melhor para nós mesmos.

* Aod Cunha, economista, ex-presidente da FEE e Secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul(2006-2008)

Moraes Moreira canta Novos Baianos neste sábado em Porto Alegre. Em formato solo, cantor e compositor se apresenta no bar Opinião, às 20h

Moraes Moreira canta Novos Baianos neste sábado em Porto Alegre. Em formato solo, cantor e compositor se apresenta no bar Opinião, às 20h

Cidade Cultura Notícias

Compilando sucessos de diversas fases dos Novos Baianos, Moraes Moreira volta a Porto Alegre neste sábado para um show no bar Opinião (José do Patrocínio, 834), às 20h. Diferente das duas apresentações que fez na Capital comemorando os 40 anos do disco “Acabou Chorare”, desta fez Moraes vem em formato solo, sem a companhia do filho e guitarrista Davi Moraes. Os ingressos custam R$ 120 (inteira) e ainda estão disponíveis online.

Além dos hinos “Preta Pretinha”, “O Mistério do Planeta” e “Brasil”, o músico vai relembrar outras faixas do grupo que integrou de 1969 a 1975. De “É Ferro na Boneca” até “Novos Baianos F.C.”, cada parte da discografia será representada de alguma maneira. “De Vera”, “O Samba da Minha Terra” e “Sorrir e Cantar como Bahia” também já têm presença confirmada no setlist. (Correio do Povo)

Pesquisa CNT: só 11% dizem aprovar o governo Temer. Antecipação das eleições de 2018 para este ano é bem vista por 50,3% dos brasileiros, 46,1% dizem discordar

Pesquisa CNT: só 11% dizem aprovar o governo Temer. Antecipação das eleições de 2018 para este ano é bem vista por 50,3% dos brasileiros, 46,1% dizem discordar

Direito Economia Educação Notícias Poder Política

Pesquisa CNT/MDA divulgada hoje mostra que 11,3% dos brasileiros dizem avaliar positivamente e 28% negativamente o governo interino do presidente Michel Temer. Para 30,2% dos entrevistados, o atual governo é regular, enquanto 30,5% dizem não saber opinar. No que se refere ao desempenho pessoal do presidente, 40,4% desaprovaram, e 33,8% aprovaram. Na comparação entre os governos Temer e Dilma Rousseff, 54,8% dos entrevistados disseram que os governos estão iguais e que não percebem nenhuma mudança no país desde que Temer assumiu interinamente o governo. Para 20,1%, o atual governo está melhor do que o anterior, enquanto 14,9% dizem que a situação piorou.

A pesquisa revela que, para 46,6% dos brasileiros, a corrupção no governo Temer vai ser igual à ocorrida no governo Dilma. Ainda segundo a CNT, 28,3% entendem que ela vai ser menor; enquanto 18,6% ainda maior.

A CNT perguntou o que o brasileiro pensa em relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff: 62,4% dos entrevistados consideraram correta a decisão pelo afastamento e 33% avaliaram como um erro. Enquanto 61,5% dizem que o processo foi legítimo, 33,3% entendem que foi ilegítimo. Para 68,2%, Dilma vai ser cassada e Temer permanece no cargo, 25,3% preveem que Dilma reassuma o cargo.

Apesar de o impeachment ter sido motivado pelos atrasos nos repasses a bancos públicos para pagamento de benefício sociais feitos pelo governo Dilma, por meio das chamadas pedaladas fiscais, 44,1% dos entrevistados dizem que o motivo do afastamento é a corrupção no governo federal; e 37,3% dizem que o motivo é a tentativa de obstrução da Lava Jato. Apenas 33,2% citaram as pedaladas fiscais como o motivo.

A pesquisa revela que 89,3% das pessoas dizem ter acompanhado ou ter ouvido falar da Lava Jato. Deste total, 66,9% consideraram Dilma culpada pela corrupção que está sendo investigada (o que corresponde a 59,7% da população). Também dentro do percentual de pessoas que se disseram informadas sobre a Lava Jato, 71,4% entendem que o ex-presidente Lula é culpado (o que corresponde a 63,7% do total de pessoas pesquisadas).

A antecipação das eleições de 2018 para este ano é bem vista por 50,3% dos brasileiros, 46,1% dizem discordar.

A pesquisa perguntou sobre as ações consideradas prioritárias pela população e 57% responderam que o mais importante é gerar empregos. Em segundo lugar, veio como mais importante a melhoria da saúde, que deve ser prioridade em termos de ações governamentais para 41,4% dos entrevistados. O combate à corrupção é o que deve ser priorizado para 30,6% das pessoas consultadas pela pesquisa. A melhoria dos resultados da economia é prioridade para 24,7%; e a redução de gastos do governo, para 15,5%. Em seguida, apareceram como prioridades a melhoria da segurança (14,8%) e as reformas necessárias ao Estado (6,8%). (Agência Brasil)

Opinião apresenta Nação Zumbi

Opinião apresenta Nação Zumbi

Agenda Cultura Notícias Porto Alegre

2016 tem tudo para ser um ano de comemorações para o manguebeat. Além da celebração do cinquentenário do mestre Chico Science, o Nação Zumbi – banda que acompanhou o cantor durante toda a sua caminhada – vai colocar na estrada uma turnê em homenagem ao disco “Afrociberdelia”, que completa duas décadas de vida e ainda mantém o status de principal obra do movimento, que chamou a atenção do mundo todo por misturar, pela primeira vez, maracatu, rock, hip hop e música eletrônica. A apresentação dos caras, marcada para o dia 7 de abril de abril no Opinião, vai apresentar o repertório completo do álbum, que também foi eleito pela revista Rolling Stone Brasil um dos 20 discos mais importantes da música brasileira, assim como algumas outras canções da banda, que ajudaram a redefinir a trajetória do pop nacional, já a partir dos anos 90. No repertório, os destaques ficarão por conta das clássicas “Manguetown”, “Maracatu Atômico” e “Macô”, além de pérolas praticamente esquecidas pelo público, tipo “Samba do Lado” e “O Encontro de Isaac Asimov com Santos Dumont no Céu”. Noite para a história!

Capa do álbum Nação Zumbi Afrociberdelia
Capa do álbum Nação Zumbi Afrociberdelia

Segundo o escritor paraibano Bráulio Tavares, “a afrociberdelia era praticada informalmente por tribos de jovens urbanos durante a segunda metade do século 20. Felizmente, passamos a nos embebedar bastante daquela ideia e, nessa primeira metade do século 21, os seguidores dela crescem aos milhares, aqui e no exterior, mesmo ainda que as pessoas não saibam que a praticam. Afinal, desde a hibernação alienada e yuppie pela qual passou a década de 80, psicodelia, cibernética e raízes africanas são conceitos recorrentes e necessários para o jovem urbano que produz e consome cultura pop no novo milênio”.

Instigados por esse conceito, os mangue boys do Nação Zumbi levaram a sua ideia de misturar beats sintéticos com o peso do maracatu indo “audaciosamente aonde nenhuma banda jamais esteve”. E o resultado foi arrebatador! “O disco era um pouco de futurismo, sexualidade, ficção científica, o conceito de ‘enter’ e ‘del’ do mundo digital, arranjado com as origens africanas”, sintetizou Jorge Du Peixe em uma das muitas entrevistas feitas pra desvendar a receita usada para criar um disco tão fundamental, considerado um dos mais importantes da música nacional. A verdade é que “Afrociberdelia”, que nunca foi reproduzido em sua totalidade ao vivo pela banda, ganha um sentido ainda mais agudo agora do que na época em que foi lançado.

Se músicas como “Maço”, “Manguetown” e “Maracatu Atômico” nunca saíram do repertório do show, vai ser muito classe ouvir outras, como a psicodélica “Samba do Lado”, a climática “O Encontro de Isaac Asimov com Santos Dumont no Céu” e “Criança de Domingo do Felinni” – uma das maiores influências do grupo até hoje, seis discos de estúdio apos o lançamento do seu grande clássico. O Nação Zumbi é atualmente formado por Jorge Du Peixe (vocal), Lúcio Maia (guitarra), Dengue (baixo), Gustavo da Lua e Tom Rocha (alfaia), Toca Ogan (percussão) e Pupilo (bateria).

NAÇÃO ZUMBI

Onde:

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

Quando:

7 de abril, quinta-feira, a partir das 22h30

Abertura da casa:

21h

Classificação:

16 anos

Ingressos:

Lote 1:

Promocional (valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível, disponível para qualquer pessoa): R$ 40

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 35

Inteira: R$ 70

Lote 2:

Promocional (valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível, disponível para qualquer pessoa): R$ 50

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 45

Inteira: R$ 90

Lote 3:

Promocional (valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível, disponível para qualquer pessoa): R$ 60

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 55

Inteira: R$ 110

** Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da carteira de estudante na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados no artigo 4º da Lei Estadual 14.612/14.

Pontos de venda:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência):

Youcom Bourbon Wallig

Demais pontos de venda (sujeito à cobrança de R$ 5 de taxa de conveniência):

Youcom Shopping Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, Barra Shopping Sul e Bourbon Novo Hamburgo

Multisom Andradas 1001, Canoas Shopping e Bourbon São Leopoldo

Informações:

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Armandinho: confirmado show extra no Opinião

Armandinho: confirmado show extra no Opinião

Agenda Cidade Cultura Notícias Porto Alegre

Diante da procura gigantesca por ingressos, Armandinho fará mais um show no Opinião, no dia 15 de abril. A sessão extra, que foi aberta para que todos os fãs possam conferir o maior fenômeno do pop e do rock gaúcho ao vivo, já está com os seus ingressos à venda, nas lojas Youcom, Multisom e pela página www.minhaentrada.com.br/opiniao (ver serviço abaixo). Para a apresentação de sábado, dia 16 de abril, restam pouquíssimas entradas à disposição, que devem esgotar muito em breve. O cantor, que estará aqui para lançar o single “Eu Sou do Mar”  e outras composições inéditas, também não deixará de fora do set-list todo o seu repertório de sucessos, que inclui as canções “Desenho de Deus”, “Semente”, “Lua Cheia” e “Outra Vida”, entre outras mais.

Armando Antônio Silveira da Silveira ou Armandinho, nascido em Porto Alegre, é um cantor popular que fez do reggae o seu ponto de partida para alcançar outros gêneros e públicos. Em 2002,

ARMANDINHO: SHOW EXTRA

Onde:

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

Quando:

15 de abril, sexta-feira, às 20h

Abertura da casa:

18h30

Classificação:

14 anos

Criolo: DJ Piá abre o show

Criolo: DJ Piá abre o show

Agenda Cultura Notícias Porto Alegre

Com ingressos praticamente esgotados, Criolo irá comemorar no Opinião, nos dias 3 e 4 de março, os dez anos do seu primeiro disco, chamado “Ainda Há Tempo”. A apresentação, que será uma retomada às performances clássicas do rap só com voz, beats e scratches, vai ter a abertura de um dos precursores do movimento hip hop no Rio Grande do Sul. Piá, lembrado pela sua carreira como MC do Lords e comunicador da extinta Ipanema FM, vai estar no palco, munido de dois toca-discos, um sampler MC e um microfone para propor uma verdadeira viagem musical, com clássicos e raridades da música brasileira em versões do século 21, todas produzidas por ele mesmo. Além do rap old school, do funk e da soul music em medleys agitados e extremamente bem bolados, o veterano DJ gaúcho trará também elementos do rock, do dub step e da música eletrônica, numa apresentação que costuma ser bastante criativa, com momentos de improviso e com canções mixadas na hora.

Piá é um dos precursores do movimento hip hop no Rio Grande do Sul. Idealizou, em 1984, um grupo de dança break e criou a banda Lords, com a qual passou a se apresentar em festas da periferia, chegando rapidamente às principais casas noturnas da cidade. Em 1995, com a banda, gravou o disco “O Homem Errado” e participou da coletânea “Outros Sons da Restinga”. Nesta mesma época, começou a sua carreira também como comunicador, apresentando o programa Projeto Rap POA na Rádio Ipanema.

Em 1996, produziu a primeira coletânea de rap do Estado, reunindo treze grupos de Porto Alegre com o patrocínio da Prefeitura. No mesmo ano, saiu o seu primeiro disco solo pelo selo Nosso Som, chamado “A Grande Caminhada”. Foi nessa época que Piá também se tornou conhecido no eixo Rio-São Paulo, com shows realizados nas duas cidades. O álbum “Coisa Du Demo” foi lançado em 1997 e a sua trajetória de agitador cultural ganhou ainda mais força, com vários eventos e oficinas de hip hop realizadas na extinta FEBEM.

Depois de gravar a música “Jovem Cowboy”, em 1998 com os Cowboys Espirituais (formado por Júlio Reny, Frank Jorge e Márcio Petracco), Piá foi premiado internacionalmente pela mistura de bombo leguero com guitarras e batidas funk da faixa. Em 2002, lançou o disco “Um Pouco Sobre Todos Nós”, pela gravadora Trama, cujo trabalho rendeu o Prêmio Açorianos de Melhor Disco de Rap. Com a sua carreira de DJ, Piá já passou uma pequena temporada nos Estados Unidos, tocando em diversas festas por lá. Atualmente apresenta o programa Discoteca Brasileira, na FM Cultura.

CRIOLO

Abertura:

DJ Piá

Onde:

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

Quando:

3 e 4 de março, quinta e sexta-feira, às 23h e 21h, respectivamente

Abertura da casa:

21h30 (quinta-feira) e 19h30 (sexta-feira)

Classificação:

16 anos

Ingressos:

Lote 1 [ESGOTADO]:

Promocional (valor reduzido, por promoção, disponível para qualquer pessoa): R$ 45

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 40

Inteira: R$ 80

Lote 2 [DISPONÍVEL SOMENTE PARA O DIA 3 DE MARÇO]:

Promocional (valor reduzido, por promoção, disponível para qualquer pessoa): R$ 55

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 50

Inteira: R$ 100

Lote 3:

Promocional (valor reduzido, por promoção, disponível para qualquer pessoa): R$ 65

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 60

Inteira: R$ 120

** Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da carteira de estudante na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados no artigo 4º da Lei Estadual 14.612/14.

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Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência):

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Demais pontos de venda (sujeito à cobrança de R$ 5 de taxa de conveniência):

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Opinião: STF rejeita habeas corpus para o pai do menino Bernardo. Tá faltando prisão perpétua no Brasil !!

Destaque Direito Educação Opinião

 

 

Estava no carro, quando ouvi na Rádio Guaíba, que o Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão do médico Leandro Boldrini, um dos acusados pela morte do filho, o menino Bernardo, em abril do ano passado. A sentença da Primeira Turma do STF, por três votos a um, considerou inviável o pedido de soltura do médico preso desde o mês do crime. Conforme a relatora da matéria, ministra Rosa Weber, que já havia negado o habeas em julho, decisões anteriores ratificaram “a existência de indícios suficientes da participação do paciente em conluio com as outras duas corrés nos crimes de homicídio quadruplamente qualificado e ocultação de cadáver praticados contra o próprio filho, menino de 11 anos, e também falsidade ideológica”. Votaram com a relatora os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barrroso. Apenas o juiz Marco Aurélio Mello discordou dos colegas, ao entender que “no caso houve excesso de prazo da prisão preventiva”.

Adorei a decisão. Sei que o ministro Marco Aurélio foi técnico, mas que bom que seus colegas viram outros motivos para manter esse canalha na cadeia. Eu sou contra a pena de morte e na maioria dos casos da prisão perpétua. Mas nesse caso isso pouco importa e também pouco me importa a opinião dos meus amigos advogados criminalistas e defensores dos direitos humanos sobre o que vou escrever. Na minha opinião, Leandro Boldrini merece prisão perpétua. E na minha opinião o principal crime desse desgraçado é falta de amor ao ser humano. O que essas imagens mostram, são o maior crime que um pai pode cometer com um filho. Particularmente, eu gostaria que a condenação dele fosse para toda vida e com um detalhe: o vídeo desta página e outros mostrados pela imprensa brasileira… Rodassem sucessivamente, 24 horas, 365 dias por ano na cela onde esse sujeito de quinta categoria será preso infelizmente por poucos anos. Porque esse m… sairá logo, logo da prisão beneficiado pela maldita progressão de regime. Não vai faltar amigos que me digam, tu defendeu tortura psicológica e isso é abominável. Concordo! Porém, o que fez o pai com o filho não foi tortura? Felipe, tu mesmo cita Gandhi e lembra que se a Lei de Talião for cumprida… acabaremos todos cegos e desdentados. É verdade, cito mesmo. Mas, não é possível que esse sujeito e seus comparsas tenham feito tudo o que fizeram e um dia voltem a conviver em comunidade. Não é possível que o grito do Bernardo possa ser escutado via youtube em qualquer lugar do planeta, mas que rapidamente se cale porque alguém vai dizer: “Ele pagou o que devia a justiça. Foi condenado, cumpriu a pena e reconquistou sua liberdade”. E o Bernardo pergunto eu? Um garoto indefeso, torturado horas e horas, dias e dias, durante anos com a participação de um pai cruel, omisso e covarde. Na minha opinião a lei brasileira é branda e favorece a bandidagem de todas espécies. Por isso, acredito, que em alguns casos deva se deixar de permitir que existam benefícios como a redução da pena. O sujeito foi condenado a 30 anos (pena máxima) cumpra integralmente ou o que seria melhor ainda,  sujeitos como Leandro Boldrini e seus comparsas em crimes hediondos apodrecerem na cadeia cumprindo prisão perpétua.

Onde estão vivendo os familiares dos ladrões da Lava Jato?

Onde estão vivendo os familiares dos ladrões da Lava Jato?

Notícias Poder Política

O patrimônio ilícito dos delatores criminosos da operação Lava Jato é um dos pontos mais intrigantes de toda a investigação. Vimos, por meio de cópias de extratos de cartão de crédito, como a mulher e os familiares do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), usufruíram e continuam tendo acesso ao dinheiro ilegal no Brasil e no exterior.

Pouco se fala, entretanto, do destino do dinheiro roubado por doleiros, empreiteiros e ex-diretores da Petrobras. Menos ainda: raramente ou nunca vemos como seus familiares estão vivendo. Sabemos, por exemplo, como vive a mulher de um ladrão de galinhas, morador de alguma favela. Enquanto o marido está preso, ela recebe, para sustentar os filhos, uma quantia que pagaria apenas o café dos ladrões de colarinho branco. Se esse pai deixa a prisão ou vem a morrer, não haverá patrimônio a usufruir.

Já no caso dos bandidos da Lava Jato, somos portadores da infeliz notícia de que seus familiares continuam jantando nos restaurantes mais caros de Miami ou que continuam frequentando os cursos mais caros de Londres. E nem é preciso ir tão longe: o ex-presidente e atual senador Fernando Collor ganhou de presente do Supremo o direito de guardar os automóveis de luxo de origem duvidosa. Os juízes só esqueceram que o ditado autoexplicativo nos ensina que cabrito não pode guardar horta. Logo ali ao lado, no balneário de milionários conhecido como Angra dos Reis, o ex-diretor Pedro Barusco fuma seu charuto à beira-mar. Seus familiares devem estar navegando em algum iate pelas 365 ilhas de Angra.

Pergunta-se: esse dinheiro do qual se utilizam as famílias no exterior terá saído do Brasil, mesmo após a explosão dos escândalos? A Receita Federal terá conhecimento dessas movimentações financeiras? Ou os ladrões continuam em constante flagrante de crime, operando ilegalmente lá fora para fazer mais dinheiro e, simultaneamente, respondendo a processos e acusações aqui dentro? Como explicou o advogado Marcelo Itagiba, em entrevista recente ao Jornal do Brasil, ao contrário do ladrão de galinhas, que roubou uma única vez e não pode mais prover a família porque está na cadeia, há evidente sinal de que os ladrões da Lava Jato estão incorrendo em crime permanente por manter as contas no exterior.

“Quem pratica crime, e está praticando crime, tem que ser levado para a delegacia e ser autuado em flagrante pela prática do crime. Quem toma conhecimento da existência do crime, se não age, prevarica”, explica, da maneira mais clara, Itagiba. “A pessoa em ‘estado flagrancial’ tem que ser conduzida para uma delegacia e autuada. No caso de um parlamentar, teria que ser apresentado ao presidente da Casa. Quando se trata do presidente desta, é apresentado ao vice”, informa a reportagem do JB.

Ainda nos atendo ao paralelismo entre ladrões de valores vultosos e ladrões ordinários, cabe um último questionamento: um homem que assalta um cidadão e rouba seu telefone celular pode receber pena de reclusão de quatro a 10 anos, está na lei. Não seria justo, então, que a pena para esses criminosos da Lava Jato se multiplicasse por 200 milhões, que vem a ser a população brasileira e, consequentemente, o número de pessoas lesadas por esses dilapidadores do bem público? (Jornal do Brasil)

Dica para pais e mães: Show do Bita no Opinião terá infraestrutura especial para as crianças

Dica para pais e mães: Show do Bita no Opinião terá infraestrutura especial para as crianças

Cidade Crianças Cultura Notícias

Sensação no Discovery Kids, no Youtube e também no Netflix, o desenho Mundo Bita vem ganhando os pequenos com músicas divertidas, cores vibrantes, e muita alegria. O seriado, que já vendeu mais de 50 mil DVDs em todo o Brasil, viajará agora todo o país com o seu espetáculo, intitulado Show do Bita. Em Porto Alegre, a trupe liderada pelos personagens Bita, Lila, Tito e Dan chegará ao Opinião, no dia 18 de outubro, para cantar e brincar com a garotada. Para que a tarde seja ainda mais aconchegante, o Opinião montará uma infraestrutura especial, com puffs, cadeiras e tapetes na pista, para que pais e crianças fiquem totalmente à vontade para acompanhar o espetáculo. Além disso, teremos um fraldário e um cardápio totalmente remodelado, com lanchinhos caprichados para as crianças e sem bebida alcoólica à venda. O acesso com carrinhos de bebê também será permitido.

 

SHOW DO BITA

 

Onde:

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

Quando:

18 de outubro, domingo, às 16h

Abertura da casa:

14h30

Classificação:

Livre

Crianças de até 24 meses não pagam ingresso

 

Ingressos:

 

Lote 1:

Promocional*: R$ 50

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 45

Inteira: R$ 90

 

Lote 2:

Promocional*: R$ 60

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 55

Inteira: R$ 110

 

Lote 3:

Promocional*: R$ 70

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 65

Inteira: R$ 130

 

Lote 4:

Promocional*: R$ 80

Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 75

Inteira: R$ 150

 

* Este é um valor reduzido, por meio de promoção. Disponível por tempo limitado. Este ingresso pode ser utilizado por qualquer pessoa.

** Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da carteira de estudante na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados no artigo 4º da Lei Estadual 14.612/14.

 

Pontos de venda:

 

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência):

Youcom Bourbon Wallig

 

Demais pontos de venda (sujeito à cobrança de R$ 3 de taxa de conveniência):

Youcom Shopping Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, Barra Shopping Sul e Bourbon Novo Hamburgo

Multisom Andradas 1001, Canoas Shopping e Bourbon São Leopoldo

 

Online: www.minhaentrada.com.br/opiniao

 

Clube Assinante ZH (válido apenas para as lojas Youcom):

50% de desconto para sócio e acompanhante

 

Informações:

www.opiniao.com.br

www.twitter.com/opiniao

(51) 3211-2838