Avanços em programas sociais marcam o primeiro ano de Osmar Terra no MDSA

Avanços em programas sociais marcam o primeiro ano de Osmar Terra no MDSA

Notícias Poder Política

Nos últimos 12 meses, o governo Michel Temer consolidou uma série de melhorias na vida das famílias brasileiras por meio de ações desenvolvidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). Um dos programas mais importantes, o Bolsa Família, é um marco destes avanços: teve o maior reajuste da história – de 12,5% no valor do benefício médio – e ainda zerou a fila de espera por dois meses consecutivos, resultado do maior pente-fino já feito no programa. O MDSA passou a fazer análises mensais nos cadastros e aprimorou o controle para ingresso e permanência no programa. Desta forma, R$ 2,8 milhões de benefícios que eram pagos indevidamente foram cancelados. “A medida afastou as famílias com renda maior do que a prevista e, portanto, as pessoas que estavam na fila e realmente precisavam puderam entrar no programa”, explica o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, que está à frente da pasta desde maio do ano passado.

Criança Feliz
Para fortalecer ainda mais o Bolsa Família, o governo também criou um programa de atenção à primeira infância que deve atender cerca de 4 milhões de crianças em todo o país até 2018. Sob a coordenação do MDSA, o Criança Feliz reunirá ações nas áreas de saúde, educação e cultura. Profissionais capacitados farão visitas periódicas às casas das famílias para orientar os pais sobre o desenvolvimento dos filhos. Serão priorizadas gestantes e crianças de até 3 anos de idade beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa ratifica o compromisso do governo com as parcelas mais pobres e vulneráveis da população. Segundo Osmar Terra, que também é médico, os benefícios serão sentidos a curto, médio e longo prazo. “Pesquisas que acompanham crianças pobres, mas bem estimuladas nos primeiros anos de vida, comparando-as com crianças sem estímulo precoce adequado, mostram um ganho extraordinário, seja nas relações sociais e emocionais, seja na melhoria da escolaridade ou na profissão melhor remunerada na idade adulta. Isso faz com que se rompa o ciclo da pobreza”, explica o ministro.

Até agora, 2.547 municípios, 25 Estados e o Distrito Federal aderiram ao Criança Feliz, totalizando um investimento de R$ 57,89 milhões. Desse montante, R$ 38,49 milhões foram destinados aos municípios e R$ 19,4 milhões para os Estados. A previsão de investimentos é de R$ 300 milhões para este ano e de R$ 1,5 bilhão de recursos para 2018.

Mais 59 mil cisternas
O último ano também foi marcado por melhorias significativas na vida dos brasileiros que sofrem diariamente com a seca. Foram investidos R$ 367 milhões na construção de 59 mil cisternas, açudes e outras tecnologias de armazenamento de água em 15 Estados do semiárido, da Amazônia e do sul do país.

Além disso, no último mês de dezembro, foi anunciado o maior investimento já feito no Programa Cisternas – que é coordenado pelo MDSA. No total, serão direcionados R$ 755 milhões para a construção de 133 mil cisternas, açudes e outras tecnologias de armazenamento de água, beneficiando mais de 1 milhão de pessoas em 759 municípios. Os recursos também vão garantir que todas as escolas públicas rurais do sertão tenham uma cisterna, evitando a suspensão das aulas por falta d’água.

Novos mercados para a agricultura familiar
Outro ponto de destaque do primeiro ano do novo governo é o fortalecimento da agricultura familiar. Por meio da modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), coordenado pelo MDSA, os agricultores familiares conseguiram vender, só em 2016, mais de R$ 61 milhões. Para 2017, a previsão é atingir R$ 260 milhões em produtos comprados por órgãos da administração pública federal.

A medida estimula a compra de alimentos de pequenos produtores locais, incentivando o trabalho no campo. A atual legislação determina que órgãos da administração pública federal comprem, no mínimo, 30% dos gêneros alimentícios dos agricultores familiares. O MDSA ainda lançou o portal www.comprasagriculturafamiliar.gov.br, onde é possível acessar a lista de órgãos compradores e os agricultores e empreendimentos que comercializam produtos da agricultura familiar.

Na modalidade Compra Institucional do PAA, cada agricultor pode vender até R$ 20 mil por ano para cada órgão comprador. Já as cooperativas ou associações têm o limite de R$ 6 milhões por ano, por órgão comprador. Os alimentos são adquiridos com recursos próprios do órgão público e não há necessidade de procedimento licitatório.

Três ministros e Maílson da Nóbrega juntos em evento hoje na Capital

Três ministros e Maílson da Nóbrega juntos em evento hoje na Capital

Cidade Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura Saúde

O Sindicato Médico do RS (SIMERS) vai reunir no mesmo palco três ministros e um ex-ministro nesta sexta-feira (8) no Hotel Sheraton (Rua Olavo Barreto Viana, 18, 4o andar), em Porto Alegre. A nova edição do Grupo de Estudos Médicos (GEM), que começa às 19h30min, terá os ministros da Saúde, Ricardo Barros, de Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, e o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. O time se completa com o economista e ex-ministro da Fazenda do período de José Sarney Maílson da Nóbrega.

Os convidados vão abordar questões cruciais para o País que envolvem a conjuntura econômica, financiamento da saúde, questões sociais e produtivas e política. Maílson da Nóbrega concederá entrevista coletiva às 18h30min no local. O ex-ministro e sócio-fundador da consultoria Tendências, uma das mais renomadas do Brasil, analisará a situação da economia, com recentes medidas de ajuste, possibilidade de aumento de impostos e ações do Governo Temer.

“Vamos manter os programas sociais e fortalecer a assistência social”, diz Osmar Terra

“Vamos manter os programas sociais e fortalecer a assistência social”, diz Osmar Terra

Notícias Poder Política

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, reuniu-se nesta sexta-feira (17) com gestores do programa Bolsa Família e da Assistência Social do município gaúcho de Santa Rosa. Ele garantiu a continuidade dos programas sociais. “Não haverá cortes no Bolsa Família e no Benefício de Prestação Continuada (BPC). Eles serão mantidos e aprimorados”.  O ministro também afirmou que vai fortalecer o Sistema Único da Assistência Social (Suas) e rechaçou as falsas notícias de que os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) serão extintos com a incorporação do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) ao ministério. “Não haverá o fechamento dos Cras e as atividades lá desenvolvidas não serão repassadas ao INSS”.

Terra explicou que pretende aprimorar a inscrição das famílias no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. A ideia é fazer o cruzamento de dados já no primeiro momento do ped ido de concessão. “No ato da inscrição, vamos utilizar o CPF para fazer o batimento com outras bases de dados. Queremos incluir quem realmente precisa dos benefícios”. A estratégia foi elogiada pelos gestores.
O ministro também destacou como prioridade da pasta a atenção à primeira infância. “Investindo bem nos filhos das famílias mais pobres, teremos crianças com uma escolaridade e uma renda maior que a de seus pais. Esse estímulo ajuda a família a vencer a pobreza”. A agenda de Osmar Terra incluiu visitas a beneficiários do Bolsa Família e a participação na inauguração do Centro Comunitário, na Vila Júlio de Oliveira.
Osmar Terra defende que colegas investigados respondam “como ex-tesoureiros petistas”, em caso de prova; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Osmar Terra defende que colegas investigados respondam “como ex-tesoureiros petistas”, em caso de prova; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

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O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra (PMDB), comentou, hoje, a turbulência vivida pelo governo de Michel Temer, empossado há menos de um mês e com dois ministros afastados e um terceiro na berlinda. Ele concedeu entrevista ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, um dia após causar polêmica a decisão de Temer de manter Henrique Eduardo Alves na Pasta Turismo, mesmo depois de o procurador-geral da República solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para apurar a relação dele com o pagamento de propinas pela empreiteira OAS.

Dois ministros já caíram após a revelação de áudios gravados pelo ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado. Romero Jucá, do Planejamento, foi o primeiro a cair. Oficialmente, ele se licenciou e retornou para o Senado. Uma semana depois, o titular da Transparência, Fabiano Silveira, foi afastado.

Citando os ex-tesoureiros do Partido dos Trabalhadores (PT) Delúbio Soares, condenado por envolvimento no mensalão, e João Vaccari Neto, após investigação da operação Lava Jato, Terra disse que todos os suspeitos dentro do governo interino devem ser afastados e punidos, como os dois petistas, caso as denúncias se comprovem.

“Se tiver (provas), têm de ser punidos igual aos dois ex-tesoureiros do PT e ao ex-presidente José Dirceu. É necessário tomar uma atitude para que as pessoas voltem a acreditar na política. Acho que o governo Temer está fazendo uma avaliação. Foi um ministério escolhido às pressas, muito ligado ao Parlamento, até por isso está sujeito a essas tempestades”, avaliou.

Hoje, o jornal O Globo informou que Janot também pediu ao Supremo Tribunal Federal a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Para Sarney (PMDB-AP), a recomendação é de que use tornozeleira eletrônica.

Janot ainda pediu a detenção do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por ele continuar interferindo no andamento da Casa. O caso vai ser analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo.

Mais constrangimentos

Além dos ministros afastados e do caso que envolve Henrique Alves, a indicada para a Secretaria de Políticas para as Mulheres Fátima Pelaes (PMDB-AP) é investigada pela suspeita de participar de um esquema de fraude em verbas parlamentares destinadas a uma ONG no Amapá. Além disso, declarações recentes do advogado-geral da União, o gaúcho Fábio Medina Osório, também desagradaram Michel Temer.

Pipoca

Osmar Terra ainda respondeu sobre a polêmica relacionada ao pagamento de pipoca com dinheiro da Câmara. Conforme reportagem do jornal Destak, Terra apresentou nota para ressarcimento relativa a um combo de pipoca e mais dois copos de refrigerante com verba do Parlamento. A compra custou R$ 26 e aconteceu no dia 27 de setembro do ano passado, no cinema Kinoplex, em Brasília. O ministro explicou que houve um engano na entrega da nota. “Sou deputado em quinto mandato e gasto muito menos do que a verba para alimentação”, salientou.

Sartori transmite cargo de presidente do Codesul nesta terça-feira. Governador reúne-se com ministros em Brasília nesta semana

Sartori transmite cargo de presidente do Codesul nesta terça-feira. Governador reúne-se com ministros em Brasília nesta semana

Negócios Notícias Poder Política

O governador José Ivo Sartori transmite o cargo de presidente do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) ao governador do Paraná, Carlos Alberto Richa, nesta terça-feira (7). A solenidade ocorre no Palácio Iguaçu, em Curitiba, a partir das 11h.  Antes, às 10h, ocorre reunião reservada entre os quatro governos estaduais que compõem o Codesul. Além de Sartori e Richa, participam os governadores de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; o presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Neuto de Conto; e o secretário-executivo do Codesul, Vicente Joaquim Bogo. Sartori apresentará o relatório de sua gestão, que entre outros pontos trabalhou para reativar o Mercosul e implementar o BRDE Municípios, programa que visa auxiliar cidades a se desenvolverem nas áreas de infraestrutura e administração pública.

De Curitiba, Sartori viaja para Brasília onde reúne-se com novos ministros. Ele pretende reforçar a disposição do Estado em buscar uma alternativa dentro do prazo de 60 dias concedido pelo Supremo Tribunal Federal para as negociações da dívida com o governo federal. “A União não superará suas dificuldades com estados falidos. Representantes do governo gaúcho têm se reunido com nova a equipe econômica dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, e existe a disposição de negociar a curto prazo. Acreditamos no bom senso e na sensibilidade do governo federal”, salienta Sartori.

Nesta terça-feira (7), às 20h, o governador encontra-se com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra. Na pauta, projetos sociais em andamento nesta área. Recentemente, o governo estadual lançou o Programa Gestão Sustentável, para atender 40 mil agricultores familiares no estado. “A finalidade é ampliar ações que beneficiem as pessoas que mais precisam do serviço público. Outro exemplo de sucesso é o Prato para Todos, que leva alimentos a 30 mil pessoas”, destaca o governador.

Na quarta (8), às 10h45, Sartori será recebido pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Às 15h, está marcada uma audiência na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para tratar sobre concessões de aeroportos gaúchos. O secretário de Transportes, Pedro Westphalen, acompanha o governador.

Coluna do Estadão: Ministro Osmar Terra quer restringir uso de bebida alcoólica; por Andreza Matais e Marcelo de Moraes

Coluna do Estadão: Ministro Osmar Terra quer restringir uso de bebida alcoólica; por Andreza Matais e Marcelo de Moraes

dilma Direito Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Poder Política Saúde

No comando das políticas sociais do governo Temer e com liberdade de atuação, o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, diz que irá substituir representantes da sua pasta que participam de discussões sobre políticas antidrogas por outros que tenham uma posição contrária a legalização de entorpecentes. Médico, Terra diz que o governo Dilma foi omisso nessa questão, aponta uma epidemia no país, e defende “toda restrição que puder” para o consumo de bebida alcoólica. “Voltou a ter álcool nos estádios de futebol”, condena. Sobre o Bolsa Família, ele garantiu reajuste para este ano.

 

INSS no MDS
Está tendo um boato de que a gente vai descaracterizar o INSS. Não vai. Nem vamos acabar com as atribuições que ele tem hoje. O INSS pode nos ajudar em outras questões da área social sem perder as características de seu trabalho.

Estrutura do ministério
O presidente Temer considera essa área estratégica. Não vai ter corte aqui. Mas vou trocar todos os conselheiros porque há uma mudança de visão política. No conselho sobre drogas, por exemplo, o pessoal que está lá representando o ministério quer liberar a droga. É incompatível com a orientação desse ministério.

Drogas e álcool
Sou a favor de um maior rigor contra as drogas. Não sou a favor da liberação. Estamos com uma epidemia. O governo Dilma foi omisso nessa questão. Quanto ao álcool, deve se restringir de toda maneira que se puder. Tem quer ter regras de restrição. Voltou a ter álcool em estádios de futebol. Quando foi proibido, reduziu significativamente os casos de violência. Se a pasta da Justiça fizer uma política adequada temos que ajudar.

Bolsa Família
Era um programa que tinha 3 milhões de famílias em 2003 e hoje tem 14 milhões. Isso vai na contramão do discurso do PT de que reduziu a pobreza. Você ter 14 milhões de família que dependem de R$ 160, em média, para não cair na extrema pobreza, então você não reduziu a pobreza.

Reajuste na crise
Faz dois anos que o Bolsa Família não tem reajuste. Já conversei com o ministro da Fazenda e com o presidente Michel Temer de ter um reajuste neste ano. Temos que fazer isso. Vai ser impossível repor toda a inflação, mas, pelo menos, deve ser uma reposição acima da inflação do ano que passou e tentaremos recuperar em reajustes futuros.

Pobreza eleitoral
O PT diz ser o único defensor dos pobres. Não é. Nunca foi. Pelo contrário. Com o desastre que eles promoveram na economia, estão sendo os padrastos dos pobres. A herança mais negativa do governo foi o desastre na economia.

Porta de saída
O PT trabalhou com o conceito de manter tudo como está e ajudar as pessoas a não passar fome do que transformar as famílias mais pobres para elas terem a própria renda. Isso não foi estimulado. Nós vamos fazer um grande mutirão em cada município para ver o que tem lá de possibilidade de emprego. Também ajudar a pessoa que já está trabalhando dentro de uma empresa a melhorar seu desempenho.

Crédito para baixa renda
Queremos ter um microcrédito mais flexível. Atualmente, o BB e a Caixa oferecem crédito para quem já é um microempresário. Não para quem vai deixar de ser pobre para ser microempresário. As pessoas não conseguem dar as garantias. A honestidade é uma regra para a imensa maioria das pessoas, principalmente as pessoas pobres são honestas.

Reajuste para servidores
Foi uma sinalização que Michel fez de que ele não está querendo sacrificar o funcionário público para fazer o ajuste fiscal. Seria muito ruim que o agravamento da situação do funcionalismo se voltasse agora contra o governo do Michel. Ele não tem culpa disso. Depois disso, ele não vai mais fazer concessão nenhuma.

Governo x Lava Jato
Se nós não dermos exemplo e apoiarmos a Lava Jato estamos perdendo o respeito da população. Quem tiver qualquer problema tem que se explicar.

(Entrevista a Daniel Carvalho/Estado de S.Paulo)

Prefeito de Jaguari renuncia para assumir cargo no governo Temer.  João Mário Cristofari assume posto diretivo no Ministério do Desenvolvimento Social; por Ananda Müller/Rádio Guaíba

Prefeito de Jaguari renuncia para assumir cargo no governo Temer. João Mário Cristofari assume posto diretivo no Ministério do Desenvolvimento Social; por Ananda Müller/Rádio Guaíba

Destaque Direito Poder Política

O prefeito de Jaguari, João Mário Cristofari (PMDB) renunciou, nesta terça-feira, para ocupar um cargo de direção no Ministério do Desenvolvimento Social. Cristofari assume posto junto ao ministério chefiado pelo também gaúcho Osmar Terra (PMDB), e vê na oportunidade uma chance de alavancar a região Central do Estado junto ao governo federal. A carta de renúncia foi entregue hoje, e a nomeação passa a tramitar já nesta quarta.

“Esta é uma situação nova, há oito dias houve o convite que ontem se confirmou. Discuti com meu grupo político e foi de entendimento de todos que deveríamos abraçar essa oportunidade de espaço para a região”, disse. Cristofari reforçou que existe uma carência de representatividade do Centro do Estado em Brasília no que tange aos municípios: “mesmo com os nossos deputados, o movimento municipalista, dos prefeitos, existe essa carência. Mesmo sendo um cargo de direção, existe essa ocupação de espaço que nos dá essa possibilidade de interagir com outros ministérios também e que poderá nos dar a condição de gestionar e inserir a nossa região neste contexto nacional.”

No próximo dia 9, João Mário se muda para Brasília, e espera assumir até o dia 13 de junho. A nomeação oficial depende da inclusão do nome do político no Diário Oficial da União.

Prefeito reverteu cassação em 2014

Em 18 de junho de 2014, os mandatos de João Mário Cristófari (PMDB) e do vice Sidi Santos (PT) foram cassados pela juíza Eleitoral Larissa de Moraes Morais, de Cacequi. Ambos foram acusados de compra de votos ainda durante o pleito de 2012. Entre os meses de junho a novembro, assumiu a prefeitura a presidente da Câmara, Cátia Siqueira, do Solidariedade. Após recorrer ao Superior Tribunal Eleitoral (TSE), Cristofari e o vice, além de dois vereadores, conseguiram reverter a decisão e voltaram aos cargos.

Cotado para assumir o Bolsa Família no governo Temer, Terra rebate Dilma. Deputado gaúcho também negou que PT seja o único que se preocupa com os pobres, e acusou o governo Dilma de reduzir a renda dos brasileiros e cortar orçamentos em saúde

Cotado para assumir o Bolsa Família no governo Temer, Terra rebate Dilma. Deputado gaúcho também negou que PT seja o único que se preocupa com os pobres, e acusou o governo Dilma de reduzir a renda dos brasileiros e cortar orçamentos em saúde

Notícias Poder Política

O deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS) publicou nota, na noite deste sábado, em que rebate declarações dadas pela presidente Dilma Rousseff, em discurso em Palmas (TO), em que voltou a se dizer vítima de um golpe, nessa manhã.

A petista acusou o PMDB de querer reduzir o Bolsa Família, que hoje atende 46 milhões de pessoas, aos 5% mais pobres do País, o equivalente a dez milhões. Dilma destacou, ainda, que o pedido de afastamento dela é motivado pelo fato de ter “escolhido gastar o dinheiro do governo com os mais pobres”.

Principal cotado para dirigir o programa como ministro do Desenvolvimento Social em um eventual governo de Michel Temer – caso Dilma seja afastada pelo Senado durante a semana -, Terra contestou a afirmação. Ele também negou que o PT seja o único que se preocupa com os pobres, e acusou o governo Dilma de reduzir a renda dos brasileiros e cortar orçamentos em saúde pública.

Veja a nota na íntegra:

“Diante do discurso disparatado da presidente Dilma, feito hoje em evento no Tocantins, sinto-me obrigado a fazer algumas reflexões:

A presidente Dilma fala de um Universo Imaginário, onde seu governo é perfeito e seu partido é o único que se preocupa com os pobres. A sociedade brasileira sabe que isso NÃO é verdade! Ao tentar manipular a opinião pública, ignora que sua gestão desastrada quebrou o país, e que, pedalando, reduziu a renda de todos os brasileiros, inclusive dos mais pobres. Foi o governo Dilma que fez os maiores cortes da história no orçamento social, diminuindo em R$ 20 bilhões os recursos da Saúde Pública em 2016. Só a inflação dos três últimos anos reduziu o poder aquisitivo do Programa Bolsa Família pela metade. Isso sem falar na rápida e brutal queda do mercado de trabalho, que está provocando desemprego em massa, aumentando o contingente de miseráveis na população brasileira. Na proposta do PMDB “Travessia Social” não existe uma linha sequer falando em diminuição dos recursos do ‎Bolsa Família, nem do número de famílias que participam dele. Vamos manter e aprimorar o programa. Até porque, com o desastre econômico que Dilma nos proporciona, é bem provável que aumente o número de famílias necessitadas. Mas também não podemos abrir mão de avaliar quem realmente necessita dele, de estimular o empreendedorismo nas parcelas mais pobres e de mudar a política econômica retomando o desenvolvimento no Brasil, o que beneficiará a todos. “

Governo Temer: Osmar Terra deve assumir Ministério do Desenvolvimento Social

Governo Temer: Osmar Terra deve assumir Ministério do Desenvolvimento Social

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Além de Eliseu Padilha, na Casa Civil, a bancada do PMDB, do Rio Grande do Sul deve ser contemplada com o comando de um ministério. E o nome indicado pelo setor peemdebista favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foi Osmar Terra (PMDB). O deputado federal do PMDB já conversou com o vice-presidente da República e acredita que a indicação ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome decorre de um trabalho já realizado por ele na época do governo de Fernando Henrique Cardoso no combate à pobreza.

“Existe uma decisão do Michel (Temer) de dar um ministério para a bancada federal caso ele assuma. Como é provável, já está se fazendo algumas sondagens. Então, uma parte da bancada, a que teve mais envolvida com o impeachment, que não queria a aliança com o PT, que é a minha parte da bancada, essa bancada está me indicando para assumir uma função. Agora, essa questão do Ministério do Desenvolvimento Social, veio em função de eu ter tido uma experiência anterior quando fui secretário nacional do programa “Comunidade Solidária”, quando trabalhei com a Ruth Cardoso, no tempo do Fernando Henrique (Cardoso), que é um programa de combate à pobreza. Talvez tenha vindo daí essa lembrança”, apontou o peemedebista.

O Ministério do Desenvolvimento Social é a pasta que administra o programa Bolsa Família e concede o benefício a mais de 13,8 milhões de famílias. Para este ano, a dotação do programa é de R$ 28,1 bilhões. Neste domingo, a presidente Dilma autorizou a atualização dos valores da bolsa que já estavam previstos desde agosto de 2015 na proposta de Lei Orçamentária de 2016 enviada pelo governo e aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado.

Com relação à possibilidade da exclusão do Bolsa Família em um eventual governo de Michel Temer, o deputado Osmar Terra foi categórico em dizer que em nenhum momento o PMDB cogita extinguir o programa social.

“Bolsa Família foi uma ideia do PMDB em 2001, que era a unificação das Bolsas que tinham no governo do Fernando Henrique (Cardoso). Foi uma proposta que inclusive eu participei, eu era secretário da Fundação Ulysses Guimarães, à época, quando teve essa proposta. O Bolsa Família tem DNA do PMDB. Claro que o (ex-presidente) Lula executou. Nós temos que aperfeiçoar. Manter o Bolsa Família e avançar. É uma área que eu posso dar uma contribuição, como posso dar na Saúde, posso dar nessa área também por causa da experiência anterior”, expôs o deputado gaúcho.

Hoje, na Comissão Especial do Impeachment do Senado, o senador Antonio Anastasia apresenta e lê o seu relatório sobre a admissibilidade ou não do processo contra a presidente Dilma. ( Com informações da repórter Vitória Famer / Rádio Guaíba)

“Se o governo vai ficar ingovernável ou não,(Dilma) deveria ter pensado nisso antes.” Osmar Terra diz que PMDB vai entregar cargos no governo Dilma.

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Conversei hoje com o deputado Osmar Terra (PMDB-RS), um dos integrantes da comissão especial do impeachment.  Para Terra, o julgamento do impeachment na Câmara será político diante de um quadro gravíssimo no país gerado pela falta de governabilidade e competência. Disse que a economia está se esfacelando e o desemprego aumenta, bem como faltam recursos para educação, saúde e segurança, além da crise moral e ética instalada no país. Em entrevista ao Programa Agora, disse que, se vai ficar na pedalada ou se a Comissão aceitará a delação de Delcídio, trata-se de uma questão irrelevante diante o cenário de caos instalado.

Osmar Terra justificou que o julgamento de Dilma seria mais condescendente se não houvesse uma crise tão severa no país. Ao ser questionado sobre um pré-julgamento dos deputados em relação a Dilma, o deputado disse que está sendo julgada politicamente uma conjuntura, mas uma avaliação do que é mais importante para o país agora. Disse que até agora não viu nada que o convencesse do contrário, pois hoje a maioria da comissão é favorável ao impeachment.  O parlamentar refutou a ideia de que o PMDB estaria articulando um golpe para colocar Michel Temer no poder, pois uma decisão como essa precisaria ter apoio de 2/3 do Congresso Nacional. Disse não ver outro caminho hoje a não ser a saída de Dilma, “Se o governo vai ficar ingovernável ou não,(Dilma) deveria ter pensado nisso antes.”