Porto Alegre: Caminhada marca segundo dia da greve dos trabalhadores em hospitais da Capital

Porto Alegre: Caminhada marca segundo dia da greve dos trabalhadores em hospitais da Capital

Notícias prefeitura Saúde

Caminhada dos médicos e demais trabalhadores de hospitais em Porto Alegre está prevista para o fim da manhã desta quinta-feira (10) dentro do segundo dia da greve do setor. As categorias, que lutam por reposição da inflação de 12 meses e melhores condições de trabalho e pressionam o Sindicato dos Hospitais e Clínicas (Sindihospa), saem às 11h30min da frente do Hospital Conceição (avenida Francisco Trein, 596) e rumam para o Cristo Redentor, próximo à avenida Assis Brasil.

Nesta sexta-feira (11), haverá assembleia geral para avaliar o rumo do movimento e a proposta de trégua até dia 18, pois o Sindihospa prometeu no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) apresentar nova proposta. Até agora a oferta é de 5% de reajuste, pouco mais que metade da reposição das perdas.

Os profissionais da saúde seguem mobilizados neste segundo dia de paralisações. No Conceição, eles se concentram desde o início da manhã. Para a vice-presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS), Maria Rita de Assis Brasil, o movimento está forte e muito significativo.

“Nós já perdemos ao redor de 10% todos os meses da nossa remuneração. Eu tenho dito que essa é a conta do que nós estamos fazendo aqui. Fazer uma paralisação na área da saúde é sempre muito difícil. Mas é sagrado o nosso salário, é sagrado o significado da nossa remuneração mensal”, destaca Maria Rita.

Ela lembra ainda que, enquanto os hospitais ligados ao Sindicato de Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa) seguem ampliando suas estruturas com obras milionárias, o trabalhador segue desvalorizado e não recebe nem ao menos o reajuste inflacionário.

Sem acordo, metroviários decidem manter Trensurb funcionando apenas em horários de pico nesta quinta; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Sem acordo, metroviários decidem manter Trensurb funcionando apenas em horários de pico nesta quinta; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

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As composições da Trensurb vão circular dentro da tabela horária, nesta quinta-feira, apenas durante os horários de pico – das 5h30min às 8h30min e das 17h30min às 20h30min. Após o pico da manhã, os metroviários vão paralisar as atividades para discutir, até o fim da tarde, a proposta encaminhada pela empresa referente à reposição salarial da categoria. A restrição do serviço foi confirmada hoje à tarde pelo Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul após reunião com a direção da Trensurb no Tribunal Regional do Trabalho (TRT4), em Porto Alegre. A assembleia dos metroviários ocorre a partir das 12h.

Conforme o presidente do Sindimetrô, Luis Henrique Chagas, que os metroviários iniciaram negociação com a empresa em março, mas ainda não conseguiram garantir a reposição da inflação. “A proposta da empresa avançou muito pouco e por isso, a partir da meia-noite, vamos paralisar com os trens circulando apenas das 5h30min às 8h30min. Depois desse horário, os serviço vai ser interrompido”, alertou.

Durante a reunião no TRT4, Chagas ressaltou que a Trensurb indicou aumentar apenas em um dia o vale alimentação, passando de 28 para 29 bilhetes por mês. Os trabalhadores pedem a reposição da inflação de 9,28%, além do chamamento de concursados pela empresa. A Trensurb ratificou a proposta de 8,28% de reajuste.

Em nota, a Trensurb reforça o pedido para que os metroviários não paralisem o serviço nesta quinta. “A direção da empresa espera que os representantes da categoria reconsiderem a posição de paralisar diante dos avanços obtidos nas negociações e com isso não haja prejuízo para a população que depende do serviço do metrô”, cita o comunicado oficial.

Servidores do INSS, Saúde e Trabalho fazem paralisação nesta quinta; por Ananda Müller/Rádio Guaíba

Servidores do INSS, Saúde e Trabalho fazem paralisação nesta quinta; por Ananda Müller/Rádio Guaíba

Notícias Poder Política Porto Alegre

Os servidores do INSS, da Saúde e do Ministério do Trabalho vão paralisar as atividades, nesta quinta-feira, para marcar o dia de luta dos servidores federais em nível nacional.

Em Porto Alegre, a concentração ocorre, às 10h, em frente ao prédio da Secretaria Regional do Trabalho, na avenida Mauá. À tarde, o grupo se reúne com os demais servidores em ato público contra o PL 257/2016, que renegocia a dívida dos estados com a União, desde que cada unidade da Federação limite gastos com pessoal no setor público. Ainda conforme os servidores, o texto desregulamenta as relações de trabalho garantidas pela CLT.

A categoria também pretende alertar a sociedade para itens como reformas na previdência e na legislação trabalhista. Em virtude da manifestação, as atividades nas unidades do INSS, Saúde e Ministério do Trabalho ficarão inativas nesta quinta.

“A empresa será punida”, garante Cappellari sobre a paralisação na Nortran; por Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

“A empresa será punida”, garante Cappellari sobre a paralisação na Nortran; por Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

Cidade Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura

A EPTC vai notificar a Nortran pela paralisação dos trabalhadores da empresa deflagrada na manhã desta quinta-feira, em Porto Alegre. Um processo administrativo será aberto pelo órgão de trânsito contra a empresa para apurar as causas da não prestação do serviço. O presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, garantiu que haverá punição para a companhia, que atende diariamente cerca de 98 mil passageiros.

“Após a notificação e abertura do processo administrativo, a empresa tem um período de 5 dias para se defender e depois haverá o julgamento, para que se defina a penalidade da empresa. Quero deixar claro, no entanto, que ela sofrerá penalidades. Ela não prestou o serviço para o seu usuário na manhã de hoje”, afirmou Cappellari.

Cappellari acrescentou que o empresário operador é o responsável pela realização do serviço e pela relação com seus funcionários. Além disso, o presidente da EPTC lembrou que a penalização leva em conta valores referentes ao contrato assinado para 20 anos. As multas podem chegar a até 5% do valor total da concessão.

Os trabalhadores da Nortran paralisaram as atividades desde a madrugada desta quinta-feira. O grupo afirmou que os salários e o vale-alimentação não foram pagos integralmente.

Motoristas e cobradores receberam salário reduzido e apenas um terço do valor dos tickets alimentação; Bibiana Borba/Rádio Guaíba

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Rodoviários da Nortran realizam paralisação em Porto Alegre. Foto: Samuel Maciel/CP
Rodoviários da Nortran realizam paralisação em Porto Alegre. Foto: Samuel Maciel/CP

Apesar de o Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre ter encaminhado acordo, ontem, com os empresários de ônibus, grande parte da categoria defende mais paralisações em protesto contra a redução dos salários. Além do movimento iniciado na Nortran, parte dos funcionários da Auto Viação Navegantes cruzou os braços por volta das 10h.

O delegado sindical da empresa, Alessandro dos Santos, diz que tentou buscar um acordo com os patrões, mas não foi possível conter os ânimos dos colegas. Os ônibus da empresa também circulam a partir da zona Norte da Capital e, até então, estavam suprindo as linhas paradas da Nortran.

Já na Sopal, terceira empresa que compõe o consórcio MOB, o delegado sindical Ronei de Almeida descarta o início de uma greve, ao menos por enquanto. O representante demonstra preocupação quanto à possibilidade de os trabalhadores serem ainda mais penalizados, por existir um acordo através da entidade sindical oficial. “Como o sindicato não apoia a greve, a gente pode receber multas. Vamos aguardar até o 5º dia útil, quando eles têm o prazo legal pra pagar”, disse.

Além de não terem recebido o dissídio de 11,8%, os motoristas e cobradores dos quatro consórcios privados de ônibus tiveram o valor dos tickets alimentação reduzido para um terço: de R$ 21 para R$ 7. Os salários de março são pagos entre esta quinta-feira e o quinto dia útil de abril. Apenas os funcionários da companhia pública Carris recebem as remunerações completas.

Mais protestos tomam forma também em outras regiões da cidade, como a zona Sul. Na empresa Restinga, duas assembleias marcadas para as tardes de sábado e domingo podem levar a protestos dos funcionários no início da próxima semana. O delegado sindical, Rodrigo da Silva, aponta que a falta de representatividade do Sindicato dos Rodoviários gera as dissidências. De qualquer forma, acredita que uma greve poderia beneficiar ainda mais os patrões. “Não queremos ser usados como massa de manobra para eles aumentarem ainda mais a passagem”, avaliou.

Os empresários propuseram a compensação dos valores ao longo do mês de abril. O argumento do gerente técnico da ATP, Gustavo Simionovschi, é de que, mesmo com o aumento da passagem desde ontem, os caixas estão reduzidos em razão da suspensão do reajuste por mais de um mês. Os diretores do consórcio MOB não se manifestaram sobre as paralisações, até o momento.

Governo só tem dinheiro para reparo em estrada até agosto

Governo só tem dinheiro para reparo em estrada até agosto

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Com rombo de R$ 1,2 bilhão na verba anual para reparo e conservação de estradas, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) só tem dinheiro para manutenção de rodovias até agosto. O órgão já havia paralisado obras de pavimentação e duplicação em todo o País por falta de dinheiro. Além do aperto nas contas públicas federais, o Dnit gastou R$ 2,7 bilhões para pagar dívidas antigas. A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Rodoviários denunciam possível greve combinada entre empresários de ônibus e sindicato na Capital; por Bibiana Borba/Rádio Guaíba

Rodoviários denunciam possível greve combinada entre empresários de ônibus e sindicato na Capital; por Bibiana Borba/Rádio Guaíba

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Trabalhadores contrários à atual gestão do Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre denunciam a articulação de uma greve acordada entre a entidade e os empresários de ônibus, a partir desta terça-feira. Devido à suspensão do reajuste da tarifa há quase 20 dias, os consórcios já confirmaram que o depósito do adiantamento salarial dos funcionários, visível nos contracheques ainda hoje, não vai incluir os 11,8% de aumento previstos no dissídio da categoria. Uma greve serviria para que os trabalhadores cobrassem o pagamento e os empresários transferissem a cobrança à Prefeitura e à Justiça.

O delegado sindical titular da Carris, Luis Afonso Martins, relata que a categoria está dividida sobre a negociação, mas predomina o sentimento de não apoiar uma possível “greve branca”. Ainda, adverte que, se os próprios empresários forem responsáveis por uma paralisação, a Prefeitura teria o direito de romper os contratos e assumir o controle de todo o sistema.

“Não vamos aderir a uma greve patronal, que só teria o interesse de beneficiar as empresas junto aos órgãos judiciários. Os trabalhadores têm a consciência de que, se as empresas tomarem essa atitude, caberá à Prefeitura encampar todo o transporte. Haveria um rompimento unilateral por parte da ATP e isso facilitaria que a Prefeitura encampasse todo o transporte e o tornasse 100% Carris, sob o controle dos trabalhadores”, alertou.

Já o presidente do SindiRodoviários, Adair da Silva, nega o planejamento de greve e diz que a prioridade, em caso de confirmação dos salários reduzidos, será buscar o dissídio através de nova ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

“A gente não tem projeto nenhum pra paralisação, porque temos que esperar o fato acontecer. Estamos esperando os contracheques pra gente confirmar e tomar uma atitude. Já temos tudo pronto pra que, se saírem com redução de salário, vamos ingressar no Tribunal do Trabalho pra que cumpram o dissídio. Esse vai ser o primeiro passo. Depois, a gente vai reunir com a diretoria e definir o rumo”, ponderou.

A Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP) não admite participar de qualquer movimentação para suspender o serviço de ônibus na Capital. Desde a última sexta-feira, no entanto, os empresários aumentaram a pressão, através de novas ações judiciais, para que a Prefeitura se responsabilize pelos prejuízos enquanto o reajuste da passagem permanecer suspenso. O gerente-executivo da entidade, Luiz Mário Magalhães Sá, também cita os investimentos irreversíveis para tentar sensibilizar a população sobre a necessidade de aumento — de R$ 3,25 para R$ 3,75.

“Não existe nenhuma possibilidade de qualquer movimento das empresas operadoras de prejudicar ou alterar a prestação do seu serviço. Elas têm plena consciência de que o transporte coletivo é uma necessidade essencial para nossa população. Nós fizemos uma série de investimentos, a população está visivelmente cientificada deles, como os 296 ônibus novos, sendo 210 com ar condicionado. É um investimento que nunca na história da cidade foi feito de maneira tão pontual como agora. Isto, nos nosso contratos, pressupõe umretorno dos investimentos que não está acontecendo. Reconhecemos a luta que a Prefeitura está travando na Justiça para reverter o quadro, mas a realidade é que as empresas estão tendo prejuízos enormes e entendemos que devemos ser ressarcidos, assim como a Carris está sendo ressarcida”, declarou.

Em entrevista à Rádio Guaíba, nesse final de semana, o vice-prefeito da Capital, Sebastião Melo (PMDB), lamentou que novas medidas judiciais por parte da ATP possam prolongar o impasse e garantiu que a Prefeitura vai recorrer novamente. Mesmo assim, a gestão municipal descarta cancelar a licitação ou assumir todo o sistema através da companhia pública Carris.

Greve de aeroviários e aeronautas afeta voos no Salgado Filho. Categoria reivindica reajuste de 11% e benefícios retroativos à data-base; por Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

Greve de aeroviários e aeronautas afeta voos no Salgado Filho. Categoria reivindica reajuste de 11% e benefícios retroativos à data-base; por Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

Economia Notícias Poder Política

Aeroviários e aeronautas paralisaram atividades no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, e em outros 11 terminais do País na manhã desta quarta-feira. A mobilização, que começou 6h e termina às 8h, afeta mais de 20 voos entre chegas e partidas, além de 300 viagens em todo País.

Os trabalhadores protestam por melhorias salariais. As categorias decidiram pela paralisação após rejeitarem, em assembleias realizadas na última sexta-feira as propostas das empresas aéreas que previam pagamentos parcelados por faixas salariais, não retroativos à data-base. Aeronautas e aeroviários reivindicam reajuste de 11% nos salários e benefícios retroativos à data-base, que fará a recomposição das perdas inflacionárias.

Estão com as atividades prejudicadas os aeroportos de Congonhas e Guarulhos (São Paulo); Santos Dumont e Galeão (RJ); Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Brasília (DF), Salvador (BA), Recife (PE) Fortaleza (CE) e Campinas (SP). (Reportagem e Foto: Eduardo Paganella / Rádio Guaíba / Especial / CP)

Caminhoneiros mantêm piquetes em ao menos 16 pontos do Rio Grande do Sul

Caminhoneiros mantêm piquetes em ao menos 16 pontos do Rio Grande do Sul

Direito Economia Negócios Notícias Poder Política

A paralisação de caminhoneiros autônomos registra ao menos 16 locais de concentração, na tarde desta segunda-feira, no Rio Grande do Sul. Não há qualquer bloqueio nas rodovias e os grupos se reúnem em postos de combustíveis ou acostamentos, abordando apenas outros motoristas de caminhões para tentar convencê-los a parar. Aqueles com cargas perecíveis ou medicamentos são liberados a seguir viagem. A Polícia Rodoviária Federal e o Comando Rodoviário da Brigada Militar esclarecem que não há manifestações violentas ou necessidade de intervenção, até o momento, no Estado.

A mobilização nacional foi organizada pelo grupo intitulado Comando Nacional do Transporte e não é reconhecida pela federação da categoria (Fecam) ou entidades sindicais. Além de exigir melhorias no valor do frete e condições de trabalho, o grupo exige o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Confira a lista de trechos de estradas gaúchas onde há manifestações:

BR-116 – km 40, em Vacaria, e km 66, em Pelotas
BR-285 – km 273, em Mato Castelhano, km 337, em Carazinho, km 498, em Entre Ijuís, e km 301, em Passo Fundo
BR-472 – kms 155 e 168, em Santa Rosa
BR-386 – km 245, em Soledade, e km 134, em Sarandi
BR-392- km 66, em Pelotas, km 297, em São Sepé, e km 349, em Santa Maria
ERS-122, km 168, em Farroupilha
ERS-344, km 104, em Entre Ijuís
ERS-223, km 53, em Ibirubá                                                                                                  (Bibiana Borba/Rádio Guaíba)

Greve dos caminhoneiros é um movimento justo, defende Osmar Terra

Greve dos caminhoneiros é um movimento justo, defende Osmar Terra

Notícias Poder Política

Os caminhoneiros estão em greve nacional como resposta ao governo federal que não tirou do papel nenhum dos itens negociados em fevereiro. Os principais pontos daquela pauta eram a redução do preço do diesel, o preço dos pedágios, a prorrogação do programa Pró-Caminhoneiro, a abertura de linha de crédito especial para o transportador autônomo de cargas, com limite de R$50 mil, com carência e juros subsidiados, com pelo menos 24 meses para pagamento .

O deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS), que foi foi um dos principais interlocutores do Congresso com os grevistas no início do ano adverte desde fevereiro que a categoria está revoltada e que a m_noticia_738paralisação de agora pode ser maior que a primeira de 2015: – Este é um movimento justo. É a resposta à crise econômica provocada pelo governo Dilma e a falta de sensibilidade demonstrada pelo não atendimento pleitos mínimos, levaram a profissão de caminhoneiro autônomo a ficar perto de ser extinta. Estes profissionais são donos de dois ou três caminhões e transportam commodities, especialmente grãos.

Os autônomos dependem do valor do frete e do custo de manutenção, especialmente do óleo diesel. Terra prossegue: – Com as políticas equivocadas do governo federal houve um mal duplo: caiu o preço do frete, pela redução da atividade econômica e o aumento do combustível. A maioria paga para trabalhar o que torna inviável a atividade.

Em fevereiro, para segurar o movimento, o Poder Executivo fez muitas promessas aos caminhoneiros e nenhuma delas foi cumprida: – Eles vivem uma situação de penúria, desespero. A classe corre o risco de acabar no pais, ficando o setor para os grandes grupos. São centenas de milhares de famílias que perderão seu ganha-pão. Por isso essa paralisação será forte por que pela simples sobrevivência, é pelo direito de continuar trabalhando e sustentando suas famílias e o progresso do país. O movimento é justo e que assume um caráter político, pela insensibilidade do governo federal, que não negociou, enrolou os caminhoneiros que agora estão revoltados , desesperados com as perdas que tiveram durante o ano – encerra o deputado.