“Festa na Goethe – Chopp Sem Dilma” reúne pouca gente no Parcão

“Festa na Goethe – Chopp Sem Dilma” reúne pouca gente no Parcão

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Manifestação no Parcão que comemora a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) reúne pouca gente até agora, segundo a repórter Ananda Muller/Rádio Guaíba, são menos de 50 pessoas até agora. A foto é das 18h40.

Intitulada “Festa na Goethe – Chopp Sem Dilma”, o movimento é organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pela La Banda Loka Liberal. O grupo não pretende fazer caminhada, permanecendo no parque Moinhos de Vento.

Porto Alegre: Sábado tem coleta de eletrônicos no Parcão

Porto Alegre: Sábado tem coleta de eletrônicos no Parcão

Cidade Comunicação Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Porto Alegre
O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), em parceria com a empresa Otser e o Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas), promove neste sábado, 11, a coleta itinerante de resíduos eletrônicos no Parque Moinhos de Vento (Parcão), junto ao estacionamento da rua Mostardeiro, das 9h às 15h.
Essa é uma das opções oferecidas pelo DMLU à população para descarte adequado de eletrônicos como computadores, televisores, eletrodomésticos em geral e demais objetos eletrônicos sem uso.
Além deste projeto, o DMLU conta ainda com sete Unidades de Destino Certo, que recebem materiais eletrônicos e outros resíduos não recolhidos pelas coletas domiciliar e seletiva (veja a localização das UDCs aqui), e outros sete pontos fixos de recebimento de eletrônicos (saiba mais aqui).
A ação integra a campanha ReciclaPoa, que tem como objetivo sensibilizar a população para o descarte correto dos resíduos sólidos. Para saber mais, clique aqui.
Acesse o calendário da Coleta Itinerante aqui.
Impeachment de Dilma: Movimento contra presidente espera cerca de 100 mil pessoas no Parcão neste domingo; por Jéssica Mello/Correio do Povo

Impeachment de Dilma: Movimento contra presidente espera cerca de 100 mil pessoas no Parcão neste domingo; por Jéssica Mello/Correio do Povo

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Depois de 31 dias, o acampamento no Parque Moinhos de Vento, o Parcão, de manifestantes a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff foi desmontado neste sábado. Os organizadores preparam o espaço para a manifestação deste domingo durante a votação na Câmara dos Deputados.

“Esperamos entre 100 e 150 mil participantes amanhã. Estão achamos melhor desmontar para manter a segurança de todos, até porque já atingimos nosso objetivo”, disse o “prefeito” do acampamento, Jorge Colares.

Apenas uma barraca e uma tenda ficarão simbolicamente no local. Uma faixa também será colocada para identificar o acampamento. “Não estamos contra um partido, somos contrários a uma situação de corrupção do país e se for necessário protestaremos novamente contra o próximo presidente”, destacou Colares, ao afirmar que não há previsão de montar as barracas novamente após a manifestação. Para este domingo, serão montados dois telões para acompanhar o processo ao vivo, com três pontos de som.

Protestos no domingo em Porto Alegre não devem se aproximar

Protestos no domingo em Porto Alegre não devem se aproximar

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Dois dos organizadores à frente dos movimentos pró e contra a manutenção de Dilma Roussef na presidência da República participaram do programa A Cidade é Sua, da Rádio Guaíba. Eles detalharam as atividades, que já ocorrem na Capital, e chamaram a população para que participe dos eventos até domingo. Não está previsto que os grupos se aproximem durante as atividades.

Nasson Santana, da Frente Brasil Popular, destacou a atividade de hoje à tarde, a partir das 17h, no Centro de Porto Alegre. Os participantes sairão da praça da Matriz, onde estão acampados, e retornarão para o mesmo lugar, às 19h, depois de ato público na Esquina Democrática. No domingo, às 10h, uma caminhada até a praça ocorre após manifestação em frente ao Auditório Araújo Vianna, no Parque da Redenção. Durante a tarde a concentração é na Praça da Matriz, com telão para os ativistas acompanharem a votação que ocorre em Brasília e que vai decidir sobre a admissibilidade do processo de Impeachment.

Já Paula Cassol, do Movimento Brasil Livre, explicou que vai haver uma aula pública no Parcão, no sábado à tarde, sobre os primórdios da história brasileira. No domingo à tarde, o grupo que está acampado no local recebe outros ativistas contrários à manutenção da presidente Dilma Roussef no poder. Também vai haver telão para acompanhar o voto dos deputados no plenário da Câmara, em Brasília.

A Brigada Militar montou um esquema de prontidão permanente para prevenir distúrbios no domingo. De acordo com o governador José Ivo Sartori, vai haver reforço “na área da segurança pública e em todas as instituições, sejam elas municipais, estaduais ou federais, controle e gerenciamento de todo o processo de forma integrada e coletiva”. “Como governador, espero que tudo se faça dentro da normalidade democrática, sem violência e sem prejuízos à democracia e às instituições”, complementou Sartori.

Segundo o comandante-geral da BM, coronel Alfeu Freitas Moreira, a chegada de militantes vindos do interior, também vai ser acompanhada. “Não permitiremos que grupos de posições diferentes em relação ao impeachment se manifestem no mesmo local”, disse o coronel. (Rádio Guaíba)

Acampamento de Ideias; texto e fotos Henrique Kanitz/Beta Redação Unisinos

Acampamento de Ideias; texto e fotos Henrique Kanitz/Beta Redação Unisinos

Cidade Comportamento Comunicação Economia Educação Eleições 2016 Notícias Poder Política Porto Alegre Segurança

Quem desce a rua Mostardeiro, em Porto Alegre, percebe, onde ela se encontra com a avenida Goethe, um acampamento pouco convencional. Idealizado pelo movimento de La Banda Loka Liberal, o espaço passou a abrigar também o Movimento Brasil Livre (MLB), o Vem pra Rua e o Patriotas de Plantão. Eles ocupam um pedaço do Parque Moinhos de Vento,  o Parcão, com um propósito em comum: pedir a saída da presidente Dilma do poder. A forma diverge, mas o objetivo é claro para todos.

Por ali passam, param e conversam pessoas interessadas no assunto, sem ligação direta com os movimentos.  Em meio a barracas, estão faixas com dizeres de cunho liberal, além de pixulecos pendurados nas árvores.

Inspirados na praça Maidan, na Ucrânia, que foi ocupada com o objetivo de derrubar o governo local em 2014, os membros da Banda Loka estão acampados desde a última quinta feira (17/03). Dali partem ações coordenadas contra o governo federal, mais especificamente contra o PT. Manifestações como a que aconteceu em frente ao apartamento do Ministro do STF Teori Zavascki ou na PUC/RS, na quarta-feira, 23 de abril, começaram ali.

Manifestações demonstram o  rompimento do “monopólio esquerdista sobre os movimentos populares”

Ricardo Gomes, 35 anos, tem o respeito de muitos dos acampados. De fala bem articulada e voz clara, ele diz ser um grande entusiasta do movimento, apoiando todos os grupos e nenhum ao mesmo tempo. Para ele, as recentes manifestações demonstram o  rompimento do “monopólio esquerdista sobre os movimentos populares”, algo inédito no Brasil. “A essência da democracia é a pluralidade. E é isso que estamos fazendo agora. Sempre teve gente que pensava assim, mas estávamos dispersos.”

Henrique Kanitz-0042 Para ele, o Brasil enfrenta uma crise moral, política e econômica, motivos que o fazem afirmar que o atual governo já teria acabado. O que atrapalha o processo é a carência de líderes. Ricardo não vê a mínima vantagem em Aécio, comumente ligado aos movimentos anti-governo. A busca de um “messias” é, segundo ele, algo tipicamente latino americano, quando alguém vem de cima e resolve o problema de todos. Na prática, isso não acontece. O candidato do povo deve vir do povo.

Ricardo pondera que essa é a melhor hora para repensar o Brasil. A pluralidade que o surgimento da direita dá ao espectro político torna o momento especial. É preciso cuidado para não cair em uma ditadura de qualquer dos lados. “Uma ferradura tem os extremos mais perto um do outro do que do centro. Assim é a política. As ditaduras são muito parecidas”. Ricardo vê as movimentações do governo parecidas com o que aconteceu em 1964, quando se instaurou o golpe militar. Para ele, as articulações que o governo faz é no campo da retórica, para construir uma imagem de injustiçado que na verdade não é. “Tudo que um esquerdista mais quer é que alguém com a camiseta do PT tome um tiro de um militar. Assim eles teriam um símbolo, um mártir. Eles já veem a derrota, mas se preparam para contar a sua história no futuro”.

Afirma, ainda, que o grande desafio depois da derrubada do governo é mostrar que o PT não foi ruim só porque roubou. Mas porque as políticas públicas, a economia, o propósito bolivariano, o aparelhamento das instituições, as relações internacionais, tudo foi desastroso. E essa é uma briga difícil de se comprar.

Primeiro se derruba a árvore. Depois se pensa em como beneficiá-la

Outra figura sempre presente na praça e nas manifestações orquestradas pela Banda Loka Liberal é Jorge Colares, 57 anos. Ele afirma que se dedica ao futuro do país, que teve sua economia “destruída pelos governos petistas”. Tal posição, assegura, Colares, não isenta os outros partidos. Também diz pensar no futuro de sua neta, de um ano e meio de idade.

No acampamento, não se notam bandeiras de apoio partidário ou mesmo de algum político específico. “O Marcel (Van Hattem, deputado estadual pelo PP/RS) chega perto, mas nem entra. Ninguém quer político aqui”, diz Jorge, sorrindo orgulhoso ao tocar no assunto. Ainda segundo o manifestante, o acampamento é amparado pela Brigada Militar, que faz rondas sucessivas pelo parque,  sendo sempre solícitos com os manifestantes.

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A Maidan brasileira termina em chopp

Ainda assim, há contratempos. Colares diz ter sido difícil ficar ali durante a chuva desta semana: “Um de nossos propósitos é, quando sairmos daqui, deixarmos algo melhor do que encontramos. Quando chegamos, bastava chover fraco para alagar. Um enorme descaso. Queremos mostrar que a comunidade unida pode fazer melhor do que o serviço público vem fazendo”, pontua sem deixar claro o que pretendem fazer de melhorias no parque.

Satisfeito com as doações e mobilizações dos simpatizantes da causa, ele explica que os pedidos feitos pelo grupo, como água ou carvão, são rapidamente atendidos, com os suprimentos chegando de maneira rápida e massiva. O fato serve para Jorge acreditar que o movimento tem forte apoio popular.

Para ilustrar seu ponto de vista, usa sua própria experiência: depois de dirigir uma empresa de análise de sistemas durante nove anos, com 40 funcionários, atribuiu a falência à alta carga tributária. “E tem muitas histórias como a minha por aqui”, afirma ele.

Quando o assunto é a saída de Dilma, Jorge é direto. Se dizendo liberal e conservador, afirma que não há como o governo continuar e que, em pouco tempo, a atual administração terá de sair, por meio de renúncia ou pelo processo de impeachment. “Reunimos vários grupos aqui e muitos têm opinião divergente. Mas precisamos unir as forças. Primeiro se derruba a árvore. Depois se pensa em como beneficiá-la”. Para Jorge, a árvore seria o governo e os benefícios as políticas possíveis de articular após a queda, pois defende a manutenção do estado de direito e a convocação de novas eleições.

Leia a reportagem completa com a visão dos manifestantes em tópicos como: Nem teria que discutir feminismo. Porque mulher é igual a homem e ponto; As instituições clamam pelos militares e A Maidan brasileira termina em chopp, no site de reportagens dos alunos da Unisinos.

 

 

 

Artistas lançam manifesto pela democracia na Redenção e defensores do impeachment seguem no Parcão

Artistas lançam manifesto pela democracia na Redenção e defensores do impeachment seguem no Parcão

Cidade Cultura Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura

Enquanto manifestantes que cobram o impeachment permanecem acampados no Parcão (Parque Moinhos de Vento), o Parque da Redenção (Farroupilha) volta a receber defensores da permanência da presidente da República neste domingo, em Porto Alegre. Artistas e outros integrantes da cena cultural gaúcha lançam manifesto em frente ao Monumento ao Expedicionário, desde as 15h, eles convocam a população a participar de um ato em defesa da democracia marcado para a próxima quarta-feira, no Largo Zumbi dos Palmares. A comunicadora Kátia Suman e o músico Nei Lisboa (foto do alto) são alguns dos organizadores do grupo Cultura pela Democracia, que se declara contrário a um golpe midiático e judicial supostamente em curso no país. Conforme o manifesto divulgado através de redes sociais, o objetivo é lutar pela legalidade e o respeito às instituições, sem defender nenhum líder específico.

Manifestantes contra Dilma seguem em vigília no Parcão. Foto: Samuel Maciel
Manifestantes contra Dilma seguem em vigília no Parcão. Foto: Samuel Maciel

Já no Parcão, o grupo contrário ao governo promete manter acampamento até a queda do mandato da presidente Dilma Rousseff. Cerca de dez barracas estão montadas em frente à avenida Goethe desde sexta-feira pela manhã, quando a Brigada Militar exigiu o desbloqueio da via pelos manifestantes. Eles exibem faixas exaltando o juiz Sérgio Moro e também pedem a prisão do ex-presidente Lula. (Rádio Guaíba)

Parcão – 17h: Movimento Brasil Livre organiza novo protesto hoje contra posse de Lula como ministro da Casa Civil

Parcão – 17h: Movimento Brasil Livre organiza novo protesto hoje contra posse de Lula como ministro da Casa Civil

Notícias

Depois dos últimos acontecimentos envolvendo escutas telefônicas reveladoras, interceptadas do telefone do ex-presidente Lula, e de sua tomada de posse nesta quinta-feira pela manhã, nomeado por Dilma Rousseff, como ministro da Casa Civil, em evidente afronta ao Estado Democrático de Direito, o Movimento Brasil Livre (MBL) do Rio Grande do Sul, Vem Pra Rua e La Banda Loka Liberal convocam os Porto-alegrenses para nova manifestação hoje, 17/03, no Parcão às 17h.

O protesto será a favor da suspensão da posse do ex-presidente Lula e da tomada de providências urgentes pelo Supremo Tribunal Federal.

Hoje, a La Banda Loka Liberal esteve presente na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, no ato de apoio dos magistrados federais ao juiz Sérgio Moro, pela defesa da independência dos poderes.

Ao invés de velório amigos preparam celebração à vida de Pedrinho Mello

Ao invés de velório amigos preparam celebração à vida de Pedrinho Mello

Cidade Comunicação Notícias Porto Alegre

L.Smith, dizia que “Existem dois objetivos na vida: o primeiro, o de obter o que desejamos; o segundo, o de desfrutá-lo. Apenas os homens mais sábios realizam o segundo.” Não sei se meu querido Pedro Mello, morto vítima de um AVC, no primeiro dia do ano conhecia a frase, mas sei que ela parece feita para ele. Pedrinho foi um empreendedor que marcou sua trajetória na noite de Porto Alegre e pelas várias conversas que tivemos obteve o que desejou. Mas, o mais legal é que foi reconhecido em vida pelo que fez: grandes festas, grandes eventos, grandes lugares para curtir a vida. Desfrutar? Nisso foi mestre. Os milhares amigos que o digam… É por isso, que ao invés de um “velório tradicional” está sendo preparada uma celebração a memória de Pedrinho Mello nesta terça-feira no Cemitério São Miguel e Almas, das 13hs às 17hs. Xicão Toffani, resume bem: “Pedro foi um sujeito que se divertiu no trabalho e na vida. Ele não queria um velório convencional, careta.” A despedida deve ser marcada com música e boas histórias do homem que criou o Água na Boca e tantas outras casas noturnas que mudaram a cara da noite porto-alegrense e do litoral do Rio Grande do Sul. O amigo e ex-sócio no Veneza, Lobão Huwwary, propõe que um busto com a figura de Pedrinho seja colocado na Rua Padre Chagas, local onde ele mantinha seu “escritório”(para quem não sabe qualquer mesa da rua fazia parte do escritório) e recebia a céu aberto seus amigos para uma conversa sobre negócios, beber uma champagne, fumar um charuto ou simplesmente desfrutar da conversa.

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Pedro e Lobão

Lobão também pensa em organizar anualmente no dia do nascimento de Pedrinho, 18 de novembro, na Padre Chagas uma celebração a memória do sujeito que chegou de Santana do Livramento, literalmente com uma mão na frente e outra atrás, morou na Casa do Estudante, almoçava e jantava no bandejão da Ufrgs, se formou engenheiro e montou ou foi sócio de 21 casas noturnas. A ideia é que se tenha um dia regado a champagne, bebida predileta. Por último ele propõe, tentar mudar o nome da rua onde Pedrinho morou  por 40 anos, de Lagoinha para Pedro Romeo de Lima Mello.

Particularmente gosto das ideias propostas. Tem gente que já propôs alterar o nome da Padre Chagas, o que acho bastante difícil. Prefiro com os pés no chão, pensar em um busto, na celebração anual e se os moradores da Lagoinha concordarem, dar o nome do Pedro a rua que prestar a homenagem em qualquer outro logradouro, distante do circuito Padre Chagas/Parcão que era o reduto dele. É ali que ele merece ser lembrado, não em um local longe de onde viveu e fez amigos. Depois do “velório, festório, velesta ou simplesmente celebração a vida”como preferem os amigos o corpo de Pedro Mello será cremado e as cinzas serão lançadas no Parcão, um local que ele adorava percorrer todos dias.

Porto Alegre: Concerto de Natal com Gilberto Gil acontece neste sábado no Parcão

Porto Alegre: Concerto de Natal com Gilberto Gil acontece neste sábado no Parcão

Cidade Cultura Notícias Porto Alegre prefeitura

A tradicional série Concertos Comunitários, patrocinada pelo Grupo Zaffari e realizada pela Opus Promoções e o Ministério da Cultura, terá Gilberto Gil como artista convidado do Concerto de Natal deste ano. No espetáculo gratuito, marcado para este sábado, dia 12 de dezembro, às 21h, no Parque Moinhos de Vento (Parcão), o músico interpretará sucessos da música brasileira ao lado do Coral e da Orquestra Unisinos Anchieta, regida pelo maestro Evandro Matté. Também participam da apresentação a Companhia H de Dança, comandada pelo coreógrafo Ivan Motta, o Grupo Vocal Gospel e os solistas Carla Cottini, Rafael Gubert e Luiza Haggstran. O planejamento cultural é da Unisinos. O repertório terá canções natalinas, música de concerto e seis sucessos apresentados na voz de Gilberto Gil, entre eles Domingo no Parque, Panis et Circenses e Andar com Fé. O encerramento contará com a tradicional e emocionante queima de fogos realizada anualmente ao final do Concerto de Natal.

ORQUESTRA UNISINOS ANCHIETA

Fundada em 1996, a Orquestra Unisinos Anchieta realiza uma programação artística diversificada, atendendo a diferentes perfis de público, buscando a renovação de ideias, abordagens e leituras através da música de concerto, popular e contemporânea. Vencedora do Prêmio Açorianos de Música em 2005, entrega ao público o diferencial de espetáculos com inclusão de outras linguagens cênicas, tais como teatro, dança e artes plásticas. Importantes concertistas e músicos de distintos estilos atuaram com a orquestra, entre eles Fred Mills (CAN), Yang Liu (CHI), Emmanuele Baldini (ITA), Pierre Dutot (FRA), Altamiro Carrilho, Paulo Moura, Renato Borghetti, Kleiton & Kledir, Fafá de Belém, entre outros. A orquestra é responsável pelo Vida com Arte, serviço de convivência que atende 250 jovens da rede pública de ensino com o ensino de música e formação cidadã.

EVANDRO MATTÉ | MAESTRO

Diretor Artístico e Maestro da Orquestra Unisinos Anchieta, da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e do Festival Internacional SESC de Música, é também Coordenador Cultural da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos) e do projeto social Vida com Arte. Seu primeiro contato com a música foi através do trompete aos 7 anos. Aos 15 já integrava a Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul, sua cidade natal. Estudou na Escola de Música da OSPA e, aos 19 anos, assumiu a cadeira de trompetista na OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre). Depois de graduar-se em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), fez especializações na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Atraído pela regência, passou a atuar desde 2006 como maestro, participando de inúmeros cursos de formação e masterclasses, inclusive com o aclamado maestro Kurt Masur. Em 2007 assumiu a Orquestra Unisinos Anchieta. Na Unisinos, também é coordenador cultural, estando à frente do projeto social Vida com Arte, que atende 300 crianças e jovens alunos de escolas públicas com o ensino de música e formação cidadã. Como maestro tem atuado com importantes solistas do cenário da música de concerto, entre eles: David Guerrier (FRA), Fred Mills (EUA), Pierre Dutot (FRA) e Yang Liu (CHI). Além disso, atuou em parceria com importantes nomes da música popular brasileira, entre eles: Maria Rita, Fafá de Belém e Bibi Ferreira. Foi o diretor musical e maestro do CD “Orquestra Unisinos Anchieta”, com obras de Astor Piazzolla, Carlos Gomes e Edward Elgar. Em 2014 lançou o CD Orquestra Unisinos Anchieta e Renato Borghetti em parceria com o aclamado músico. Desde 2011 é diretor artístico do Festival Internacional Sesc de Música, um dos maiores festivais de música de concerto da América Latina. O Festival reúne mais de 50 professores de 12 países, 300 alunos do Brasil e América Latina e 48 espetáculos em 13 dias. Atuou como docente na graduação em gestão cultural na Unisinos, tendo sido coordenador do curso de Especialização em Gestão Cultural. Foi professor de trompete da UPF (Universidade de Passo Fundo). Além de ampla formação em gestão cultural, projetos de lei de incentivo à cultura e gestão pública, é pós-graduado em Gestão Empresarial.

GILBERTO GIL | ARTISTA CONVIDADO

Sua carreira começou no acordeon, ainda nos anos 50. Inspirado por Luiz Gonzaga, pelo som do rádio, pelas procissões na porta de casa. No interior do Nordeste a sonoridade que explorava era a do sertão, até que surge João Gilberto, a bossa nova, e também Dorival Caymmi, com suas canções praieiras e o mundo litorâneo, tão diferente do mundo do sertão. Influenciado, Gil deixa de lado o acordeom e empunha o violão, e em seguida a guitarra elétrica, que abrigam as harmonias particulares da sua obra até hoje. Suas canções desde cedo retratavam seu país, e sua musicalidade tomou formas rítmicas e melódicas muito pessoais. Seu primeiro LP, Louvação, lançado em 1967, concentrava sua forma particular de musicar elementos regionais, como nas conhecidas canções Louvação, Procissão, Roda e Viramundo.

Em 1963 ao conhecer o amigo Caetano Veloso, na Universidade da Bahia, Gil inicia com Caetano uma parceria e um movimento que contempla e internacionaliza a música, o cinema, as artes plásticas, o teatro e toda a arte brasileira. A chamada tropicália, ou movimento tropicalista, envolve artistas talentosos e plurais como Gal Costa, Tom Zé, Rogério Duprat, José Capinam, Torquato Neto, Rogério Duarte, Nara Leão entre outros. Este movimento gera descontentamento da ditadura vigente, que o considera nocivo à sociedade com seus gestos e criações libertárias, e acaba por exilar os parceiros. O exílio em Londres contribui para a influência ainda maior dos Beatles, Jimmi Hendrix e todo o mundo pop que despontava na época, na obra de Gil, que grava inclusive um disco em Londres, com canções em português e inglês.

Ao retornar ao Brasil, Gil dá continuidade a uma rica produção fonográfica, que dura até os dias de hoje. São ao todo quase 60 discos e em torno de 4 milhões de cópias vendidas, tendo sido premiado com 9 Grammys. Entre LPs, Cds e DVDs, como Expresso 2222, Refazenda, Viramundo, Refavela, Realce, UmBandaUm, Dia Dorim, Raça Humana, Unplugged MTV, Quanta, Eu Tu Eles, Kaya N`Gandaya, Banda Dois, Fé na Festa, Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo com Orquestra, entre tantos outros, Gil criou uma vasta e abrangente obra musical e áudio visual. Seu último trabalho, Gilbertos Samba, é uma reinterpretação de canções gravadas por João Gilberto e uma homenagem do “discípulo para o mestre”.

Cada novo projeto de Gil tem suas formas consolidadas em suas diversas turnês pelo mundo. Todo disco vira show e muito show vira disco. Sempre disposto a realizar turnês nacionais e internacionais para cada novo projeto, Gil é presença confirmada anualmente nos maiores festivais e teatros da Europa. Realizou diversas turnês pelas Américas, Ásia, África, e Oceania. Gil tem um público cativo em seus shows no exterior, desde suas primeiras apresentações internacionais em 1971, a partir da sua marcante participação no festival de Montreux, em 1978.

Em 2002, após sua nomeação como Ministro da Cultura, Gil passa a circular também pelo universo sócio político, ambiental e cultural internacional. No âmbito do Minc, em particular, desenha e implementa novas políticas que vão desde a criação dos Pontos de Cultura até a presença protagonística do Brasil em Fóruns, Seminários e Conferências mundo afora, trabalhando temas que vão desde novas tecnologias, direito autoral, cultura e desenvolvimento, diversidade cultural e o lugar dos países do sul do planeta no mundo globalizado. Suas múltiplas atividades vêm sendo reconhecidas por várias nações, que já o nomearam, entre outros, de Artista da Paz pela UNESCO em 1999, Embaixador da FAO, além de condecorações e prêmios diversos, como Légion d’ Honneur da França, Sweden’s Polar Music Prize, entre outros. Um Embaixador musical único, movido pela convicção cultural.

CARLA COTTINI | SOPRANO

Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas da cidade de Jacareí em 2011, Carla Cottini tem se destacado por integrar em suas performances apurada técnica, belo timbre e marcante presença cênica. Estreou no Teatro Municipal de São Paulo em dezembro de 2011 como Ida em O Morcego e como Musetta (La Boheme) com a Orquestra Sinfônica do Sergipe, com grande sucesso. Em 2012 cantou a primeira audição mundial da obra Fantasia Gabriela de André Mehmari, escrita por encomenda da Orquestra Sinfônica da Bahia para as comemorações do centenário de Jorge Amado, e estreou no Palácio das Artes de Belo Horizonte como Valencienne na opereta A Viúva Alegre, sob direção de Jorge Takla.

Em 2013 Carla interpretou Gretel no Palau de la Musica de Valencia na producao espanhola de Amparo Urieta e Zerlina no Teatro Municipal de São Paulo na produção de D. Giovanni dirigida por Pier Francesco Maestrini, ao lado de artistas como Andrea Rost, Monica Bacelli e Nicola Uliveri. Em 2014, em Valencia, interpretou a bruxa Armida de Rinaldo no Auditorio de Ribarroja e debutou como Susanna em Le Nozze di Figaro, papel que interpretou também no Teatro Sao Pedro, em Sao Paulo, Brasil, sob a direção musical de Luiz Fernando Malheiro e direção cênica de Livia Sabag. Em 2015 estreou com grande sucesso como Norina em Don Pasquale, no Teatro Sociale di Rovigo, Italia.

Além de sua dedicação ao canto lírico, Cottini tem formação em artes cênicas, jazz dance e ballet clássico na Casa de Artes OperAria. Antes de se dedicar à ópera, Carla Cottini participou em São Paulo das superproduções de musicais My Fair Lady (em 2007, sob a direção de J. Takla), Esta é a Nossa Canção (em 2009, sob a direção de Charles Randolph Wright) e Cats (em 2010, sob a direção de Richard Staford), bem como de produções menores de musicais como West Side Story, Wicked e Chorus Line. Terminou em setembro de 2014 seu mestrado em interpretação operística no Conservatório Superior de Música Joaquín Rodrigo de Valencia, Espanha, sob orientação de Ana Luisa Chova. Desde 2012 tem como tutora a soprano Eliane Coelho. Seu preparador principal de repertorio é Rafael Andrade.

IVAN MOTTA | COREÓGRAFO DA COMPANHIA H DE DANÇA

Estudou dança de 1979 a 1984 em Porto Alegre com os maitres Tony S. Petzold e Walter Arias (técnica clássica) e Ceci Frank (técnica Graham); estreou como coreógrafo em 1986; de 1990 a 1992 foi diretor artístico da extinta Companhia de Ballet Mudança em Porto Alegre; recebeu o troféu Açorianos da Secretária de Cultura de Porto Alegre como melhor coreógrafo da temporada de 1993,1997 e 2000; melhor espetáculo de 1995. Em 1995 compõe a Companhia H. Em 1996 participa do 1º Festival Franco-Brasileiro Sud a Sul na França; participa do projeto da Secretaria Estadual da Cultura Caminhos do Prata, em Montivideo; no ano de 2001 participa da curadoria do 1° Usina/BrasilTelecom-CRT de Dança em Porto Alegre. Entre 2001 e 2005 além da criação de espetáculos, participou do Sempre às Terças’ da UNISINOS e o Projeto de Criação Universitária promovido pelo IACEN. Ganhador do Prêmio Açoriano da Secretaria de Cultura de Porto Alegre em 1993, 1997 e 2000;Espetáculo pela Cia H em 1995.

CONCERTOS COMUNITÁRIOS

Projeto do Grupo Zaffari que, desde 1987, leva música clássica de forma gratuita às comunidades gaúchas. Apoiada pelas Leis de Incentivo à Cultura, a iniciativa foca-se na visão de que a arte dos grandes mestres da música erudita e popular tem um grande apelo sobre as pessoas. O primeiro maestro, Frederico Gerling Jr., imprimiu entusiasmo, amor e alegria aos espetáculos; aspectos que até hoje norteiam as apresentações. Desde 2014, a regência artística dos Concertos é conduzida pelo maestro Evandro Matté juntamente com a Orquestra Unisinos Anchieta. ​

SERVIÇO

CONCERTO DE NATAL

Dia 12 de dezembro

Sábado, às 21h

Parque Moinhos de Vento (Parcão)

ENTRADA FRANCA

Em caso de chuva o evento será transferido

MINISTÉRIO DA CULTURA e GRUPO ZAFFARI apresentam

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Apoio: Clube do Assinante Zero Hora

Patrocínio: Zaffari, Tramontina, Bourbon Shopping e Itaú

Realização: Opus, Ministério da Cultura e Governo Federal – Brasil, Pátria Educadora

Pedidos de credenciamento de imprensa deverão ser enviados até o dia 10 de dezembro para o e-mail imprensa@agenciacigana.com com nome, função e RG dos profissionais que desejam fazer a cobertura e uma breve descrição da pauta a ser realizada. O pedido não caracteriza credenciamento automático. É necessária a confirmação por e-mail da Agência Cigana.