Porto Alegre: Thiaguinho coloca o Beira-Rio para dançar dia 11

Porto Alegre: Thiaguinho coloca o Beira-Rio para dançar dia 11

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O cantor e compositor Thiaguinho chega à Capital gaúcha no dia 11 de novembro para uma festa-show no Estádio Beira-Rio. O músico, conhecido por sua carreira à frente do grupo de pagode Exaltasamba, reúne hits como “Caraca, Muleke” “Ousadia & Alegria” “Sou o cara pra você” “Hey, mundo”, entre outros. A abertura dos portões será a partir das 14h e Thiaguinho se apresenta às 19h30.

Os ingressos estão à venda nas lojas Multisom da Rua dos Andradas, 1001, nos shoppings Bourbon Ipiranga, Praia de Belas, Iguatemi e Barra Shopping Sul, ou no site www.blueticket.com.br. Os valores variam entre R$95 e R$380. Além disso, já é possível garantir vaga no Edifício-Garagem do Estádio Beira-Rio para o dia do show. Os valores custam entre R$40 e R$60, conforme lote disponível. A reserva deve ser feita pelo site www.estapar.com.br/reservabeirario.

 

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Serviço:

Data: 11 de novembro

Abertura dos portões: 14h

Horário: 19h30

Local: Estádio Beira-Rio (Avenida Padre Cacique, 891)

Ingressos: valores variam entre R$95 e R$380

Pontos de venda: lojas Multisom da Rua dos Andradas, 1001, nos shoppings Bourbon Ipiranga, Praia de Belas, Iguatemi e Barra Shopping Sul, ou no site www.blueticket.com.br.

Outras atrações e DJ’s locais: ainda em aberto

Produtora: Hello entretenimento / www.grupohello.com

Contato para camarotes e informações: (51) 99301 5708 

Porto Alegre: Katia Suman e os diários secretos da Ipanema FM. Comunicadora autografa obra dia 17 de novembro na Feira do livro

Porto Alegre: Katia Suman e os diários secretos da Ipanema FM. Comunicadora autografa obra dia 17 de novembro na Feira do livro

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Milhares de vezes ao longo de anos, ela percorreu o corredor do segundo andar do prédio do Grupo Bandeirantes, em Porto Alegre, atravessou a divisória de vidro que dá acesso aos estúdios das rádios, abriu a última porta à direita e se instalou soberana na cadeira de apresentadora da Ipanema FM. No início de tudo, esse caminho foi trilhado durante a noite, quando literalmente solitária – mais ninguém trabalhava naquele horário -, pilotava a “nave ipanêmica”, nos voos a companhia de milhares de ouvintes, inclusive eu, em Butiá.  Na hoje longínqua década de 80… sem email, redes sociais, whatsapp ou qualquer outra forma instantânea de conversar com os “colegas diurnos”, instituiu um caderno que ficava na mesa do estúdio e servia como veículo de comunicação interna. E é dali uma fonte maravilhosa de histórias, recados nem sempre bem educados e “viagens” escritas por Mary Mezzari, Nilton Fernando, Mauro Borba, Nara Sarmento, KG, Porã, Jimi Joe… que ela extrai a matéria-prima para formatar: Katia Suman e os diários secretos da Ipanema FM.

Há muito tempo, Katia sabia que os 23 cadernos carinhosamente guardados com relatos dos problemas, necessidades, ideias e brigas de 1985 a 1997,  seriam transformados em livro, ” Os cadernos são um  making of.  Ali tem tudo o que a gente pensava sobre a rádio que fazíamos. Eu não sabia direito como organizar a coisa e no doutorado, orientada pelo Professor Fischer, eu descobri.”

43636837_1388662984601271_2867803977695625216_nMuitas são as vozes femininas e masculinas que fizeram a história da rádio mais Rock and Roll do sul do mundo, certamente entre as que se destacaram na fantástica história da emissora, está a da baiana Katia Suman. Sim! Ela é baiana e porreta!  Nunca exitou em dar sua opinião entre os blocos musicais e chamava a atenção por isso. Dia 17 de novembro, na Praça da Alfândega, uma infindável legião de fãs formará uma daquelas filas que “serpenteará” o entorno do trono onde a  Rainha autografará: Katia Suman e os diários secretos da Rádio Ipanema FM. Por sinal, estou curioso para saber se ela vai falar do início de tudo no veículo rádio, que pode surpreender a muita gente, mas foi na Atlântida. Bem, essa é outra história. Anota aí e não esquece: o livro será lançado dia 17 de novembro, com sessão de autógrafos, às 19h30 na Feira do Livro. Antes tem um bate papo no Teatro Carlos Urbim com Katia, Mauro Borba, Jimi Joe, alemão Vitor Hugo… outros devem confirmar ainda, a mediação será do professor Luis Augusto Fischer.

Katia começou a subir o Morro Santo Antônio, em 1983, quando ainda era Rádio Bandeirantes FM,  apresentou uma proposta de trabalho privilegiando a música brasileira e participou da migração para a nova emissora. Na Ipanema entre idas e vindas foram mais de 20 anos. Ali ganhou projeção como locutora, comentarista e programadora musical, apoiando músicos e bandas emergentes e prestigiando na programação uma variedade de gêneros. Contribuiu de forma importante para consolidar o prestígio da Rádio Ipanema, e nas palavras do professor de Rádio da UFRGS, Luiz Artur Ferraretto, ela ganhou notoriedade: “Graças à sua performance ao microfone nas noites dos 94,9 MHz, quando abre espaço para os, na sua expressão frequente, ‘radiouvintes’, em conversas que variam do hilário a uma profundidade ‘papo-cabeça’, não usual na programação jovem de consumo rápido de outras estações.  Na gerência de programação da rádio, Katia aprofundou o posicionamento de mercado da emissora, que se autodefiniu como uma estação voltada ao ‘segmento AB Rock Forever Young’, em outras palavras: rock, a música, e atitude rock, a rebeldia, para todas as idades”.

Ela acompanhou de dentro ou de fora – sempre bem informada -, os 32 anos da Ipanema FM e agora prepara o lançamento do livro com bastidores de tudo o que viu, ouviu e participou. A exemplo da velha Continental, a Ipanema tem mais que ouvintes, os “Ipanêmicos” formam uma categoria de fãs muito apaixonada. Entre vários exemplos da paixão, eu próprio vi dezenas de pessoas participarem de uma promoção para tatuarem o “n” da emissora, os milhares de motoqueiros com adesivos circulando pelas ruas ou sujeito que pintou o seu fusca de amarelo e preto e fez dele uma homenagem a 94,9 FM. Raras seriam as pessoas capazes de montar um diário daquele estúdio por onde passaram nomes consagrados da música gaúcha, brasileira e internacional. Muitas delas movidas a água, café, vinho, uísque ou ervas naturais…

 

Em entrevista a Juliana Maciel, publicada no blog https://jujucrmaciel.wordpress.com , Katia falou as passagens pela Ipanema FM e o trabalho que desenvolve hoje na Rádio Elétrica. A entrevista é de 2016, mas segue atual porque tem muitas questões conceituais e o início de tudo:

Kátia inspira-se no trabalho que ela e os outros comunicadores faziam na Ipanema FM – uma rádio jovem sem modelo pronto – para continuar buscando inovações e conteúdos relevantes.

Atualmente, ela não se enxerga trabalhando em outro lugar que não na sua casa. Sempre envolvida em inúmeras atividades, ela segue produzindo o Sarau Elétrico – que acontece há 17 no Bar Ocidente – e participa do coletivo Cais Mauá de Todos – que questiona o projeto de revitalização do Cais do Porto. Ela ainda procura tempo para concluir o doutorado em Letras e para continuar a escrita de um livro que contará sobre a antiga Ipanema FM, “o trabalho dos sonhos”.

Como iniciou o teu contato com o jornalismo?

Eu não sou formada em jornalismo. Mas eu sempre gostei de ler, então eu lia livros, jornais e ouvia rádio quando era adolescente. A minha primeira experiência profissional foi como redatora de publicidade quando eu tinha 18 anos. Eu trabalhei três anos com isso e parei porque não tinha nada a ver comigo. Mas a coisa da publicidade me fazia estar muito atenta a tudo o que era publicado na mídia. Quando eu vim pra Porto Alegre, eu ouvia a rádio Bandeirantes – que virou Ipanema depois – e eu achava ela incrível porque ela fugia do padrão FM meio gritado, falado rapidinho e todo alegre. Ela parecia verdadeira e tinha um conteúdo e uma programação musical muito legal. E já que eu ouvia muito, pensei que podia trabalhar nela. Então eu escrevi o roteiro de um programa e fui na rádio Ipanema falar com o diretor. Ele achou bacana e pediu pra que eu gravasse um piloto. E assim começou.

Mas o teu primeiro trabalho em rádio não foi na Bandeirantes, certo?

Então, o Nilton Fernando falou que não podia me contratar, mas disse que a rádio Atlântida queria experimentar uma voz feminina e me sugeriu que eu fosse lá. Daí eu fui. Na época o diretor da Atlântida era o Pedrinho Sirotsky e ele me recebeu. Imagina, hoje isso seria impossível. Hoje tu não chega nem na secretária do cara. Naquele tempo, eu não sei como, mas eu chegava. Eu nem estava fazendo comunicação, eu não era nada e ele falou que tudo bem e me ofereceu um estágio, no turno da madrugada, pra que eu aprendesse como funcionava. Durante meses, das 2 h às 6 h da manhã, eu ficava falando no ar e aprendi a operar a mesa de som assim. Foi incrível. Eu ia pra rádio tipo 1 h da manhã, uma piração. Eu lia todos os jornais e ficava o dia inteiro pensando no que eu ia falar, porque eu queria falar coisas interessantes. E eu realmente falava horas de madrugada.

Nos anos 80 tu começaste a trabalhar na rádio Ipanema. Como era a relação entre os comunicadores? Vocês tinham o mesmo propósito para a rádio?

Bem, a gente estava vivendo um momento muito especial. Era o começo da redemocratização. Então, começava a se respirar um ar diferente. Entre os jovens, havia uma necessidade de falar e de entender o mundo em que estávamos vivendo. Na Ipanema, a gente queria ser fora do padrão e criticávamos muito essas rádios, como a Atlântida – que eram idiotas e superficiais para o nosso ver. Elas só tocavam músicas que estavam no top 5, top 10 das revistas tipo Billboard. E achávamos tudo isso desprezível. Nós queríamos fazer uma rádio bacana, que falasse de coisas importantes: ecologia, feminismo, naturismo, política, filosofia, literatura, poesia, a gente cobria todo o espectro de manifestações artísticas e culturais da cidade. Andávamos por terrenos que as outras rádios voltadas para público jovem não iam. Eles começaram a tocar música daqui, porque a gente tocava e deu certo. Eles começaram a fazer transmissões de shows, porque a gente fazia e dava certo. Naquela época, tínhamos muito IBOPE, mesmo com uma potência pequena. E vivíamos muito aquele universo. Era o nosso trabalho, mas era também a nossa vida de uma certa forma. Porque o que fazíamos ali era absolutamente verdadeiro. A gente era muito explícito, sincero e espontâneo. Cada comunicador tinha o seu perfil, falava do seu jeito. Não seguíamos um roteiro. Tínhamos opinião sobre tudo e cada um tinha liberdade para expor as suas ideias.

Havia algum tipo de controle sobre o conteúdo veiculado por parte do grupo Bandeirantes?

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Galera da Ipanema anos 90: Claudio Cunha, Eduardo Santos, Júlio Reny, Nara Sarmento, Alemão Vitor Hugo, Katia Suman, Alexandre Brasil e Bruno Suman

Tínhamos um diretor que era o Nilton Fernando e, às vezes, ele dava umas enquadradas. Porque a gente, nessa atmosfera de liberdade e de criatividade, extrapolava. Eu me lembro do Nilton reclamando que estávamos virando uma rádio muito petista. O PT estava começando e, pra nós, conversar com um político e eleger um político era uma coisa nova. Então, era toda uma certa euforia e um desejo de participar do processo. Tínhamos liberdade, mas às vezes o Nilton ficava indignado que falávamos de mais. Porque, pra gente, esse papo de neutralidade não existia. Alías, mesmo que o jornalista use todo o manual de jornalismo da sua instituição e fique escolhendo as palavras, ele fala de algum lugar. E o que eu vejo de mais perigoso e perverso é uma neutralidade entre aspas – na qual o cara jura que está sendo imparcial e, na verdade, está enquadrado dentro de uma corporação, de um grupo, que tem sim os seus interesses comerciais e políticos.

Até que ano tu trabalhaste na Ipanema FM? Tu acreditas que a rádio foi perdendo a sua identidade jovem ao longo dos anos?

Eu tive três passagens pela Ipanema. Na primeira vez, eu fiquei até 99. Aí eu saí, fiquei sete anos fora. Voltei, fiquei dois anos e saí. E acho que foi perdendo sim, por uma série de fatores, afinal o mundo mudou. Naquele momento, nos anos 80 até 90 e poucos, a rádio tinha um papel fundamental, porque era muito difícil ter acesso a uma informação com aquele foco de interesse. Não tinha internet, a gente recebia notícias do centro do país e de outros lugares através de telex – que é um instrumento pré-histórico. Tinham agências de notícias que mandavam. Havia produção cultural, discos que nem eram lançados no Brasil. Era todo um esquema de lojas de importados, de amigo que viajava pra comprar. Era uma batalha conseguir a informação. A gente lia desde revistas voltadas ao público jovem a jornais do centro do país, como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Estado de São Paulo e a gente ficava catando coisa. Tentando trazer uma informação qualificada e variada pros ouvintes. E o mesmo vale para o repertório musical, porque a gente rodava de tudo – tudo o que a gente achava bom, né. Rolava rock, jazz, pop, música erudita, MPB… era uma gama tão ampla de diversidade musical que é impossível hoje. Porque as coisas foram ficando segmentadas. A Ipanema era uma geleia geral. Bandas que surgiram os anos 80, como Engenheiros do Havaí, TNT, Tefala, Replicantes, Garotos da Rua e Cascaveletes costumam dizer que a Ipanema foi a formação musical deles, porque a gente tocava coisas inacreditáveis para uma rádio. Então, com o tempo, a internet simplificou o acesso à informação, logo o rádio, especialmente esse rádio, perdeu muito da sua função e foi tomando outros rumos.

O que veio na tua cabeça quando foi anunciado, ano passado, que a Ipanema existiria apenas em um formato para a Web?

Bom, duas coisas. Primeiro lugar, eu não aceito essa versão de que a rádio migrou para a Web. Ela acabou. É uma desonestidade com o público dizer isso, porque é uma mentira. Todo mundo foi demitido. O que eles botaram no tal do ambiente Web foi um playlist. Um playlist não é uma rádio. Depois, eu senti até um alívio, porque ela foi tão importante pra mim e pra toda uma geração, que ver aquilo que estava sendo feito com o nome de Ipanema era triste. A última versão dela, era exatamente o oposto do que a gente fazia. Era tudo aquilo que a gente criticava – uma rádio de hits, com repetição, papo furado e todo mundo alegre. Então, em vez de fazer isso com o nome de Ipanema, acaba e assume que acabou. As coisas terminam, a roda gira, a fila anda… não tem mais espaço para uma rádio assim.

De que modo tu enxerga o rádio hoje?

Eu fico pensando, a minha filha tem 15 anos e ela nunca ouviu rádio na vida. Se eu der um rádio pra ela eu acho que ela nem vai saber o que fazer, porque eu acho que nem fabricam mais rádio hoje, todo mundo escuta no carro ou no celular. Então o que eu vejo é que ela e essa turma de adolescentes não ouvem rádio – pelo menos a turma da minha filha. Ela me pediu pra assinar o spotfy e ela ouve umas músicas pelo spotfy. Eu penso que hoje, com esse tipo de coisa, Spotfy, Deezer… não tem sentido ouvir rádio – eu falo de quem quer ouvir música. Porque, no rádio, vai ter aquele comercial chato e vai ter o cara falando. Então eu percebo que o FM virou rádio de notícias ou rádio bem popular, de música de massa, tocando sertanejo universitário.

Eu já estou em uma idade de querer ouvir gente falando, então eu ouço rádio de notícias. Mas, eu tenho muita dificuldade porque as rádios são muito caretas e são muito chatas. Então, pra mim, o que tem de legal no rádio hoje é o Boechat – de manhã cedo na Band – e eu gosto muito do programa do Juremir Machado da Silva e da Taline Oppitz sobre política na Guaíba. Eles entrevistam políticos de todos os partidos. Eles dão uma pauta e os políticos ficam meio que se confrontando e isso é muito bom porque aí tu vê como é que eles pensam. Em relação à rádio musical tem a Unisinos com um repertório musical legal e a FM Cultura. Mas eu já não tenho vontade de ouvir música no rádio.

É possível inovar trabalhando em um veículo de mídia tradicional hoje?

Eu acho que sempre é possível inovar. Eu acredito na possibilidade da criação humana. A rádio Unisinos, por exemplo, tá botando no ar a Rádio Elétrica. Então, o conteúdo que eu gero na minha casa é transmitido no FM. Isso pra mim é novo. É uma maneira de cruzar ambientes. Então, eu acho que dá pra inovar sempre. Mas por uma questão também de retração de mercado os caras não querem ousar. A Ipanema só foi possível porque aquilo que se fez naquele momento conquistou uma legião de ouvintes e com os ouvintes vieram os anunciantes. Acho que hoje, dada as facilidades tecnológicas talvez seja mais fácil inovar. Tu pode ter programa com gente falando de todas as partes do mundo, programa com gente falando de dez estados brasileiros. Eu gosto de ouvir a Band News porque é assim, tem uma ancoragem em São Paulo, mas entra gente do Rio, entra gente de Recife, entra gente de Brasília, entra gente de Porto Alegre, porque eles tem uma rede grande nacional. Mas entra dentro de um formato muito quadradinho. Então eu acho que falta pra uma boa parte de um público que cresceu e que se formou ouvindo a Ipanema, um outro tipo de rádio, um outro tipo de comunicação mais solta, menos careta, mas plural, mais livre, menos quadrada, com uma linguagem menos politicamente correta. Eu acho que uma rádio assim prosperaria. Mas eu não tenho mais energia e disposição pra formatar uma ideia e transformá-la em negócio. Eu não me vejo trabalhando em nenhuma das FMs que existem. Parece que eu não tenho perfil pra estar em alguma delas – não sei, pode ser uma loucura da minha cabeça –, mas eu criei a minha rádio Web porque fazer rádio pra mim é um negócio importante. Eu gosto, eu preciso, me ajuda a entender. Eu trago pessoas pra falar de assuntos que eu julgo relevante, eu tenho uma pauta. É quase que um ativismo que eu faço na minha rádio. Eu consigo fazer isso hoje graças à tecnologia então eu não vou tentar convencer uma empresa e mais milhões de anunciantes porque isso pra mim é muito desgastante e cansativo. Eu sou capaz de inventar um jeito de fazer rádio. E eu inventei um, a minha rádio está no ar.

Como surgiu a ideia de criar a Rádio Elétrica?

Eu comecei a transmitir em dezembro de 2010. Eu estava trabalhando nesse momento na TV COM. Quando eu saí da Ipanema para ir pra RBS, eu coloquei como uma das condições trabalhar em uma das rádios do grupo. Passou um ano e nada. Até que eu decidi fazer a minha rádio. De lá pra cá eu mudei um pouco. No começo eu transmitia ao vivo duas horas por dia – era de manhã – e fazia um rádio do jeito que eu fazia lá nos anos 80/90: falava um pouco, rodava umas músicas, voltava, falava o que tinha rodado, comentava mais alguma coisa. Aí eu voltei a trabalhar na Ipanema e quando eu saí – pela terceira vez – eu comecei a ver a Rádio Elétrica de uma outra maneira.

Como funciona a programação da Rádio Elétrica?

Eu fazia na Ipanema, o programa Talk Radio, que é basicamente uma rádio falada. Não é um diálogo com especialistas, não é uma entrevista, é uma conversa entre cidadão com tantas dúvidas e perplexidades quanto qualquer um. E eu passei a trabalhar em cima dessa ideia.

Então, na segunda-feira o papo é mais sobre cultura, eu converso com um cara que é produtor cultural. Na terça-feira eu falo com uma médica que é a Cinthya Verri e podemos entrar no terreno da psicanálise, da anatomia, ou do comportamento. Na quarta-feira, eu converso com o Diego Granto – que é professor e poeta. A gente fala muito de política, de feminismo, dos movimentos que estão acontecendo. Mas a gente fala do ponto de vista de quem está assistindo sem entender muito bem. Na mídia parece que todo mundo tem certeza, e isso me irrita um pouco. Ninguém tem dúvida. Mesmo agora nesse impeachment/golpe, cai/não cai… sempre tem um jurista, um advogado, que entendeu tudo. Então, pra fechar, na quinta-feira, eu falo com a Fabiola Pecce, que é consultora ambiental e sexta-feira é o dia da cidade, em que eu falo sobre questões de planejamento urbano.

Clique e leia a íntegra da entrevista no https://jujucrmaciel.wordpress.com

 

 

Porto Alegre: Jantar Solidário em prol da AACD/RS

Porto Alegre: Jantar Solidário em prol da AACD/RS

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Anote na sua agenda, dia 25 de outubro, às 19h, será realizado o Jantar Solidário em benefício da AACD/RS. A iniciativa é do restaurante Usina de Massas, parte da venda dos convites será revertida à manutenção dos atendimentos gratuitos realizados pela Instituição. O jantar oferece três sugestões de menu, incluindo opções de molhos com frutos do mar, vermelho ou branco e ainda com possibilidade de massas para quem tem restrição alimentar.

O valor do convite é de R$120 para duas pessoas e pode ser adquirido na AACD/RS (Av. Prof. Cristiano Fischer, 1.510, bairro Jardim do Salso), ou no local do jantar, na Usina de Massas (Rua Dinarte Ribeiro, 44, bairro Moinhos de Vento).

Mais informações pelo telefone (51) 3382.2222

Porto Alegre: Dia do Orgulho LGBT deve ser incluído no calendário oficial

Porto Alegre: Dia do Orgulho LGBT deve ser incluído no calendário oficial

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Está em tramitação, na Câmara Municipal da capital gaúcha, o projeto de lei que inclui a efeméride Dia Internacional do Orgulho LGBT no Calendário de Datas Comemorativas e de Conscientização do Município de Porto Alegre, em 28 de junho. A proposta foi apresentada pelo vereador Moisés Barboza (PSDB).

Movimentação de plenário. Na foto, o vereador Moisés Barboza.
Vereador Moisés Barboza. Foto: CMPA

Como lembra o autor, em sua exposição de motivos, a Constituição Federal cuidou de, expressamente, incluir, dentre os objetivos fundamentais do Estado, a promoção do bem de todos, sem preconceitos sociais, de origem, de raça, de sexo, de cor, de idade ou quaisquer outras formas de discriminação. “Presentes nas diversas formas de manifestação, o preconceito e a discriminação – às vezes velados, outras vezes explícitos – permeiam o imaginário social e são, muitas vezes, tolerados e apenas tratados como manifestações jocosas, sem maiores consequências”, lamenta Moisés.

O vereador destaca que, apenas muito recentemente, foram incorporadas ao ordenamento jurídico nacional as normas que criminalizam a prática da discriminação em decorrência da sexualidade, da raça, da cor, da religião, da etnia ou da procedência. “A proibição da prática, da indução ou da incitação por meio dos meios de comunicação social ou por publicação só vem a ser prevista expressamente em 1990”, acrescenta.

“Cabe-nos, pois, diante deste quadro, a adoção de medidas eficientes, de forma a modificar esta prática tão comum, que, inegavelmente, contribui para uma cultura preconceituosa, muitas vezes invisível, mas existente”, ressalta Moisés, e completa: “Dentre as medidas, inclui-se a normatização: tornar explícito que a discriminação é vedada por lei, além de constituir uma garantia a minorias, constitui-se em importante elemento de educação e conscientização”.

Dionisia VinhoBar: Uma experiência sensorial no mundo do vinho

Dionisia VinhoBar: Uma experiência sensorial no mundo do vinho

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Se você conhece a dona… Quando entra no Dionísia só pode pensar: Isso aqui é a cara da Jaqueline Meneghetti. Tava aqui pensando conheci a moça há mais de 30 anos, nos corredores da Famecos/PUC. Desde lá a figura era descolada e criativa, ou para usar um termo da moda disruptiva. A trajetória pós faculdade enveredou pela publicidade e negócios gastronômicos, sempre com o olhar chique e diferenciado, mas acessível a todos os bolsos… E essa conjugação do prazer de beber bons vinhos, com acompanhamentos certos em um ambiente  moderno e aconchegante criado pelo grande arquiteto Mario Quintana. Por tudo isso, não é exagero dizer que mais que um bar ou loja – abaixo falo das comprinhas possíveis na “lóxinha” – , o Dionisia é um novo conceito de negócio, uma verdadeira experiência sensorial, que quer simplificar o consumo do vinho e aproximar a bebida do consumidor sem que você se sinta assaltado ao passar no caixa.42581066_1432558556846501_4158870343714340864_n
Se você ainda não conhece o Dionísia, vá conhecer. É um espaço especial para quem gosta de vinhos, mas não é um wine bar tradicional, como conhecemos em vários lugares.  Jaqueline pensou e o Mario colocou em pé, um local diferenciado, que tem como um de seus principais atrativos a experiência de provar diversos tipos de vinhos, conhecer regiões, estilos e procedências. E esse é um dos pontos fortes do novo negócio. “O Dionisia traz um conceito que não existe na cidade e Porto Alegre precisa de operações diferentes”, explica Jaqueline. São 64 rótulos à disposição simultaneamente, servidos pelo próprio cliente diretamente em taças com três possibilidades de quantidade – 50ml, 75 ml e 125ml.  “A ideia foi facilitar para quem quisesse experimentar e conhecer diferentes tipos de vinhos de um modo mais simples, provando a partir de pequenas doses e evoluindo conforme seu gosto naquele momento”.
42525096_304110303518733_7870657668774363136_nAlém dos vinhos – nacionais e internacionais, do Velho e do Novo Mundo – o Dionisia oferece espumantes e uma selecionada carta de drinks. No cardápio do restaurante, pratos para compartilhar mas também individuais. A casa, localizada na rua Padre Chagas, 314, no coração do bairro Moinhos de Vento, é dividida em dois andares. O bar fica na parte superior; no térreo uma loja que traz objetos que transitam pelo universo do vinho. São livros sobre a bebida, sobre a gastronomia, sobre a uva, alguns eróticos. E objetos de design concebidos por importantes nomes e marcas da arte brasileira: Heloisa Crocco, com peças em madeira, Tania RResmini e Alma, com cerâmicas, Jacqueline Chiabay e PP acessórios, com produtos em couro e Essência Design, com trabalhos em pedra. Em breve a casa passa a oferecer também pequenos cursos, degustações e harmonizações, envolvendo o vinho e todo seu universo.

42603596_1975687826063443_4342416003037134848_nServiço
Dionisia VinhoBar
Rua Padre Chagas, 314
Aberto de segunda à sábado
Loja das 12h às 22h
Bar das 18h às 24h
Reservas inbox pelas redes sociais
Facebook.com/dionisiavinhobar
@dionisiavinhobar
Cinema: “O Paciente” revive o drama de Tancredo Neves

Cinema: “O Paciente” revive o drama de Tancredo Neves

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Um dos lançamentos nos cinemas nesta quinta-feira é “O Paciente – O Caso Tancredo Neves”, com direção de Sergio Rezende. A narrativa procura transportar o espectador para o Brasil dos anos 80, quando o país vivia um momento de esperança com o fim do regime militar.

O então recém-eleito presidente, Tancredo Neves, é acometido de uma grave doença antes de tomar posse. Desta forma, o longa revive as angústias, o medo e a ansiedade do político em relação ao seu destino, sabendo que o povo tem expectativas em relação ao seu governo, mas que se vê cada vez mais impossibilitado de cumprir. Sua morte, ocorrida em 21 de abril de 1985, mobilizou e comoveu o país.

Baseado no livro homônimo, do historiador Luis Mir, o filme descortina os mistérios que envolvem sua misteriosa morte e revela os bastidores médicos da história que abalou a política brasileira e modificou os rumos da nação. O protagonista é interpretado pelo veterano ator Othon Bastos. O porta-voz do político, Antonio Britto (depois governador do Rio Grande do Sul), é vivido por Emílio Dantas. A esposa de Tancredo, Risoleta, é encarnada por Esther Góes. A equipe de médicos ganha a atuação de Leonardo Medeiros, Otavio Muller e Paulo Betti. (Correio do Povo)

CDL Porto Alegre explica o motivo da cesta básica na capital ser a segunda mais cara do Brasil

CDL Porto Alegre explica o motivo da cesta básica na capital ser a segunda mais cara do Brasil

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O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, DIEESE, concluiu que o custo da cesta básica em Porto Alegre é o segundo maior entre as 20 capitais analisadas. Em julho, foram necessários R$ 435,02 para a aquisição de 13 itens alimentícios considerados essenciais, conforme o Decreto-lei número 399 de 1938. A capital gaúcha ficou somente atrás de São Paulo (R$ 437,42) no ranking nacional, e bem acima da média simples das regiões investigadas (R$ 376,04).

De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre, em relação ao mesmo período de 2017 – comparativo adequado para dirimir os efeitos da sazonalidade característica referente a cada mês do ano –, a cesta básica caiu 4,1% em termos nominais em Porto Alegre, conforme tabela abaixo. Para todas as demais 19 capitais investigadas, também houve redução do valor de custo.

Custo da cesta básica nas capitais brasileiras

(Em R$ nominais e variação % de julho de 2018 em comparação com julho de 2017)

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Fonte: DIEESE. Elaboração: AE/CDL POA

 

Para o economista-chefe da CDL Porto Alegre, Oscar Frank, a capital gaúcha tem uma das cestas básicas mais caras do Brasil por variados motivos: “Primeiramente, é importante informar que o cruzamento das informações entre o valor da cesta básica e a renda dos trabalhadores mostra que o primeiro costuma estar, diretamente, associado com o segundo”. De acordo com as últimas estatísticas da Pesquisa Nacional por Amostra e Domicílios, PNAD, do IBGE, Porto Alegre está em terceiro lugar entre as capitais que possuem os maiores rendimentos efetivamente recebidos pelos empregados (incluindo aqueles com e sem carteira assinada, funcionários públicos, empregados por conta-própria, e outros) e na segunda posição no ranking do custo da cesta básica.

Outro ponto que afeta o valor da cesta-básica é a metodologia do DIEESE, que utiliza três diferentes composições da cesta básica para grupos de estados brasileiros, levando em consideração os hábitos alimentares de cada uma dessas regiões. Para o Rio Grande do Sul, a quantidade da carne definida na cesta (6,6 quilos) é maior do que a média brasileira (6 quilos). Como o corte gaúcho é reconhecido por sua qualidade, o preço mais alto para o consumidor acaba influenciando de forma considerável o valor da cesta em Porto Alegre. É importante lembrar também que cada estado pode determinar alíquotas específicas de ICMS para esse conjunto de bens, o que constitui outro fator de diferença entre as unidades da Federação. Da mesma forma, grandes centros tendem a ofertar cestas básicas mais baratas por conta do menor custo logístico.

 

Para saber o que esperar para os próximos meses, a CDL Porto Alegre sinaliza que o preço da cesta básica deve continuar estável nos próximos meses. “Isso devido a quatro fatores: (1) crescimento moderado da economia nos próximos trimestres e, consequentemente, da massa salarial da economia; (2) níveis estáveis de inflação; (3) a boa safra de grãos (mesmo que não repetindo o excelente resultado do ano passado) e (4) a normalização das redes de abastecimento pós-greve dos caminhoneiros”, analisa o economista-chefe da entidade, Oscar Frank.

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Eleições 2018: Santa Casa recebe candidato à Presidência da República

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O encontro com Jair Bolsonaro (PSL) integra série de relacionamentos pré-eleitorais na instituição para exposição do setor saúde A fim de contextualizar os candidatos que pleiteiam cargo público sobre as dificuldades, carências e expectativas em relação ao setor saúde para os próximos quatro anos, a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, recebeu, na tarde desta quinta-feira (30/08), o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).

A proposta do encontro foi expor o panorama atual da saúde, sobretudo em relação às Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, que representam mais de 50% dos atendimentos prestados a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde no país. Na última segunda-feira, a instituição recebeu o candidato Geraldo Alckmin (PSDB).

Porto Alegre: Clube de Poker inaugura hoje no Shopping TOTAL

Porto Alegre: Clube de Poker inaugura hoje no Shopping TOTAL

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Nesta quinta-feira, 30 de agosto, inaugura o TOTAL Poker Club, uma casa de pôquer localizada na área externa do Shopping TOTAL. Com dois andares e somando mais de 200 metros quadrados, o novo espaço será um ponto de encontro de jogadores, apreciadores e aprendizes. Desde 2009 o Ministério do Esporte reconhece o pôquer como uma atividade esportiva no Brasil, uma prática de competição em que exige do praticante inteligência, capacidade, habilidades intelectuais e comportamentais para se obter sucesso, por isso não pode ser considerado um jogo de azar.

Segundo Julio Cesar Trindade, empresário e proprietário do novo estabelecimento, o pôquer é um jogo da mente, sendo considerado apenas 22% sorte. Este é o quarto empreendimento do empresário que já possui outras casas de sucesso em Caxias do Sul, Búzios e Florianópolis.

Com um investimento que supera R$ 1,1 milhão o local ficará aberto de segunda a segunda, das 15h às 6h da manhã e oferecerá cardápio com ampla gastronomia e carta de bebidas. O Shopping TOTAL fica na Avenida Cristóvão Colombo, nº 545, Bairro Floresta.

Supper Rissul prepara menu à base de vinho

Supper Rissul prepara menu à base de vinho

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Beber sozinho, com amigos, a dois, em um happy hour, para fazer um agrado ou até mesmo em família são algumas das ocasiões em que o vinho é uma boa opção. Buscando ter sugestões para cada um desses momentos, o Supper Rissul convidou a chef Flavinha Mello para preparar um menu à base de vinho, como risoto de vinho tinto com filé e parmesão, maçã ao vinho com sorvete de creme, paleta de cordeiro marinada no vinho, crumble de pernil com farofa de pão e crocante de salaminho, pastel de carne de panela ao vinho e sangria. Confira os detalhes no hotsite

SANGRIA
Fil180611_233_0028Ingredientes:
– 1 garrafa de vinho tinto (sugerimos cabernet sauvignon ou merlot)
– 1 limão siciliano ou taiti cortado em rodelas
– 1 laranja cortada em fatias triangulares ou rodelas
– 2 colheres de sopa de açúcar
– 1 dose de brandy (ou 1 dose de cachaça)
– 2 latas de água tônica geladas
– Suco de 1 laranja espremido na hora
– Gelo a gosto
Modo de Preparo:
1) Coloque o vinho, o suco de laranja, o brandy e o açúcar em uma jarra e mexa bem
2) Coloque as fatias de limão e laranja na jarra
3) Leve para geladeira por aproximadamente 1h
4) Antes de servir acrescente a água tônica gelada e complete com gelo a gosto

 

 

 

 

 

 

PASTEL DE CARNE DE PANELA AO VINHO
Fil180611_233_0058Ingredientes:
– 500g de patinho em pedaços grandes
– 200ml de vinho tinto seco
– 300ml de água ou caldo de legumes caseiro
– 4 colheres de azeite de oliva
– 1 colher de extrato de tomate
– 1 lata de tomate pelado
– 1 cenoura pequena ralada ou em cubos bem pequenos
– 1 cebola roxa pequena picada
– 1 alho poró (somente a parte branca) picado pequeno
– Sal e pimenta a gosto
Modo de Preparo da Carne de Panela ao Vinho:
1) Em uma panela de pressão, acrescente as 4 colheres de azeite de oliva. Após aquecer, coloque a cebola roxa e refogue
2) Em seguida, acrescente o alho poró e a cenoura e refogue
3) Acrescente o extrato de tomate e mexa bem
4) Coloque os pedaços de carne e mexa
5) Acrescente o vinho, a água e o sal/pimenta
6) Feche a panela de depois de ferver, conte 45min no relógio. Após o vapor sair, abra a panela e verifique se a carne já está desfiando com o garfo. Se precisar, deixe mais alguns minutinhos
7) Desfie bem a carne, misture no molho e reserve.
Modo do Preparo do Pastel:
1) Escolha a massa de pastel de sua preferência
2) Retire da panela o molho com uma escumadeira para escorrer bem. Só então, coloque o recheio e feche bem com um garfo
3) Em uma frigideira, aqueça o óleo de sua preferência e quando estiver bem quente, frite os pasteis
4) Dica: acrescente queijo muçarela picado com a carne de panela, eles formam uma excelente dupla!

 

MAÇÃ AO VINHO COM SORVETE DE CREME

Fil180611_233_0141Ingredientes:
– 750ml de água
– 4 maçãs
– 4 paçoquinhas (montagem)
– 2 xícaras de chá de açúcar
– 1 garrafa de vinho tinho seco
– 1 pote de sorvete de creme
– 1 pedaço de canela em pau (opcional)
– 10 cravos (opcional)
– Folhas de hortelã
Modo de Preparo:
1) Em uma panela, coloque o vinho, a água, o açúcar, os cravos e a canela e mexa bem
2) Descasque delicadamente as maçãs e retire miolo sem quebrá-las. Se possível, mantenha o cabinho. Coloque as maçãs dentro da panela, submersas
3) Deixe ferver aproximadamente 1h ou até reduzir o líquido pela metade. Então, vire as maçãs ao contrário e deixe reduzir um pouco mais.
4) Quando as maçãs estiverem bem vermelhas, elas estarão prontas e podem ser retiradas da panela (com cuidado)
5) Continue mexendo o líquido restante, até ponto de calda, e ficar em ponto de calda. Reserve na própria panela.
Montagem:
1) Amasse bem as paçoquinhas até formar uma farofa
2) Coloque uma colher de chá de paçoquinha no centro de cada prato
3) Coloque uma bola de sorvete de creme sobre a paçoquinha, assim ele não irá escorregar no prato
4) Coloque a maçã, sobre o sorvete (pode ser inteira ou em fatias)
5) Decore com uma folha de hortelã e gotas da calda de vinho reduzida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CRUMBLE DE PERNIL COM FAROFA DE PÃO E CROCANTE DE SALAMINHO
Fil180611_233_0079Ingredientes da Marinada:
– 500g de pernil suíno sem osso
– 1 cebola descascada e picada bem grande
– 1 dente de alho descascado
– 1 garrafa de vinho branco seco
– 2 galhos de alecrim
– 2 galhos de tomilho fresco
Demais Ingredientes:
– 150g manteiga sem sal
– 1 cebola descascada e picada em quadradinhos bem pequenos
– 3 colheres de sopa de farinha de trigo
– 2 colheres de sopa de salsinha e cebolinha picadas
– 100g de salaminho
– 6 fatias de pão fatiado sem casca
– 2 colheres de sopa de azeite de oliva
– 1 galho de alecrim
Modo de Preparo da Marinada:
1) Limpe o pernil, retirando a maior parte da gordura que o envolve e fure-o de todos os lado com uma pontinha de faca para que a marinada penetre a carne
2) Coloque o pernil em uma travessa grande para que possa receber a marinada de todos os lados
3) Bata todos os ingredientes da marinada no liquidificador e despeje sobre o pernil. Massageie a carne com as mãos para que penetre profundamente
4) Deixe o pernil marinando por no mínimo 6h e no máximo 24h. 5) Cubra o recipiente com plástico filme e coloque na geladeira.
Modo de Preparo do Pernil:
1) Pré-aqueça o forno a 180ºC
2) Coloque o pernil marinado com líquido da marinada em uma forma
3) Cubra com papel-alumínio e leve ao forno
4) Deixe o pernil assando por 2h/2h15 ou até ficar muito macio
5) Retire a carne da assadeira, reservando todo líquido do cozimento. Cuidadosamente desfie todo o pernil
6) Aqueça uma panela grande, adicione a manteiga
7) Depois de derretida, refogue a cebola
8) Acrescente a farinha de trigo sem criar bolotas
9) Acrescente o pernil desfiado, o molho, a salsinha e a cebolinha
10) Misture todos os ingredientes e reserve
Modo de Preparo da Farofa:
1) Pré-aqueça o forno a 180ºC
2) Corte o pão em pequenos cubinhos de 2cm aproximadamente e regue com azeite de oliva e alecrim. Asse por 30min ou até dourar e reserve
3) Pegue 1/3 dos pães e coloque em um saquinho e amasse formando uma farinha. Pode-se usar rolo de massa, batedor de bife ou até um copo grande. Misture com os pedacinhos maiores e reserve
Modo de Preparo do Crocante de Salaminho:
1) Pré-aqueça o forno a 180ºC
2) Em uma assadeira coloque os 100g de salaminho fatiado e asse por 30min ou até que ele fique crocante e reserve
Montagem:
1) Aqueça o recheio de pernil em uma panela grande
2) Coloque-o na travessa em que será servido
3) Coloque a farofa com o crisp de salaminho sobre o pernil e sirva
4) Se quiser, decore com alecrim. Também pode ser servido/montado em panelinhas ou cumbucas individuais

 

RISOTO DE VINHO TINTO COM FILÉ E PARMESÃO
Fil180611_233_0198Ingredientes:
– 500gramas de arroz arbóreo
– 500gramas de filé picado em iscas
– 350ml de vinho tinto seco
– 300 gramas de queijo parmesão ralado
– 4 colheres de sopa de azeite de oliva
– 2 colheres de sopa de cebola picada em quadradinhos bem pequenos
– 2 colheres de sopa de manteiga gelada
– Sal e pimenta a gosto
Ingredientes do Caldo para o Risoto:
– 1 litro e 1/2 de água
– 1 cebola roxa grande picada em pedaços grandes
– 1 alho poró picado em pedaços grande
– 2 ramos de alecrim
– 2 colheres de sopa de azeite de oliva
Modo de Preparo do Caldo:
1) Acrescente o azeite e em seguida refogue todos os legumes
2) Acrescente a água e, assim que ferver, baixe o fogo e deixe o reduzir por uns 20min.
3) Coe com uma peneira e use apenas o líquido ainda quente na preparação do risoto
Modo de Preparo do Risoto:
1) Aqueça uma panela e coloque 2 colheres de sopa de azeite de oliva e doure o filé e reserve
2) Na mesma panela, adicione mais 2 colheres de sopa de azeite e refogue a cebola
3) Acrescente o arroz e refogue-o, mexendo sempre
4) Despeje o vinho e fique mexendo até evaporar todo álcool
5) Acrescente 2 conchas do caldo de legumes e cozinhe até evaporar, mas mexa sem parar. Repita o processo por mais 3 ou 4 vezes.
5) Quando o arroz estiver al dente ou macio, conforme sua preferência, acrescente o filé e misture bem.
6) Para finalizar, acrescente a manteiga gelada e o queijo parmesão. Misture bem para o risoto ficar bem cremoso.
7) Acerte o sal/a pimenta e sirva.
8) Dica: o risoto pode ser servido em um prato de sopa e decorado com um pequeno ramo de alecrim ou mini folhas de rúcula.

 

PALETA DE CORDEIRO MARINADA NO VINHO
Fil180611_233_0179Ingredientes da Marinada:
– 1 paleta de cordeiro
– 1 cebola descascada e picada bem grande
– 1 garrafa de vinho tinto seco
– 20 folhas de hortelã fresca
– Sal e pimenta a gosto
Modo de Preparo da Marinada:
1) Com a pontinha de uma faca fure a paleta para que a marinada possa penetrar a carne
2) Coloque a paleta em uma travessa grande para que possa receber a marinada de todos os lados
3) Adicione todos os ingredientes da marinada dentro da travessa e massageie a carne com as mãos para que penetre bem
4) Cubra o recipiente com plástico filme. Deixe a paleta marinando por no mínimo 4h e no máximo 24h na geladeira
Modo de Preparo da Paleta:
1) Pré-aqueça o forno a 180ºC
2) Coloque o paleta em uma forma. Não esqueça de remover todo o líquido marinada.
3) Cubra tudo com papel alumínio e leve ao forno.
4) Deixe assando por 2h ou até a carne ficar muito macia
5) Dica: asse batatas na mesma forma da paleta ou faça uma farofa para acompanhar.