Porto Alegre: MTG divulga Nota de Esclarecimento e Repúdio sobre Acampamento Farroupilha na Capital

Porto Alegre: MTG divulga Nota de Esclarecimento e Repúdio sobre Acampamento Farroupilha na Capital

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O Movimento Tradicionalista Gaúcho vem por meio desta esclarecer e repudiar um boato tornado público e que não condiz com a realidade, verdade e postura desta instituição em relação ao Acampamento Farroupilha 2017 – a de que não queremos a participação da Prefeitura Municipal de Porto Alegre na organização do evento.

Em nenhum momento partiu desta presidência qualquer manifestação de não compartilhar da organização do evento com a Prefeitura de Porto Alegre. Ao longo da história desta instituição sempre foi fundamental a participação da Gestão Pública, afinal este é um evento da cidade de Porto Alegre, da população, de todos.

Somos fiéis a nossos princípios de colaborar e contribuir com a gestão pública, sempre emparceirados. Alguns interesses contrários ao coletivo, mas usando em nome deste, implantaram esse boato maldoso, falso e mentiroso. Foi implantado por quem não tem interesse na construção, verdadeira e comprometida, do Acampamento Farroupilha.

Como é do conhecimento de todos que acompanham os fatos, o diálogo com a Administração Municipal para a realização do Acampamento Farroupilha 2017 não é de agora. Esse é um trabalho que nem poderia ser tratado somente em junho, dado o tamanho do Acampamento e toda logística que envolve sua realização. Desde o início do ano estamos realizando várias reuniões com o Prefeito Marchezan e em diversas secretarias, portanto todos são sabedores da posição do MTG de ser parceira do Estado na busca de soluções para seus problemas, e que neste caso específico se manifesta em abrir mão do aporte de recursos financeiros públicos para a realização do evento mas que em nenhum momento significa não ter a prefeitura como organizadora.

Já no começo do ano tomamos o conhecimento e o entendimento da Prefeitura quanto dificuldades para aporte de verbas para realização de eventos, o que, confessamos, não nos causou surpresa, considerando que os valores prometidos pela Administração Municipal inclusive com a assinatura de convênio já em 2016 não foi foram pagos, forçando uma postura mais austera e propositiva do MTG na captação de recursos para fazer frente aos compromissos assumidos.

O MTG vem trabalhado desde janeiro para construção do Acampamento Farroupilha 2017, fazendo projetos de captação através de leis de incentivo, captação direta com empresas, organização na venda de espaços, ou seja, na estruturação do evento, tudo com o conhecimento, participação e anuência da Prefeitura, num trabalho que exigiu contato constante e inclusive reuniões com a Administração Municipal.

Portanto, somos uma entidade agregadora, organizadora e eterna parceira do poder público na construção do bem coletivo e queremos a participação da Prefeitura Municipal de Porto Alegre como organizadora do Acampamento Farroupilha 2017. Esta é posição oficial do MTG. Não criamos boatos. Nós arregaçamos as mangas e trabalhamos arduamente,  realizamos!

 

Nairo Callegaro

Presidente do MTG

Porto Alegre: O dinheiro acabou, diz secretário Busatto

Porto Alegre: O dinheiro acabou, diz secretário Busatto

Cidade Destaque Economia Poder Política Porto Alegre

A previsão atual é de faltar dinheiro no caixa da prefeitura de Porto Alegre a partir de maio, inclusive para o pagamento do funcionalismo. “A situação que a cidade vive é resultado de ações anteriores que não podemos mudar, muito menos repetir.  Medidas economicamente sustentáveis serão adotadas para garantir que as despesas caibam nas receitas, pois falta de recursos não é desculpa para não fazer. Nossa expectativa é superar a crise até o final de 2018. A situação exige, da prefeitura e de todos, um novo senso de responsabilidade coletiva”, afirmou o secretário Municipal da Fazenda, Leonardo Busatto. Ele foi o palestrante da reunião-almoço Menu Porto Alegre, realizada nesta terça-feira, 9/5, no Salão Nobre da Associação Comercial de Porto Alegre.

MZI_5150Segundo ele, a forma de enfrentar a crise e superá-la é com transparência. “Nos últimos anos, assistimos a despesa crescer sem o acompanhamento da receita na mesma proporção. Entre 2011 e 2016, o crescimento médio das despesas do Tesouro municipal foi de 9,5% e da Receita, 6,9%.”  Além disso, a despesa com pessoal cresceu mesmo na crise. Enquanto a receita corrente líquida diminuiu 4,70%, entre 2014 e 2016, a despesa com pessoal aumentou 1,46%. E a previsão para 2017 é de crescimento de 12%, enquanto a receita menos de 7%. Busatto revelou que o combate à sonegação já acontece. Porto Alegre é a segunda entre as capitais do Brasil em relação a cobrança de ISS, a nona de IPTU e a primeira em ITBI. Além disso, dois terços dos devedores estão sendo cobrados na Justiça. “Em 2016, a cobrança da dívida ativa em Porto Alegre foi de R$ 159,8 milhões, que representa 8,% do total, o melhor desempenho entre as capitais.”

A prefeitura tem uma dívida herdada da administração passada de R$ 507 milhões. Um dos projetos encaminhados à Câmara de Vereadores parcela os pagamentos a partir de 2018. Já os precatórios somam R$ 357,7 milhões. A maior dívida judicializada é no valor de R$ 237,7 milhões referente a desapropriação do Morro do Osso. Uma ação mal conduzida de mais de 20 anos que beneficia somente dois herdeiros.

O déficit inicial projetado para 2017, considerando as receitas previstas e as despesas já comprometidas, foi de R$ 815 milhões. Busatto completou: “Com a reforma administrativa já posta em prática teremos uma redução de R$ 130 milhões nas despesas em relação ao previsto inicialmente e uma queda de receita de R$ 14 milhões, sobrando um déficit previsto de R$ 699 milhões.”

 

Porto Alegre: Kevin Krieger deixa a administração Marchezan e deve assumir base do Grêmio

Porto Alegre: Kevin Krieger deixa a administração Marchezan e deve assumir base do Grêmio

Agenda Cidade Comportamento Comunicação Destaque Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura

Integrantes do Partido Progressista garantem que  a quinta-feira marcará o anuncio oficial da saída de Kevin Krieger do secretariado de Marchezan Jr. Kevin, que não trata o assunto publicamente,  comunicou o prefeito nesta terça-feira(02.05) que está de saída do Paço Municipal. Marchezan Jr pediu que ele repense sobre a saída e permaneça. Quem conhece Kevin garante que a decisão já está tomada. Eles concordam no conteúdo programático e do que Porto Alegre precisa para vencer a crise. Porém, há uma diferença muito grande entre os dois na forma de pensar o governo. Como ele é o Secretário de Relações Institucionais e Articulação Política fica difícil seguir ocupando o cargo sem concordar com os métodos aplicados.  O acordo entre os partidos na formaÇão da aliança PSDB/PP, não garante aos progressistas a Articulação Política do governo, mesmo assim muita gente aposta que o vice-prefeito Gustavo Paim ocupará o cargo em função da habilidade que tem demonstrado na interlocução com diferentes setores da sociedade. Uma outra coisa, amigos e assessores de Marchezan e Kevin negam e tratam como maldoso e mentiroso o boato que o nível de tensão entre eles chegou quase a cenas de pugilato.

O fato é que além de conseguir um novo secretário de Relações Institucionais e Articulação Política, Marchezan Jr terá que definir também quem será o/a titular da Secretaria de Meio-Ambiente e Sustentabilidade ocupada interinamente por Kevin Krieger desde a posse em 1.º de janeiro. Para amigos próximos, Kevin revela que tem convites para novos desafios. Quem o conhece bem, da como certo que ele irá trabalhar na base do Grêmio e que o primeiro grande desafio que se imporá é a conquista da Taça São Paulo de Futebol Junior, título ainda inédito para o tricolor. 

Justiça Eleitoral decide que Beth Colombo deve comprovar idoneidade de verbas apreendidas pela PF em Canoas.  Em nota, candidata disse que cabe ao ex-coordenador financeiro da campanha se explicar

Justiça Eleitoral decide que Beth Colombo deve comprovar idoneidade de verbas apreendidas pela PF em Canoas. Em nota, candidata disse que cabe ao ex-coordenador financeiro da campanha se explicar

Destaque Eleições 2016 Poder Política

A Justiça Eleitoral acolheu um pedido do Ministério Público para que a candidata à Prefeitura de Canoas Beth Colombo (PRB) comprove a idoneidade da origem dos recursos apreendidos pela operação Sufragium, da Polícia Federal, realizada na quinta-feira passada. Foram apreendidos, conforme o Ministério Público Eleitoral, cerca de R$ 500 mil no comitê e na residência do tesoureiro da campanha. Beth Colombo, até então, havia informado à Justiça Eleitoral ter recebido aproximadamente R$ 190 mil em recursos para a campanha.

De acordo com o promotor eleitoral João Paulo Fontoura de Medeiros, que assinou a ação cautelar, ainda falta a importância de cerca de R$ 310 mil a ser regularizada pela candidata. Em nota, Beth Colombo negou, ainda na sexta, que parte dos valores apreendidos tenha sido encontrada no comitê. Ela também informou ter afastado o tesoureiro da campanha, Guilherme Ortiz.

Do montante recolhido, a PF informou que R$ 176 mil, em espécie, e mais um cheque, no valor de R$ 50 mil, foram encontrados na sede da campanha, no Centro de Canoas. A investigação detalhou, ainda, que a maior parte dos valores foi encontrada em uma mochila na sala de Ortiz, no comitê. Cerca de R$ 6 mil foram encontrados na tesouraria e mais 10 mil no veículo utilizado pelo coordenador, estacionado no local.

Outros dois mandados de busca foram cumpridos em uma casa e em um depósito. Na residência de Ortiz, foram recolhidos mais R$ 300 mil em dinheiro. Na nota, Beth Colombo garante, ainda, que o depósito opera de forma legal.

No comunicado, ela sustenta que todos os valores foram localizados entre os pertences pessoais  e na residência do coordenador financeiro da campanha. A candidata garante desconhecer o procedimento do dinheiro encontrado e sustenta que cabe ao tesoureiro afastado se explicar.

O advogado Marcos Dewitt Weingartner, filiado do PRB, passou a exercer o cargo de coordenador financeiro. (Agência Brasil)

Confronto de ideias e acusações marcam debate na TV Record. Segurança, educação e saúde dominaram discussões dos candidatos à prefeitura de Porto Alegre

Confronto de ideias e acusações marcam debate na TV Record. Segurança, educação e saúde dominaram discussões dos candidatos à prefeitura de Porto Alegre

Cidade Destaque Eleições 2016 Poder Política Porto Alegre

Os candidatos à prefeitura de Porto Alegre mostraram suas propostas e colocaram frente a frente suas opiniões, neste domingo à noite na TV Record RS. O debate teve a mediação da jornalista Simone Santos, em quatro blocos de perguntas e respostas entre cinco dos postulantes a governar a Capital.

No primeiro bloco, que teve duas rodadas, houve confronto direto entre os candidatos Luciana Genro (PSol), Maurício Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan Júnior (PSDB), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB). Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Julio Flores (PSTU) e Marcello Chiodo (PV) participarão de entrevistas durante a semana no programa Rio Grande no Ar.

No segundo bloco, os candidatos responderam a uma rodada de questões com temas definidos pela emissora. O sorteio dos temas foi feito ao vivo. Mais uma rodada de confronto direto entre os candidatos, com tema livre, aconteceu no terceiro bloco e o quarto bloco foi reservado para considerações finais dos candidatos.

A discussão começou com Maurício Dziedricki questionando Raul Pont sobre como seria a proposta de mudança do ex-prefeito para a Capital. “Meu partido teve quatro mandatos com prefeitos distintos. Foi um período com capacidade de investimento ímpar na cidade. Nem antes nem depois tivemos esse padrão”, destacou o candidato petista. “Deixamos essa marca que as pessoas reconhecem no cotidiano. É isso que nos trará de volta para fazer o novo de novo. A renovação é garantir à comunidade e às pessoas que constroem a cidade que elas possam efetivamente decidir o seu futuro e o futuro da sua cidade.”

Em seguida, Pont indagou Sebastião Melo sobre o processo em que a administração da qual é vice foi acusada de “contratar estagiários sem cumprir regras”. Melo replicou, criticando a abordagem acusatória. “Esta matéria não é nova, foi parar no noticiário após ser julgada a primeira instância. O MP recorreu e não está transitado em julgado. São critérios subjetivos. Estamos trabalhando num novo decreto, mesmo que sejamos vencedores no processo, a gente entendeu que precisa corrigir”, definiu. “Nosso governo tem transparência. Na democracia nem denuncismo nem absolvição podem acontecer assim. Conheço bem a matéria e nossas decisões estão bem fundamentadas”, apontou.

Melo, por sua vez, questionou Luciana Genro sobre projetos para garantir a segurança das mulheres em Porto Alegre. “Tenho o conhecimento do drama e da dificuldade que é conviver na sociedade machista. Maridos abusadores que as espancam, as tratam mal. Além de combater a violência através de várias medidas, vou combater o desemprego que deixa essas mulheres reféns de maridos abusadores”, relatou Luciana. “Pretendo fazer um programa de combate ao desemprego dessas mulheres. Incentivar fazer um curso de qualificação e receber um salário mínimo da prefeitura.” Na tréplica, Melo destacou a criação de centros de referência para combate à violência à mulher e acolhimento, em Porto Alegre.

Ao perguntar para Nelson Marchezan Jr., Luciana Genro subiu o tom, ao acusar o adversário de fazer aliança com o “PP, partido mais corrupto até que o PT” e questionar como funcia sua apresentação como “novidade” se o PSDB já tinha sido governo no RS com Yeda Crusius. “Não tenho nenhuma relação com o governo da ex-governadora, assinei a CPI do Detran e não aceitei participar pelo meu partido. Só fui a uma reunião para dizer que a investigação tinha que ser desde o início”, replicou o candidato. “As pessoas são boas em qualquer partido e são corruptas em qualquer partido. Não tenho corrupto de estimação. Essa é uma visão limitada na política. Sou sim novidade, pela transparência e história de combate à corrupção. Elas vão votar no Marchesan que trará o PSDB e não o contrário”, frisou.

Marchezan, por fim, questionou Dziedricki sobre como resolver o grave problema da segurança na Capital. “Temos que atuar em obras do Orçamento Participativo que estão atrasadas hoje e podem melhorar a segurança”, opinou o petebista. “Asfalto de uma rua, que ajuda a chegar viatura, ambulância e caminhão de bombeiros faz diferença. São ações simples e fáceis de realizar que melhoram vários pontos. Existe essa situação triste, um descalabro na segurança pública que nós queremos ampliar o combate para devolver a cidade ao cidadão”, ponderou.

A candidata Luciana Genro iniciou a rodada de considerações finais, lamentando as regras do primeiro turno que limitaram seu tempo para expor ideias. “Hoje Porto Alegre é conhecida como cidade insegura, onde a violência urbana impera. Quero chamar atenção para essa proposta para combater o desemprego de mulheres chefe de família. Quero oferecer essa chance delas trabalharem de acordo com sua capacidade e fazer um curso de qualificação para progredirem na vida.”

Raul Pont, na sequência, questionou o motivo de campanhas eleitorais dos rivais não mostrarem o pertencimento a determinados partidos e governos. “Estão vendo nos programas e propagandas que não temos candidato de situação nesse debate. Todos se apresentam como mudança, apesar de estarem e serem governo em Porto Alegre e no Estado. Nesse desastrado governo Sartori, que tem implicações enormes para a insegurança e educação na Capital. Mudança efetiva é comigo e com a Silvana. Nós estamos enfrentando o golpe que ocorreu no país, estamos fazendo a defesa dos interesses das comunidades e reivindicando a volta efetiva da participação popular.”

Maurício Dziedricki enfatizou seu papel como nome da mudança. “Não temos uma cidade maquiada, nem tampouco terra arrasada. É uma cidade que carece de novos políticos para preencher um espaço. Fiz na medida do que podia fazer como secretário. As obras que comecei, terminei. Quero ter coragem e ousadia para fazer o que funciona. Quero uma Porto Alegre melhor, mais segura, moderna e colaborativa. Para nós termos um novo futuro, é preciso trilhar um novo caminho.”

Sebastião Melo aproveitou para enfatizar aos servidores municipais que atrasos de salário “não estão na agenda” do governo, antes de apontar sua trajetória. “Me preparei para ser prefeito, fui vereador, antes tive uma caminhada social e hoje sou vice-prefeito. Amadureci muito como vice aquilo que precisa ficar e aquilo que precisa mudar. Sempre fiz tudo junto com as pessoas na vida. Serei de muita atitude, de participação popular e não de gabinete.”

Pelo sorteio, coube a Nelson Marchezan Júnior fechar o debate. Ele salientou a necessidade de mudança, reforçando o argumento que as gestões repetidas do passado estão desgastadas, “cansadas” pelo tempo. “Quero te dar dignidade para construir tua vida, teu presente e teu futuro. Nosso interesse é público, é teu. É contigo que a gente quer ganhar essa campanha. É com cada eleitor que queremos ganhar essa eleição e governar os próximos quatro anos.” (Correio do Povo)

Porto Alegre: Fortunati garante pagamento integral de servidores só até setembro

Porto Alegre: Fortunati garante pagamento integral de servidores só até setembro

Cidade Destaque Economia Negócios Poder Política Porto Alegre prefeitura

A crise financeira enfrentada pela Prefeitura de Porto Alegre pode levar o Executivo a parcelar o salário dos servidores municipais ainda em 2016. A projeção é do prefeito da Capital, José Fortunati (PDT), que hoje concedeu entrevista à Rádio Guaíba. Ele justifica que a Secretária da Fazenda vem registrando quedas recorrentes de receita. Entre ativos e inativos, a folha de julho fechou em cerca de R$ 215 milhões.

Fortunati garante, contudo, que o pagamento em dia da folha, nos próximos dois meses, está assegurado. “Eu não tenho a segurança de que consiga fazer o pagamento de salários, sem parcelamento, até o final do ano. O que eu posso garantir é que para o mês de agosto e setembro, os indicadores que nós temos é que o pagamento de salário se dará de forma integral”, disse.

Com a queda de arrecadação provocada pela diminuição de repasses dos governos estadual e federal, Fortunati alertou que o parcelamento pode vir a ocorrer nos últimos meses do ano. “Eu só não posso afirmar que em outubro, novembro e dezembro (haverá pagamento integral), pois há sempre uma expectativa. Mas, certamente é a última coisa que eu gostaria de fazer é parcelar salários”, frisa.

O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) informou ter recebido a informação com surpresa. A entidade lembrou ainda que as contas da Prefeitura sempre fecharam no azul.

O diretor financeiro do Simpa, Raul Giacoboni, adverte que o Executivo concentra, hoje, mais de mil cargos de confiança, o que resulta em inchaço na folha de pessoal. Além disso, Giacoboni fala que os serviços serão afetados em caso de parcelamento. “Se acontecer nós temos formas de mobilização porque certamente tendo salário parcelado evidentemente haverá trabalho parcelado”, pontuou. (Texto e reportagem: Lucas Rivas/Rádio Guaíba)

Eleições 2016: PSTU pode elevar para nove o número de candidatos à prefeitura da Capital

Eleições 2016: PSTU pode elevar para nove o número de candidatos à prefeitura da Capital

Cidade Destaque Eleições 2016 Poder Política Porto Alegre prefeitura

A convenção do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), marcada para a noite desta sexta-feira (05), pode definir mais uma candidatura própria na disputa pela prefeitura de Porto Alegre. Se optarem por disputar sozinhos, o provável escolhido dos socialistas será Júlio Flores.

A outra possibilidade a ser definida na convenção é de coligação com PSol, que terá Luciana Genro na cabeça de chapa e Pedro Ruas como vice. O PSol conseguiu até o momento os apoios de PPL e PCB.

Se o PSTU definir candidatura própria, se confirmará a disputa com nove nomes. Atualmente estão definidos os seguintes candidatos, por ordem alfabética:

Fábio Ostermann – PSL

João Carlos Rodrigues – PMN

Luciana Genro – PSOL, PPL, PCB

Marcelo Chiodo – PV

Maurício Dzikedricki – PTB, Solidariedade, PR, PTdoB, PRP e PSC

Nelson Machezan Jr – PSDB, PP, PMB e PTC

Raul Pont – PT e PCdoB

Sebastião Melo – PMDB, PDT, PSB, PPS, Rede, DEM, PSD, PTN, PSDC, PRTB, PEN, PROS, PRB e PHS

                                                                                            (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)
Prefeitura deixa de financiar Acampamento Farroupilha em 2016; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Prefeitura deixa de financiar Acampamento Farroupilha em 2016; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

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Em função da crise financeira, a Prefeitura de Porto Alegre suspendeu em 2016 o o patrocínio do Acampamento Farroupilha com verba pública. O aporte de R$ 330 mil, que vinha sendo destinado nos últimos três anos e que, em 2015, foi utilizado na reparação de toda a rede elétrica do Parque da Harmonia, foi cortado. Com isso, a saída foi celebrar um convênio com o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e a Associação dos Acampados do Parque da Harmonia.

Ambas as instituições vão captar recursos para investir no evento, que acontece entre 7 e 20 de setembro. Apesar de uma recomendação decorrente da CPI do Acampamento Farroupilha, na Câmara de Vereadores, a Prefeitura postergou a realização de um edital público.

Apesar de não repassar recursos, a Prefeitura vai disponibilizar serviços públicos de iluminação, drenagem e recolhimento de lixo. Conforme o coordenador de Tradição e Folclore, Giovani Tubino, o parque vai estar pronto e organizado a tempo. Na noite de hoje, ocorre uma reunião geral de organização para as festividades, com a participação de representantes do Corpo de Bombeiros, a fim de que sejam divulgadas as regras básicas de segurança no Harmonia.

A expectativa é de que 367 entidades participem do acampamento neste ano.

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016 Notícias Poder Política

Os presidentes da FDRH (Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos) e da Cientec (Fundação de Ciência e Tecnologia) no Rio Grande do Sul deixaram nesta quarta-feira os seus cargos para concorrer nas eleições municipais de outubro. Luciano Silveira, que presidia a FDRH, concorrerá a prefeito em Osório, enquanto , disputará a prefeitura de Santo Antônio da Patrulha. Ambos são peemedebistas.

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Daiçon Maciel da Silva, Cientec

O Diário Oficial de hoje traz ainda a saída de Miki Breier (PSB) da pasta do Trabalho e Desenvolvimento Social. Amanhã, ao menos outras duas exonerações de secretários estaduais devem ser oficializadas: Vieira da Cunha deixará a Educação para concorrer em Porto Alegre; e Edu Olivera (PSD) deixará a Modernização Administrativa e Recursos Humanos para concorrer em Santana do Livramento. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Críticas de Pont à coligação entre PT e PCdoB para candidatura de Manuela, em 2012, podem não alinhar as siglas em 2016; por Vitória Famer/Rádio Guaíba

Eleições 2016: Críticas de Pont à coligação entre PT e PCdoB para candidatura de Manuela, em 2012, podem não alinhar as siglas em 2016; por Vitória Famer/Rádio Guaíba

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Lideranças do PCdoB alegam que, em função da crise política nacional, o partido ainda não tem decisão sobre qual posicionamento deve tomar para a disputa do Paço Municipal. Segundo o presidente do Partido Comunista do Brasil em Porto Alegre, Márcio Cabral, até o momento, há três possibilidades de diálogo para um apoio da sigla. Uma das probabilidades é a construção de uma frente em apoio ao PT, com a pré-candidatura de Raul Pont. Porém, Cabral reconhece que há necessidade de ampliação desta frente já que, isolados, a chance reduz para conquistar a prefeitura da Capital.

Outra hipótese é a aliança com o PDT, após o lançamento da pré-candidatura de Vieira da Cunha (PDT), principalmente depois de um realinhamento nacional da sigla trabalhista em apoio ao mandato da presidente afastada Dilma Rousseff (PT). Ou por último, o PCdoB lançaria uma candidatura própria, com uma mulher na cabeça da chapa.

Questionado se o PCdoB possuía mais dúvidas do que certezas em apoiar a candidatura de Raul Pont, Cabral destacou que não se pode afirmar que o PCdoB não apoiará o PT em Porto Alegre. Porém, lembrou que, em 2012, a eleição à prefeitura da Capital foi perdida tanto pelo PCdoB quanto pelo PT pelo fato de Pont não apoiar a candidatura de Manuela D’Ávila.

“Um afastamento do PT, para se alinhar ao PDT, seria um exagero. Mas é óbvio que algumas questões mais locais influenciam. Por exemplo: Raul Pont foi muito crítico à possibilidade do PT apoiar a Manuela em 2012, em Porto Alegre, o que nos levou a sair separados na eleição. E nós achamos, inclusive, que isso foi um dos fatores determinantes na nossa derrota no pleito de 2012. E esses elementos nós estamos analisando agora também”, expôs Cabral.

Com o cenário pulverizado politicamente, o PCdoB acredita que a sigla vá dialogar com outros partidos sobre possibilidade de alianças ainda durante o mês de junho. O que os comunistas também deixaram claro é que a sigla não vai se coligar com o PMDB, portanto, descartando qualquer apoio à pré-candidatura de Sebastião Melo.

Até agora, nove partidos já lançaram pré-candidatos: Rodrigo Maroni, pelo PR, Raul Pont, pelo PT, Luciana Genro, pelo PSOL, o vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, pelo PMDB, Vieira da Cunha, pelo PDT, o deputado estadual Maurício Dziedricki, pelo PTB, e os deputados federais Onyx Lorenzoni, pelo DEM, Danrlei de Deus, pelo PSD, e Nelson Marchezan Júnior, pelo PSDB.