Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

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Os presidentes da FDRH (Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos) e da Cientec (Fundação de Ciência e Tecnologia) no Rio Grande do Sul deixaram nesta quarta-feira os seus cargos para concorrer nas eleições municipais de outubro. Luciano Silveira, que presidia a FDRH, concorrerá a prefeito em Osório, enquanto , disputará a prefeitura de Santo Antônio da Patrulha. Ambos são peemedebistas.

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Daiçon Maciel da Silva, Cientec

O Diário Oficial de hoje traz ainda a saída de Miki Breier (PSB) da pasta do Trabalho e Desenvolvimento Social. Amanhã, ao menos outras duas exonerações de secretários estaduais devem ser oficializadas: Vieira da Cunha deixará a Educação para concorrer em Porto Alegre; e Edu Olivera (PSD) deixará a Modernização Administrativa e Recursos Humanos para concorrer em Santana do Livramento. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Dilma recebe o presidente eleito da Argentina Mauricio Macri

Dilma recebe o presidente eleito da Argentina Mauricio Macri

Economia Mundo Notícias

A presidenta Dilma Rousseff recebe hoje (4) o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri. O encontro, a convite de Dilma, terá o formato de uma audiência, pois o argentino ainda não assumiu o cargo. Segundo a assessoria de imprensa da Presidência, não há uma pauta específica para ser discutida, a intenção é tratar dos temas da agenda de integração bilateral, bem como de assuntos de interesse comum nos planos regional e internacional. O encontro está marcado para as 10h no Palácio do Planalto. O Brasil será o primeiro destino internacional do presidente eleito da Argentina.

O novo chefe de Estado e de Governo do país vizinho toma posse no próximo dia 10. A viagem ocorre em meio a divergências entre Macri e Dilma em relação à adoção da cláusula democrática contra a Venezuela no âmbito do Mercosul. A cláusula democrática prevê desde a aplicação de sanções comerciais atá a suspensão do país acusado de romper a ordem democrática, mas precisa de consenso para ser aplicada.

Em sua primeira entrevista após a eleição, na semana passada, Macri prometeu invocar a cláusula “pelos abusos que [o governo venezuelano] está cometendo, como a perseguição de opositores e [a suspensão] da liberdade de expressão”.

No dia 30 de novembro, durante entrevista em Paris, onde participou da abertura da Conferência do Clima, a COP21, Dilma discordou de Macri sobre posicionamentos a serem tomados no âmbito do Mercosul. Ela disse que não vai apoiar a utilização da cláusula democrática, como pretende o argentino, com o objetivo de retaliar a Venezuela.

Segundo a presidenta, é necessário um fato determinado para que a medida seja adotada no bloco regional que reúne, além dos três países, o Paraguai e o Uruguai. A próxima cúpula de líderes do Mercosul está marcada para o dia 21 de dezembro, na capital paraguaia, Assunção.

Após a visita a Brasília, Macri segue para São Paulo, onde vai se reunir com empresários. (Agência Brasil)

Ibope: aprovação de possíveis substitutos de Dilma não passa de 11%

Ibope: aprovação de possíveis substitutos de Dilma não passa de 11%

Notícias Poder Política

Pesquisa realizada pelo Ibope entre 12 e 16 de setembro, e divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Estado de S. Paulo, revela que o vice-presidente Michel Temer tem índices de reprovação semelhantes aos da presidente Dilma Rousseff. Segundo o levantamento, 11% dos entrevistados acham a atuação do vice como ótima ou boa, 29% como regular e 40% como ruim ou péssima. Outros 21% não responderam.

Temer e Dilma estão tecnicamente empatados em desaprovação. Na última pesquisa Ibope divulgada em junho, ela tinha 9%, com margem de erro de dois pontos porcentuais.

A popularidade de Temer varia de 7% no Sul a 12% no Nordeste; de 10% entre os mais pobres a 11% entre os mais ricos.

Ainda de acordo com a pesquisa Ibope, os presidentes da Câmara e do Senado, que ocupam o terceiro e o quarto lugares na linha sucessória de Dilma, tiveram a seguinte avaliação: Eduardo Cunha tem 11% de ótimo/bom e 35% de ruim/péssimo; Renan Calheiros, 8% de ótimo/bom e 40% de ruim/péssimo. (Jornal do Brasil)