Em Brasília manifestantes protestam em frente ao Ministério da Defesa pedindo Intervenção Militar

Em Brasília manifestantes protestam em frente ao Ministério da Defesa pedindo Intervenção Militar

Destaque Direito Poder Política Vídeo

 

A Secretaria de Segurança Pública e Paz Social (SSP-DF) informou que cerca de mil pessoas se manifestaram na Esplanada dos Ministérios na noite desta segunda-feira (28). Dentre as pautas identificadas pelas faixas estendidas, está a do pedido por intervenção das Forças Armadas.

No início da noite, toda a via N1 foi bloqueada, por volta das 19h20 a Polícia Militar garantiu ter liberado duas faixas de rolamento para permitir o trânsito no local, durante o horário de pico. O protesto aproveita a greve nacional de caminhoneiros que tem afetado diversos setores do país há uma semana.

Dirigentes de entidades da categoria denunciaram, nesta segunda, que existem infiltrados no movimento que buscam pautas alheias ao propósito original da mobilização, como a derrubada da gestão de Michel Temer. Houve manifestações também em São Paulo (Jornal de Brasília)

Entidades da segurança preparam nova manifestação na quinta-feira

Entidades da segurança preparam nova manifestação na quinta-feira

Agenda Cidade Destaque Direito Poder Política Porto Alegre Segurança Tecnologia

O Bloco de Segurança Pública, que reúne as entidades de classe do setor, anunciou neste domingo a realização de uma manifestação na próxima quinta-feira, após o feriado de Sete de Setembro, em Porto Alegre. O objetivo é protestar contra o sucateamento da área e o parcelamento dos vencimentos das categorias na Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários.

O ato público deve ocorrer na área central da cidade, mas ainda não há uma definição do local . O presidente da Amapergs Sindicato, Flávio Berneira, que representa os agentes penitenciários, observou também que os detalhes ainda não foram concretizados, como o horário da mobilização que poderá ocorrer, tanto pela manhã, como à tarde.

A manifestação das categorias integra o conjunto de novas ações que o Bloco da Segurança Pública está discutindo para o mês de setembro. Flávio Berneira revelou que uma das ações deve ser a solicitação de audiência com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em Brasília. “Vamos pedir tudo o que estiver ao alcance do ministério, inclusive a liberação de recursos”, explicou o presidente da Amapergs Sindicato, referindo-se à ajuda do governo federal para minimizar a crise na segurança pública gaúcha.

A vinda da Força Nacional, solicitada pelo próprio Governo do Estado, foi uma delas, mas tem caráter temporário e está sendo considerada insuficiente para conter a criminalidade na Capital. O dirigente destacou ainda a ideia de encaminhar o pedido de uma reunião com o novo secretário estadual da Segurança Pública, Cezar Schirmer. As categorias mantêm uma operação padrão desde a sexta-feira passada e prometem mantê-la até que ocorra o pagamento integralizado dos salários por parte do governo. (Correio do Povo)

Porto Alegre tem novamente protesto contra Temer

Porto Alegre tem novamente protesto contra Temer

Notícias Poder Política
thumb (8)
Grupo partiu da Esquina Democrática contra impeachment de Dilma e exigindo novas eleições. Foto: Lucas Rivas / Rádio Guaíba / Especial CP

Centenas de manifestantes, ainda que em número menor que o de ontem, fazem mais um protesto, na noite desta quinta-feira, contra a posse do presidente da República Michel Temer (PMDB), em Porto Alegre.

Siga o protesto

Com gritos de “Fora Temer” e contra a Brigada Militar, o grupo saiu da Esquina Democrática, no Centro, passou, em caminhada, pela avenida Júlio de Castilhos e a rua da Conceição e, perto das 20h, bloqueou o trânsito no sentido Centro-bairro do Túnel da Conceição.

Os manifestantes entraram, em seguida, na avenida Independência, em direção ao Parcão. A caminhada tomou, então, ruas como a Mostardeiro e a Ramiro Barcelos antes de retornar pela Goethe, Protásio Alves e Osvaldo Aranha. Nas imediações do Hospital de Pronto Socorro, a BM interveio com bombas de gás e de efeito moral, o que dividiu o grupo.

O ato, até então, vinha deixando um rasto de pichações por onde passou. Ainda no Centro, pelo menos uma agência bancária foi depredada. Na Independência, cerca de cinco contêineres de lixo foram virados sobre o asfalto. Na Mostardeiro, encapuzados quebraram vidros no acesso a uma agência do Bradesco. O mesmo ocorreu na Protásio Alves. À distância, PMs faziam o acompanhamento do ato, a pé e de helicóptero.

O itinerário do grupo não foi revelado e é negociado em meio ao trajeto.

Ontem, um ato semelhante, com cerca de 3 mil pessoas, também passou pela região central. O protesto começou pacífico mas, em frente à sede do PMDB, na avenida João Pessoa, houve vandalismo e reação da Brigada Militar. Na avenida Ipiranga, o efetivo voltou a lançar bombas de gás para dispersar manifestantes junto à esquina com a Erico Verissimo. (Rádio Guaíba)

Grupo volta a protestar por segurança em frente à casa de Sartori.  Manifestantes colheram assinaturas para abaixo-assinado que pede providências do governo estadual

Grupo volta a protestar por segurança em frente à casa de Sartori. Manifestantes colheram assinaturas para abaixo-assinado que pede providências do governo estadual

Destaque Poder Política Porto Alegre Segurança

Um grupo de manifestantes voltou a protestar por segurança, nesta sexta-feira, em frente à residência do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, na zona Sul de Porto Alegre. Cerca de 50 manifestantes se reuniram no local, com balões e cartazes pedindo “socorro, segurança já!”. Eles também colheram assinaturas para um abaixo-assinado pedindo providências da administração pública contra a violência.

O movimento, que se rotula apartidário, criou um documento entitulado “segurança urgente- #reagecidadão”, em que lista propostas e pede ações efetivas do governo contra a insegurança. Conforme os participantes, cerca de 35 mil assinaturas foram colhidas nos últimos cinco meses.

Nessa quinta, dois grupos, um da zona Norte e outro da zona Sul de Porto Alegre fizeram um “velório” simbólico do governo do Estado, com oito cruzes representando vítimas recentes da violência.

Ao menos três protestos para cobrar mais segurança nas ruas estão marcados para este final de semana, em Porto Alegre. O primeiro acontece no fim da manhã deste sábado no bairro Higienópolis, no entorno do Colégio Dom Bosco, onde a mãe de um aluno foi morta na quinta-feira em tentativa de assalto.

No final da tarde deste sábado, mais uma Serenata Iluminada acontece no Parque da Redenção, na área central. O evento já havia sido previsto para o fim de semana e busca cobrar mais segurança para a utilização de espaços públicos à noite. O grupo se concentra a partir das 18h, na área próxima ao Monumento ao Expedicionário.

Já no domingo, a partir das 15h, outra mobilização é promovida por pais, professores e alunos de colégios da zona Norte, no Parque da Encol. Os organizadores pedem que todos vistam preto ou se fantasiem como palhaços para demonstrar luto e indignação pela insegurança na Capital. (Correio do Povo)

Diplomatas brasileiros na ONU fazem protesto e param por 24 horas

Diplomatas brasileiros na ONU fazem protesto e param por 24 horas

Mundo Notícias Poder Política

Contas atrasadas, um problema que perdura já há algum tempo no Itamaraty ganhou espaço hoje nas redes sociais. Vários servidores da Delegação do Brasil junto à ONU em Genebra (Delbrasgen) se mobilizaram como informa o correspondente na Suiça, de O Estado de São Paulo,  Jamil Chade. Eles postaram fotos nas redes sociais com cartazes de:  Itamaraty, pague o aluguel! 13522715_10208152069094252_4976356844926213688_oNão cortem nosso 13o.! A questão não é nova como mostra reportagem de Lizandra Paguassú, em edição de 2014 do Estadão. Antigo ou não, o problema tem que ser resolvido de forma urgente pelo Ministro das Relações Exteriores, José Serra.  Afinal de contas é a imagem do Brasil que está sendo mostrada para o mundo inteiro. As fotos publicadas aqui foram retiradas do perfil no Facebook do gaúcho Ezequiel Gerd Chamorro Petersen (Zeca Petersen)

No início do mês eu já informava aqui no site que: Diplomacia brasileira segue esperando o reajuste dos salários.

Sobre outros problemas do Itamaraty, em viagens a trabalho, a lei determina que as diárias para hotel, transporte e alimentação sejam pagas antecipadamente. O Itamaraty não paga desde março. Isso faz com que os diplomatas, principalmente os em início de carreira, não queiram viajar – e são os que mais viajam, já que não são chefes de equipe. O salário deles é de R$ 13 mil. Uma semana de viagem custa US$ 1 mil (R$ 3,5 mil). Isso significa o Brasil não participar de reuniões diplomáticas importantes. Segundo eles, para não sustentar “a pedalada das diárias”. O Decreto 5992/06, Artigo 5, parágrafos I e II, prevê a diária antecipada. Isso poderia dar processo no TCU, mas…. ninguém se arrisca a denunciar. Por que? Porque as promoções no Itamaraty se dão por tempo de serviço e, principalmente, por merecimento. Quem decide o mérito é a Secretaria-Geral do Ministério e o próprio Ministro, que são os responsáveis pela pedalada. Os diplomatas mais incomodados com os prejuízos causados por estas questões estão tentando pressionar José Serra via Associação classista. Mas, os resultados não tem sido bons.

NOTA ATUALIZADA ÀS 16h01.

 

Taxistas dizem que carreata reúne 2 mil na Capital. Protesto vai se concentrar deve na Câmara de Vereadores

Taxistas dizem que carreata reúne 2 mil na Capital. Protesto vai se concentrar deve na Câmara de Vereadores

Cidade Comportamento Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura Turismo

A categoria dos taxistas estima que mais de dois mil condutores – mais de metade do total em Porto Alegre – esteja participando de uma carreata que está se aproximando da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Mais cedo, a Brigada Militar calculou em 1,2 mil o número de veículos participando do ato. Na Câmara de Vereadores tramita um projeto para regulamentar o transporte privado via aplicativo de celular, em plataformas como o Uber e o WillGo.

A carreata saiu da rua B, que fica entre a avenida Beira-Rio e a Padre Cacique, em Porto Alegre, e passou pela Praia de Belas, Ipiranga e Terceira Perimetral. Durante a madrugada de hoje, uma faixa com a frase “fora Uber” foi colocada na estátua do Laçador, na zona Norte.

O protesto ocorre um dia depois de a Câmara Municipal confirmar a data e o local de realização de uma audiência pública sobre o projeto de lei que pode legalizar os concorrentes do táxi tradicional. O encontro havia sido marcado, de início, para a manhã de hoje, mas acabou suspenso por falta de espaço na sede do Parlamento.

O presidente da Câmara, vereador Cássio Trogildo (PTB), informou que a audiência ocorre a partir das 19h de 5 de julho, no Ginásio do Gigantinho, ao lado do Estádio Beira-Rio. Trogildo explica que o Sport Club Internacional, administrador do Gigantinho, foi contatado porque os ginásios Tesourinha e da Brigada Militar estão inviabilizados para receber eventos desse porte. Enquanto a Câmara consegue abrigar 200 pessoas, o Gigantinho pode receber cerca de cinco mil, destacou.

O projeto de lei foi elaborado pela Prefeitura, após quase seis meses de discussão, e propõe que serviços como os da Uber e da concorrente WillGo sejam legalizados mediante pagamento de impostos e cadastro. (Rádio Guaíba)

Polícia Militar bloqueia acessos à casa de Temer em São Paulo para evitar protesto

Polícia Militar bloqueia acessos à casa de Temer em São Paulo para evitar protesto

Notícias Poder Política

A PM (Polícia Militar) fechou neste domingo (22) todos os acessos à casa do presidente interino Michel Temer em Alto de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, para evitar a ida ao local de manifestantes contrários ao governo do peemedebista. Um ato organizado pela Frente Povo Sem Medo, previsto para sair do Largo da Batata, às 14h, deveria seguir até a residência de Temer.

De acordo com a PM, os bloqueios criaram uma “área de segurança nacional”. Cada uma das quatro barreiras está localizada a cerca de 300 metros da casa de Temer. O local virou ponto de vários atos contra o presidente interino nas últimas semanas.

Neste fim de semana, Temer se reúne com ministros da equipe econômica na capital paulista. Nesta semana, o governo anunciará medidas fiscais para controlar os gastos. Protestos contra o governo de Temer marcam a Virada Cultural, realizada na capital paulista. (O Sul)

 

 

 

 

 

 

 

Protesto contra Temer reúne milhares e termina pacífico em Porto Alegre

Protesto contra Temer reúne milhares e termina pacífico em Porto Alegre

Notícias Poder Política Porto Alegre

Mais um protesto tomou as ruas centrais de Porto Alegre, nesta quinta-feira, para confrontar o governo interino de Michel Temer (PMDB). De acordo com os organizadores, cerca de 20 mil se reuniram em caminhada que saiu da Esquina Democrática, passou pelo Palácio Piratini e seguiu pela avenida João Pessoa até encerrar em frente ao Largo Zumbi dos Palmares, no bairro Cidade Baixa.

Após se concentrar por volta das 17h30min, o grupo seguiu rumo ao Piratini. A multidão subiu pela Riachuelo e tomou o entorno da Praça da Matriz. Os mais repetidos eram os gritos de “Fora Temer”, “Temer ladrão, teu lugar é na prisão” e “Não vai ter golpe”. Ainda assim, houve espaço para pedir a prisão do presidente afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Bonecos de papelão de Temer, Cunha e do governador José Sartori foram queimados enquanto o grupo contornou a Praça.

Depois disso, a manifestação seguiu até a avenida João Pessoa. Muitas pessoas se juntaram ao grupo na avenida, rumo à Cidade Baixa. Ao se aproximarem da sede do PMDB, um grupo puxou os gritos de “Nem recatada, nem do lar. A mulherada tá na rua pra lutar”. Alguns encapuzados e mascarados picharam dizeres contra o golpe nas paredes da sede do partido, mas não foram registrados outros atos de depredação.

O destino final da manifestação foi o Largo Zumbi dos Palmares. Mas, a exemplo da semana passada, a multidão ocupou o cruzamento da Loureiro da Silva com a José do Patrocínio. Após conversas com a Brigada Militar, foi liberado o tempo de 30 minutos para o grupo fazer o protesto e começar a dispersar. Muitos sentaram calmamente no asfalto, tocando músicas e fazendo lanches.

Passada a meia-hora, grande parte se retirou, mas muitos ficaram no bloqueio. Alguns desafiaram a polícia e atiraram rojões. Num momento tenso, algumas dezenas caminharam em direção à cavalaria da Brigada Militar, mas pararam antes de um confronto. A polícia não reagiu a provocações e, por volta das 22h10min, o movimento se dispersou em definitivo.

O comandante do Comando de Policiamento da Capital, coronel Mário Ikeda, negou que a BM tenha sido pressionada a ser mais branda com os manifestantes após o ato de sexta passada, quando foram lançadas mais de 30 bombas, com quatro prisões. Ele sustenta que, hoje, o grupo se dispôs ao diálogo e divulgou previamente o trajeto da caminhada, o que ajudou a corporação e a EPTC a organizarem o efetivo. (Reportagem: Lou Cardoso, Luiz Sérgio Dibe/Correio do Povo e Ananda Muller/Rádio Guaíba)

Funcionalismo planeja mobilizações e teme segundo mês consecutivo de parcelamento de salário; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Funcionalismo planeja mobilizações e teme segundo mês consecutivo de parcelamento de salário; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Direito Notícias Poder Política

Em estado de alerta, o movimento unificado dos servidores públicos deixa claro que não vai aceitar pacificamente mais um atraso de salário para o funcionalismo gaúcho. A preocupação é com a possibilidade de que isso ocorra, pela primeira vez, de forma consecutiva no governo de José Ivo Sartori (PMDB). Pela terceira vez, em 14 meses de governo, os vencimentos de fevereiro dos servidores do Executivo foram parcelados e o calendário para a quitação se estendeu até 15 de março. Com a perspectiva de o fato se repetir na próxima folha, já há previsão de mobilizações.

O presidente da Federação do Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul (Fessergs), Sérgio Arnoud, garante que os trabalhadores não vão suportar mais uma dose do “remédio amargo” do governador “goela a baixo”. “Com certeza nós vamos protestar e aguardamos a confirmação do parcelamento. Mas, como acreditamos que isso vai acontecer já faremos uma reunião, na próxima segunda-feira, para definir de que maneira vamos nos manifestar. Vai ser um ato de desagravo e de inconformidade”, adiantou.

Caso haja a concretização de novo atraso salarial, o temor é de que a carga acumulada de dívidas aumente e, com isso, as contas do funcionalismo público fiquem ainda mais no vermelho. “Isso implica realmente no comprometimento da saúde financeira de todos os servidores do Executivo. Nós temos colegas que já atrasaram compromissos no comércio, no aluguel ou no pagamento dos cartões de crédito. É uma situação negativa na nossa economia e que se reflete até no varejo, prejudicando o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, lamentou Arnoud.

A previsão é de que diferentes protestos ocorram ao longo da próxima semana. As datas já estão praticamente definidas, embora falte decidir as ações. No dia 31, último dia pra o depósito de salários, deve haver protesto contra o governo estadual. Outra data emblemática, que deve ser usada, é 1º de abril, conhecido como o dia da mentira. Nessa data, o governador Sartori também deve virar alvo das provocações.

Protesto anti-Dilma reúne 6.000 no Palácio do Planalto

Protesto anti-Dilma reúne 6.000 no Palácio do Planalto

Notícias Poder Política
Apesar de ter começado com apenas 2.000 pessoas na estimativa da Secretaria de Segurança Pública, o protesto contra a presidente Dilma Rousseff em Brasília chegou a reunir cerca de 6.000 manifestantes nesta segunda-feira (21).

A estrutura, porém, foi menor do que nos protestos anteriores e não houve tumultos até a publicação desta reportagem. A manifestação teve início por volta das 18h na frente do Palácio do Planalto e, após passar também pelo Supremo Tribunal Federal, deslocou-se por último para o gramado do Congresso Nacional.

Embora o protesto tenha recebido apoio do Movimento Brasil Livre e do Vem Pra Rua, esses organizadores não trouxeram suas faixas ou carros de som. Alguns manifestantes utilizaram fogos de artifício para chamar atenção. Eles chegaram a projetar a palavra impeachment na lateral do Palácio do Planalto. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.