Eleições 2016: Sondado para aliança, PSOL descarta coligação com PT para a prefeitura da Capital; por Vitória Famer / Rádio Guaíba

Eleições 2016: Sondado para aliança, PSOL descarta coligação com PT para a prefeitura da Capital; por Vitória Famer / Rádio Guaíba

Eleições 2016 Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura

Após o Partido dos Trabalhadores lançar a pré-candidatura de Raul Pont para a disputa ao Paço Municipal, e afirmar que gostaria de uma aliança com partidos que apoiaram a manutenção do mandato de Dilma Rousseff (PT), o presidente estadual do PSOL no Rio Grande do Sul, Israel Dutra, afirmou, nesta segunda-feira, que a sigla deve seguir a orientação nacional em não se aliar com o PT.

O PSOL lançou a ex-deputada federal Luciana Genro como pré-candidata à prefeitura da Capital. Segundo Israel Dutra, o PSOL não teve uma posição de apoio ao governo de Dilma, mas, sim, de contrariedade ao rito de impeachment encabeçado pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

“Nacionalmente já há uma discussão que o partido não vai encampar alianças com o PT justamente pelo balanço duro que nós estamos fazendo, sobre o que significou o PT nesses 13 anos de governo federal, ainda que nós saibamos que o Raul Pont é um quadro importante da esquerda e que tem uma base petista muito aguerrida e combativa com a qual nós estamos sempre dispostos ao diálogo. Mas a nossa deliberação é que o partido vai buscar um campo de alianças com movimentos sociais e com setores que vêm encabeçando lutas importantes nas cidades e nós não vemos, pelo menos por agora, uma hipótese de alianças com o PT. Achamos que o projeto que o PT defendeu durante esses 13 anos é um projeto incoerente com as maneiras que devem ser defendidas hoje”, sustentou Dutra.

Até o momento, oito partidos já lançaram pré-candidatos: Rodrigo Maroni, pelo PR, Raul Pont, pelo PT, Luciana Genro, pelo PSOL, o vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, pelo PMDB, o deputado estadual Maurício Dziedricki, pelo PTB, e os deputados federais Onyx Lorenzoni, pelo DEM, Danrlei de Deus, pelo PSD, e Nelson Marchezan Júnior, pelo PSDB.

Confira o que Lula diz nas entrevistas aos veículos estrangeiros

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O ex-presidente Lula, não concede entrevistas aos jornalistas brasileiros. Mas, se dispõe a todo momento a falar com veículos estrangeiros. Nesta entrevista para a Telesur/Venezuela ele assegura que a elite brasileira sempre foi submissa aos EUA. Lula fala ainda ainda da possibilidade de concorrer a Presidência em 2018. Se você preferir conferir a reportagem escrita em ESPAÑOL confira no site da Telesur.

Eleições 2016: Raul Pont projeta aliança com PCdoB e critica morosidade em obras da gestão atual

Eleições 2016: Raul Pont projeta aliança com PCdoB e critica morosidade em obras da gestão atual

Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura

O pré-candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à Prefeitura de Porto Alegre, Raul Pont, começou a dialogar com os partidos alinhados com a esquerda para formar uma aliança nas eleições de outubro. Somente as siglas que não apoiaram o impeachment da presidente Dilma Roussef serão convidados a compor a chapa majoritária. Pont confirmou, entretanto, a tendência de coligação com o PCdoB. A desistência da deputada estadual Manuela D’Ávila em entrar na corrida à Prefeitura contribuiu decisivamente para que os comunistas indiquem um nome a vice-prefeito. “O que temos de confirmado é a parceria com o PCdoB. Eles estiveram ao nosso lado junto à Frente Brasil Sem Medo (que realizou manifestações contra om impedimento de Dilma)”, afirmou o pré-candidato, que concedeu hoje entrevista para o programa A Cidade É Sua, na Rádio Guaíba.

Em relação à atual gestão de José Fortunati, que chegou a ser vice de Raul Pont à frente da Prefeitura, e do vice Sebastião Melo, pré-candidato pelo PMDB, o petista criticou o volume de recursos destinado ao Orçamento Participativo – apenas 1% da verba orçamentária. Conforme o ex-deputado estadual, o OP se tornou um instrumento de aparelhamento da gestão municipal.

Outra crítica a Fortunati é a morosidade quanto a obras e ampliação de avenidas. “Diversos projetos que teriam prazo de execução de um ano e meio estão há cinco em obras, ou parados. Há problemas em projetos licitados, isso configura má administração ou quase improbidade administrativa”. Pont ainda reclama da falta de exigência da Prefeitura em cobrar contrapartidas da OAS para revitalizar o entorno da Arena do Grêmio, por exemplo.

Questionado sobre o metrô de Porto Alegre, Pont lembrou que não há orçamento nos caixas do Executivo para retirar o projeto do papel. ”Como gestor, sei o que significa esse tipo de projeto. A Trensurb tem financiamento do governo federal. Qual seria o investidor privado que iria investir em um projeto que não é economicamente viável nos trechos onde foi projetado?”, questionou. Com isso, ele indicou que a construção não vai estar entre as promessas de campanha. Uma alternativa – distante -, segundo o petista, pode ser a viabilização de empréstimos junto a organismos internacionais.

Raul Pont projetou, ainda, que a campanha tenha debate intenso sobre a questão da saúde, considerando a crise nos repasses de recursos para hospitais conveniados ou da rede da Prefeitura. Ele defendeu a manutenção do programa Mais Médicos, do governo federal, que destinou profissionais para áreas mais afastadas de Porto Alegre. Disse, também, que é defensor do SUS como sistema de atendimento universal e gratuito e, nesse sentido, citou o Hospital de Clínicas, em processo de ampliação de estrutura com recursos do governo federal. (Texto: Samantha Klein/Rádio Guaíba)

“Não dá para dar cavalinho de pau”, pondera presidente do PT gaúcho sobre alianças com PMDB; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

“Não dá para dar cavalinho de pau”, pondera presidente do PT gaúcho sobre alianças com PMDB; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

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O presidente do PT no Rio Grande do Sul, Ary Vannazi, comemorou hoje a decisão do diretório nacional da legenda de restringir, mas não proibir, alianças com peemedebistas nas próximas eleições. A decisão foi tomada ontem, durante reunião da cúpula petista em Brasília, aceitando alianças com nomes do PMDB que não tenham defendido o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Segundo Vanazzi, trata-se de um processo de transição que deve ser realizado gradualmente.

“Também não dá para dar um cavalinho de pau. Esse é o nosso problema. Temos que ter um processo de transição. Essa decisão é um processo forte de transição na nossa política de alianças. Nós avançamos muito ontem, a nível nacional. Porque a nossa decisão também é fortalecer e ampliar alianças com PC do B, PSOL e PDT, e setores do PSB”, defendeu Vanazzi.

Na prática, o PT nacional reproduziu uma decisão que a cúpula petista gaúcha já havia tomada semanas antes. Após a reunião, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, chegou a dizer que “o PMDB é um partido enorme, teve uma participação na luta democrática no passado e que, Brasil afora, deve ter pessoas confiáveis”.

A reunião de ontem do PT também orientou a base para que realize forte oposição ao governo interino de Michel Temer (PMDB). Isso porque a avaliação do partido é que Temer promoveu um “golpe” político em Dilma para chegar ao poder.

As resoluções divulgadas após a reunião também trazem uma autocrítica do PT. Em um dos textos, os petistas admitem que cometeram falhas durante os mais de 13 anos de governos, sendo uma delas o fato de se deixarem “contaminar” pelo financiamento empresarial de campanha. No texto, não há citações diretas sobre o envolvimento de petistas em esquemas de corrupção.

“Fomos contaminados pelo financiamento empresarial de campanhas, estrutura celular de como as classes dominantes se articulam com o Estado, formando suas próprias bancadas corporativas e controlando governos. Preservada essa condição, mesmo após nossa vitória eleitoral de 2002, terminamos envolvidos em práticas dos partidos políticos tradicionais, o que claramente afetou negativamente nossa imagem e abriu flancos para ataques de aparatos judiciais controlados pela direita”, cita um trecho da resolução.

Em outro trecho, o partido adverte para os riscos de perda de direitos trabalhistas e sociais do governo interino de Temer.

“Afinal, seria risco imenso submeter a eleições livres e diretas um projeto calcado sobre arrocho de salários e aposentadorias; eliminação de direitos trabalhistas; corte de gastos com programas sociais; anulação das vinculações constitucionais em saúde e educação; privatização de empresas estatais e abdicação da soberania sobre o pré-sal; submissão do país aos interesses das grandes corporações financeiras internacionais”.

10.000. É o número de cargos de confiança ocupados por filiados do PT que estarão à disposição de Temer. Petistas estão distribuídos entre ministérios, Presidência e Banco Central

10.000. É o número de cargos de confiança ocupados por filiados do PT que estarão à disposição de Temer. Petistas estão distribuídos entre ministérios, Presidência e Banco Central

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Caso a presidente Dilma Rousseff seja afastada pelo Senado esta semana, o vice-presidente Michel Temer assumirá a Presidência e terá em mãos cerca de dez mil cargos comissionados na máquina federal ocupados por petistas e que poderão ser redistribuídos entre os aliados do novo governo, contam ANDRÉ DE SOUZA, GABRIELA ALLEGRO, STELLA BORGES e TIAGO DANTAS. A maior concentração de filiados ao partido está na pasta do Desenvolvimento Agrário. A troca de cadeiras representará um baque financeiro para o PT, que só em 2014 arrecadou R$ 7 milhões com doações dos ocupantes desses espaços nos ministérios, na Presidência da República e no Banco Central. O Executivo federal tem 107 mil funcionários em cargos comissionados. Temer poderá usá-los para satisfazer o apetite de sua base e obter sustentação política. (O Globo)

TSE determina que PT devolva R$ 7 milhões aos cofres públicos. PSC e PCO também precisaram recolher recursos ao erário

TSE determina que PT devolva R$ 7 milhões aos cofres públicos. PSC e PCO também precisaram recolher recursos ao erário

Notícias Poder Política

O ministro Luiz Fux, do Tribunal Superior Eleitoral(foto), aprovou com ressalvas, nessa quinta, a prestação de contas do Partido dos Trabalhadores (PT) referente ao exercício financeiro de 2010.  O ministro determinou que o partido devolva aos cofres públicos R$ 7.013.722,05, com recursos próprios. Além disso, a legenda deve destinar 5% dos recursos recebidos pelo Fundo Partidário em 2010, acrescidos de 2,5%, na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres em 2017.

Na decisão, o relator argumenta que o PT não atendeu as diligências exigidas pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa/TSE), que encontrou várias irregularidades nas contas. incluindo o uso irregular dos recursos repassados do Fundo Partidário.

A Procuradoria-Geral Eleitoral informou no parecer que “encaminhará os elementos constantes dos autos da prestação de contas ao órgão competente do Ministério Público Federal, para que adote as providências que julgar devidas e pertinentes nessa seara criminal”.

PCO e PSC

Em outra decisão individual, o ministro Luiz Fux aprovou com ressalvas as contas apresentadas pelo Partido da Causa Operária (PCO), relativas ao exercício financeiro de 2010, com a determinação de recolhimento ao erário do valor de R$ 29.572,00 relativo aos recursos de origem não identificada, a ser pago com recursos próprios.

Já o ministro Admar Gonzaga ordenou que o Partido Social Cristão (PSC) recolha R$ 115.561,47 ao erário, devidamente atualizados e com recursos próprios, em razão das irregularidades constatadas nas contas de 2010. De acordo com o ministro, o ressarcimento poderá ser feito em parcela única, em janeiro de 2017.

Além disso, o relator observou que a legenda deverá aplicar, em 2017, o percentual de 7,5% dos recursos que receber do Fundo Partidário em programas que promovam e difundam a participação política das mulheres.

As irregularidades apontadas na prestação de contas do PSC demonstram a falta de aplicação do percentual mínimo (5% do Fundo Partidário) em programas de incentivo à participação política das mulheres, a ausência de comprovação de despesas realizadas com verbas do Fundo Partidário e o seu uso indevido.

Tarso nega intenção de criar novo partido e prega reforma política

Tarso nega intenção de criar novo partido e prega reforma política

Notícias Poder Política

O ex-governador Tarso Genro revelou em entrevista ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, que não tem a intenção de criar um partido. Pelo contrário, um dos principais líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) prega alterações internas para se adaptar as exigências da população atual, após os últimos episódios. “Não tenho uma visão religiosa de partido. Partido não é a maçonaria. Não é uma organização fechada que tenha o destino previamente traço em direção ao futuro. Para mim, o partido é um instrumento de programa e de democracia”, destacou.

O político negou que o PT esteja terminando, mas que “tem que mudar os procedimentos internos. Tem que ser o protagonista de uma reforma política para acabar com o financiamento privado das campanhas. Tem que atualizar o seu programa para criar um processo de desenvolvimento virtuoso para o país, integrador e que combata as desigualdades com uma relação com a economia global, que tem outras exigências com países endividados como o nosso e que o capital financeiro não gosta deste tipo de política”, afirmou.
Apesar de Tarso acreditar que o PT precisa passar por uma reestruturação após os escândalos dos últimos anos, destacou os avanços do governo e que o partido não pode ser tratado como o único culpado por todos os casos de corrupção do país. “Eu tenho o meu partido. Ele tem suas grandezas e seus defeitos. Tem suas vitórias heroicas e suas tragédias. Agora, o Partido dos Trabalhadores deu certo. É um partido que mudou o país. Fez transformações excepcionais no país. Tem as suas mazelas? Claro que tem. Tem que ser corrigidas”, resslatou.

“O que acho engraçado quando perguntam sobre o futuro do PT, é que ninguém coloca a mesma pergunta para o PMDB. O que vai ser do PMDB? O que vai ser do DEM? O que vai ser do PSDB? Sabe porquê? Por que não interessa. Porque eles são partidos vencidos historicamente cuja a agenda é neoliberal, do atraso, do autoritarismo e que levou o Brasil a uma situação dramática, que foi revertida com os governos do presidente Lula. O PT apresentou defeito e muitos, mas que tem uma carga histórica positiva no país que não foi feita de graça. Mesmo sendo violentamente atacado todos os dias por um certo tipo de imprensa que elegeu o PT como seu inimigo, permanece um partido vigoroso e com base social bastante atuante”, completou Tarso. (Correio do Povo e Rádio Guaíba)

Rede lança campanha por novas eleições em ato nacional. Legenda classifica saída do PMDB do governo como “uma jogada oportunista”

Rede lança campanha por novas eleições em ato nacional. Legenda classifica saída do PMDB do governo como “uma jogada oportunista”

Direito Notícias Poder Política

O partido Rede Sustentabilidade vai lançar nesta terça-feira (5) sua campanha “Nem Dilma Nem Temer, Nova Eleição é a Solução”, em um ato no Hotel Nacional, em Brasília. Os porta-vozes nacionais da legenda, Marina Silva e José Gustavo Fávero Barbosa, além de membros da Executiva Nacional e da bancada do partido na Câmara e no Senado, estarão presentes no evento, marcado para as 12h. Em nota, o partido também critica a saída do PMDB do governo, que chamou de “jogada oportunista”.

Em nota enviada à imprensa, o partido explica que espera atrair também representantes da sociedade e de movimentos sociais, além de “personalidades políticas” de outras legendas e simpatizantes.

“Para a Rede, a solução para a atual e grave crise política do país não está nem na presidente Dilma Rousseff, nem no seu vice Michel Temer, porque ambos são responsáveis pela atual situação do Brasil. Por isso, a realização de um novo pleito é a melhor forma de enfrentar todo esse contexto, ao devolver à sociedade a opção de rever sua opção através do voto”, diz o Rede em nota.

O partido também defende que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seria a instituição com legitimidade para decidir sobre a cassação da chapa Dilma/Temer. Destacou ainda que a saída do PMDB do governo é “apenas uma jogada oportunista para tentar se descolar da responsabilidade pela crise política e a distribuição dos cargos agora vagos a partidos igualmente implicados nas denúncias da Lava-Jato”.  Na avaliação do partido, tanto a presidente quanto o vice são igualmente responsáveis. (JB)

Publicação de página do PT sobre atuação das PMs nas manifestações políticas causa indignação em policiais militares

Publicação de página do PT sobre atuação das PMs nas manifestações políticas causa indignação em policiais militares

Comunicação Notícias Poder Política Segurança

Uma avaliação na página oficial do PT na internet sobre a atuação de policiais militares nas manifestações contra e a favor de Dilma/Lula, com o título: “Polícia dá tratamento diferenciado em atos pró e contra golpe – Relembre cinco momentos em que a polícia agiu de forma parcial e garantiu tratamento diferenciado a participantes de atos pró e contra o governo”. A reportagem lista vários casos onde a conduta de diversas polícias, espalhadas pelo Brasil, é alvo de constantes críticas e de denúncias por parte de manifestantes de esquerda, principalmente. Entre as reclamações estão tratamento diferenciado em manifestações contra e a favor do golpe, opressão contra estudantes e intolerância. Isso fez com Policiais Militares se mobilizassem nas redes sociais em todos o País.

Em grupos de “whatsapp” com a participação de oficiais as PMs de vários estados, uma mensagem diz que, “O PT postou na sua página oficial um artigo denegrindo e declarando tacitamente as PMs no Brasil como inimigas do comunismo.” Como as mensagens circulam de um grupo para outro é difícil determinar a autoria das afirmações, mas o fato é que no rio grande do Sul há uma concordância com as posições que são defendidas de forma veemente. Em uma das mensagens que recebi de um Coronel, o texto dizia: “Bem pelo menos agora ficou claro, para ambos os lados, especialmente o nosso policial militar, que existe um lado do Bem, do Brasil e da verdade e um lado do Mal, do interesse anti brasileiro e da mentira. O PT, assim como qualquer partido ou movimento comunista é totalitário por essência. No seu caminho para a revolução que levaria ao céu na terra utópico (que sempre desagua no inferno na terra da práxis), diversas medidas sempre são tomadas. Dentre elas o enfraquecimento ou destruição dos meios “reacionários” da sociedade, classificados como classes. Nestas “classes reacionárias” estão marcados os Oficiais, policiais, intelectuais, militares, professores, sacerdotes, etc…”

Em outra que recebi de um ex-oficial havia referências ao nazismo, revolução russa e marxismo: “Por isso que em cada revolução o processo se repete, seja na Alemanha Nacional Socialista ou na Rússia bolchevique. No caso da revolução russa de 1917 a Gendarmerie Imperial Russa, a PM deles, foi extinta assim que os comunistas tomaram o poder e prenderam ou mataram todos os membros dela, com especial crueldade com os oficiais. Esse mesmo genocídio de classe foi perpetrado pela Rússia comunista contra os oficiais poloneses na segunda guerra mundial, no infame massacre de Katyn. O mesmo ocorreu aqui na Venezuela em 2002. Fiquemos atentos senhores pois o coeficiente de verdade no marxismo (que é só esse) é que história tende a se repetir.”
Até agora, o assunto está apenas na troca de mensagens via redes sociais. Não há nenhuma nota ou posicionamento oficial, de dirigentes da ativa ou reserva das entidades que representam oficiais e soldados das Polícias Militares, nem de Comandantes das Instituições.
Ex-secretária estadual relata que teve atendimento negado ao filho por ela ser petista; por Vitória Famer / Rádio Guaíba

Ex-secretária estadual relata que teve atendimento negado ao filho por ela ser petista; por Vitória Famer / Rádio Guaíba

Cidade Comportamento Comunicação Crianças Notícias Poder Política Porto Alegre

Uma discordância ideológica levou uma médica pediatra a cancelar uma consulta, agendada para um bebê de um ano de idade, pelo fato de a mãe da criança ser petista. O caso, que só veio à tona ontem, ocorreu na semana passada e envolveu a ex-secretária estadual de Políticas para Mulheres e ex-vereadora de Porto Alegre Ariane Leitão (PT). Segundo a petista, a médica atendia o filho dela, Francisco, desde o primeiro mês de vida. Ela relata, porém, que recebeu uma mensagem da médica desmarcando uma consulta de revisão do bebê.

“Estava tudo andando bem, a última consulta, inclusive, não teve nenhum problema. Foi muito pelo contrário, porque acabamos criando uma relação de bastante respeito e ela de muita atenção com o Francisco. Mas recebi, de forma surpreendente, pelo WhatsApp, uma mensagem dela dizendo que estava declinando da condição de pediatra do meu filho, que essa era uma decisão irrevogável, com ataques bem ruins, falando em honestidade, em coisas que não tinham nada a ver. Misturando uma questão pessoal dela com uma questão pessoal e profissional minha, mas que não tem nada a ver com o atendimento do meu filho, citando o (ex-)presidente Lula. É uma demência. E ainda por cima desmarcando a consulta sem me dar nenhuma alternativa de atendimento, não me indicando ninguém que pudesse atendê-lo. É uma pessoa que realmente não tem condição de exercer a Medicina, ainda mais a Pediatria, porque a Medicina por si só já é uma profissão que tem essa questão do cuidado com o próximo, da saúde com as pessoas”, desabafa Ariane.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Rogério Aguiar, está previsto, tanto na Constituição Federal quanto no próprio Código de Ética Médica que não pode haver nenhum tipo de discriminação com pacientes. Porém, sobre o caso relatado, em tese, Aguiar vê como improvável a cassação do exercício profissional.

“Chegando ao conhecimento do Conselho uma denúncia desse teor, se abre uma sindicância, onde será chamado o médico que está sendo denunciado por alguma prática ilícita, antiética, para poder dizer a sua parte e tentar esclarecer. Procedimento padrão. Se houver comprovação disso, o médico poderá ser, de alguma forma, condenado. No caso relatado, é improvável (a cassação do exercício profissional), porque existe uma dosimetria, comparando com a justiça, em relação à pena, à falta, em relação ao dano causado, em razões que causaram o profissional a ter uma falta ética, para poder chegar a uma pena. Que pode ser desde uma advertência até a cassação do registro profissional”, explicou o presidente do Cremers.

Ariane Leitão, que também é advogada, afirmou que a família já contatou advogados para analisar possibilidades jurídicas e verificar providências.