Artigo: Como a Transformação Digital pode ensinar as empresas sobre a experiência do consumidor? ; por Rodrigo Provazzi*

Artigo: Como a Transformação Digital pode ensinar as empresas sobre a experiência do consumidor? ; por Rodrigo Provazzi*

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A chamada Transformação Digital a que o mundo vem se deparando nas últimas décadas está provocando profundas mudanças no mercado. Uma das consequências disso é uma postura muito mais criteriosa por parte dos consumidores, o que os torna, automaticamente, mais poderosos perante as marcas. Conectados e exigentes, não lhes basta mais o produto ou serviço unicamente e, sim, a experiência que obterá com aquela compra. Conforme o estudo da PwC Global Consumer Insights, que ouviu 21 mil consumidores em todo o mundo, dependendo da experiência, os consumidores até aceitam pagar mais, principalmente em tecnologia e entretenimento doméstico ou produtos de saúde e bem-estar.

Diante disso, torna-se essencial às organizações investirem mais na experiência do consumidor. Medir o retorno dessa experiência permite que elas entendem os ganhos obtidos, podendo realizar investimentos em áreas da organização diretamente relacionadas ao modo como as pessoas interagem com as marcas. Primeiramente, deve-se ter em mente que a experiência do consumidor faz parte de um ciclo de retroalimentação, que deve sempre contar com a experiência da equipe de trabalho. Assim, desenvolver comunidades com um propósito é muito mais fácil quando ambos estão altamente motivados para serem associados a uma determinada marca ou organização.

Em uma era de diversas opções digitais, que se expandem constantemente, a lealdade do consumidor pode desaparecer com o toque de um botão. Para reduzir esse risco, proporcionar “momentos mágicos”, capazes de promover essa lealdade ao longo do tempo e criar um relacionamento que dure além da próxima pesquisa de produtos, são temas que devem estar na pauta. Para tanto, as empresas precisam entender a fundo o comportamento do consumidor, valendo-se de indicadores que cruzem dados e possibilitem insights que permitam coerência entre a marca e o público alvo e uma personalização muito maior do que as tradicionais segmentações por demografia, faixa etária ou qualquer outra.

Igualmente, os consumidores querem interagir com empresas que protejam seus dados pessoais. A pesquisa da PwC mostra que eles buscam outras opções quando não confiam que suas informações pessoais estejam protegidas. Em um momento em que as empresas no Brasil se preparam para se adequarem à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a qual entrará em vigor em agosto de 2020, antecipar-se a essa demanda, bem como repensar o uso dos dados do consumidor é, certamente, uma forma de tratá-los com respeito, agregando valor de troca.

Por fim, é tarefa das organizações encontrar a forma de estabelecer o vínculo com este novo consumidor, conquistando-o via contato pessoal ou por e-commerce, compreendendo que experiência eles desejam e ajudando-os a atingir esse objetivo. Benefícios como facilidade de navegação, variedade, qualidade do sortimento, preço ou exclusividade são algumas maneiras de criar esse elo.

A Transformação Digital é um caminho sem volta. Seja redesenhando suas capacidades e modelos operacionais, de modo a aproveitar as tecnologias digitais para acompanhar o consumidor “conectado”, ou criando modelos de negócios qualitativamente novos em torno de oportunidades disruptivas. Fato é que as empresas bem-sucedidas entendem que, ao fazerem isso, garantem não apenas a relevância continuada, mas também os retornos esperados.

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* Rodrigo Provazzi é Diretor da PwC*

Prefeitos serão mais importantes que governadores. As riquezas estão nas cidades e o modelo de gestão deve ser reinventado, diz presidente da PwC Brasil

Prefeitos serão mais importantes que governadores. As riquezas estão nas cidades e o modelo de gestão deve ser reinventado, diz presidente da PwC Brasil

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Gostei muito da palestra de Fernando Alves, na Federasul hoje. Tenho repetido, não com tanto talento, esse mantra que pela proximidade – já que vivemos nas cidades -, prefeitos são os gestores públicos mais importantes. São a eles que recorremos de forma imediata no nosso dia-a-dia. O que ele disse? Que  reposicionar as cidades e estabelecer uma gestão semelhante aos parâmetros empresariais é o perfil esperado dos prefeitos a serem eleitos em outubro, conforme tendência apontada mundialmente. O presidente da PwC Brasil, Fernando Alves considera os chefes dos executivos municipais figuras emergentes que ganharão mais importância que os governadores. “São nas cidades que as pessoas vivem e são elas que devem estar preparadas para oferecer oportunidades”, disse.

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Presidentes da Federasul, Simone Leite e da PwC, Fernando Alves. Foto: Ivan Andrade

Alves lembra que 50% do PIB global é gerado pelas 300 maiores áreas metropolitanas. “As grandes cidades continuam atraindo cada vez mais as pessoas, provocando mudanças nos hábitos de consumo”, avisou ele aos empresários.

“Temos 70 milhões de brasileiros conectados à internet”, observou destacando o setor de tecnologias que invadiu o cotidiano e em breve deve alcançar a metade dos lares por meio dos smatphones provocando mudanças nas cidades para atender a acelerada urbanização. Além de mais energia, água e alimentos as exigências passam ainda pela transformação dos modelos de negócios voltado para as tendências socioeconômicas e de sustentabilidade.

Mas a migração da população do campo para as cidades não significa que a produção primária perde destaque no cenário econômico. Muito pelo contrário. Para o presidente da PwC está no campo uma das saídas para a atual crise econômica. “Até 2030 teremos um aumento global de 35% na demanda por alimentos”, projetou.

Segundo ele, o Brasil explora 40% das suas fronteiras verdes. Número que deve ser impulsionado, assim como a soma das importações com as exportações brasileiras que chegam na marca dos 20%, segundo o convidado da reunião-almoço Tá na Mesa, na Federasul. Para ele o resultado é considerado baixo, visto que o país deve estar inserido em uma economia globalizada.

“Os países competitivos têm os seus mercados abertos e a soma das importações e exportações não baixam de 50%/ano”, contestou ao avaliar inadmissível o Brasil não possuir acordos comerciais com os Estados Unidos, a maior economia do mundo.

Nesta sexta-feira, Henrique Luz inaugura Comitê de Endomarketing da ADVB/RS

Negócios Notícias

Será nesta sexta-feira(11) o lançamento do Comitê de Endomarketing da ADVB/RS, com a participação de Henrique Luz, sócio da PwC Brasil –  2ª marca mais poderosa do mundo segundo ranking da Brand Finance 2015.  Luz apresentará o case da PwC Experience  e  irá conversar com os convidados sobre a sua experiência como responsável pela estratégia de branding, comunicação interna, externa e comercial da marca no Brasil. O executivo é membro do Comitê Executivo de Liderança, Líder de Clientes & Mercado, possui 40 anos de experiência em auditoria e consultoria a grandes empresas nacionais e internacionais e também assina a coautoria do livro Capital e Trabalho no Brasil.

O encontro vai reunir empresários, executivos e profissionais de marketing, comunicação e vendas de empresas do Rio Grande do Sul das 8h30min às 10h, na sede da entidade (Rua Celeste Gobbato, s/nº, Praia de Belas). Mais informações pelo  relacionamento@advb.com.br ou (51) 3290-6333.

Serviço

O quê? Primeiro encontro do Comitê de Endomarketing da ADVB/RS – Palestra com Henrique Luz, responsável pela estratégia de branding, comunicação interna, externa e comercial da marca no Brasil

Tema: “A importância do propósito da marca em uma organização há 100 anos no Brasil”

Quando? Sexta-feira (11), das 8h30min às 10h.

Onde? ADVB/RS (Rua Celeste Gobbato, s/nº – Porto Alegre/RS)

Como obter informações? relacionamento@advb.com.br ou telefone (51) 3290 6333