RBS busca nova programação para o Canal 36. Empresa está discutindo alternativas com a NET e outros parceiros

RBS busca nova programação para o Canal 36. Empresa está discutindo alternativas com a NET e outros parceiros

Comunicação Destaque Poder Política Vídeo

A RBS divulgou uma nota sobre o fechamento do Canal OCTO, sucessor da TVCom. Depois de 10 meses, no ar, os funcionários foram comunicados hoje da extinção do projeto.

Abaixo a nota distribuída pela RBS.

 

O projeto OCTO faz parte da estratégia de inovação do Grupo RBS e foi concebido a partir do The Communication (R)Evolution, uma pesquisa sobre o futuro da comunicação lançada em 2014. Nos últimos meses, o canal testou tendências, linguagens e novos formatos de produção e distribuição de conteúdo próprio e comercial. Esses aprendizados já estão sendo aplicados nos produtos da RBS. Marcas de jornalismo e entretenimento, originadas nas plataformas de rádio e jornal, por exemplo, já são multicanal. Zero Hora produz mais de 400 vídeos por mês. Programas campeões de audiência, como Pretinho Básico e Sala de Redação, são transmitidos ao vivo diariamente pelas redes sociais e em canais de TV paga, além de seus canais de rádio AM e FM.

Após esse período em que os novos conceitos foram incorporados aos veículos, ocorreu um estudo de audiência e de viabilidade comercial. Em resposta ao feedback do público e do mercado, OCTO está sendo encerrado. Neste momento, a RBS está discutindo com a NET e parceiros de programação alternativas para o canal 36 NET/UHF.

Como não há possibilidade de digitalização do sinal e a concessão do canal 36 UHF termina em três anos, a empresa entendeu que não faria sentido concentrar investimentos em um novo projeto com prazo determinado para conclusão e sem possibilidade de ganho de qualidade. A RBS seguirá expandindo sua atuação e buscando a exposição de suas marcas nas demais plataformas disponíveis.              (Felipe Vieira com informações da Coletiva.net e RBS)

Lirio Parisotto deixa de ser sócio da RBS em Santa Catarina

Lirio Parisotto deixa de ser sócio da RBS em Santa Catarina

Destaque Negócios Poder Política

O bilionário gaúcho Lirio Parisotto, não faz mais parte do grupo de investidores que adquiriu a RBS Santa Catarina. O anúncio foi feito hoje por Carlos Sanchez,  principal sócio de Lírio no negócio ao grupo que cuida da transição comandado pelo executivo Mario Neves. O motivo da saída de Lírio não foi divulgado. Em função da maneira que ele encerrou o relacionamento com Luiza Brunet, especulações é o que não faltam. Vão desde as consequências do processo judicial envolvendo o casal até mesmo a simples desistência do negócio. Lírio Parisotto é um dos principais investidores do mercado financeiro brasileiro, atua na área de mídia por meio de sua empresa Videolar e no setor de petroquímica a partir da Innova. Carlos Sanchez, que amplia a sua participação no negócio da aquisição da RBS SC – podendo ficar até sozinho com 100% – anunciou quando da compra que a intenção dele era a diversificação de seus negócios, a partir do Grupo NC, um dos maiores conglomerados econômicos do país.

O anúncio oficial da venda foi feito dia sete de março pelos acionistas da RBS e os empresários Lírio Parisotto e Carlos Sanchez, do Grupo NC, juntamente com outros investidores, para a compra das operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em Santa Catarina. A conclusão do negócio segue sujeita à condição suspensiva de aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e dos demais órgãos regulatórios do setor, bem como ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais para estes tipos de transações.

 

Flavia Moraes retorna ao eixo SP/LA

Flavia Moraes retorna ao eixo SP/LA

Cidade Comportamento Comunicação Notícias Porto Alegre

Flavia Moraes está deixando Porto Alegre, para se dedicar a projetos em São Paulo e Los Angeles. Ela não se desliga totalmente da RBS, onde iniciou o trabalho no Grupo com a realização de uma extensa investigação internacional sobre o futuro da comunicação. Intitulado The Communication (R)evolution (TCR), o estudo reúne as ideias de grandes pensadores da comunicação e acadêmicos das principais universidades do mundo, entre eles: Manuel Castells, Vint Cerf, Felipe Pondé, David Wineberg e Shane Smith.

Durante três anos a diretora liderou o SE7 de Inovação e Linguagem do Grupo RBS, núcleo responsável pela criação de projetos de inovação. Nesse período, o SE7 participou da reformulação do jornal Zero Hora; criou o VOX, evento que deu início à disseminação do estudo The Communication (R)evolution e seu surpreendente processo de compartilhamento num road show em empresas, instituições e universidades pelo mundo; produziu vídeos institucionais para a marca; realizou treinamentos para qualificação de equipes multimídia; criou o Contest, festival de conteúdo para youtubers e desenvolveu a plataforma de pitching do Grupo. No mesmo período, Flavia também colaborou com a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, onde dirigiu três edições do Prêmio RBS de Educação e idealizou o game “LOGUS / A saga do conhecimento” que impactou centenas de milhares de estudantes gaúchos.

O exemplo mais concreto da aplicação das premissas identificadas em TCR é o pluricanal OCTO, que foi idealizado pela diretora e está no ar desde o ano passado no Canal 36 da NET e disponível via streaming em plataforma online própria. Com o propósito de ser plural, colaborativo e inquieto, OCTO propõe novas linguagens e padrões para a produção e exibição de conteúdo, com foco em branded content, conteúdo colaborativo e real-time marketing.

Com a mudança de Flavia, o período de incubação do pluricanal encerra e OCTO inicia uma integração com as diferentes fontes de produção de conteúdo da RBS. A partir de agora, o canal começa a dialogar mais intensivamente com outros veículos do Grupo, com o objetivo de expandir conceitos e compartilhar conhecimento.

Flavia Moraes deixa um prodigioso legado no Grupo RBS. “Estamos encerrando um ciclo rico tanto em aprendizado como em resultados concretos. Porém todo projeto de inovação requer um tempo de assimilação que precisa ser respeitado. É muito provável que impactos importantes do trabalho só sejam identificados com o tempo, o que valoriza a crença do Grupo RBS no futuro e a coragem de assumir riscos inevitáveis do processo de inovação”, avalia a diretora.

Flavia Moraes se volta novamente ao mercado internacional apostando em desenvolvimento e produção de branded content. A cineasta foi pioneira do formato no Brasil com as séries “To Frito” e “Galera Animal”, ambas para a Nestlé, e comemora seus primeiros cases do sul do país em parceria com clientes como Unisinos, Unimed, entre outros.

“Apesar de ainda polêmico e pouco sustentável, o modelo de negócio testado em OCTO nada mais é do que a evolução natural da Comunicação entre marcas e seus públicos. Apostar em branded content é apostar em relacionamento a partir de conteúdos relevantes com propósitos claros e comuns”,diz Flavia.

Com a conclusão e entrega desse ciclo, Flavia Moraes passa a atuar em outros projetos especiais, tanto do Grupo como de outras marcas, no eixo São Paulo/Los Angeles, para onde retorna já no mês de setembro. A última apresentação pública do The Communication Revolution acontecerá no evento Sustainable Brands, dia 22 de junho, às 11h40min, no Armazém da Utopia – Rio de Janeiro.

Conselheiro da RBS e ex-ministro de FHC revela a amigos que presidirá Petrobras

Conselheiro da RBS e ex-ministro de FHC revela a amigos que presidirá Petrobras

Direito Economia Negócios Notícias Poder
O ex-ministro Pedro Parente confirmou a amigos gaúchos que vai aceitar o desafio de presidir a Petrobras. O convite será oficializado ainda hoje pelo presidente em exercício Michel Temer.

Parente foi ex-ministro da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardozo. Também foi ministro interino de Minas e Energia no governo FHC. Hoje é conselheiro de várias empresas, entre elas a RBS, onde já foi vice-presidente executivo.

Atualmente, o presidente da Petrobras é Almir Bendine, nomeado em fevereiro do ano passado. Bendine substituiu Graça Foster, que renunciou ao cargo após o surgimento da Operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção na estatal.

Balanços do Grupo RBS mostram lucro de R$ 102,4 milhões.  Apesar de o consolidado registrar saldo positivo, área de jornais, eventos e mídia digitais ainda dá prejuízo de R$ 17,5 milhões

Balanços do Grupo RBS mostram lucro de R$ 102,4 milhões. Apesar de o consolidado registrar saldo positivo, área de jornais, eventos e mídia digitais ainda dá prejuízo de R$ 17,5 milhões

Negócios Notícias Poder Política Porto Alegre

O Grupo RBS divulgou nesta segunda-feira, 20, os balanços financeiros de suas empresas para 2014, que demonstram um lucro líquido de R$ 102,4 milhões e faturamento de R$ 1,5 bilhão no consolidado da RBS Mídias, Digital e Participações S.A. e da RBS TV Comunicações S.A. As duas holdings reúnem os principais investimentos da organização. Embora os números gerais sejam positivos, as operações de jornais, eventos e mídia digitais são as únicas que dão prejuízo para o grupo. A perda, de R$ 10,4 milhões, consta nos resultados da RBS Mídia, Digital e Participações.

A RBS – Zero Hora Editora Jornalística S.A., que reúne as operações dos oito jornais do grupo, eventos (Engage) e investimentos digitais, registra prejuízo de R$ 17,5 milhões, contra a perda de R$ 30,5 milhões registrada no período anterior. A empresa atribui a redução do prejuízo à adoção de “projeto de gestão de custos”, mas não comenta os balanços divulgados. O valor está contido no balanço da RBS Mídia, Digital e Participações, porém, reduzido pela lucratividade das demais empresas que integram a holding.

A área de rádio, por exemplo, representada no balanço da RBS Rádios Participações S/A – que inclui as emissoras Atlântida, Gaúcha e Itapema –, teve leve crescimento nos números alcançados. O lucro líquido passou de R$ 18,1 milhões para R$ 18,6 milhões. Somente a Rádio Gaúcha acumula lucro de R$ 14,8 milhões segundo o balanço, um aumento de 9% sobre os R$ 13,5 milhões de 2013.

As principais responsáveis pelo lucro do grupo, no entanto, são as operações de TV. A holding RBS TV Comunicações S.A., que investe em televisão aberta (RBS Participações S/A), obteve lucro líquido de R$ 112,8 milhões. O desempenho representa um crescimento de 19,9% sobre os R$ 94,1 milhões registrados em 2013. (Coletiva.net)

Blog da Veja traz reportagem sobre venda da RBS. Com aquisição, dupla de bilionários abre nova frente de diversificação; por Luís Lima/Veja

Blog da Veja traz reportagem sobre venda da RBS. Com aquisição, dupla de bilionários abre nova frente de diversificação; por Luís Lima/Veja

Comunicação Negócios Notícias Poder

A venda de oito veículos de comunicação da RBS em Santa Catarina ao Grupo NC, anunciada na última semana, surpreendeu menos por sua conclusão – a venda da operação catarinense do grupo sediado no Rio Grande do Sul foi alvo recorrente de rumores nos últimos anos – e mais pelos personagens envolvidos. Por que Carlos Sanchez e Lirio Parisotto, dois dos homens mais ricos do Brasil, segundo o ranking de bilionários da revista Forbes, ingressaram em um setor em que sequer atuam? E pagando uma fortuna – não confirmada oficialmente – de pelo menos 700 milhões de reais?

Ocorre que, embora surpreendente, a aquisição foi resultado de namoro antigo. Há pelo menos três anos os investidores tentavam acertar a compra da RBS em Santa Catarina, segundo uma fonte a par das tratativas ouvida pelo site de VEJA. E, a despeito da crise econômica – ou, talvez, também por causa dela -, Sanchez e Parisotto, com poucas opções no estagnado mercado de capitais, viram-se obrigados a olhar para os lados.

Nessa olhada de esguelha, depararam-se mais uma vez com a cobiçada operação catarinense da RBS. Segundo uma pessoa próxima a Parisotto, que pediu anonimato, o empresário passou a ter mais tempo para garimpar oportunidades de negócio desde que a Videolar, empreendimento que deu origem a sua fortuna, mudou sua principal área de atuação: em vez da fabricação de mídias removíveis, como CDs, DVDs e discos Blu-ray – segmento da indústria petroquímica que envolve uma cadeia de produção mais complexa -, a empresa passou a atuar no de refinamento de petróleo, mais simples.

Um estímulo extra para a aquisição é a vocação de Santa Catarina para a inovação. O Estado tem várias incubadoras de startups e centros de ensino que formam mão de obra para atuar em novas mídias, área que, para reduzir custos, os compradores querem priorizar no grupo. Esses fatores, segundo essa mesma fonte, motivaram o empresário a fechar negócio com a família Sirotsky, então dona da RBS.

A força do grupo em Santa Catarina, destino de mais da metade da verba publicitária do Estado, além de sua firme líderança de audiência, limitam os riscos da operação, segundo profissionais dos mercados publicitário e de mídia consultados pelo site de VEJA. Esses fatores contrabalançam o fato de Santa Catarina ser um Estado sencundário no mercado publicitário. Em 2014, o setor movimentou 1,19 bilhão de reais, segundo o Instituto Mapa, ou menos de 2% do ‘PIB publicitário’ nacional.

Lirio Parisotto e Carlos Sanchez são descritos como empresários “com sangue nos olhos”. Apesar da inexperiência no segmento da comunicação, os compradores do braço catarinense da RBS não desembarcaram no Estado para perder dinheiro, afirmam as fontes.”Os novos compradores não vieram para manter, mas para mexer, mudar e fazer crescer”, diz Paulo Alceu, jornalista catarinense que, no começou de fevereiro, deu a notícia do acordo em primeira mão.

A percepção de Alceu é ancorada nas palavras do próprio Sanchez. Em vídeo gravado por um colaborador, o empresário destaca que o novo grupo é uma empresa líder – e que ele gosta de empresas líderes.”Nós encontramos essa oportunidade aqui no Sul (…) Ela [RBS no Estado] tem mais audiência relativamente do que outras emissoras da Globo. Temos jornais aqui que são todos líderes”, afirmou. “Nós queremos crescer aqui dentro. O que dá pra ser explorado e conquistado dentro da mídia do Estado? Temos TV, jornais, rádios. O que mais podemos ter? Onde podemos crescer? Esse é nosso objetivo.”

Venda x Operação Zelotes – Por parte da RBS, o interesse da venda coincide com a citação do grupo na Operação Zelotes, da Polícia Federal, que apura irregularidades no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), espécie de tribunal da Receita Federal. A RBS é suspeita de pagar mais de 10 milhões de reais à SGR Consultoria Empresarial para anular multas aplicadas pelo órgão.

Com o risco de sofrer punições milionárias, a venda de ativos se torna estratégica para fazer caixa para um eventual pagamento de multas. Esse comentário zunia sempre que se falava da venda da operação catarinense da RBS. Oficialmente, o grupo afirmou apenas que a venda ocorreu para que ele pudesse centrar foco nas operações de seu Estado natal, o Rio Grande do Sul. Procurado, o grupo preferiu não conceder entrevista e que se manifestaria sobre o negócio apenas por comunicado oficial.

A transição para os novos donos deve durar dois anos. Ainda que os empresários mantenham segredo sobre detalhes desse processo, alguns passos já são conhecidos. A primeira é a provável alteração do nome RBS TV, grife que deixa Santa Catarina depois de 37 anos de existência, para TV Catarinense. Em paralelo, uma tendência forte é a digitalização de mídias impressas, como os jornais A Notícia, que circula na região de Joinville, no Norte do Estado, e Jornal de Santa Catarina, de Blumenau, no Vale do Itajaí. Também especula-se sobre a possibilidade de mudanças em cargos de gerência e cordenação. O presidente do novo grupo, já se sabe, será Mário Neves, diretor-geral de televisão da RBS.

De acordo com um profissional com mais de 30 anos no mercado de comunicação catarinense, Neves tem uma ótima relação com os profissionais da empresa e não deve promover mudanças significativas. Ainda assim, segundo a fonte, o que deve falar mais alto é a visão empresarial dos novos compradores. “Eles focarão em tecnologia e prezarão pela relação de mais resultados por menos custos”, afirma. “Isso implica enxugamento e renovação.”

Uma grande revolução no Estado aconteceria se, de fato, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, dirigisse a programação do novo canal de TV, como já foi aventado. Perguntado a respeito, ele se limitou a dizer, por e-mail, que não está envolvido diretamente no projeto, mas que está “palpitando”, já que Parisotto e Sanchez são seus amigos.

“Posso ajudar meus amigos, mas como colaborador apenas. Ainda vamos conversar sobre esse assunto quando for oportuno”, diz Boni. Segundo uma das fontes, a filial catarinense da RBS chegou a receber a visita de uma diretora de redação da TV Vanguarda, filiada da Rede Globo no Vale do Paraíba e dirigida por Boni. O motivo seria o de conhecer a estrutura técnica e de jornalismo.

Perfis dos compradores – Lirio Parisotto, ex-agricultor de origem humilde nascido em Nova Bassano, no Rio Grande do Sul, tem 62 anos, é médico por formação e atualmente ostenta uma fortuna de 1,1 bilhão de dólares, o que faz dele um dos 30 maiores bilionários brasileiros, segundo a revista Forbes. Sua relação com Santa Catarina é mais longeva que a iniciada com a compra da RBS – e não se limita ao mundo dos negócios. Investidor de peso do mercado de capitais brasileiro, ele é o maior acionista individual da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Frequentador assíduo do Costão do Santinho, resort de luxo em Florianópolis, ele já foi visto diversas vezes no Estado acompanhado de sua namorada, a modelo Luiza Brunet.

Já Carlos Sanchez – o 23º homem mais rico do país, com fortuna de 1,7 bilhão de dólares, segundo a Forbes -, é dono da EMS, pioneira e, desde 2013, líder nacional no segmento de remédios genéricos. Ele começou sua carreira trabalhando com o pai, Emiliano Sanchez, fundador da EMS, e assumiu a direção em 1988, aos 26 anos. Atualmente, a empresa, que produz, entre outros, os genéricos do Viagra, tem cerca de 7.000 funcionários. Além da EMS, o empresário é dono de outros três laboratórios: Legrand, Germed e Nova Química.

Em abril do ano passado, a EMS foi citada na Operação Lava Jato como uma das parceiras do Labogen, laboratório apontado pela Justiça como empresa de fachada que teria sido usada pelo doleiro Alberto Youssef para desvio de recursos. A declaração foi dada pelo então diretor de produção industrial e de inovação do ministério da Saúde, Eduardo Jorge Valadares Oliveira.

A suspeita que recai sobre a empresa de Sanchez é a de ter pago quase 8 milhões de reais, entre 2009 e 2014, à JD Assessoria, consultoria do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, para a obtenção de contratos com o governo. Nem Sanchez nem Parisotto quiseram falar com o site de VEJA.

RBS anuncia venda de operações de mídia em Santa Catarina

RBS anuncia venda de operações de mídia em Santa Catarina

Comunicação Negócios Notícias Poder Política

Foi anunciado nesta segunda-feira (7) acordo entre os acionistas da RBS e os empresários Lírio Parisotto e Carlos Sanchez, do Grupo NC, juntamente com outros investidores, para a compra das operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em Santa Catarina. A conclusão do negócio está sujeita à condição suspensiva de aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e dos demais órgãos regulatórios do setor, bem como ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais para estes tipos de transações.

A aquisição parte de uma associação dos empresários para o desenvolvimento de negócios de mídia no Estado de Santa Catarina. Lírio Parisotto atua na área de mídia por meio de sua empresa Videolar e no setor de petroquímica a partir da Innova. Carlos Sanchez amplia o processo de diversificação de seus negócios, a partir do Grupo NC, um dos maiores conglomerados econômicos do país.

Durante reunião com colaboradores, na sede da empresa, em Florianópolis, foi anunciado que o atual diretor-geral de Televisão em Santa Catarina, Mário Neves, será o presidente da empresa. Os investidores destacaram que a gestão dos negócios seguirá normalmente e a independência editorial será mantida. Ressaltaram, ainda, que a decisão é resultado da crença de ambos no enorme potencial do Estado de Santa Catarina e na indústria da comunicação. Todos os investimentos de comunicação dos empresários serão centrados no Estado.

O processo de transição será gerido a partir de comitês com o objetivo de garantir a continuidade e a excelência das operações. A sinergia entre as empresas em Santa Catarina será mantida a partir de parcerias operacionais e comerciais.

Com o movimento, a RBS foca seus esforços de mídia no Rio Grande do Sul, onde o grupo empresarial foi fundado em 1957, com marcas jornalísticas como Zero Hora, Rádio Gaúcha e RBS TV. Além dos negócios de comunicação, o grupo é proprietário da e.Bricks, empresa de investimento digital com atuação no Brasil e nos Estados Unidos.

Desde que chegou a Santa Catarina, a RBS construiu mais do que um investimento empresarial. Foram 37 anos de compromisso e amizade com catarinenses. A empresa e seus acionistas sentem-se honrados em ter participado do desenvolvimento do Estado, levantando bandeiras como a duplicação da BR-101, o projeto Viver SC e movimentos como Floripa Te Quero Bem, Joinville Faz Bem, Viva Blumenau e Chapecó Tudo Acontece, entre outros.

A RBS orgulha-se de ter criado milhares de empregos no Estado e dos investimentos para levar informação e entretenimento de qualidade ao público. A atuação em rede promoveu Santa Catarina para o país e deixou gaúchos e catarinenses ainda mais próximos. A empresa, seus colaboradores e acionistas são muito gratos por tudo que aprenderam com os catarinenses. Uma relação fraterna que jamais será rompida.

Redes sociais: Fãs lamentam saída de Denise Cruz e Fábio Codevilla da Itapema FM

Redes sociais: Fãs lamentam saída de Denise Cruz e Fábio Codevilla da Itapema FM

Cidade Comunicação Notícias Porto Alegre Publicidade

O rádio do meu carro está cravado no 101,3 FM da Guaíba, se ele “se mexe” circula pelas outras emissoras de jornalismo de Porto Alegre. Quando estou cansado de ouvir informação minha primeira opção é a Itapema FM. Ouço pouco, mas sempre gosto das novidades e clássicas. Desde ontem recebi várias mensagens me perguntando sobre os motivos da saída de Denise Cruz e Fabio Codevilla da emissora. Não sei o que aconteceu, imagino que a crise econômica esteja por traz disso. De qualquer forma me junto aos milhares de fãs dos dois, muitos dos quais estão se expressando via Facebook, no grupo Itapemaníacos.

Mudanças na RBS! Nelson deixa funções executivas

Mudanças na RBS! Nelson deixa funções executivas

Comunicação Negócios Notícias

Nelson Sirotsky está deixando suas funções executivas de Presidente do Conselho da RBS e do Comitê Editorial da Rede Brasil Sul. Duda Melzer assumirá acumulará a função de presidente do Conselho. Marcelo Rech está sendo promovido a VP editorial. Cláudio Toigo deixa de ser o homem das finanças para ser o CEO do Grupo.

O grupo publicou a seguinte nota sobre as mudanças em sua página:

Em comunicado enviado na tarde desta segunda-feira (14/12) aos colaboradores do Grupo RBS, a empresa anunciou mudanças relevantes na sua estrutura organizacional e em sua governança, que passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2016. O assunto foi tema do encontro que reuniu lideranças da empresa durante a tarde.

O atual presidente do Conselho de Administração do Grupo RBS, Nelson Sirotsky, após completar 45 anos de atuação executiva na empresa, decidiu continuar contribuindo com a RBS como membro do conselho e em questões editoriais e institucionais, mas sem funções executivas.

Para ocupar seu lugar na presidência do Conselho de Administração, Nelson indicou o atual presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, que foi aprovado pelo conselho e, então, passará a acumular a presidência do Grupo RBS com a presidência do Conselho de Administração.

– Vivemos uma época de profundas transformações, desafios e oportunidades. Precisamos de uma governança que dê condições para o cumprimento de nossos objetivos. Neste sentido, teremos um conselho integrado por profissionais que são referências em nossas áreas de maior relevância: jornalismo e entretenimento, mercado, pessoas, gestão e operações. Vou acompanhar a estratégia, a cultura da organização e as pessoas. Serei um garantidor do nosso propósito e dos valores da nossa família – disse Eduardo Sirotsky Melzer.

Com esse movimento, foi criada a posição de Presidente Executivo – CEO para as operações de mídia do Grupo RBS, cargo que será ocupado pelo atual vice-presidente de Finanças, Claudio Toigo Filho. Ele assume com a missão de dar continuidade e fortalecer o trabalho que vem sendo feito em televisão, rádio e jornal em cinco frentes estratégicas: conteúdo, mercado, eficiência, comunicação e pessoas. Formado em Administração de Empresas, com MBA pela University of Southern California e cursos na London Business School e no Jim Collins Lab, Toigo foi escolhido por Eduardo e aprovado por unanimidade no Conselho de Acionistas e de Administração.

Ao longo de sua trajetória de mais de 20 anos na RBS, iniciada em 1994 como trainee, sempre demonstrou enorme capacidade de realização e liderança, respeito pelo público, pelo mercado e pelas pessoas e um profundo conhecimento da empresa. Toigo liderou a área de Rádios da RBS entre 2004 e 2008 e também dirigiu as operações de TV do grupo durante dois anos, antes de tornar-se Vice-presidente de Finanças.

– É uma grande honra para mim assumir uma posição tão relevante em uma das empresas de mídia mais importantes do país. Tenho compromisso com o nosso propósito, que é o nosso grande diferencial competitivo e o que vai nos orientar, como empresa, para nos mantermos relevantes neste mercado em constante mudança – disse Claudio Toigo Filho.

Como CEO, Toigo continuará se reportando a Eduardo Sirotsky Melzer, ao lado de Fabio Bruggioni, CEO da e.Bricks, empresa de desenvolvimento de negócios digitais da RBS, e de Luciana Antonini Ribeiro, diretora de Estratégia.

Outra decisão importante é a criação da Vice-Presidência Editorial, que será ocupada pelo jornalista Marcelo Rech. Marcelo reportará a Toigo e terá o papel de garantir as condições para a prática de um jornalismo que informe, inspire e transforme e faça diferença na vida das pessoas. Marcelo, que recentemente assumiu como presidente do Fórum Mundial de Editores, ligado à Associação Mundial de Jornais (WAN-Ifra), também assume a liderança do Comitê Editorial da RBS.

 

 

Anik Suzuki lança ANK – Gestão de Reputação

Anik Suzuki lança ANK – Gestão de Reputação

Comunicação Notícias

A jornalista e executiva de comunicação Anik Suzuki dá início na próxima semana às atividades da ANK – Gestão de Reputação. A empresa será a primeira no Estado dedicada exclusivamente ao tema “reputação” e uma das poucas no país especializadas no assunto. Anik, que até junho era Diretora de Marketing e Comunicação Corporativa do Grupo RBS, decidiu empreender por acreditar que havia uma grande oportunidade no mercado para um trabalho dedicado à reputação. E a aposta provou-se acertada: mesmo antes da inauguração oficial, o escritório já tem projetos sendo desenvolvidos. – Empresas e pessoas se destacam e acumulam conquistas impulsionadas por sua reputação. Acredito muito que evidenciar e valorizar o que se tem de melhor pode ser um grande diferencial para resistir e até crescer em momentos de crise – diz Anik.

Tendo como público-alvo empresas e empresários, CEOs e altos executivos, o trabalho da ANK – Gestão de Reputação é desenvolvido com uma metodologia própria. A partir de um diagnóstico de percepções dos públicos de interesse, a empresa propõe e executa uma estratégia com foco na ampliação do reconhecimento, admiração e confiança desses grupos, com o objetivo de conquistar resultados superiores para o cliente, seja no seu negócio, seja na sua carreira.

A empresa conta com uma equipe própria, multidisciplinar, e também atuará com uma rede de parceiros em áreas específicas e complementares. Para 2016, os planos são expandir a atuação para Santa Catarina, Paraná e São Paulo. O escritório funciona na Avenida Carlos Gomes, 700/1001, em Porto Alegre.

Os pilares de atuação

Os projetos da ANK – Gestão de Reputação são desenvolvidos em quatro áreas:

  • Gestão de Reputação para Empresas – Com metodologia própria, realiza um diagnóstico de imagem e reputação a partir de seis dimensões: Líderes, Ambiente Interno, Performance, Produtos e Serviços, Responsabilidade Social Empresarial e Propósito. Nas fases de planejamento estratégico e implementação assistida busca elevar os índices de envolvimento, confiança e admiração dos públicos com as marcas.
  • Gestão de Reputação para Pessoas – Desenvolve estratégias para empresários e executivos gerirem sua reputação no mundo dos negócios a partir do reforço de relacionamentos, da ocupação de espaços qualificados e da ampliação de oportunidades de crescimento pessoal e profissional, em um trabalho estratégico em momentos de fortalecimento de lideranças, transição de carreira e sucessão.
  • Gestão de Crises – Trabalha na identificação de riscos, elaboração de processos e treinamentos, preparação de porta-vozes e mensagens-chave, desenvolvimento de estratégias de enfrentamento e plano de reação e recuperação.
  • Formação e Treinamento – Oferece palestras, workshops, treinamentos e cursos in-company voltados à preparação de lideranças e sobre temas relacionados à gestão de reputação e comunicação corporativa.

A equipe

Anik Suzuki – Jornalista formada pela PUCRS, com MBA pela Fundação Dom Cabral e pós-MBA pela Kellogg School of Management (EUA), tem mais de 20 anos de experiência no mercado. No Grupo RBS, foi Diretora de Marketing e Comunicação Corporativa e membro da Diretoria Executiva e do Comitê Editorial da empresa. Responsável pela gestão de imagem e reputação do grupo e de suas principais lideranças, também atuou nas áreas de estratégia da marca, relacionamento institucional e com a imprensa e comunicação interna. Também foi Vice-presidente de Projetos Especiais da ADVB/RS (2012/2013) e colaborou com a Associação Nacional de Jornais (2004-2008). No Terceiro Setor, integrou o conselho da ONG Canta Brasil e, atualmente, é conselheira da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho.

Caren Peixoto – Publicitária formada pela UFRGS com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), possui mais de 10 anos de experiência em comunicação. Nas áreas de branding, publicidade e planejamento de comunicação, atuou em empresas como Lojas Renner e Grupo RBS, no qual atuou na comunicação corporativa e também liderou o setor de produtos da plataforma feminina Donna. Como executiva de atendimento em agências de propaganda e de relacionamento, conduziu a comunicação de empresas como Massey Ferguson, Feevale, Goldzstein Cyrela e Kepler Weber.

Francini Ledur – Jornalista formada pela PUCRS e advogada formada pela UFRGS, com MBA em Gestão Empresarial pela ESPM. Cursou mestrado em Marketing pela UFRGS e possui quase 20 anos de experiência em comunicação. Atuou como repórter e editora no jornal Zero Hora, dedicando-se, posteriormente, à comunicação corporativa no Grupo RBS, onde liderou áreas como assessoria de imprensa, comunicação interna e eventos institucionais. Participou também do Curso Internacional em Comunicação Empresarial Aberje/Syracuse University, concluído em Nova York. Em 2015, passou dois meses na Alemanha, período no qual estudou o idioma alemão.

Jéssica Paiva – Com formação em Publicidade e Propaganda pela UFRGS, possui cursos de especialização em Marketing Digital e em Gestão de Crise em Mídias Digitais pela ADVB e em Comunicação para Gestão de Risco e Crise pela ESPM. Tem cinco anos de experiência em​ ​comunicação corporativa. Especialista em branding e marketing digital, atuou no mercado publicitário e no Grupo RBS. Nos últimos anos, liderou projetos de comunicação, especialmente na área digital, e participou do desenvolvimento e execução de planos de relacionamento, eventos institucionais, bandeiras de responsabilidade social, campanhas publicitárias e de endomarketing. Também participou de comitês de gestão de crise, coordenando monitoramentos e montando planos de ação com métricas e indicadores.

Luciana Thomé – Jornalista formada pela PUCRS, possui pós-graduação em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL) e cursou a Oficina de Criação Literária ministrada por Luiz Antonio de Assis Brasil na PUCRS. Possui mais de 15 anos de experiência em jornalismo cultural e produção de conteúdo. Atuou na coordenação de publicações junto a editoras como Não Editora e Dublinense, além de atender demandas editoriais e de produção e edição de conteúdo de projetos como Fronteiras do Pensamento e Fronteiras Educação. Em 2011, recebeu o Prêmio Fato Literário, concedido pela RBS, pelo projeto Sport Club Literatura. (Foto: Karina Kohl)