Liberdade para empreender e de imprensa são defendidas no 29º Fórum da Liberdade

Liberdade para empreender e de imprensa são defendidas no 29º Fórum da Liberdade

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A solenidade de abertura do 29º Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) ressaltou pontos importantes que pautam as discussões econômicas atuais, como a melhora das condições para se empreender e a liberdade de imprensa. Durante a cerimônia, foram apresentadosos vencedores do Prêmio Libertas, José Galló, e do Prêmio Liberdade de Imprensa, Diego Casagrande. O evento contou com a participação de representantes do poder público, empresarial e do terceiro setor, tais como o governador, José Ivo Sartori; o vice-governador, José Paulo Cairoli; a presidente da Assembleia Legislativa, Silvana Covatti; o presidente da FIERGS, Heitor José Müller; o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn; entre outras autoridades. 

O presidente do IEE, Ricardo Heller, destacou a relevância da escolha da obra A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, como temática inspiradora para o Fórum desta edição. “A cada acontecimento em nosso País, notamos a importância de ressaltarmos esta obra. Isso se deu, infelizmente, pela grande semelhança da distopia criada por Rand com a realidade brasileira”, afirmou, complementando que além de um novo governo, é preciso defender um novo código moral para a sociedade. Heller enfatizou que no cenário atual, quem moverá o mundo são os indivíduos que empreendem e inovam. “Estes empresários acreditam no impacto positivo na sociedade”, disse o presidente.

20160411-untitled-0207-3Agraciado com o Prêmio Liberdade de Imprensa, o jornalista Diego Casagrande destacou que “a liberdade só é mesmo valorizada quando é perdida”. Defendendo o direito de que cada cidadão é dono de seu próprio pensamento, Casagrande foi taxativo ao afirmar que os locais de formação dos jovens devem ser imparciais. “As escolas devem criar seres pensantes, ao invés de militantes”, desabafou o radialista. Pleno defensor da liberdade, Casagrande definiu que a mesma não existe se não for de maneira plural e finalizou propondo uma reflexão: “Quem sabe não começamos a expandir esta liberdade pelas redações dos veículos de imprensa?”.

A árdua situação para empreender no Brasil também foi ressaltada com o discurso do empresário, José Galló, agraciado com20160411-untitled-0515-2 o Prêmio Libertas. “Na obra tema deste Fórum, os empresários deixam a cidade quando a atividade econômica está totalmente estagnada. Porém, nós, na vida real, não precisamos esperar chegar a este extremo caótico. É preciso de uma mudança de rota, e que seja a curto prazo”, confessou Galló. Referindo-se a administração pública, o diretor-presidente da Renner afirmou que em países sérios este segmento é povoado por especialistas e técnicos das respectivas áreas. “Atlas não tem mais força para carregar este Estado”, explicou.

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, ressaltou a importância do debate das ideias da vida pública e privada proposto no Fórum da Liberdade. “O princípio da discussão de pensamentos é agente de inovação. Sem a circulação de ideias não somos capazes de refletir, inibindo a nossa liberdade”, ressaltou. Em sua exposição, Sartori destacou o papel fundamental da boa política para o avanço e a perspectiva de futuro da sociedade: “As palavras não podem esconder as ações”. Durante o seu discurso, Sartori aproveitou para revelar que acabara de chegar uma mensagem informando que o Rio Grande do Sul ganhou a liminar contra a dívida da União.

Quem move o mundo? Fórum da Liberdade começa hoje na PUC querendo responder esta pergunta. Confira a entrevista do presidente do IEE/RS Ricardo Heller

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Conversei hoje com o presidente do IEE, Ricardo Heller, sobre a edição 2016 do Fórum da Liberdade. Há 29 anos, o evento vem proporcionando um espaço de debates entre grandes palestrantes que fomenta alternativas objetivas e viáveis para equacionar os problemas do Brasil e da América Latina.

Desde 1988, o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) – organizador do evento, tem conquistado como resultado da qualidade e riqueza dos temas, dos debates, dos palestrantes e do evento em si, maciça cobertura da mídia nacional ao longo dos anos. E em 2013, o reconhecimento pela Revista Forbes como o maior espaço de debate político, econômico e social da América Latina.

Em 2016, na sua 29ª edição, o evento busca debater ideias sobre o papel e importância dos empresários no desenvolvimento do País, com o tema: “Quem move o mundo?”, que se realiza hoje e amanhã, na PUCRS.

Fórum da Liberdade debate hoje e amanhã em Porto Alegre a dificuldades das empresas

Fórum da Liberdade debate hoje e amanhã em Porto Alegre a dificuldades das empresas

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Segundo recentes índices internacionais, o Brasil ocupa a 118ª posição, de um total de 157 países, no ranking de liberdade econômica. Para piorar, o ambiente político e o cenário econômico atual têm impactado de forma negativa nos negócios das empresas brasileiras. Com este mote, o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) buscou inspiração no livro A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, para destacar as adversidades que empresas brasileiras têm enfrentado para sobreviver no mercado, durante os debates do 29º Fórum da Liberdade. Promovido pela entidade, o encontro terá início hoje e segue até esta terça-feira(12) no Centro de Eventos da Pucrs. “A burocracia que envolve a atividade econômica acaba levando, muitas vezes, os empreendedores para o caminho da ilegalidade e da informalidade”, pontua o presidente do IEE, Ricardo Heller.
A escolha do tema do evento, segundo o dirigente, também instiga o reconhecimento de que cada cidadão deve ser livre para empreender e almejar seus objetivos, “porque somente por meio de empreendimentos pessoais que os indivíduos podem transformar a vida daqueles que estão ao seu redor”. Considerado o livro mais influente nos Estados Unidos, depois da Bíblia – segundo a Biblioteca do Congresso norte-americano -, A Revolta de Atlas foi escrito em 1957, retratando um cenário no qual o excesso de burocracia e regulação acarretam restrições à atividade empresarial, ayncausando efeitos como eliminação discricionária da concorrência, êxodo das mentes criadoras, recessão econômica e aumento da pobreza.”Estamos vivendo um momento de muita desconfiança, que decorre da permanente e intensa intervenção do governo em regular todas as atividades”, explica o presidente do IEE, Ricardo Heller. “Um exemplo de que uma sinalização de liberdade pode criar um ambiente de confiança forte é o que tem ocorrido no cenário político da Argentina atualmente”, defende o dirigente.
Outro exemplo citado como adverso ao ambiente de negócios é a polêmica em torno do Uber. “Acredito que as pessoas devem ter liberdade de escolher em qual veículo elas querem ser transportadas, sem que o poder público regule”, opina o vice-presidente do IEE, Rodrigo Tellechea. Para ampliar todas estas ideias na edição deste ano do Fórum da Liberdade, foram programados sete painéis (todos com títulos inspirados em obras literárias, remetendo à temática das apresentações), além de duas palestras especiais. Entre os convidados figuram nomes como o diretor-presidente da Lojas Renner, José Galló; o diretor-geral do Uber Brasil, Guilherme Telles; o presidente do Conselho de Administração da Localiza, Salim Mattar; o ex-ministro de Finanças da Grécia, Filippos Sachinidis; o ex-presidente da Bolívia Jorge Quiroga; e o ex-presidente do Uruguai Luis Alberto Lacalle Herrera. No segundo dia, as palestras especiais serão ministradas pelo jornalista, escritor e diretor de cinema Arnaldo Jabor e o coautor e diretor de comunicação do The Seasteading Institute, Joe Quirk. Antecipando a necessidade de se colocar em prática o que será pregado nos debates, o vice-presidente do IEE faz uma provocação: “Hoje em dia, a liberdade não é um valor supremo. De nada adianta debater ideias durante dois dias se cada participante não exercer a briga constante por liberdade nas suas atividades empresariais, na sua casa e na sua comunidade”. (Jornal do Comércio)
Lançamento do 29° Fórum da Liberdade ocorre terça-feira

Lançamento do 29° Fórum da Liberdade ocorre terça-feira

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O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) promove no dia 15 de março a coletiva de lançamento do 29º Fórum da Liberdade, reconhecido internacionalmente como um dos maiores eventos de debate e discussão de ideias da América Latina. Na ocasião, serão apresentados a justificativa do tema, tópicos de discussão, inovações, e lançamento de alguns nomes e principais palestrantes que participarão desta edição, a ser realizada nos dias 11 e 12 de abril, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A coletiva acontecerá às 11h no Auditório Convenience do FK Offices. O presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), Ricardo Heller (foto), recebe a imprensa para o lançamento do 29° Fórum da Liberdade. Na ocasião, serão apresentados a justificativa do tema, tópicos de discussão, inovações desta edição, lançamento de palestrantes e principais nomes já confirmados para o evento.

“Quem move o mundo?” é a indagação que serve de tema ao 29º Fórum da Liberdade. Provocativo, mas também esclarecedor, o tema busca fomentar o debate acerca dos agentes cujas ações impactam a sociedade. Por outro lado, instiga o reconhecimento de que cada sujeito deve ser livre para almejar os seus objetivos e a sua própria felicidade, pois é somente através desses empreendimentos pessoais que os indivíduos podem transformar a vida daqueles que estão ao seu redor.

O tema é inspirado na obra “A Revolta de Atlas”, de Ayn Rand, considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso. O romance, escrito em 1957, é atemporal, mas a ideia da autora era retratar um cenário no qual o excesso de burocracia e regulação acarretam severas restrições à atividade empresarial, causando efeitos que são (ou deveriam ser) conhecidos de todos os brasileiros, como eliminação discricionária da concorrência, êxodo das mentes brilhantes e, finalmente, recessão econômica e aumento da pobreza, dentre tantos outros.

O 29º Fórum da Liberdade acontece no Centro de Eventos da PUCRS nos dias 11 e 12 de abril e contará com palestrantes com atuação em diversas áreas no Brasil e no mundo: Luis Alberto Lacalle (ex-presidente do Uruguai), Guilherme Fiuza (escritor e jornalista), Marcos Troyjo (codiretor do BRICLab da Universidade de Columbia, EUA), Stephen Hicks (filósofo, professor e diretor do Centro de Ética e Empreendedorismo), Salim Mattar (presidente do Conselho de Administração da Localiza), Yaron Brook (presidente e diretor-executivo do Ayn Rand Institute), Afif Domingos (presidente nacional do Sebrae), David Coimbra (jornalista) e David Nott (presidente da Reason Foundation) são alguns dos nomes já confirmados.

As inscrições para o evento estarão disponíveis pelo site (www.forumdaliberdade.com.br) a partir do dia 15 de março. Dentre as novidades desse ano está o serviço de streaming pela internet da íntegra do evento e o aplicativo para os participantes.

Compõem a diretoria 2015/2016, que está à frente da organização do Fórum da Liberdade, os seguintes nomes:

Presidente: Ricardo Pechansky Heller

Vice-presidente: Rodrigo Tellechea Silva

Diretora de Comunicação: Giovana Stefani

Diretor de Eventos: Thobias Zamboni

Diretor Financeiro: Mauro Zaffari

Diretor de Formação: Paulo Costa Fuchs

Diretora de Relações Institucionais e Fórum da Liberdade: Lys Lenhart

SERVIÇO

O que: Coletiva de Lançamento do 29º Fórum da Liberdade

Data: 15 de março de 2016 (terça-feira)

Horário: 11h

Local: Auditório Convenience do FK Offices (Rua Antônio Carlos Berta 475)

Jorge Gerdau Johannpeter defende diminuição do número de partidos políticos e ministérios durante o 6º Colóquio do Fórum da Liberdade

Jorge Gerdau Johannpeter defende diminuição do número de partidos políticos e ministérios durante o 6º Colóquio do Fórum da Liberdade

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O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) promoveu, na noite desta segunda-feira, 30 de novembro, o 6º Colóquio do Fórum da Liberdade. O evento, realizado no Hotel Sheraton, em Porto Alegre, teve como tema Brasil: um problema cultural?. Com o objetivo de dar continuidade ao debate de ideias gerado no Fórum da Liberdade, o colóquio contou com as palestras de renome nacional de  Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho Consultivo da Gerdau; Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Análise e autor da consagrada obra “A Cabeça do Brasileiro”; e Bruno Garschagen, autor de “Pare de Acreditar no Governo – por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado”, um dos best-sellers do ano. O debate foi mediado pelo presidente do IEE, Ricardo Heller, que destacou que o tema aprofunda o exame sobre a sociedade brasileira e sua relação com o contexto econômico e político atual.

Jorge Gerdau Johannpeter afirmou que é necessária uma reformulação na estrutura do governo, diminuindo o número de ministérios e partidos políticos, além da carga tributária. Atualmente, de acordo com dados do World Economic Forum, o Brasil é o 76º no Ranking de Competitividade. Segundo Gerdau existe uma relação direta entre o crescimento do país e sua poupança. Nos últimos 40 anos, o País teve um crescimento médio de menos de 1% per capita. De 2003 a 2014, a arrecadação cresceu 84% enquanto o PIB aumentou 47%. O palestrante enfatizou que o esforço por mudanças tem que vir da sociedade civil. Para Bruno Garschagen, a culpa pelo que acontece atualmente no Brasil, ao contrário do que muitos se acostumaram a dizer, é do próprio povo brasileiro, e não dos portugueses, da Igreja Católica ou de outros aspectos culturais importantes. “A nossa cultura cria uma mentalidade estatista. A política formal na nossa história pavimentou um caminho para a servidão”, apontou.

De acordo com o palestrante, boa parte das pessoas que se posicionam contra o governo o faz por conta de uma frustração de expectativa, mas a população não deve se isentar de mudar esse panorama. “A culpa é nossa: se não melhorarmos os políticos que governam o Estado, não vamos melhorar como sociedade. Delegamos nossa responsabilidade individual para instituições e governo. É mais confortável, mas vamos ficar permanentemente transferindo um problema que é nosso se não fizermos nossa parte. A vida em sociedade não pode ficar confinada à política”, afirmou Garschagen. Além disso, o palestrante fez uma dura crítica a como o governo tem conduzido a governança brasileira ao longo da história: “O governo faz tudo o que pode para atrapalhar a iniciativa privada. Ele impede a prosperidade e esse freio aumenta o grau de dependência que temos em relação ao Estado. É preciso uma mudança cultural para que a população estabeleça uma nova relação com o poder público”.

Alberto Carlos Almeida levantou alguns pontos importantes para a formação cultural do Brasil, desde sua divisão entre Portugal e Espanha no século XVI. Desse período, o Brasil herdou questões relevantes, como o idioma, a religião e traços subjetivos da população, como o fato de o povo ser alegre e flexível, além de evitar conflitos. Segundo ele, um pouco do jeito brasileiro pode ser explicado pala sua bandeira: “Praticamente todo o hemisfério norte utiliza a cor vermelha em sua bandeira. Nós usamos um padrão mais africano, e a mescla das cores da bandeira do Brasil está presente em apenas 3,6% das outras. A mistura é algo marcante, que faz o país”.

Segundo Almeida, atualmente vivemos no “terreno do imprevisível”. “A agenda política do Brasil foi sequestrada pela Operação Lava-Jato”, sintetizou. O palestrante fez uma reflexão sobre as possibilidades do impeachment da presidente Dilma Rousseff, destacando que as condições atuais não levam a crer que ele venha a ocorrer: “Vivemos em um presidencialismo: é bem diferente do parlamentarismo, porque o presidente é muito protegido, o mandato é fixo e não há perda de confiança política”. Ainda segundo Almeida, a crise política é a grande causadora da atual situação do Brasil, e a solução depende do que ocorre em Brasília, inclusive das medidas que são adotadas pelos deputados eleitos por cada estado. “A lógica da maioria dos deputados é ‘eu fui eleito por determinado interesse. Então vou defender o interesse de quem me colocou aqui, e não a macroeconomia ou os problemas de âmbito nacionais’”, enfatizou.

6º Colóquio do Fórum da Liberdade acontece hoje no Sheraton Porto Alegre

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O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) promove hoje, às 19h, no Hotel Sheraton, o 6º Colóquio do Fórum da Liberdade. Com o tema “Brasil: um problema cultural?”, o evento contará com a participação de Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho Consultivo da Gerdau; Alberto Carlos Almeida, autor da consagrada obra “A Cabeça do Brasileiro”; e Bruno Garschagen, autor de “Pare de Acreditar no Governo – Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado”, um dos best-sellers do ano.

Jorge Gerdau Johannpeter é presidente do Conselho Consultivo da Gerdau. Com forte atuação na busca pela qualidade da gestão nos setores público e privado, é fundador do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade e do Movimento Brasil Competitivo. É membro das Academias Internacional e Brasileira da Qualidade e integra o Conselho da Fundação Nacional da Qualidade. Nas áreas de educação e cultura, preside os Conselhos de Governança do movimento Todos pela Educação e da Fundação Iberê Camargo, é vice-presidente do Conselho da Fundação Bienal do Mercosul e integrante do Conselho da Parceiros Voluntários. Atua também como membro do Conselho do Instituto Aço Brasil, do Conselho Superior Estratégico da Fiesp e do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do governo federal.

Alberto Carlos Almeida é diretor do Instituto Análise, empresa de consultoria, pesquisa e estudos sobre o Brasil. É articulista do jornal Valor Econômico, autor do best-seller A Cabeça do Brasileiro e de diversos livros que abordam os valores e comportamentos dos brasileiros. Ao longo de várias décadas de trabalho, Alberto Almeida desenvolveu uma metodologia de análise, utilizando dados antecedentes e qualitativos, que o diferencia no mercado. Seu serviço é demandado por altos executivos, assim como instituições financeiras interessadas na dinâmica do Brasil, do consumo e da sociedade.

Bruno Garschagen é autor do best-seller Pare de Acreditar no Governo – Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado. O livro chamou atenção da imprensa brasileira, e Garschagen foi entrevistado nas Páginas Amarelas da revista VEJA e no programa The Noite, apresentado por Danilo Gentili. É graduado em Direito, mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), professor de Ciência Política, tradutor, podcaster e membro do conselho editorial da MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia.

O evento que acontece no Hotel Sheraton, a partir das 19h, é exclusivo para cerca de 250 convidados. “Os Colóquios promovidos pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) têm como objetivo manter ativos os debates do Fórum da Liberdade, ampliando a reflexão e a troca de ideias sobre temas de relevância para a sociedade. Com o tema ‘Brasil: um problema cultural?’, o 6º Colóquio do Fórum da Liberdade buscará aprofundar o exame sobre a sociedade brasileira e sua relação com o contexto econômico e político atual”, afirma o presidente do IEE, Ricardo Heller.

Esta é a sexta edição do evento aberto a convidados.