RS: Concessionárias de energia alertam para chance de novos temporais na sexta-feira

RS: Concessionárias de energia alertam para chance de novos temporais na sexta-feira

Notícias Previsão do Tempo

 O monitoramento climático encomendado pelo Centro de Operações Integrado (COI) da RGE junto a um instituto privado de meteorologia, indica o retorno dos temporais ao Estado na próxima sexta-feira. A concessionária e a RGE Sul vão manter toda sua força operacional em campo para mitigar os impactos do clima e atender ocorrências que devem ser registradas ao longo do final de semana. No último domingo, a rede de distribuição das duas empresas foi severamente danificada por um temporal que varreu boa parte do Rio Grande do Sul e deixou 560 mil clientes sem luz. Ao longo de outubro, pelo menos mais uma sequência de temporais deve chegar ao Estado, causando prejuízos.

image001(2)Conforme o acompanhamento do clima do COI, nesta quinta-feira (5), o sol será predominante, mas com a aproximação de uma nova frente fria, já devem ser registradas rajadas de vento de intensidade moderada. Na sexta, a massa de ar avança provocando chuva em todo Rio Grande do Sul com elevada chance de temporais similares ao do último domingo.

Ao longo do mês, deve ter registro de chuva acima da média e ventos com velocidade acentuada nos dias 24 e 25. No demais dias, a estabilidade deve predominar. Observando os cenários climáticos dos meses anteriores, no entanto, foi afastada definitivamente a formação do fenômeno El Niño para o segundo semestre deste ano.

Contudo, é importante destacar que mesmo estando afastada até o final do primeiro semestre do próximo ano a formação dos fenômenos La Niña e El Niño, as concessionárias intensificam o monitoramento do clima neste final de ano, quando é registrado o período de temporais na Região Sul do Brasil, assim como ocorreu neste final de semana.

Para mitigar impactos à população a RGE e RGE Sul têm estratégias definidas para atuar em casos de contingências e com poder de mobilização para atender às possíveis ocorrências.

Cabe frisar, ainda, que as duas concessionárias possuem tecnologia para identificar as principais ocorrências no seu sistema elétrico e têm como praxe adotar medidas necessárias para o restabelecimento, sempre priorizando as cargas essenciais, tais como hospitais, postos de saúde, captação de água, prédios públicos, UTIs domiciliares e outros.

Em alguns momentos, por causa do volume de ocorrências, o nossos Call Centers da RGE (0800 970 0900) e RGE Sul (0800 707 7272) podem passar por congestionamentos em determinados momentos. Por isso, os consumidores contam outros canais de atendimento para informar à RGE e RGE Sul sobre problemas de falta de energia elétrica:

 

Pela internet: www.rge-rs.com.br e www.rgesul.com.br
Pelo SMS Center:

RGE: SMS com a palavra LUZ + Código de Cliente para 27350 (se nunca usou o serviço, mandar antes IN + Código de Cliente para o mesmo número para cadastro)

 

RGE Sul: SMS com o Seu Código para 28410
Aplicativo para smartphone: CPFL Energia, no qual estão disponíveis os serviços da RGE. O aplicativo está disponível gratuitamente para iOS, Android e Windows Phone.

Ativista gaúcho de direitos humanos e mais 12 são ameaçados de morte no Uruguai. Ameaça que atinge Jair Krischke foi enviada a promotor uruguaio por email; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Ativista gaúcho de direitos humanos e mais 12 são ameaçados de morte no Uruguai. Ameaça que atinge Jair Krischke foi enviada a promotor uruguaio por email; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

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Treze pessoas, das quais onze são ligadas à defesa de direitos humanos, foram ameaçadas de morte por um grupo autodenominado Comando General Pedro Barneix, no Uruguai. Entre os ameaçados está o gaúcho Jair Krischke, presidente do Movimento Justiça e Direitos Humanos, com sede em Porto Alegre. As ameaças, registradas no Uruguai, foram enviadas por email para o promotor de justiça uruguaio Jorge Díaz, no último dia 17.

Segundo Krischke, a assinatura do email que contém as ameaças remete a um grupo de militares uruguaios – dos quais boa parte está na reserva – que atuou na ditadura daquele país.

No email, o grupo faz referência ao suicídio do general uruguaio Pedro Barneix, condenado por crimes durante a ditadura uruguaia e que, no dia em que seria preso, foi encontrado morto em casa. O texto, em espanhol, com as ameaças afirma que “o suicídio do general Pedro Barneix não ficará impune, não se aceitará nenhum suicídio mais por injustos processos. Por cada suicídio de agora em diante, mataremos três escolhidos aleatoriamente da seguinte lista”. Na lista, estão ainda dois estrangeiros e também dois membros do governo uruguaio, entre eles o ministro da Defesa do país, Jorge Menendez.

Por conta das ameaças, Krischke e os demais ameaçados de morte já solicitaram uma audiência com a Organização dos Estados Americanos (OEA) para que a entidade internacional acompanhe as investigações da polícia uruguaia. Sendo o único brasileiro do grupo, Krischke também já buscou a Embaixada do Brasil no país vizinho.

“Só os loucos não têm medo e eu te juro que não sou louco. Mas isso não quer dizer que me intimide. A gente tem que ter cautela, cuidado. Tomo as ameaças como sérias, são muitíssimo graves, mas absolutamente não me intimidam. Não é só no futebol que a melhor defesa é um bom ataque. Tanto é que já estou respondendo a eles”, afirmou Krischke.

Krischke acredita que sua atuação em dois casos nos últimos anos têm relação com a presença de seu nome na lista de jurados de morte. Em um deles, Krischke relata ter auxiliado na prisão do coronel uruguaio Manuel Cordero, que estava foragido da justiça, foi extraditado em 2010 e acabou condenado a 25 anos de prisão. Jair relata ter localizado o criminoso em Uruguaiana. Em outro caso mais recente, Krischke diz ter encontrado e denunciado o coronel Pedro Antonio Mato Nerbondo, alvo de processo na Argentina, também por crimes durante a ditadura uruguaia. Ele estava morando em Livramento.

Abaixo o documento enviado pelo governo uruguaio ao cônsul do Brasil assinalando a presença de Krischke entre os ameaçados:jair

 

Expansão agropecuária impulsiona demanda por recursos do BNDES

Expansão agropecuária impulsiona demanda por recursos do BNDES

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Com R$ 2,13 bilhões desembolsados no ano passado, a participação da agropecuária nas liberações do BNDES para o Rio Grande do Sul aumentou de 22,6% em 2015 para 30,1% em 2016 – quase o dobro da participação do setor no total nacional de desembolsos. Para a safra de 2016/2017 no Rio Grande do Sul, os programas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento operados pelo Banco fecharam dezembro com o valor comprometido de R$ 1,2 bilhão – crescimento de 85% em relação a igual período da safra anterior. No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), foram comprometidos R$ 371 milhões – expansão de 6%.

No primeiro semestre do ano agrícola 2016/17, de julho a dezembro de 2016, o BNDES aprovou R$ 9,5 bi em recursos direcionados ao crédito rural, no âmbito dos Programas Agropecuários do Governo Federal, 58% a mais do que no mesmo período do ano anterior. O orçamento para o ano agrícola 2016/2017 é de R$ 16,8 bilhões.

A participação da agropecuária nunca foi tão grande no total de desembolsos do BNDES, tendo passado de 10% em 2015 para 16% em 2016. As aprovações, que vão se refletir em desembolsos no período seguinte, cresceram mais ainda: 13% para 20%.

Em todo o Brasil, em 2016, as aprovações nos programas agrícolas operados pelo BNDES somaram R$ 17,8 bilhões, para um total de 77 mil beneficiários. Para a agricultura familiar, foram aprovados R$ 2,3 bilhões, para 44 mil beneficiários.

Novidades para o setor – Atento às demandas do agronegócio e da agricultura familiar, o Banco lançou no ano passado o BNDES Agro, um aplicativo para plataformas móveis que orienta o produtor rural a encontrar a modalidade de crédito mais adequada às suas necessidades e simula as condições de financiamento. O programa tem versões para os sistemas iOS, da Apple, e Android, da Google.

No segundo semestre de 2017 será lançada uma versão Agro do Cartão BNDES com foco nos produtores rurais (pessoas físicas), possibilitando o apoio financeiro para o custeio da safra, aquisição de implementos agrícolas e contratação de serviços técnicos.

Nº de Beneficiários, Nº de Operações Aprovadas e Valor das Operações Aprovadas para os Programas Agrícolas em 2015 e 2016:

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RGE investe R$ 211,4 milhões na rede elétrica em 2016, crescimento de 6,5% . Recursos aplicados entre janeiro e setembro foram aplicados na expansão, modernização e manutenção do sistema da concessionária

RGE investe R$ 211,4 milhões na rede elétrica em 2016, crescimento de 6,5% . Recursos aplicados entre janeiro e setembro foram aplicados na expansão, modernização e manutenção do sistema da concessionária

Destaque Economia Negócios

 Em um ano desafiador para a economia gaúcha, a Rio Grande Energia (RGE), distribuidora do Grupo CPFL Energia, ampliou os seus investimentos nos 255 munícipios de sua área de concessão. A companhia investiu R$ 211,4 milhões entre janeiro e setembro de 2016, o que representa um crescimento de 6,5% na comparação com os R$ 198,6 milhões de igual período do ano passado. Somente no terceiro trimestre de 2016 foram aplicados R$ 75 milhões. Os investimentos RGE refletem diretamente na qualidade do fornecimento de energia elétrico para os mais de 1,45 milhão de clientes da concessionária no Rio Grande do Sul. Conforme o seu planejamento estratégico, os recursos foram destinados à ampliação e melhoria das redes elétricas primárias e secundárias, na substituição e manutenção de equipamentos e no suporte ao crescimento do mercado.

Nos nove primeiros meses do ano, a distribuidora desenvolveu uma série de projetos para tornar o seu sistema elétrico mais resistente aos fatores externos, como os fenômenos climáticos (chuvas, raios e ventos) que se tornaram cada vez mais recorrentes e castigam a rede com os temporais em sequência que atingem o Estado. Além disso, a RGE segue desenvolvendo ações que preparam o sistema elétrico da companhia para o futuro aumento da demanda por energia tanto dos clientes industriais quanto dos consumidores das classes comercial e residencial.

Para a execução de projetos destinados à expansão do mercado consumidor e do número de clientes, a RGE fez investimentos robustos no terceiro trimestre deste de 2016. Foram R$ 25,5 milhões empregados na instalação de novos medidores para clientes residenciais, industriais e comerciais. Neste montante também estão contabilizadas ações de ampliação da rede trifásica a novos pontos das áreas rurais.

Os projetos de suporte de crescimento do mercado receberam R$ 20,7 milhões. Uma parcela dos recursos foi aplicada na modernização e aumento de capacidade de subestações e nas adequações das redes de distribuição. A RGE fez, também, melhoramentos da ordem de R$ 9,2 milhões nas redes primária e secundária. Por sua vez, as manutenções do sistema elétrico e os reparos emergenciais na rede elétrica, tais como a troca de transformadores avariados, consumiram R$ 11 milhões dos recursos entre julho e setembro deste ano. Já as ações para o combate às perdas comerciais, como a substituição de medidores obsoletos, receberam R$ 355 mil dos recursos no período.

O presidente da RGE, José Carlos Saciloto Tadiello, ressaltou a ampliação nos investimentos nos três trimestres de 2016 em relação ao mesmo período do ano passado, especialmente diante do cenário adverso para a economia brasileira. “Esse avanço no volume investido demonstra a preocupação da RGE em oferecer um serviço de qualidade e caminhar na direção dos melhores índices de fornecimento de energia. Nossos recursos são aplicados com base em um planejamento estratégico que garante a todos um ganho real, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da nossa área de concessão”, afirma Tadiello.

 

Cidades que mais receberam investimentos no terceiro trimestre de 2016

 

 

Ranking Município Valor investido (R$)
Caxias do Sul 9.727.520
Santa Rosa 3.527.807
Erechim 2.525.880
Passo Fundo 2.492.465
Sananduva 2.366.648
Júlio de Castilhos 2.269.836
São Francisco de Paula 2.257.202
Gravataí 1.931.487
Bento Gonçalves 1.829.164
10º Taquara 1.771.917
11º Cachoeirinha 1.737.197
12º Três de Maio 1.442.261
13º Farroupilha 1.426.946
14º Severiano de Almeida 1.191.494
15º Santo Ângelo 1.171.376

 

Novo patrocinador do Grêmio não abre filial no Rio Grande do Sul “porque a burocracia do setor público gaúcho é a maior do Brasil”

Novo patrocinador do Grêmio não abre filial no Rio Grande do Sul “porque a burocracia do setor público gaúcho é a maior do Brasil”

Destaque Economia Negócios Poder Política

A colunista Estela Benetti, explica no Diário Catarinense de hoje quem é o novo patrocinador da camisa tricolor e porque ele não abre filiais no Rio Grande do Sul;

O Grêmio de Porto Alegre ganha um patrocínio de peso na manga para os dois jogos contra o Atlético de Minas Gerais na Copa do Brasil: o da rede catarinense Havan. O fundador e presidente da empresa, Luciano Hang, disse que está sempre atento à projeção da marca por meio do esporte e não descarta patrocinar também o Internacional se tiver oportunidade.

– Estamos muito felizes em poder patrocinar o Grêmio nesta fase final da Copa do Brasil. Temos milhares de clientes do RS que visitam nossas lojas quando vêm para Santa Catarina. Os gaúchos adoram nossas lojas e nós também adoramos o povo do RS – disse Luciano Hang, que preferiu não revelar o valor do contrato.

Na foto, o diretor de Expansão da rede, Nilton Hang (primo do Luciano), mostra a marca na camisa do tricolor. Vale destacar que antes deste patrocínio ao Grêmio, a Havan já estampou as camisas do Brusque e do Joinville.

Só usinas no RS 

Questionado se este seria um sinal de que a Havan abrirá lojas no Rio Grande do Sul, o empresário disse que não, porque a burocracia do setor público gaúcho é a maior do Brasil. Afirmou que esse problema também é apontado pela maioria dos investidores que tentam abrir negócio no Estado vizinho. Segundo ele, a Havan poderia estar no RS com 50 lojas, gerando 10 mil empregos diretos e muita receita com impostos, mas desistiu quando fez a primeira tentativa na hora que decidiu avançar fora de SC. Comprou um terreno no Estado e três anos depois ainda não tinha conseguido licenças para instalação. E um projeto de loja em Canela não saiu porque a réplica da Estátua da Liberdade só poderia ter 12 metros de altura. As da Havan têm 30 metros.

O empresário contou que enfrenta a mesma barreira burocrática em projetos de PCHs. Tem uma em Frederico Westphalen e mais quatro programadas para a região de Santa Maria Esses novos projetos devem receber investimentos de R$ 400 milhões, mas aguardam há nove anos as licenças ambientais. (Estela Benetti/Diário Catarinense)

Protocolado projeto que prevê cotas para negros em concursos para juiz no TJ gaúcho

Protocolado projeto que prevê cotas para negros em concursos para juiz no TJ gaúcho

Direito Notícias Poder Política

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, desembargador Luiz Felipe Silveira Difini, protocolou hoje o Projeto de Lei (PL) que dispõe sobre a reserva de vagas para negros em 100% dos concursos públicos do Poder Judiciário gaúcho. A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Silvana Covatti, recebeu o texto, que agora passa a tramitar na Casa.

Difini salientou que a proposta garante a afrodescendentes 20% das vagas oferecidas relativas às funções delegadas e a cargos atinentes ao Judiciário, inclusive os de juiz. A regra, até então, existia só para os servidores.

O desembargador Rui Portanova, um dos idealizadores do projeto, lembrou que a matéria teve a adesão da Ajuris, de deputados e de vereadores, entre outras entidades. Já a integrante da Coordenação do Movimento das Mulheres Negras, Reginete Souza Bispo, disse que o projeto “é uma conquista das comunidades e demonstra a democratização do Judiciário do Rio Grande do Sul”. (Rádio Guaíba)

Pesquisadores da Ulbra descobrem fósseis de novas espécies de dinossauros de mais de 220 milhões de anos. Resquícios foram encontrados em 2010 em São João do Polêsine; Bibiana Dihl/Rádio Guaíba

Pesquisadores da Ulbra descobrem fósseis de novas espécies de dinossauros de mais de 220 milhões de anos. Resquícios foram encontrados em 2010 em São João do Polêsine; Bibiana Dihl/Rádio Guaíba

Cultura Destaque Educação

Pesquisadores da Ulbra em Canoas, em parceria com outras universidades do Brasil, descobriram fósseis de duas novas espécies de dinossauros, que podem ter vivido entre 237 e 227 milhões de anos atrás. O reconhecimento da pesquisa foi publicado hoje na revista científica Current Biology (USA).

Conforme o paleontólogo Sérgio Cabreira, os fósseis foram encontrados em uma rocha em 2010 no município de São João do Polêsine, na região Central. Quando encontraram o material, os professores eram alunos de pós-graduação e seguiram com a pesquisa. Segundo o professor, a principal contribuição para a ciência é que o estudo dos fósseis ajuda a descrever os processos de evolução dos dinossauros, que deram origem a outros animais.

As descobertas brasileiras passarão a fazer parte da filogenia internacional dos dinossauros. Um dos fósseis foi chamado de Buriolestes schultzi, um dos mais completos dinossauros primitivos encontrados no mundo até hoje. O animal tinha em torno de um metro e meio de comprimento, 50 centímetros de altura e peso de até 7 kg.

O outro fóssil é o da espécie batizada de Ixalerpeton polesinensis, em homenagem ao nome da cidade onde foi encontrado. O animal é considerado precursor dos dinossauros. Foram encontrados membros inferiores de diversos espécimes, indicando que viviam em bando. O animal tinha cerca de 40 centímetros de comprimento, 15 centímetros de altura e no máximo 150 gramas, além de ser insetívoro.

O fato de as duas espécies terem sido encontradas juntas também chamou a atenção dos estudiosos, e abre uma nova janela de pesquisa. A equipe de pesquisadores que participou nas diversas fases de estudo desses fósseis brasileiros pertence a nove universidades diferentes, incluindo a Universidade de São Paulo (USP). Os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos.

Mar invade ruas e assusta moradores em Imbé. Ciclone que age no Rio Grande do Sul provocou ventos acima de 100 km/h

Mar invade ruas e assusta moradores em Imbé. Ciclone que age no Rio Grande do Sul provocou ventos acima de 100 km/h

Destaque Previsão do Tempo

O ciclone que age no Rio Grande do Sul desde quinta-feira provocou, no Litoral Norte, uma forte ressaca. Ondas de até cinco metros atingiram o muro de contenção do calçadão de Tramandaí. Na vizinha Imbé, a situação não é diferente. O mar invadiu a avenida Santa Rosa e ruas transversais, próximas da beira-mar. Os quiosques na beira da praia ficaram alagados nessa manhã.

A servidora pública municipal Adriane Wendt, 48 anos, vive há 26 na cidade e contou nunca ter visto uma ressaca como esta: “É digna de registro fotográfico, mas dá medo”.

Nessa quinta-feira, o ciclone provocou ventos de 130 km/h em Rio Grande, e mais de 111 km/h no Chuí. Na região Metropolitana, a ventania chegou próxima dos 100 km/h no Guaíba e cerca de 80 km/h no Aeroporto Internacional Salgado Filho. (Correio do Povo)

Ministro da Saúde anuncia novo modelo de financiamento para UPAs. Ricardo Barros diz que a partir de agora caberá ao gestor municipal definir como cada unidade vai funcionar

Ministro da Saúde anuncia novo modelo de financiamento para UPAs. Ricardo Barros diz que a partir de agora caberá ao gestor municipal definir como cada unidade vai funcionar

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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nessa manhã, em entrevista à Rádio Guaíba, que as 12 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Rio Grande do Sul que estavam desativadas e operam de forma precária tiveram sua estrutura de funcionamento alterada para otimizar o atendimento à população. O ministro explicou que as alterações no modelo são necessárias para a continuidade do repasse de verbas. “Seguem garantidos os 50% de custeio da União com a economia de recursos feita pelo executivo”, destacou. A partir de agora, caberá ao gestor municipal definir como cada unidade vai funcionar.

Ao ser questionado sobre as consequências da PEC 241 que tramita no Congresso e prevê o contingenciamento de gastos públicos, o ministro garantiu que não haverá prejuízos para a saúde e educação. “O que o governo estabeleceu foi um teto de gastos global para o executivo. Nesse panorama, a Previdência Social vai consumir mais recursos que a educação, por exemplo”.

Barros destacou que o piso mínimo estabelecido impõe um limite que certamente será complementado por meio de emendas parlamentares. Disse que a prioridade do governo é investir em gestão e informatização da Saúde. “O projeto prevê a integração dos postos de saúde e secretarias municipais de todo o País para fazer um controle global dos recursos públicos”, detalhou. (Felipe Vieira com texto de Luis Tósca/Rádio Guaíba)

Uber começa a operar em Novo Hamburgo nesta tarde. Presidente de associação de taxistas discutirá situação com membros da administração municipal

Uber começa a operar em Novo Hamburgo nesta tarde. Presidente de associação de taxistas discutirá situação com membros da administração municipal

Destaque

Começa a operar às 14h da tarde desta quinta-feira, em Novo Hamburgo, o serviço de transporte Uber. Segundo responsáveis pelo aplicativo, que não comentam quantos motoristas estão aptos para realizar o serviço no município, a ferramente já foi baixada por cerca de 130 usuários na cidade. O aplicativo já opera em outras vinte e cinco cidades do País e tem seu valor calculado com o preço base de R$ 2,30 somado a R$ 1,20 por quilômetro rodado e mais R$ 0,20 por minuto de viagem.

Guilherme Ledur, de 29 anos, é dos profissionais que já estão trabalhando de Uber na cidade. “Eu já realizava algumas viagens em Porto Alegre, e nas últimas semanas participei de reuniões da coordenação do aplicativo em Novo Hamburgo. É um serviço sério, ao contrário do que algumas pessoas pensam”, define ele, salientando que entre as exigências para se tornar um motorista parceiro é preciso ter um automóvel quatro portas, com ar condicionado e que tenha fabricação data a partir de 2008.

Segundo o presidente da Associação dos Taxistas de Novo Hamburgo, João Vargas, o serviço vai afetar os taxistas, mas não haverá violência. “A licitação para táxis feita, em março deste ano, qualificou muito nosso trabalho, claro que estamos receosos, mas haverá respeito e diálogo”, disse. Vargas afirmou que pretende discutir a situação com membros da administração municipal na próxima semana. (Stephany Sander/Correio do Povo)