Novo patrocinador do Grêmio não abre filial no Rio Grande do Sul “porque a burocracia do setor público gaúcho é a maior do Brasil”

Novo patrocinador do Grêmio não abre filial no Rio Grande do Sul “porque a burocracia do setor público gaúcho é a maior do Brasil”

Destaque Economia Negócios Poder Política

A colunista Estela Benetti, explica no Diário Catarinense de hoje quem é o novo patrocinador da camisa tricolor e porque ele não abre filiais no Rio Grande do Sul;

O Grêmio de Porto Alegre ganha um patrocínio de peso na manga para os dois jogos contra o Atlético de Minas Gerais na Copa do Brasil: o da rede catarinense Havan. O fundador e presidente da empresa, Luciano Hang, disse que está sempre atento à projeção da marca por meio do esporte e não descarta patrocinar também o Internacional se tiver oportunidade.

– Estamos muito felizes em poder patrocinar o Grêmio nesta fase final da Copa do Brasil. Temos milhares de clientes do RS que visitam nossas lojas quando vêm para Santa Catarina. Os gaúchos adoram nossas lojas e nós também adoramos o povo do RS – disse Luciano Hang, que preferiu não revelar o valor do contrato.

Na foto, o diretor de Expansão da rede, Nilton Hang (primo do Luciano), mostra a marca na camisa do tricolor. Vale destacar que antes deste patrocínio ao Grêmio, a Havan já estampou as camisas do Brusque e do Joinville.

Só usinas no RS 

Questionado se este seria um sinal de que a Havan abrirá lojas no Rio Grande do Sul, o empresário disse que não, porque a burocracia do setor público gaúcho é a maior do Brasil. Afirmou que esse problema também é apontado pela maioria dos investidores que tentam abrir negócio no Estado vizinho. Segundo ele, a Havan poderia estar no RS com 50 lojas, gerando 10 mil empregos diretos e muita receita com impostos, mas desistiu quando fez a primeira tentativa na hora que decidiu avançar fora de SC. Comprou um terreno no Estado e três anos depois ainda não tinha conseguido licenças para instalação. E um projeto de loja em Canela não saiu porque a réplica da Estátua da Liberdade só poderia ter 12 metros de altura. As da Havan têm 30 metros.

O empresário contou que enfrenta a mesma barreira burocrática em projetos de PCHs. Tem uma em Frederico Westphalen e mais quatro programadas para a região de Santa Maria Esses novos projetos devem receber investimentos de R$ 400 milhões, mas aguardam há nove anos as licenças ambientais. (Estela Benetti/Diário Catarinense)

Lirio Parisotto deixa de ser sócio da RBS em Santa Catarina

Lirio Parisotto deixa de ser sócio da RBS em Santa Catarina

Destaque Negócios Poder Política

O bilionário gaúcho Lirio Parisotto, não faz mais parte do grupo de investidores que adquiriu a RBS Santa Catarina. O anúncio foi feito hoje por Carlos Sanchez,  principal sócio de Lírio no negócio ao grupo que cuida da transição comandado pelo executivo Mario Neves. O motivo da saída de Lírio não foi divulgado. Em função da maneira que ele encerrou o relacionamento com Luiza Brunet, especulações é o que não faltam. Vão desde as consequências do processo judicial envolvendo o casal até mesmo a simples desistência do negócio. Lírio Parisotto é um dos principais investidores do mercado financeiro brasileiro, atua na área de mídia por meio de sua empresa Videolar e no setor de petroquímica a partir da Innova. Carlos Sanchez, que amplia a sua participação no negócio da aquisição da RBS SC – podendo ficar até sozinho com 100% – anunciou quando da compra que a intenção dele era a diversificação de seus negócios, a partir do Grupo NC, um dos maiores conglomerados econômicos do país.

O anúncio oficial da venda foi feito dia sete de março pelos acionistas da RBS e os empresários Lírio Parisotto e Carlos Sanchez, do Grupo NC, juntamente com outros investidores, para a compra das operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em Santa Catarina. A conclusão do negócio segue sujeita à condição suspensiva de aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e dos demais órgãos regulatórios do setor, bem como ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais para estes tipos de transações.

 

Pela primeira vez após decreto, equipe usa avião da FAB para captação de órgãos no RS

Pela primeira vez após decreto, equipe usa avião da FAB para captação de órgãos no RS

Comportamento Direito Notícias Poder Política Saúde

A Central de Transplantes da Secretaria Estadual da Saúde revelou hoje ter executado, nessa sexta-feira, três transportes aéreos de equipes para transplantes, um deles usando um avião da Forca Aérea Brasileira (FAB). Foi a primeira equipe do Rio Grande do Sul a fazer uso de um avião federal após o decreto da presidência da República publicado em 6 de junho.

A equipe gaúcha viajou na aeronave das Forças Armadas para Florianópolis, em Santa Catarina. Já o avião do governador transportou outra equipe para Pelotas, enquanto a terceira aeronave foi deslocada para Santa Maria.

Apesar das dificuldades em função do nevoeiro, a operação teve êxito. Na capital catarinense, foram captados pulmões para transplantes. Em Pelotas e Santa Maria, ocorreram doações de rins e fígado.

O decreto presidencial estabelece a disponibilidade de aviões da FAB para transporte de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para transplante em todo o território nacional.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também auxiliou nas missões. (Rádio Guaíba)

Lebes anuncia primeira loja fora do Rio Grande do Sul

Lebes anuncia primeira loja fora do Rio Grande do Sul

Cidade Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Porto Alegre

O diretor das lojas Lebes, Otelmo Drebes Junior, comemora em seu perfil do Facebook, o fato da empresa atravessar a fronteira do Rio Grande do Sul e chegar ao estado vizinho de Santa Catarina. A primeira filial catarinense está em fase de conclusão e será inaugurada no Nações Shopping, em Criciúma. Uma segunda loja será inaugurada ainda esse ano em São José.  “Gostaria de compartilhar a minha felicidade, dizendo que agora somos uma empresa interestadual! Abriremos nossa primeira loja Lebes fora do estado no próximo dia 30 de Junho, em SC! Não encarem como se eu estivesse ‘me achando’. É orgulho mesmo! Pra quem conhece um pouco da nossa história, sabe que não faltou trabalho por essa conquista.” Eu que conheço a tradição da família em empreender, desde a década de 70 do século passado, quando me criei fazendo compras no recém inaugurado Supermercado Lebes, também fico muito feliz. Parabéns e sucesso para família Drebes, que segue empreendendo mesmo com o cenário instável da economia brasileira.

Otelmo Drebes JuniorInteressante esses homens que tem o espírito empreendedor.  Otelmo é da terceira geração da família e apesar da crise pensa grande o futuro. Em seu Facebook está publicado um post que mostra bem isso:

O lado bom da crise

Como todo e qualquer otimista sempre vejo o lado bom das situações. Vivemos num momento difícil econômico e financeiro estatal que ninguém sabe dizer até quando vai. Nem mesmo o mais preciso e estudioso economista pode afirmar que saímos dessa pior em 6 meses, final do ano ou ano que vem. Já ouvi previsões que apenas só depois das eleições presidenciais. São ciclos. A crise acaba, o Brasil não!

O fato é que qualquer empresário vai ter que suar a camisa pra se manter no mercado. Os profissionais mais criativos nesse momento serão os privilegiados. Mas não adianta apenas ser criativo, precisa-se saber colocar em prática.

Quando que íamos:
– verificar qual retorno sobre aquele valor investido em marketing pra identificar qual é o melhor meio de comunicação se a economia estivesse num oba oba?
– estipular meta loja a loja, hora em hora por setor a setor, categoria por categoria, produto a produto?
– Reavaliar nossos contratos de aluguéis que já estavam firmados a longa data?
– Verificar qual a melhor taxa de retorno do banco?
– Exigir que TODOS clientes fossem atendidos na loja, se o momento era de abundância?
– Engajar nossas equipes sem gastar um tostão?
– Fazer mais com menos?
– Exigir mais dos fornecedores quanto a preço, prazo de entrega e condição de pagamento?

Antes não dava tempo pra essas coisas e só pensávamos em ‘abocanhar’ mais e mais vendas.
Tenho colegas de profissão que estão simplesmente cortando custos sem saber seus reais impactos futuros.
Quem conseguir sobreviver a tudo isso, estará preparado para conquistar share de mercado com know-how e atender toda a demanda reprimida que se instala neste momento.
É hora de, literalmente, pegar uma lupa e ver o que realmente faz sentido para o nosso negócio. Chega de luxos. Chega de ostentação. O SUCESSO NÃO TOLERA DESPERDÍCIO!

 

Blog da Veja traz reportagem sobre venda da RBS. Com aquisição, dupla de bilionários abre nova frente de diversificação; por Luís Lima/Veja

Blog da Veja traz reportagem sobre venda da RBS. Com aquisição, dupla de bilionários abre nova frente de diversificação; por Luís Lima/Veja

Comunicação Negócios Notícias Poder

A venda de oito veículos de comunicação da RBS em Santa Catarina ao Grupo NC, anunciada na última semana, surpreendeu menos por sua conclusão – a venda da operação catarinense do grupo sediado no Rio Grande do Sul foi alvo recorrente de rumores nos últimos anos – e mais pelos personagens envolvidos. Por que Carlos Sanchez e Lirio Parisotto, dois dos homens mais ricos do Brasil, segundo o ranking de bilionários da revista Forbes, ingressaram em um setor em que sequer atuam? E pagando uma fortuna – não confirmada oficialmente – de pelo menos 700 milhões de reais?

Ocorre que, embora surpreendente, a aquisição foi resultado de namoro antigo. Há pelo menos três anos os investidores tentavam acertar a compra da RBS em Santa Catarina, segundo uma fonte a par das tratativas ouvida pelo site de VEJA. E, a despeito da crise econômica – ou, talvez, também por causa dela -, Sanchez e Parisotto, com poucas opções no estagnado mercado de capitais, viram-se obrigados a olhar para os lados.

Nessa olhada de esguelha, depararam-se mais uma vez com a cobiçada operação catarinense da RBS. Segundo uma pessoa próxima a Parisotto, que pediu anonimato, o empresário passou a ter mais tempo para garimpar oportunidades de negócio desde que a Videolar, empreendimento que deu origem a sua fortuna, mudou sua principal área de atuação: em vez da fabricação de mídias removíveis, como CDs, DVDs e discos Blu-ray – segmento da indústria petroquímica que envolve uma cadeia de produção mais complexa -, a empresa passou a atuar no de refinamento de petróleo, mais simples.

Um estímulo extra para a aquisição é a vocação de Santa Catarina para a inovação. O Estado tem várias incubadoras de startups e centros de ensino que formam mão de obra para atuar em novas mídias, área que, para reduzir custos, os compradores querem priorizar no grupo. Esses fatores, segundo essa mesma fonte, motivaram o empresário a fechar negócio com a família Sirotsky, então dona da RBS.

A força do grupo em Santa Catarina, destino de mais da metade da verba publicitária do Estado, além de sua firme líderança de audiência, limitam os riscos da operação, segundo profissionais dos mercados publicitário e de mídia consultados pelo site de VEJA. Esses fatores contrabalançam o fato de Santa Catarina ser um Estado sencundário no mercado publicitário. Em 2014, o setor movimentou 1,19 bilhão de reais, segundo o Instituto Mapa, ou menos de 2% do ‘PIB publicitário’ nacional.

Lirio Parisotto e Carlos Sanchez são descritos como empresários “com sangue nos olhos”. Apesar da inexperiência no segmento da comunicação, os compradores do braço catarinense da RBS não desembarcaram no Estado para perder dinheiro, afirmam as fontes.”Os novos compradores não vieram para manter, mas para mexer, mudar e fazer crescer”, diz Paulo Alceu, jornalista catarinense que, no começou de fevereiro, deu a notícia do acordo em primeira mão.

A percepção de Alceu é ancorada nas palavras do próprio Sanchez. Em vídeo gravado por um colaborador, o empresário destaca que o novo grupo é uma empresa líder – e que ele gosta de empresas líderes.”Nós encontramos essa oportunidade aqui no Sul (…) Ela [RBS no Estado] tem mais audiência relativamente do que outras emissoras da Globo. Temos jornais aqui que são todos líderes”, afirmou. “Nós queremos crescer aqui dentro. O que dá pra ser explorado e conquistado dentro da mídia do Estado? Temos TV, jornais, rádios. O que mais podemos ter? Onde podemos crescer? Esse é nosso objetivo.”

Venda x Operação Zelotes – Por parte da RBS, o interesse da venda coincide com a citação do grupo na Operação Zelotes, da Polícia Federal, que apura irregularidades no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), espécie de tribunal da Receita Federal. A RBS é suspeita de pagar mais de 10 milhões de reais à SGR Consultoria Empresarial para anular multas aplicadas pelo órgão.

Com o risco de sofrer punições milionárias, a venda de ativos se torna estratégica para fazer caixa para um eventual pagamento de multas. Esse comentário zunia sempre que se falava da venda da operação catarinense da RBS. Oficialmente, o grupo afirmou apenas que a venda ocorreu para que ele pudesse centrar foco nas operações de seu Estado natal, o Rio Grande do Sul. Procurado, o grupo preferiu não conceder entrevista e que se manifestaria sobre o negócio apenas por comunicado oficial.

A transição para os novos donos deve durar dois anos. Ainda que os empresários mantenham segredo sobre detalhes desse processo, alguns passos já são conhecidos. A primeira é a provável alteração do nome RBS TV, grife que deixa Santa Catarina depois de 37 anos de existência, para TV Catarinense. Em paralelo, uma tendência forte é a digitalização de mídias impressas, como os jornais A Notícia, que circula na região de Joinville, no Norte do Estado, e Jornal de Santa Catarina, de Blumenau, no Vale do Itajaí. Também especula-se sobre a possibilidade de mudanças em cargos de gerência e cordenação. O presidente do novo grupo, já se sabe, será Mário Neves, diretor-geral de televisão da RBS.

De acordo com um profissional com mais de 30 anos no mercado de comunicação catarinense, Neves tem uma ótima relação com os profissionais da empresa e não deve promover mudanças significativas. Ainda assim, segundo a fonte, o que deve falar mais alto é a visão empresarial dos novos compradores. “Eles focarão em tecnologia e prezarão pela relação de mais resultados por menos custos”, afirma. “Isso implica enxugamento e renovação.”

Uma grande revolução no Estado aconteceria se, de fato, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, dirigisse a programação do novo canal de TV, como já foi aventado. Perguntado a respeito, ele se limitou a dizer, por e-mail, que não está envolvido diretamente no projeto, mas que está “palpitando”, já que Parisotto e Sanchez são seus amigos.

“Posso ajudar meus amigos, mas como colaborador apenas. Ainda vamos conversar sobre esse assunto quando for oportuno”, diz Boni. Segundo uma das fontes, a filial catarinense da RBS chegou a receber a visita de uma diretora de redação da TV Vanguarda, filiada da Rede Globo no Vale do Paraíba e dirigida por Boni. O motivo seria o de conhecer a estrutura técnica e de jornalismo.

Perfis dos compradores – Lirio Parisotto, ex-agricultor de origem humilde nascido em Nova Bassano, no Rio Grande do Sul, tem 62 anos, é médico por formação e atualmente ostenta uma fortuna de 1,1 bilhão de dólares, o que faz dele um dos 30 maiores bilionários brasileiros, segundo a revista Forbes. Sua relação com Santa Catarina é mais longeva que a iniciada com a compra da RBS – e não se limita ao mundo dos negócios. Investidor de peso do mercado de capitais brasileiro, ele é o maior acionista individual da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Frequentador assíduo do Costão do Santinho, resort de luxo em Florianópolis, ele já foi visto diversas vezes no Estado acompanhado de sua namorada, a modelo Luiza Brunet.

Já Carlos Sanchez – o 23º homem mais rico do país, com fortuna de 1,7 bilhão de dólares, segundo a Forbes -, é dono da EMS, pioneira e, desde 2013, líder nacional no segmento de remédios genéricos. Ele começou sua carreira trabalhando com o pai, Emiliano Sanchez, fundador da EMS, e assumiu a direção em 1988, aos 26 anos. Atualmente, a empresa, que produz, entre outros, os genéricos do Viagra, tem cerca de 7.000 funcionários. Além da EMS, o empresário é dono de outros três laboratórios: Legrand, Germed e Nova Química.

Em abril do ano passado, a EMS foi citada na Operação Lava Jato como uma das parceiras do Labogen, laboratório apontado pela Justiça como empresa de fachada que teria sido usada pelo doleiro Alberto Youssef para desvio de recursos. A declaração foi dada pelo então diretor de produção industrial e de inovação do ministério da Saúde, Eduardo Jorge Valadares Oliveira.

A suspeita que recai sobre a empresa de Sanchez é a de ter pago quase 8 milhões de reais, entre 2009 e 2014, à JD Assessoria, consultoria do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, para a obtenção de contratos com o governo. Nem Sanchez nem Parisotto quiseram falar com o site de VEJA.

RBS anuncia venda de operações de mídia em Santa Catarina

RBS anuncia venda de operações de mídia em Santa Catarina

Comunicação Negócios Notícias Poder Política

Foi anunciado nesta segunda-feira (7) acordo entre os acionistas da RBS e os empresários Lírio Parisotto e Carlos Sanchez, do Grupo NC, juntamente com outros investidores, para a compra das operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em Santa Catarina. A conclusão do negócio está sujeita à condição suspensiva de aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e dos demais órgãos regulatórios do setor, bem como ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais para estes tipos de transações.

A aquisição parte de uma associação dos empresários para o desenvolvimento de negócios de mídia no Estado de Santa Catarina. Lírio Parisotto atua na área de mídia por meio de sua empresa Videolar e no setor de petroquímica a partir da Innova. Carlos Sanchez amplia o processo de diversificação de seus negócios, a partir do Grupo NC, um dos maiores conglomerados econômicos do país.

Durante reunião com colaboradores, na sede da empresa, em Florianópolis, foi anunciado que o atual diretor-geral de Televisão em Santa Catarina, Mário Neves, será o presidente da empresa. Os investidores destacaram que a gestão dos negócios seguirá normalmente e a independência editorial será mantida. Ressaltaram, ainda, que a decisão é resultado da crença de ambos no enorme potencial do Estado de Santa Catarina e na indústria da comunicação. Todos os investimentos de comunicação dos empresários serão centrados no Estado.

O processo de transição será gerido a partir de comitês com o objetivo de garantir a continuidade e a excelência das operações. A sinergia entre as empresas em Santa Catarina será mantida a partir de parcerias operacionais e comerciais.

Com o movimento, a RBS foca seus esforços de mídia no Rio Grande do Sul, onde o grupo empresarial foi fundado em 1957, com marcas jornalísticas como Zero Hora, Rádio Gaúcha e RBS TV. Além dos negócios de comunicação, o grupo é proprietário da e.Bricks, empresa de investimento digital com atuação no Brasil e nos Estados Unidos.

Desde que chegou a Santa Catarina, a RBS construiu mais do que um investimento empresarial. Foram 37 anos de compromisso e amizade com catarinenses. A empresa e seus acionistas sentem-se honrados em ter participado do desenvolvimento do Estado, levantando bandeiras como a duplicação da BR-101, o projeto Viver SC e movimentos como Floripa Te Quero Bem, Joinville Faz Bem, Viva Blumenau e Chapecó Tudo Acontece, entre outros.

A RBS orgulha-se de ter criado milhares de empregos no Estado e dos investimentos para levar informação e entretenimento de qualidade ao público. A atuação em rede promoveu Santa Catarina para o país e deixou gaúchos e catarinenses ainda mais próximos. A empresa, seus colaboradores e acionistas são muito gratos por tudo que aprenderam com os catarinenses. Uma relação fraterna que jamais será rompida.

Sicredi fecha 2015 com saldo positivo no Rio Grande do Sul e projeta expansão para 2016

Sicredi fecha 2015 com saldo positivo no Rio Grande do Sul e projeta expansão para 2016

Economia Negócios Notícias Poder Política

O Sicredi encerrou 2015, no Rio Grande do Sul, com um cenário diferenciado da realidade atual da economia brasileira. A operação acumulada do ano fechou com saldo positivo, somando ativos totais administrados acima de R$ 26,350 bilhões, que representam 21,59% de crescimento sobre igual período de 2014. A instituição cooperativa vislumbra perspectivas de muito trabalho para 2016, com cautela, mas otimista. “Justamente em situações onde a economia mostra dificuldades é que deveremos ter olhos para perceber as oportunidades. Ou saber cria-las. É importante que nesse período de recessão econômica, se faça a leitura correta do mercado e não se generalize perdas e retrações, justamente para não se gerar crise onde ela não se instalou”, ressalta o diretor executivo da Central Sicredi Sul, Gerson Seefeld. As sobras totais (distribuída aos associados no final de cada ano fiscal) somaram mais de R$ 754,544 milhões, tendo crescido 67,39 % sobre o ano passado.

Por essas razões, que o dirigente aponta que as oportunidades de expandir em 2016 são reais e viáveis. Fruto do perfil empreendedor do Sicredi que, segundo ele, vem da sua capacidade de adaptação nas dificuldades, e do planejamento rigoroso de cada processo de crescimento. “Não há mágica. Há muito trabalho e um entendimento das cooperativas e associados para se engajarem na preservação da integridade do negócio, na qual eles são os donos. Essa é a fórmula assertiva do Sicredi para conseguir manter crescimento e desempenho positivos frente as adversidades econômicas que o mercado passa atualmente”, pondera Seefeld.

E nesta lógica, as 39 cooperativas do Rio Grande do Sul filiadas ao Sistema Sicredi, que possuem 574 pontos de atendimento com cobertura em 452 municípios (92%), obtiveram aumento de 5,41% no número de associados Pessoa Física e 6,74% em Pessoa Jurídica somando mais de 1,508 milhão de associados.

O patrimônio líquido ficou acima dos R$ 3,928 bilhões, representando uma evolução de 21,38% sobre o ano passado. Os depósitos totais cresceram 17,78%, somando mais de R$ 12,263 bilhões (com share de 16,8%). E na carteira de poupança a evolução foi de 22,06%, apresentando mais de R$ 2,744 bilhões (e share de 5,09%). Já nas operações de crédito totais o avanço foi de 6,77%, totalizando mais de R$ 13,386 bilhões (share de 8,01%).

Conheça algumas das razões do Sicredi ter crescido no RS em 2015:

– Consolidação do desenvolvimento das 39 cooperativas filiadas no RS nas suas áreas de cobertura, que deflagrou crescimento e expansão no Rio Grande do Sul;

– Intensificação do relacionamento e de parcerias estratégicas com as Cadeias Produtivas de vários segmentos do RS;

– Investimento direto com foco na capacitação dos associados, em parceria com o Sebrae/RS e com o Banco Central, para implantação de formação continuada e cursos de educação financeira;

– Processo contínuo de construção do relacionamento direto com as comunidades tendo como cerne os sete princípios do cooperativos.

 

RESUMO Sicredi no Rio Grande do Sul:

 

CATEGORIA DESEMPENHO CRESCIMENTO PREVISÃO 2016
Poupança R$ 2,744 bilhões(share de 5,09%) 22,06% 19,10%
Associados 1,508 milhão PF 5,41% e PJ 6,74% 4,22%
Patrimônio Líquido R$ 3,928 bilhões 21,38% 16,7%
Ativos Totais ADM R$ 26,350 bilhões 21,59% 9,57%
Crédito Total + Financiamento RURAL R$ 13,386 bilhões(share de 8,01%) 6,77% 8,82%
Depósitos Totais R$ 12,263 bilhões(share de 16,80%) 17,78% 11,74%
Sobras R$ 754,544 milhões 67,39%%
Unidades de Atendimento Inauguraram 10 UAs novas PREVISTAS17 novas UAs

 

RESUMO NACIONAL

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3,2 milhões de associados e 1.394 pontos de atendimentos, em 11 Estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

  • Mais de 3,2 milhões de associados |cresceu 7,9%
  • R$ 52,6 bilhões de ativos totais | cresceu 14,2%
  • R$ 30,6 bilhões em operações de crédito total | cresceu 10,1%
  • R$ 8,1 bilhões de patrimônio líquido | cresceu 21,1%
  • 18,8 mil colaboradores
  • São 95 cooperativas no Brasil
  • 1.394 pontos de atendimento | foram 60 novos pontos abertos em 2015
  • R$ 1,442 bilhão em sobras | cresceu 14,1%

(Dados Base/Dez 2015)

 

Construção gaúcha de hotéis mundiais

Construção gaúcha de hotéis mundiais

Economia Negócios Notícias

Leva a assinatura da Ivo Rizzo a construção de dois novos hotéis com a bandeira IBIS na região sul do país. Até o final de setembro, a construtora e incorporadora gaúcha entrega a obra civil do Ibis Chapecó, em Santa Catarina(foto). São 132 apartamentos em uma área total construída de mais de 4 mil m². No Rio Grande do Sul, em Carlos Barbosa, a empresa também começou recentemente mais uma obra daquele que será o primeiro hotel de rede na cidade da Serra Gaúcha. Por lá serão 112 unidades distribuídas em cerca de 5 mil m².

O Ibis é a rede econômica de hotéis do Grupo Accor, líder na Europa. Com mais de 3.700 hotéis em 1900 destinos, o grupo está presente em 92 países e tem planos audaciosos de expansão nos três estados da região sul do Brasil. Os novos hotéis do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul serão operados pela empresa Atrio, de Joinville, que é a maior franqueada da Accor no Brasil. Especializada no desenvolvimento, implantação e gerenciamento de hotéis de negócios e lazer, a Atrio possui um modelo único de negócios, que alia a associação com marcas hoteleiras internacionais a um sistema de gestão focado no retorno para o investidor e a manutenção do seu patrimônio.

A parceria com a Ivo Rizzo deve se estender para outros canteiros de obra. Nos próximos meses, as duas empresas devem anunciar a construção de mais um Ibis na metade Sul do Rio Grande do Sul. Cada canteiro de obra desses empreendimentos gera 80 empregos diretos e mais 40 indiretos, além de movimentar a economia da cidade e proporcionar outras novas vagas de trabalho quando as unidades estiverem em pleno funcionamento.

RBS TV pode definir fim dos blocos de notícias nas emissoras do interior

RBS TV pode definir fim dos blocos de notícias nas emissoras do interior

Comunicação Notícias Poder Publicidade

Uma reunião entre todos os coordenadores de telejornalismo da RBSTV interior e a chefia de Porto Alegre está marcada para esta quinta-feira, 24, na Capital.  Ao final do encontro pode ser anunciado o fim das produções locais do RBS Notícias no interior do RS, assim como aconteceu em Santa Catarina. Com isso, todo noticiário da noite seria apresentado de Porto Alegre, por Elói Zorzetto e Carla Fachim. Em algumas cidades catarinenses foram reduzidos também o número de blocos do JA produzidos no interior. No Rio Grande do Sul, reuniões entre as praças têm acontecido nas últimas semanas.

PS: É claro que o interior seguirá sendo contemplado com reportagens. Por sinal, em algum lugar das minhas memórias televisivas, está um bloco de produção local aos domingos dentro do Fantástico. Tô falando da década de 70. A lembrança não é muito precisa, mas nela o Bira Valdez anunciava a criação da Rede Regional de Notícias. Rodaram VTs de diversas praças. Nunca esqueci a reportagem de um pastel feito em Santa Maria. Anos mais tarde fui até a cidade, mas não achei ninguém que soubesse onde era produzido aquela iguaria que segue na minha lembrança. (Foto: Gabriela Haas/RBS TV)