Prefeito eleito do Rio de Janeiro Marcelo Crivela fala sobre finanças públicas, segurança pública e carnaval

Prefeito eleito do Rio de Janeiro Marcelo Crivela fala sobre finanças públicas, segurança pública e carnaval

Notícias Poder Política

 

O Senador Marcelo Crivela(PRB), prefeito eleito do Rio de Janeiro conversou com o jornalista Felipe Vieira sobre a situação das finanças municipais e estaduais, seu plano para a área da segurança pública baseado no que viu em Jerusalém, onde são usadas armas não letais, carnaval e outros assuntos.

Adolescente é morta a tiros perto de supermercado no Menino Deus. Vítima foi alvejada diversas vezes por criminosos que estavam em um Gol preto; do Correio do Povo

Adolescente é morta a tiros perto de supermercado no Menino Deus. Vítima foi alvejada diversas vezes por criminosos que estavam em um Gol preto; do Correio do Povo

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Uma adolescente de 17 anos foi morta a tiros, na noite desta terça-feira, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. A vítima foi alvejada diversas vezes, por volta das 21h25min, nas proximidades do supermercado Nacional da rua Múcio Teixeira.

De acordo com informações preliminares da Brigada Militar, um VW Gol de cor preta passou pela Travessa Pesqueiro e, de dentro dele, saíram os disparos. Testemunhas ouviram ao menos 15 tiros e disseram que o carro ainda atropelou e arrastou a vítima por meia quadra até o local onde corpo foi achado. A área foi isolada para perícia e ainda não há suspeitos para o crime.

RS: Cairoli fala sobre pedido de auxílio ao Exército para enfrentar crise na Segurança

RS: Cairoli fala sobre pedido de auxílio ao Exército para enfrentar crise na Segurança

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Conversei com o vice-governador José Paulo Cairoli sobre o encontro dele nesta terça-feira, com o Comando Militar do Sul, em busca de auxílio para a crise de segurança que o Rio Grande do Sul enfrenta. O Comando é responsável pelo contingente do Exército em toda a região Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná).

Conforme a assessoria do governo, o encontro serviu para Cairoli expôr as dificuldades. O oficial que o recebeu garantiu que o assunto vai ser levado adiante. O comandante militar do Sul, general de Exército Edson Leal Pujol, não participou da reunião por estar em viagem pela Argentina.

Desde as 6h desta terça-feira, 136 soldados da Força Nacional de Segurança, cedidos pelo governo federal, passaram a integrar o efetivo da Brigada Militar em função da sequência de crimes com repercussão ocorridos em Porto Alegre. O efetivo vai atuar em áreas de maior incidência de delitos e por tempo indeterminado. Custeada pelo Ministério da Justiça, a Força Nacional se une a 160 soldados da BM que já compõem a Operação Avante, empregada em ações de patrulhamento, barreiras móveis e abordagens.

Também por tempo indeterminado, Cairoli mantém o comando interino da Secretaria da Segurança Pública até que se defina o nome do sucessor de Wantuir Jacini – que pediu exoneração na quinta-feira passada. (Felipe Vieira com informações de Camila Diesel/Rádio Guaíba)

SIMERS vai São Lucas/Puc após novo caso de violência na saúde em Porto Alegre

Notícias Saúde

O Sindicato Médico do RS (SIMERS) vai ao Hospital São Lucas da PUC para conferir a situação no local após homem ser morto e outro baleado em frente à instituição, conforme notícia da imprensa. O novo caso de violência acentua a cobrança por medidas do governo estadual e ocorre justamente um dia após o presidente do Simers, Paulo de Argollo Mendes, reunir-se com o secretário estadual de Segurança Pública, Wantuir Jacini.

Argollo considera que as medidas prometidas pelo secretário precisam ser urgentemente implantadas. A entidade verificará as condições para a manutenção do atendimento devido ao impacto da violência. É o oitavo caso do ano de violência em unidade de saúde em Porto Alegre este ano, sendo que a maior parte envolve disparos de arma e mortes.

Dados: Em 2015, foram 33 ocorrências de violência no Estado, sendo 22 em Porto Alegre. O número mais que dobrou frente a 2014, que teve 14 casos (8 na Capital). Os dados compõem monitoramento do SIMERS, com base em relatos e notícias da Imprensa.

Em 2016, subiu para 8 casos, com o desta quarta-feira. Todos em Porto Alegre. Este ano a violência aumentou: houve ataques a postos, como o da Cruzeiro, que teve de ser fechado devido ao nível da violência, com mortes e disparos de metralhadora. Houve tentativa de execução de um homem a tiros dentro da emergência do HPS, execução de um paciente dentro do Cristo Redentor e tiroteio com morte entre bandidos e policiais em frente ao hospital da zona norte.

Reunião na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) entre SIMERS e Jacini definiu pela criação de uma câmara temática para cuidar das questões de segurança na saúde. O grupo de trabalho vai reunir integrantes do SIMERS, outras entidades médicas e órgãos de segurança. Argollo reforçou as principais reivindicações: integração do videomonitoramento existente em diversos órgãos, instalação de botões de pânico, policiamento em cada unidade, aumento do efetivo da Guarda Municipal e até detectores de metais nos acessos.

Sartori garante cumprimento de metas em Plano de Segurança, mesmo com falta de efetivo; por Vitória Famer/Rádio Guaíba

Sartori garante cumprimento de metas em Plano de Segurança, mesmo com falta de efetivo; por Vitória Famer/Rádio Guaíba

Destaque Poder Política Segurança

Após o início de um curso de formação para 224 policiais civis, o governador José Ivo Sartori (PMDB) e o secretariado asseguraram, em coletiva de imprensa, no início da tarde de hoje, no Palácio Piratini, que a gestão vem cumprindo o cronograma para melhorar os índices ainda desfavoráveis no âmbito da Segurança Pública no Rio Grande do Sul. Sartori apontou que o governo vem conseguindo atingir as metas do Plano de Segurança, sobretudo, no que se refere ao policiamento ostensivo, mesmo que as entidades de servidores reafirmem o déficit crescente de efetivo.

“Nessa fase, realmente é aquilo que nós determinamos no fim de junho. Estamos cumprindo com o que nos propusemos e vamos avançar cada vez mais, para que até 2018, façamos o cumprimento de tudo aquilo que foi expresso. Agora, se as condições melhorarem, se a economia voltar a funcionar, se houver uma melhor arrecadação e a queda não seja tanta, e que haja condições de fazer o melhor, vamos avançando conforme nós estamos fazendo”, pontuou.

O Piratini convocou, na sexta-feira, mais 530 brigadianos – desses, 424 serão formados como policiais e o restante, de 106, vão para o Corpo de Bombeiros. Porém, os novos PMs só devem chegar às ruas em junho de 2017, após a formação. Ontem, teve início o curso de formação de mais 224 escrivães e inspetores, que também só devem começar a atuar no início do ano que vem.

Já o secretário da Segurança Pública, Wantuir Jacini, questionado sobre a falta de combustível em delegacias do Litoral Norte, afirmou que vai averiguar o caso específico, levantado pela reportagem da Rádio Guaíba nesta terça-feira. ”Quando os recursos vêm da Secretaria da Fazenda, eles são distribuídos dentro das cotas para todas as instituições. E elas recebem as cotas e fazem a administração dessas cotas com suas delegacias, no caso específico. Esse caso (pontual), é um caso de gestão dentro da Polícia Civil, que vou pedir informações para saber o que está acontecendo”, assegurou Jacini.

Com relação aos dados da Segurança Pública, divulgados nos últimos dias, os roubos seguidos de morte tiveram elevação de 34%, passando de 66 para 89 casos; os homicídios registraram crescimento de 6%, passando de 1.203 para 1.276. (Vitória Famer/Rádio Guaíba)

Fazenda garante recursos e reclama de ‘falhas de gestão’ na Secretaria da Segurança do RS; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Fazenda garante recursos e reclama de ‘falhas de gestão’ na Secretaria da Segurança do RS; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Destaque Economia Negócios Poder Política Segurança

O secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, afirmou, nesta quinta-feira, que os recursos para a implementação do Plano de Segurança Pública do Rio Grande do Sul estão garantidos desde o anúncio do governador José Ivo Sartori. Segundo Feltes, se ainda há demora na execução do plano, como a liberação de horas extras e diárias, por exemplo, isso decorre de um “problema de gestão” da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Feltes chegou a dizer que não é mais possível responsabilizar a Secretaria da Fazenda pela demora na execução do plano.

“Acho que ontem nós alinhamos os discursos em uma reunião patrocinada pelo vice-governador (José Paulo) Cairoli onde eu havia sugerido a reunião com Comando da Brigada, Polícia Civil, IGP, Susepe, todo mundo lá. Na verdade eles não implementaram ainda (a Segunda Etapa do Plano de Segurança Pública) porque lhes faltaram condições, mas não financeiras. O dinheiro está disponibilizado desde o dia do anúncio do governador, o problema lá (na SSP) foi de gestão mesmo. Acho que nós alinhamos ontem o discurso. A desculpa não pode mais ser a Secretaria da Fazenda. Sempre esteve (garantido o dinheiro para as medidas) desde o anúncio do governador. Quando o governador anunciou, poderia a Secretaria de Segurança ter implementado de uma forma mais visível”, explicou Feltes.

A Segunda Etapa do Plano de Segurança foi anunciada há quase um mês e prevê investimentos de mais de R$ 160 milhões, sendo R$ 52 milhões somente para horas extras e diárias. Extraoficialmente, fontes ligadas à Segurança Pública dizem que esses valores de diárias e horas extras não foram empenhados pelo governo, ou seja, documentados, dando garantia de que os gestores já podem efetivar o plano. Em tese, isso também afeta o repasse de R$ 30,5 milhões reservados para a reestruturação e o reaparelhamento dos órgãos da SSP ainda em 2016.

O Plano prevê, também, a contratação de 2 mil brigadianos e 600 policiais civis até o fim de 2017. O chamamento está previsto para ocorrer em três etapas, sendo o primeiro grupo convocado em agosto. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Judiciário adverte que LDO com gastos congelados vai aumentar morosidade de processos no RS; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Judiciário adverte que LDO com gastos congelados vai aumentar morosidade de processos no RS; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Direito Notícias Poder Política Segurança

Um dia após a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pela Assembleia, o Judiciário reiterou dificuldades que serão enfrentadas em serviços prestados à população, no ano que vem. O presidente do Conselho de Comunicação do Tribunal de Justiça declarou que a tramitação de processos tende a ficar ainda mais morosa e que vai ser difícil recuperar o tempo perdido. Tulio Martins alertou para o déficit de juízes no Rio Grande do Sul e o possível fechamento de varas e comarcas em função do congelamento de contratações previsto na lei que embasa o orçamento. “Nós estamos precisando de mais de 100 juízes, entretanto, há um concurso em aberto para apenas 60. Só que com a confirmação da LDO, nem esse grupo será chamado. O resultado vão ser diversas comarcas e varas que ficarão sem juízes para atender as causas da população”, lamentou.

Martins sustentou, ainda, que o Judiciário não pode ser responsabilizado pelo desequilíbrio financeiro dos cofres públicos. “Nós respondemos apenas por 6% do orçamento do estado. Então, nem o problema e, tampouco, a solução estão concentrados no Judiciário”, ponderou.

Antes da aprovação da LDO, o presidente do TJ tentou negociar flexibilizações ao texto com os parlamentares. Na oportunidade, Luiz Fernando Difini já havia argumentado que o serviço pode ficar inviabilizado em 2017, em função do congelamento das despesas.

A LDO vale para todos os Poderes e órgãos da administração pública, mantendo os gastos com custeio e limitando em 3% o crescimento da folha de pessoal em relação a 2016. Isso significa que, pelo segundo ano consecutivo, salários e concursos públicos seguirão congelados, com a garantia, apenas, de reajustes concedidos ainda na gestão anterior.

Já o governador rebate afirmando que o sacrifício precisa ser compartilhado entre todos e que a LDO foi elaborada de forma realista. José Ivo Sartori defende que o Rio Grande do Sul é um só, fazendo clara referência que os recursos para todos os poderes saem dos cofres públicos abastecidos pelos contribuintes.

Segurança pública pode ter nomeações

Há uma “luz no fim do túnel”, porém, em meio ao enxugamento em todos os setores do poder público. Em compensação às limitações impostas pela LDO, há uma promessa de reforço na área da Segurança Pública.

Sartori deve anunciar, amanhã, nomeações para a Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe e Instituto Geral de Perícias (IGP). Estão previstas, também, a liberação de recursos para ampliar horas extras e diárias para o setor. Não está descartada, ainda, a abertura de concursos públicos, conforme fontes do governo.

Só na Brigada Militar, 1.008 PMs já se aposentaram, em 2016, conforme a Associação de Cabos e Soldados do Rio Grande do Sul. Dos cerca de 2 mil aprovados na seleção mais recente da BM, a tendência é de que o Estado chame 500. O risco, ainda conforme a Abamf, é de que o número de aposentadorias chegue a três mil, até o fim do ano. O déficit de PMs, conforme o presidente da Associação, é de 22 mil: há hoje 15 mil policiais para um efetivo ideal de 37 mil.

Já a Ugeirm Sindicato, que representa os policiais civis, receia que dos 650 aprovados para a corporação, só 280 sejam chamados agora. A entidade projeta que o total de servidores chegue hoje a 5,2 mil, entre agentes e delegados, e fala que o efetivo ideal é de mais de dez mil.

Sartori anunciará nesta quinta-feira medidas para área de segurança pública

Sartori anunciará nesta quinta-feira medidas para área de segurança pública

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O governo do Estado anuncia nesta quinta-feira (30), às 10h, a segunda fase do Plano Estadual de Segurança Pública. O anúncio será no salão Negrinho do Pastoreio do Palácio Piratini e contará com a presença do governador José Ivo Sartori e do secretário da Segurança Pública, Wantuir Jacini. As ações da segunda fase representam R$ 166,9 milhões em novos investimentos até o início de 2018 – recursos para o pagamento de horas extras e diárias, ampliação dos efetivos e investimentos no reaparelhamento dos órgãos da Segurança Pública.

Entre as iniciativas apresentadas estão o chamamento dos aprovados no último concurso da Brigada Militar e da Polícia Civil e a realização de novos concursos para a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) e Instituto-Geral de Perícias (IGP). A reestruturação do sistema penitenciário gaúcho, com um plano que prevê a geração de novas vagas prisionais, completa o pacote de medidas.

INSegurança: Deputado promove debate aberto com Secretário de Segurança Pública na segunda-feira em Porto Alegre

INSegurança: Deputado promove debate aberto com Secretário de Segurança Pública na segunda-feira em Porto Alegre

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Um dos assuntos que mais preocupam e mobilizam os gaúchos atualmente, a segurança pública é tema da Reunião Pública do Mandato que o deputado Tiago Simon (PMDB) realiza na tarde da próxima segunda-feira (27/6).

Para debater iniciativas e soluções para a segurança na Capital, Tiago Simon contará com as presenças do secretário de Estado de Segurança Pública, Wantuir Jacini, e do vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, que farão exposições sobre iniciativas em andamento e previstas para a segurança.

Dia: 27 de junho Horário: 14 horas Local: Assembleia Legislativa do Estado Sala João Neves da Fontoura (Plenarinho)/3º andar

Estado passa a divulgar índices de criminalidade só a cada seis meses

Estado passa a divulgar índices de criminalidade só a cada seis meses

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A Secretaria de Segurança Pública (SSP) vai passar a divulgar somente a cada seis meses os índices de criminalidade no Rio Grande do Sul. Até o ano passado, os dados eram divulgados a cada três meses. Os últimos índices revelados pela Secretaria, relativos ao fim do ano passado, apontaram que houve redução no policiamento e nas prisões em flagrante. A redução da frequência de divulgação dos índices de criminalidade foi confirmada nesta quarta-feira pelo secretário da Pasta, Wantuir Jacini. Segundo o gestor da Segurança Pública, o atraso na divulgação dos dados se deve à implementação de um novo sistema de análise de dados. Segundo Jacini, o atual sistema de levantamento de dados é muito trabalhoso.

“Precisamos atualizar a tecnologia. A tecnologia existente traz muitas dificuldades. (As atuais tecnologias) são manuais, dão muito trabalho para fazer”, explicou Jacini, lembrando que a legislação estadual permite a alteração.

Jacini também negou que a alteração sirva para reduzir a pressão sobre a SSP por resultados melhores. Segundo a assessoria de imprensa da Pasta, o novo sistema já está sendo implementado, e 40 servidores estão sendo treinados há duas semanas. A previsão é que em dois meses os agentes da Segurança Pública já saibam utilizar o sistema. O novo software de gestão dos dados, o Qlikview, foi adquirido com recursos do Programa de Oportunidades e Direitos (POD), parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O investimento do BID no Estado é de US$ 56 milhões, sendo US$ 6 milhões de contrapartida estadual.

Durante a gestão do ex-governador Tarso Genro também houve alteração na periodicidade de divulgação. Em 2013, o intervalo passou de mensal para trimestral.

Durante a entrevista coletiva que antecedeu a participação de Jacini em evento da Federasul, o secretário voltou a defender a atuação da Brigada Militar no acompanhamento dos últimos protestos contra o governo interino de Michel Temer. Para Jacini, a atuação foi adequada inclusive no caso em que um grupo de meninas denunciou abuso de autoridade por parte dos policiais.

“Em toda ação corresponde uma reação. As polícias, no cumprimento da lei, têm uma postura dentro da lei. É preciso que as pessoas que estão fazendo manifestações façam as manifestações, em lugares públicos, que não tirem o direito de ir e vir das pessoas. Foi adequado (o comportamento dos policiais) naquele momento”, defendeu.

Questionado sobre protestos de outros grupos em que também houve bloqueio de vias por diversas horas, como nos atos em apoio ao impeachment na Avenida Goethe, Jacini disse que as lideranças agiram de forma diferente.

“Em outras manifestações as lideranças prontamente se deram conta de que estavam tirando o direito das outras pessoas e pararam, cessaram. (No Parcão) foi falado e eles saíram dali. Se eles não saíssem, aí sim”, argumentou o secretário.

Fonte:Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba