Federasul anuncia criação de uma Escola de Líderes

Federasul anuncia criação de uma Escola de Líderes

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 Para preparar e garantir a participação de lideranças empresariais nos espaços de decisão públicos e privados, a Federasul idealizou e organizou a Escola de Líderes. Sob medida para mobilizar líderes que promovam o empreendedorismo e o desenvolvimento sustentável, a entidade anuncia seu mais novo produto, que tem o olhar nos novos tempos, exatamente quando completa 90 anos. “Estamos nos preparando para o futuro e dispostos a formar e oferecer à sociedade lideranças comprometidas com o trabalho, com a produção e com a moralidade, a fim de promover as mudanças necessárias nos sistemas de gestão de organismos responsáveis pela organização da comunidade. Acreditamos no associativismo e na participação efetiva da sociedade.”

Ao repetir a missão da Escola, a presidente da Federasul, Simone Leite, lembra que o maior desafio é conquistar as lideranças para este projeto. Nos eixos temáticos, a Escola vai desenvolver onze tópicos como valores, que vão do trabalho, passam pela ética, defesa do empreendedorismo, Estado necessário e eficiente, entre outros.

A formação poderá ser feita através de dois sistemas: o continuado, em dois semestres, seis disciplinas, com aulas as sextas à noite e sábados pela manhã ou aos sábados durante todo o dia, e a de formação coaching, de três meses, com aulas quinzenais aos sábados. A Escola de Líderes, explica Simone Leite, foi idealizada por um grupo de dirigentes da entidade. O vice-presidente de integração, Rodrigo de Sousa Costa, destaca que “o projeto, que foi apresentado em todo o Estado e recebeu grande receptividade, está focado no novo perfil de lideranças para os desafios do Brasil de hoje, uma visão humana comprometida com o mundo real, com a necessidade de produzir riquezas para sustentar direitos, resgatando deveres individuais e coletivos para uma sociedade saudável onde a classe produtiva deve emprestar seus melhores valores aos espaços públicos e coletivos”.

A ideia principal é ajudar as lideranças a promoverem as mudanças alicerçadas em um código de ética benéfico à sociedade, na lógica do empreendedorismo, do associativismo, da liberdade de mercado, do estado necessário e do desenvolvimento sustentável.

“Vamos posicionar a Escola como referência na mobilização e formação de pessoas que possam ocupar funções em espaços de decisão públicos e privados”, reconhece a presidente, lembrando que a proposta é ambiciosa.

Com um amplo e diversificado conteúdo, serão abordados temas como organização da sociedade, sistema de governo e gestão pública. Seus conceitos são três: político, comunicação e marketing político/eleitoral, cujos itens são abertos em janelas específicas, com matérias também sob medida que abordarão até mesmo as regras das eleições.

A Federasul pede unidade de ação

A Federasul pede unidade de ação

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Unidade de ação é a primeira grande revolução que precisamos neste Estado, disse a presidente da Federasul, Simone Leite, na abertura do Congresso da entidade, nesta sexta-feira (07), em Canela. “Chega de nos dividirmos por questões menores, interesses específicos, questões que no final do dia não nos constroem e que nos distanciam do que podemos e precisamos ser”. Presente na abertura, o governador José Ivo Sartori, pediu “para unir forças em favor de um Estado mais eficiente, um Estado para todos e não para alguns, um Estado para a sociedade e não para si mesmo”.

Para uma plateia composta por mais de 300 empreendedores e líderes empresariais Simone Leite sugeriu ação verdadeira, trabalho conjunto para a retomada do protagonismo e declarou que a Federasul se propõe a ser o elo indutor para ajudar a construir o Rio Grande que tanto queremos.

O governador, utilizando o slogan do Congresso da Federasul, “Liderar e Transformar” disse que o Estado está no meio da travessia “e a continuidade desse trajeto depende de líderes consistentes e com espírito transformador”. Ele lembrou que “desde o começo do nosso governo, eu sabia que havia chegado a hora de fazer um profundo processo de modernização do Estado”.

Sartori falou ainda das medidas tomadas como o decreto de contingenciamento dos gastos, das mudanças estruturais feitas no Estado e afirou que fez o que precisava ser feito sem pensar na próxima eleição. “Era hora de pensar na próxima geração”, enfatizou.

Já, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), George Pinheiro, destacou a importância da participação empresarial nas decisões políticas e afirmou que os verdadeiros empreendedores “somos nós que trabalhamos diariamente apesar de tudo, gerando emprego e riqueza  para ao País”.

Simone Leite vence disputa para presidência da Federasul

Simone Leite vence disputa para presidência da Federasul

Cidade Comunicação Economia Negócios Notícias Poder Política Porto Alegre
Simone Leite acaba de ser eleita por 27 votos a 19, presidente da Federasul. Ela venceu a disputa contra Paulo Afonso Pereira. pela chefia da Federasul.  Esta foi  primeira disputa de eleição para presidente da história da entidade. Simone obteve a vitória com os votos das entidades do interior. A Federasul pela primeira vez será presidida por uma mulher.
Pereira foi aclamado ontem como novo presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) – filiada e principal mantenedora da Federasul. O executivo era o único inscrito nessa disputa, já que Simone decidiu não ingressar com a sua chapa. Até agora, ACPA e Federasul sempre tiveram o mesmo presidente.

 

Presidência da Federasul deve ter embate entre Paulo Afonso Pereira e Simone Leite

Presidência da Federasul deve ter embate entre Paulo Afonso Pereira e Simone Leite

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Foi por água abaixo o plano do presidente da Federasul,  Ricardo Russowsky de emplacar  Simone Leite liderando uma chapa única para presidência da Entidade. Nos últimos dias começou a ser montada por integrantes de peso da Federação e da Associação Comercial de Porto Alegre, o lançamento da candidatura de Paulo Afonso Pereira. Para quem não acompanha… Ao longos dos últimos meses, Russowsky tenta construir como sua sucessora o nome de Simone, candidata derrotada pelo PP ao senado em 2014.  Atualmente ela é vice de Integração da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul e presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Canoas.. Por sinal, como normalmente quem preside a Federasul comanda também a Associação Comercial de Porto Alegre, Simone se associou no último mês a ACPA. Estranho, ela sendo atual presidente da CICSCanoas, simplesmente sair de um cargo e ocupar outro. Sinceramente? Me daria a impressão é de que a impressão de que a Associação da Capital não gera o interesse de ninguém que empreende aqui. Uma alternativa não descartada é que a candidatura de um(a) empresário(a) se apresente e atue de forma “coligada”.

O problema é que corretamente, integrantes importantes do Conselho do sistema Federasul, que reúne 237 associações comerciais, industriais, de serviço e agricultura do Estado e mais de 40 mil empresas não querem ver uma entidade de credibilidade nas mãos de uma pessoa que recentemente concorreu em eleições majoritárias. Uma coisa é o que aconteceu com empresários como Paulo Afonso Feijó e José Paulo Cairolli, que presidiram a entidade e depois optaram por carreiras políticas. Outra é alguém com ambições de ocupar cargos na esfera pública usar a Federasul para ganhar holofotes e depois voltar a se candidatar. Na minha opinião estão certos os que tentam evitar que Simone chegue ao poder. Afinal, vivemos o pior momento das últimas décadas da política brasileira, inclusive com vários integrantes do partido dela sendo acusados de corrupção em nível nacional e dando votos decisivos na Assembleia Legislativa para aumento de impostos. Algo que a Federação é terminantemente contra.  Imaginem na presidência de uma entidade séria e plural uma pessoa com compromissos partidários. Não, né? Fontes indicam que um acordo entre eles foi tentado, mas não obtido. Portanto, hoje a tendência é de que tenhamos confronto entre Simone Leite e Paulo Afonso Pereira.

 

 

 

CDL lança campanha por “redução da sensação de insegurança” na Capital

CDL lança campanha por “redução da sensação de insegurança” na Capital

Negócios Notícias Política

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre lançou campanha, nesta quinta-feira, para reduzir a “sensação de insegurança” entre os consumidores da Capital. Para a entidade, a impressão da população gaúcha é maior do que a real situação de criminalidade nas ruas e isso tem prejudicado o comércio. O mote da campanha é o #ReageRS, já de olho na divulgação pela internet.

“Nosso movimento é um apelo para que as pessoas voltem a transitar nas ruas e a consumir com tranquilidade”, destacou o presidente da CDL Porto Alegre, Gustavo Schifino. “Queremos coibir o medo, que teve início quando a segurança pública mostrou fragilidade no momento das paralisações contra o parcelamento dos salários. Na mente das pessoas estamos vivendo em uma Medellín dos anos 80, mas a realidade não é essa”, enfatizou.

O presidente da AGV, Vilson Noer, garantiu que as entidades estão otimistas em reverter essa situação de extrema gravidade, quebrar esse gatilho de insegurança. “Queremos conscientizar as pessoas de que, se elas ficarem em casa, as coisas tendem a piorar. Sem girar a economia, seus familiares podem perder o emprego”, ponderou.

O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, destacou que os representantes do #ReageRS se reuniram com a Secretaria de Segurança Pública e com o Governo do Estado para solicitar providências contra a insegurança. “Eles se comprometeram a fornecer um policiamento mais ostensivo e um efetivo mais visível para a população”, adiantou. Por sua vez, Simone Leite, vice-presidente da Federasul, comemorou a união das entidades. “Juntamos nossos esforços para ter a indústria produzindo, o comércio vendendo e os prestadores de serviço com casa cheia”.

“Estamos lidando com o psicológico. Devemos quebrar a questão do medo com atitudes, não com palavras”, observou Henry Starosta Chmelnitsky, presidente do Sindha. “Temos que ser proativos na questão da segurança e mostrar para a população que ela pode transitar com tranquilidade pelas ruas. Mais do que a crise econômica, é a insegurança que impacta negativamente no consumo”, afirmou. (Correio do Povo – Foto: Mauro Schaefer/CP Memória)