Sindicatos da alimentação e hotelaria do RS avaliam crise econômica e estudam ações para se reinventar

Sindicatos da alimentação e hotelaria do RS avaliam crise econômica e estudam ações para se reinventar

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“Temos que ser realistas com a atual situação. Sem arrecadação, a entidade não tem como sobreviver. Precisamos de turistas, essa é a situação na região da Fronteira”. A avaliação é de Lauro Mocellin, que representa o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Uruguaiana. O cenário é reflexo do fim do imposto sindical obrigatório, uma das mudanças da Reforma Trabalhista, e foi debatido durante reunião entre os sindicatos de hotéis, restaurantes, bares e similares do Estado, na sede do Sindha – Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região.

Entre as alternativas que as entidades patronais têm buscado estão a redução de custos fixos, como folha de pagamento de funcionários, e a geração de valor sob produtos ofertados exclusivamente para associados, como cursos, assessoria jurídica e outros benefícios. “Ajustamos as contas para sobreviver”, relatam Tomás Juchem e Wilson Paiva, representantes do Sindicato de Novo Hamburgo, que registrou queda de 70% na arrecadação. “Em termos financeiros, estamos lamentavelmente quebrados. Esperamos que a nova Rota Turística, com foco nas águas termais, movimente a região”, afirma Ademir Zarbielli, presidente do Sindicato de Erechim. Para ele, treinamentos voltados à qualificação no serviço de recepção em hotéis, por exemplo, atraem o empresariado para dentro do Sindicato.

Já em Pelotas e Santo Ângelo, a situação tem sido amena, com uma economia ainda regular, conforme indicam os presidentes Eduardo Hallal e Geovani Gisler, respectivamente. “Este é um momento oportuno para conquistas. Com novas relações de trabalho, temos que buscar agora a união empresarial”, sugere Gisler. Presidente do Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria – Região Uva e Vinho (SEGH), Vicente Homero Perini Filho enxerga a maior oferta para a categoria também como solução em meio à crise. “É prestação de serviços que devemos ter”. No Sindicato do Litoral Norte, Ivone Ferraz, fortaleceu a divulgação. “Produzimos materiais de circulação porque a ideia deve ser agregar valor aos benefícios”, aposta.

Para o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky, a percepção do momento é de união e novas estratégias. “A crise é comum a todos, também tivemos queda na arrecadação, enxugamos o quadro e a percepção de valor é muito baixa, por isso estamos fortalecendo a área de projetos e relacionamentos, entre outras medidas. É um momento de muito esforço, precisamos enfrentar essa fase unidos”, avalia.

Além do incentivo à realização de cursos de qualificação no interior do Estado, Chmelnitsky propôs a implementação de serviços que já têm sido aplicados na Capital, como parceria com empresas que atuam na conciliação de fluxo de caixa com operações eletrônicas (débito e crédito), e também as que oferecem solução de pagamento integrado aos estabelecimentos. A intenção é baixar custos das vantagens aos associados e ainda canalizar recursos para as entidades. Para 2019, os sindicatos de alimentação e hotelaria do RS estudam agendas pontuais com reuniões coletivas de alinhamento sobre as pautas de interesse dos setores.

 

Diretoria do Sindha recebe Marchezan para tratar do IPTU de Porto Alegre
Encontro ocorreu na manhã desta segunda-feira (09/10)

 

O projeto de reajuste da planta do IPTU da Capital foi a pauta principal do encontro entre a Diretoria do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região (Sindha) com o Prefeito Nelson Marchezan Jr., na manhã desta segunda-feira (09/10), na sede da Entidade. Na ocasião, os dirigentes sugeriram que o novo projeto de reajuste seja construído em conjunto, a partir do diálogo com diferentes segmentos da sociedade.

“A planta precisa ser revista e isso é incontestável, no entanto aproximação e diálogo são extremamente importantes para resolvermos a questão da melhor forma”, explica o Presidente Henry Chmelnitsky, que ainda complementou “queremos participar do processo do IPTU, nós somos críticos e falamos o que tem que ser falado com todo respeito, estamos à disposição e queremos que a situação da nossa cidade mude”.

Quero chegar ao final do meu mandato com a consciência tranquila e para isso preciso fazer o que deve ser feito e tem muita coisa para fazer em Porto Alegre”, afirmou o Prefeito.

O Presidente do Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (SHPOA), Carlos Henrique Schmidt, destacou a dificuldade que o empresário da hotelaria enfrenta na Capital. “Não adianta ter um hotel bom com uma cidade ruim, o nosso setor depende totalmente da cidade”, afirmou.

O Presidente do Sindha finalizou dizendo que o importante é o empresário conseguir se fortalecer, para que seja possível enxergar uma luz no fim do túnel.

Presidente do Sindha desembarca em Portugal para promover o turismo da Capital

Presidente do Sindha desembarca em Portugal para promover o turismo da Capital

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O presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, Henry Chmelnitsky, está em Portugal para palestrar sobre o papel do empresariado para o desenvolvimento turístico e cultural de Porto Alegre na 39ª edição do evento Conversando sobre Turismo – Gerando Negócios que ocorre durante a III Jornadas Europeias do Turismo até o dia 9 de julho, em Águeda. Além disso, o dirigente também participará de evento da Fundación Cultural Brasil – Europa e Bahiatur, de 9 a 12 de julho, em Berlim, Alemanha.

Em Portugal, o presidente do Sindha ministrará palestra apresentando os aspectos dos porto-alegrenses, seus costumes, a identidade da Capital gaúcha e o que pode ser feito para que Porto Alegre possa ser vista como uma cidade com potencial turístico tendo a gastronomia e cultura como principais motivos para se apreciar. O que reforça a relação entre Porto Alegre e Europa para que atraia pessoas e fomente o forte investimento da entidade no turismo da Capital gaúcha.

“Porto Alegre conserva um aspecto histórico-cultural importante ao mesmo tempo em que busca se modernizar. É um grande esforço que fazemos para colocar a Capital no mapa do turismo mundial. Entendemos o momento crítico que vivemos e acreditamos que devemos agir para transformar e resgatar a autoestima e identidade de Porto Alegre e Região”, afirma Chmelnitsky.

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

Porto Alegre: Reunião encaminha parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar

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Foi encaminhada, nesta quinta-feira (15/09), parceria entre entidades empresariais e a Brigada Militar, com o objetivo de unir esforços para contribuir com a atuação da polícia. As entidades manifestaram interesse em trabalhar em conjunto e colaborar com as necessidades do efetivo. O encontro foi uma continuidade das ações em benefício da segurança pública do estado. Na terça-feira (13), as entidades encontraram com o secretário de Segurança Pública do RS, Cezar Schirmer, para declarar apoio à instituição. “Também queremos ser porta-vozes da Brigada Militar e suas necessidades, como forma de apoio a sua atuação”, ressaltou o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse.

agenda-bm2Uma das ideias é a criação de um comitê permanente com a participação da Brigada e representantes das categorias para discussão de ações efetivas. O Comandante-Geral da Brigada, Cel. Alfeu Freitas Moreira, destacou a importância da participação da Sociedade Civil Organizada na construção de convênios, como a Operação Avante. Ele apontou como exemplo, a necessidade de mais eficiência na comunicação e a carência de tecnologia. “Podemos construir projetos que atendam essas necessidades”.

O presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, Henry Chmelnitsky, fez questão de reforçar que as entidades empresariais estão juntas com a Brigada para construir soluções que se transformem em medidas para a sociedade. “Para sermos mais eficazes, a ideia é implantarmos as ações, em um primeiro momento, de Porto Alegre e Região”.

Ficou acertado que uma nova reunião será agendada para que seja definido de que forma as entidades poderão atuar para contribuir. “Queremos identificar uma necessidade da Brigada Militar que possa ser encampada e suprida pelas nossas entidades para fortalecer a segurança pública”, completou o presidente da CDL POA, Alcides Debus.

Fazem parte da iniciativa as entidades que integram o Fórum Permanente da Segurança Pública: Sindha, Sindilojas Porto Alegre, CDL POA, Setcergs, Sinepe/RS, SHPOA, Secovi, Fecomércio, Sindiótica, ACPA, Federasul, Agas, FCDL-RS, CRC-RS, OAB RS, Sindigêneros RS, Ajorsul, Sescon-RS, Porto Alegre Convention & Visitors Buerau, Lide, Sinprofar RS, IEE, Sincodiv RS, Fenabrave, Sicopeças, Sinprofar e Sindiatacadistas.

Nelson Marchezan Jr, pré-candidato à prefeitura, participa de encontro com entidades do varejo da Capital

Nelson Marchezan Jr, pré-candidato à prefeitura, participa de encontro com entidades do varejo da Capital

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O segundo café da manhã com os pré-candidatos à prefeitura da Capital, promovido pela CDL Porto Alegre, Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (Sindha), Sindicato de Hotéis de Porto Alegre (SHPOA) e Sindilojas Porto Alegre, foi realizado na manhã desta segunda-feira (18), no Hotel Plaza São Rafael. Neste encontro, o convidado foi Nelson Marchezan Jr. (PSDB/RS), que recebeu na ocasião um caderno com propostas das entidades.

Líderes de setores de comércio, serviços, bares e turismo apresentaram sugestões de pautas em prol de suas categorias ao atual deputado federal. “Fazemos esta aproximação para que possamos achar soluções a itens que se tornaram um entrave ou uma necessidade latente para que possamos evoluir. Além disso, queremos contribuir na construção de nomes para representantes em cargos prioritários”, introduziu o presidente da CDL POA, Alcides Debus.

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CDL POA, Sindha, Shpoa e Sindilojas Porto Alegre promovem rodadas de debates no Hotel Plaza São Rafael para discutir assuntos de interesse das categorias. Foto: Karen Horn/CDL

Entre os assuntos abordados, Debus mencionou a criação de um Centro de Convenções para trazer eventos de grande porte para a cidade. Sobre o tema, Marchezan acredita que parcerias com setores privados possam viabilizar a construção de uma área voltada para eventos. A mesma solução poderia ser aplicada para que o projeto do Cais Mauá seja efetivado: “Todos os 78 quilômetros da orla do Guaíba são muito pouco aproveitados pela população. Para avançar nesta questão, podemos convocar empreendedores a participar”, destacou o pré-candidato.

A parceria entre as instituições foi usada pelo presidente do Sindha, Henry Starosta Chmelnitsky, como exemplo da importância da união para fortalecer pautas comuns entre os diversos setores da economia. “Há dois anos, Sindha, CDL POA e Sindilojas Porto Alegre, estão trabalhando juntos com o intuito de contribuir para a cidade. É assim que pensamos em construir a política”, ressaltou.

Ações para combate do comércio informal foi outro tópico levantado. Na condição de presidente da Frente Parlamentar mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, Marchezan afirmou que é preciso organização, planejamento de retirada e proibição da atuação destes ambulantes.

O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, perguntou como o pré-candidato pretende lidar com o corporativismo nas secretarias municipais. Na avaliação do político, este é um dos seus maiores desafios, pois “o período eleitoral foi reduzido e isso dificultou a apresentação de novos nomes. Mas a forma de eu fazer isso é com boas coligações, para que eu possa ter mais tempo de me apresentar”. O mesmo raciocínio deve ser usado em uma futura gestão.

No quesito Segurança Pública, Marchezan acredita que o enfrentamento do crime passa pela inteligência e pela tecnologia. “Nossos pardais são utilizados apenas para arrecadar, quando poderiam acompanhar os roteiros dos veículos”, analisa. Além disso, aposta também na implantação de câmeras de vídeo-monitoramento e na interligação dos equipamentos público e privados para a captação de imagens que ajudem a coibir ações ilegais.

A favor da melhoria do transporte público individual, o pré-candidato defende a qualificação dos táxis e a legitimação do Uber na Capital. “Se eu discar oito números, posso locar um carro com motorista, mas se eu chamar por um aplicativo não pode. Acredito que, com o auxílio da iniciativa privada, possamos melhorar o serviço dos nossos táxis.”

A primeira edição da rodada de debates, realizada no dia 7 de junho, contou com a presença do atual vice-prefeito da capital, Sebastião Melo, e a próxima ocorrerá no dia 25 de julho, com a ex-deputada Luciana Genro. Ao longo dos próximos meses, as entidades receberão outros pré-candidatos para debater sobre assuntos de interesse das categorias, como a construção de um Centro de Convenções, a importância da retomada de iniciativas focadas na Segurança Pública e ações que contribuam para o desenvolvimento do turismo, varejo e economia.

Turismo de eventos gerou mais de R$ 125 milhões à economia de Porto Alegre em 2015; por Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

Turismo de eventos gerou mais de R$ 125 milhões à economia de Porto Alegre em 2015; por Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

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Um estudo foi apresentado hoje pelo Porto Alegre Convention & Visitors Bureau mostrando os impactos do turismo de eventos na economia de Porto Alegre. O encontro reuniu empresários, pesquisadores e o setor público em um espaço no Shopping Total, em Porto Alegre.

Segundo levantamento, que teve apoio da PUCRS, ao longo de 2015, foram realizados 166 eventos na cidade que geraram turismo em Porto Alegre. O gasto dos turistas na capital chegou a aproximadamente R$ 125 milhões em gastos. De forma indireta, o ganho da cidade chegou a R$ 182 milhões. Segundo o pesquisador da PUCRS, Adelar Fochezatto, 3,8 mil empregos foram gerados no segmento de turismo ao longo do ano.

Segundo o vice-presidente do Sindha, Ricardo Ritter, o turismo de eventos impacta diretamente nos serviços da cidade. Questionado sobre a falta de um centro de convenções para grandes eventos, Ritter destacou que o estudo pode nortear projetos de longo prazo no sentido sensibilizar o poder público.

“Um grande centro de eventos é necessário e estratégico para Porto Alegre. Quando se fala em turismo de eventos, se fala em eventos de médio e longo prazo. Os eventos de grande parte são decididos com vários anos de antecedência. Nós não temos condições, na falta de estrutura, para buscar eventos maiores. É claro que hoje, devido à crise, muitos eventos reduziram. Mas estamos pensando hoje na captação de eventos para os próximos anos. Um equipamento desses (centro de convenções) faz falta”, disse Ritter.

Os dados foram encaminhados a entidades do setor de turismo e autoridades municipais e estaduais, que também participaram do encontro.

SINDHA e SHPOA manifestam preocupação com a instabilidade político-econômica do país

SINDHA e SHPOA manifestam preocupação com a instabilidade político-econômica do país

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O índice é alto. De dezembro de 2015 à início de março de 2016 o desemprego cresceu 15%. Segundo o presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação, Henry Chmelnitsky, esse número pode piorar. “Enquanto permanece o impasse político, as reformas fundamentais para destravar a nossa economia estão estagnadas. Nesse cenário de instabilidade, o desemprego aumenta e diversos estabelecimentos não têm outra opção além de fechar suas portas”, diz.

O Sindicato de Hospedagem e Alimentação (SINDHA) e o Sindicato dos Hotéis de Porto Alegre (SHPOA) representam e integram o desenvolvimento do setor de hospedagem e alimentação. Ambos manifestam profunda preocupação com os rumos políticos e econômicos do país e a falta de perspectiva que essa insegurança causa na vida das pessoas. “Os juristas, legisladores e todos os políticos precisam pensar nos reflexos de todos esses escândalos na vida da sociedade que está sendo evidente e diretamente afetada. Quando este ou outro governo nos devolverá a possibilidade de abrir mais vagas e não desempregar?”, questiona Chmelnitsky.

Os setores de Alimentação e Hotéis defendem o fortalecimento das instituições e a manutenção da democracia, em apoio ao trabalho do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal esperam que todos os envolvidos na corrupção sejam investigados e devidamente punidos. “Precisamos que a solução venha pela esfera democrática e republicana, de acordo com a nossa Constituição. O que não podemos é ficar passivos e isentos. A corrupção deve ter um fim e o Brasil precisa voltar a crescer”, fala o presidente do SINDHA.

A taxa de desemprego, grande parte reflexo da recessão, tende a aumentar e segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), terá 700 mil novos desempregados em 2016.

Sindha repudia ação que contesta o projeto de revitalização do Cais

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A notícia de que um grupo de moradores e representantes de entidades ligadas à arquitetura, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico de Porto Alegre anunciaram o ajuizamento de uma ação civil pública com a intenção de tentar obter a rescisão do contrato de obra de revitalização do Cais Mauá, é repudiada pelo Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região.
Para a entidade que defende o interesse de um setor que emprega cerca de 100 mil pessoas na capital gaúcha e cidades da região metropolitana, barrar esse projeto representa um retrocesso ao desenvolvimento de Porto Alegre e à criação de novas frentes de empregos.
“Esse projeto já está em discussão há anos. Enquanto isso, vemos um dos locais mais espetaculares da cidade definhando. Não é mais possível que posicionamentos ideológicos continuem se sobrepondo aos interesses da sociedade como um todo, impedindo o desenvolvimento econômico da cidade e do estado”, lamenta o presidente da entidade, Henry Starosta Chmelnitsky.
Os dirigentes, empresários dos setores da gastronomia e da rede hoteleira, acreditam que o Cais beneficiará muito a cidade e incrementará os negócios na região. “Queremos que esse projeto dê certo”, diz Henry.

Meta do Sindha para 2016 é tornar o Centro de Convenções uma realidade

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Uma das lideranças do Comitê em prol da construção do Centro de Convenções de Porto Alegre, o Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (Sindha), elegeu como uma das metas para 2016 o trabalho para tornar o Centro de Convenções da capital gaúcha uma realidade. Na primeira semana de dezembro, a Bancada Gaúcha Federal recebeu a garantia de que está salva a obra do Centro de Convenções de Porto Alegre. Porém, a prefeitura da capital gaúcha deverá agilizar os procedimentos técnicos com a Caixa Econômica Federal (CEF) para que haja tempo hábil de liberação de parte do recurso.

“Essa é uma obra fundamental para o turismo de negócios de Porto Alegre. Estamos perdendo grandes eventos por falta de um local adequado, capaz de atender bem cerca de 10 mil pessoas,” avalia o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

O projeto de R$ 60 milhões pertencente ao PAC do Turismo foi aprovado em 2013, porém ainda não ocorreu liberação da verba devido às necessidades de ajustes no projeto que estão sendo viabilizados pela prefeitura e a CEF. A área para localização do Centro de Convenções já está definida – uma área municipal de quatro hectares, contígua ao Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Além do Centro de Convenções, o Sindha quer fortalecer a área de formação de pessoas, com o objetivo de fazer frente às dificuldades previstas para o próximo ano. “Teremos um 2016 difícil, pois é esperado que a instabilidade política continue até o final do primeiro semestre, impactando de forma significativa a economia de todos os segmentos,” estima Henry. No entanto, o líder do setor de alimentação e hospedagem quer aproveitar esse momento para criar novas oportunidades aos associados do Sindicato. “Na crise que conhecemos o verdadeiro empresário. Uns choram e outros aumentam a produção de lenços. Nós, do Sindha, vamos aumentar a produção de lenços,” garante.

Para atingir os objetivos, o foco será no investimento em treinamento, retenção e administração de custos. “É o ano de produtividade e muita criatividade,” avalia.

Presidente do Sindha cobra Centro de Convenções em Porto Alegre e pede fim a burocracia que envolve a obra

Presidente do Sindha cobra Centro de Convenções em Porto Alegre e pede fim a burocracia que envolve a obra

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O presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região, Henry Chmelnitsky, foi duro com os políticos em relação a construção do Centro de Convenções do Rio Grande do sul, em Porto Alegre. Para ele, muito se discute e pouco se avança neste tema que é de interesse público e da iniciativa privada para alavancar o turismo na capital gaúcha. No discurso de abertura do 1º Fórum de Hospedagem e Alimentação do Sindha, na tarde desta segunda-feira, 09/11, no Salão de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, Henry se propôs a unir forças para criar condições de viabilizar este empreendimento. Na opinião do presidente do Sindha, um centro de convenções moderno com capacidade para mais de 10 mil pessoas vai incentivar a venda de grandes eventos para a cidade e movimentar a hotelaria e o setor de hospedagem e alimentação. “Vamos desburocratizar criando condições que ambas as forças viabilizem este elemento transformador”, destacou ele.

Enfatizou ainda que nesse momento de crise, muitas vezes, a sociedade não apresenta respostas exequíveis que podem ser imediatamente aplicadas. E que a crise é um momento de união, de diálogo e transparência para criar base para que as futuras gerações vivam um novo momento econômico. “Precisamos ter coragem de tratar o câncer o extirpando pela raiz”, finalizou.

Henry Chmelnitsky, também reiterou a importância de um centro de convenções em Porto Alegre, o Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul, Juvir Costella, que no ato esteve representando o governador do Estado do RS, José Ivo Sartori. Na ocasião, Costella destacou o forte trabalho e empenho que o presidente do Sindha, juntamente com outras entidades do setor tem empenhado para conseguir esse espaço na capital gaúcha. Segundo o Estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo, o setor movimentou R$ 492 bilhões no Brasil em 2014. Um montante que representa 9,6 % do PIB nacional. Leva em conta também que o turismo teve investimento de R$ 59,6 bilhões no país no ano passado.

Esses números revelam o potencial do segmento no desenvolvimento do país e, que Porto Alegre poderia se beneficiar ainda mais se investisse e tivesse um olhar ainda mais atento para o setor.

O objetivo do Fórum é fomentar e debater o desenvolvimento do setor, apresentar tendências e experiências de sucesso, novos modelos de gestão e serviços, fortalecer relações, gerar negócios e debater os desafios para um crescimento sustentável. Toda a programação pode ser conferida através do site www.sindha.org.br