Dica para a Polícia Federal: Quem sabe a PF começa procurando na Suiça? Ex-delegado, Protógenes Queiroz, é considerado foragido da Justiça.

Dica para a Polícia Federal: Quem sabe a PF começa procurando na Suiça? Ex-delegado, Protógenes Queiroz, é considerado foragido da Justiça.

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A Justiça Federal expediu na noite de ontem (13/05), um mandado de prisão contra o ex-delegado da Polícia Federal e ex-deputado federal, Protógenes Queiroz. Protógenes já havia sido condenado a 2 anos e 6 meses de prisão por vazar informações da operação Satiagraha a jornalistas. Além de Delegado, ele ocupou uma vaga de deputado federal, na Câmara dos Deputados pelo PCDB/SP.

12959495_1739428999609429_1223858805_o-e1459972988273-300x139Publiquei em 06.04.2016 uma reportagem sobre o paradeiro de Protógenes. Em entrevista ao jornal suíço Sept.Info, o ex-deputado federal e delegado da polícia Federal, Protógenes Queiroz diz que se encontra na Suíça desde outubro de 2015 quando veio participar à uma Conferência promovida pelo Observatório do Crime Organizado, do qual ele é membro desde 2005, sendo também seu Presidente para a América Latina. Orientado por colegas, tendo em conta as reiteradas ameaças de morte por ele sofridas e a crescente instabilidade política do país, foi orientado a não regressar ao Brasil. Por isso, pediu asilo político na Suíça e a decisão que lhe concedeu a permissão para permanecer no País saiu nesta quarta-feira, 6 abril de 2016.  A íntegra do post você encontra aqui no site: felipevieira.com.br

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Protógenes Queiroz pede asilo político na Suiça. Segundo ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal se ficasse no Brasil seria morto por rede de corrupção

Protógenes Queiroz pede asilo político na Suiça. Segundo ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal se ficasse no Brasil seria morto por rede de corrupção

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Em entrevista ao jornal suíço Sept.Info, o ex-deputado federal e delegado da polícia Federal, Protógenes Queiroz diz que se encontra na Suíça desde outubro de 2015 quando veio participar à uma Conferência promovida pelo Observatório do Crime Organizado, do qual ele é membro desde 2005, sendo também seu Presidente para a América Latina. Orientado por colegas, tendo em conta as reiteradas ameaças de morte por ele sofridas e a crescente instabilidade política do país, foi orientado a não regressar ao Brasil. Por isso, pediu asilo político na Suíça e a decisão que lhe concedeu a permissão para permanecer no País saiu nesta quarta-feira, 6 abril de 2016.

12959495_1739428999609429_1223858805_oNa reportagem é dito que Protógenes Queiroz se encontra na Suíça desde outubro de 2015, enquanto o Brasil é abalado por uma crise política violenta envolvendo a presidente Dilma e o ex-presidente. O ex-chefe da seção de inteligência da Polícia Federal apresentou um pedido de asilo às autoridades suíças, baseado nas investigações por ele desencadeadas acerca da corrupção sistêmica que assola o Brasil. O texto compara Protógenes à figura de Eliot Ness, o homem que prendeu Al Capone. A reportagem segue garantindo que o advogado por formação perdeu tudo.  Relata que ele foi condenado à dois anos de prisão por conta de uma suspeita de falta disciplinar. E cita que o juiz que o condenou em primeira instância tinha sido implicado em uma ampla operação de combate à corrupção por Protógenes Queiroz. A injustiça foi denunciada por políticos, parlamentares e policiais do maior país da América do Sul. Mas, mesmo que sua sentença tenha sido comutada em prestação de serviços comunitários, segundo o texto Protógenes arriscaria a vida se voltasse para o Brasil.  Ameaçado, o ex-delegado e ex-deputado já teria sobrevivido à quatro ataques contra sua vida.

Barbosa será o único ministro brasileiro no Fórum Econômico Mundial

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Evento acontecerá na próxima semana, na Suíça  | Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil / Divulgação / CP
Evento acontecerá na próxima semana, na Suíça | Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil / Divulgação / CP

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, vai representar Brasil no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, na próxima semana. Ele será o único integrante do primeiro escalão do governo brasileiro no encontro que anualmente discute a economia global. Desde 2011, quando assumiu o cargo, a presidente Dilma Rousseff foi ao fórum de Davos uma única vez, em 2014.

O evento reúne líderes empresariais e governamentais de todo o mundo, acadêmicos, jornalistas e representantes da sociedade civil para discutir os desafios para o desenvolvimento mundial e melhorar o ambiente de negócios.

Este ano, os participantes do fórum vão assistir a discursos de líderes internacionais como o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Barbosa irá a Davos acompanhado do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, e de dois representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: o secretário de Inovação, Marcos Vinícius de Souza, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni.

Este ano, o tema do Fórum Econômico Mundial será a Quarta Revolução Industrial. De acordo com os organizadores do evento, mais de 1,5 mil líderes de negócios e cerca de mil membros de companhias internacionais vão debater os impactos da inovação e da tecnologia na indústria e na sociedade.

Antes da programação oficial do fórum, o Brasil participará, por meio do Ministério das Relações Exteriores, de um encontro ministerial que vai debater o futuro das negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), após as últimas discussões do órgão em Nairobi (Quênia), no fim do ano passado. (Agência Brasil)

Lobista diz ter depositado propina para Cunha na Suíça. Suposta transferência estaria ligada a contrato da Petrobras; presidente da Câmara não comenta declaração

Lobista diz ter depositado propina para Cunha na Suíça. Suposta transferência estaria ligada a contrato da Petrobras; presidente da Câmara não comenta declaração

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O empresário João Henriques, lobista ligado ao PMDB(foto), afirmou à PF ter aberto conta na Suíça para pagar propina ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Henriques não especificou valores e datas. Segundo ele, a suposta transferência para Cunha está ligada a contrato da Petrobrás relativo à compra de campo de exploração em Benin, na África. As declarações ampliam as suspeitas sobre o deputado, que já foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por corrupção e lavagem de dinheiro. Outros dois alvos da Lava Jato, o executivo Júlio Camargo e Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, também apontado como operador do PMDB no esquema, relataram que Cunha recebeu US$ 5 milhões em propinas na contratação de navio-sonda da Petrobrás é m 2006. O deputado nega ter recebido dinheiro ilícito e tem dito que “não é comentarista de delação”. (O Estado de São Paulo Foto: edsonsombra.com.br)