Jornalista Guilherme Gomes cria a Duo

Jornalista Guilherme Gomes cria a Duo

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Um dos mais talentosos jovens jornalistas com quem trabalhei foi o Guilherme Gomes. E olha que eu trabalhei com muita gente que ainda estava na Faculdade – evito usar o termo “estagiários”, porque eles acabam trabalhando igual ou mais que os formados – , com medo de esquecer alguém, vou citar apenas cinco que considero grandes profissionais e apesar da distância física segue o carinho e a admiração inabalável pelos profissionais que se tornaram: Fernanda Zaffari, Carolina Aguaidas, André Silva, Jonas Campos e Diego Casagrande. O Guilherme faz parte desse grupo, começou um menino na Band, se transformou em um grande produtor de rádio e depois em um excepcional repórter de política. Saiu da Band para a Gaúcha e lá rapidamente consolidou a carreira.

13318550_1784395535129639_1912351953_nEm meio aos debates pré-eleitorais de 2010, chamou a atenção de várias pessoas, entre elas de João Ferrer, que desejava alguém sem vínculo partidário para acompanhar a agenda de imprensa de Tarso Genro. Guilherme aceitou o desafio, desempenhou bem a função e depois da eleição durante quatro anos de governo acompanhou o então governador fazendo o “meio-campo” entre Tarso e a imprensa nacional e estrangeira. Tenho grandes amigos que foram assessores de imprensa de presidentes, governadores, parlamentares e figuras públicas como empresários, sindicalistas e artistas… Todos repetem a dificuldade que tiveram para trabalhar em função da demanda de serviço que é muito grande, a falta de horários e regras. Mas, também todos falam da experiência enriquecedora em função do acúmulo de serviço, dos cuidados com a imagem pública do cliente e de aprender a trabalhar no “fio da navalha”.

Por isso, fiquei muito contente em saber hoje através das redes sociais que o Guilherme resolveu empreender e criou a Duo. Vão trabalhar com ele, a fotógrafa Caroline Bicocchi e o publicitário Fabrício Dornelles, os dois com passagem respectivamente pelo Palácio Piratini e Assembleia Legislativa. Em um post, publicado no Facebook, ele escreveu: “19h e na “firma”. Em breve, todo o processo preparatório para a criação de uma empresa estará concluído e iremos inaugurar oficialmente a Duo Comunicação Estratégica. Projeto que está contando com o apoio e confiança de pessoas muito importantes e que serão destacadas nas próximas semanas.” Não resisti e em uma troca de mensagens perguntei sobre o projeto. “Será a minha agência de comunicação e assessoria de imprensa. O foco inicial era apenas a área política, mas também entrei no ramo do futebol, através da Dornelles Assessoria Esportiva – que representa, entre outros jogadores, o Taison – e o Esporte Clube Pelotas, meu Clube do Coração e que mesmo eu morando em Porto Alegre, me convidou para ser diretor de Comunicação e Marketing.”

Perguntei sobre área de atuação e os primeiros objetivos de trabalho: “Com nossa estrutura inicial, estamos preparados para realizar campanhas eleitorais de alta qualidade.”.

Porque Duo, se você é o dono? “Duo no sentido de não ser apenas um mero prestador de serviço, mas um parceiro do cliente. Nosso princípio é atuar em sintonia com outros prestadores de serviços. Com a rede de relações que construímos ao longo desses anos de atuação, temos as pessoas certas para bater o escanteio e as pessoas certas para cabecear. Trabalho conjunto!”.

Conhecendo o Guilherme, não tenho medo de afirmar que nasce um projeto bacana e de futuro. Sucesso para a Duo, que na real já é TRI !!

Tarso usa Twitter para tratar sobre nome dele na planilha da Odebrecht

Tarso usa Twitter para tratar sobre nome dele na planilha da Odebrecht

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O ex-governador Tarso Genro, não concedeu entrevistas falando sobre a presença do nome dele nas planilhas da Odebrecht. Tarso preferiu usar a conta @tarsogenro , no Twitter para divulgar a posição dele em diversos posts. Confira:

*Não esqueçam, quem primeiro informa das contribuições é quem as declara perante o TRE. É como fazem políticos sérios. Basta olhar no TRE.

*Solidariedade aos que receberam doações legais, de todos os partidos, e estão sendo alvo de mais esta divulgação calhorda e sem critérios.

*Vamos votar imediatamente a proibição de contribuição empresarial aos partidos e às campanhas! Aí os verdadeiros achacadores não querem.

*Todas as minhas contas foram aprovadas pelo TRE, sem caixa 2,e sem qualquer relação clandestina, com qualquer pessoa física e jurídica.
 *Está sendo feita de forma deliberada, a confusão, para minizar a evidência de contribuições ilegais a políticos, vestais do “impeachment”.
*Todas as contribuições dadas às campanhas que concorri foram legais, declaradas, e as contas aprovadas pelo TRE. Sem exceção.
Ex-secretária estadual relata que teve atendimento negado ao filho por ela ser petista; por Vitória Famer / Rádio Guaíba

Ex-secretária estadual relata que teve atendimento negado ao filho por ela ser petista; por Vitória Famer / Rádio Guaíba

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Uma discordância ideológica levou uma médica pediatra a cancelar uma consulta, agendada para um bebê de um ano de idade, pelo fato de a mãe da criança ser petista. O caso, que só veio à tona ontem, ocorreu na semana passada e envolveu a ex-secretária estadual de Políticas para Mulheres e ex-vereadora de Porto Alegre Ariane Leitão (PT). Segundo a petista, a médica atendia o filho dela, Francisco, desde o primeiro mês de vida. Ela relata, porém, que recebeu uma mensagem da médica desmarcando uma consulta de revisão do bebê.

“Estava tudo andando bem, a última consulta, inclusive, não teve nenhum problema. Foi muito pelo contrário, porque acabamos criando uma relação de bastante respeito e ela de muita atenção com o Francisco. Mas recebi, de forma surpreendente, pelo WhatsApp, uma mensagem dela dizendo que estava declinando da condição de pediatra do meu filho, que essa era uma decisão irrevogável, com ataques bem ruins, falando em honestidade, em coisas que não tinham nada a ver. Misturando uma questão pessoal dela com uma questão pessoal e profissional minha, mas que não tem nada a ver com o atendimento do meu filho, citando o (ex-)presidente Lula. É uma demência. E ainda por cima desmarcando a consulta sem me dar nenhuma alternativa de atendimento, não me indicando ninguém que pudesse atendê-lo. É uma pessoa que realmente não tem condição de exercer a Medicina, ainda mais a Pediatria, porque a Medicina por si só já é uma profissão que tem essa questão do cuidado com o próximo, da saúde com as pessoas”, desabafa Ariane.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Rogério Aguiar, está previsto, tanto na Constituição Federal quanto no próprio Código de Ética Médica que não pode haver nenhum tipo de discriminação com pacientes. Porém, sobre o caso relatado, em tese, Aguiar vê como improvável a cassação do exercício profissional.

“Chegando ao conhecimento do Conselho uma denúncia desse teor, se abre uma sindicância, onde será chamado o médico que está sendo denunciado por alguma prática ilícita, antiética, para poder dizer a sua parte e tentar esclarecer. Procedimento padrão. Se houver comprovação disso, o médico poderá ser, de alguma forma, condenado. No caso relatado, é improvável (a cassação do exercício profissional), porque existe uma dosimetria, comparando com a justiça, em relação à pena, à falta, em relação ao dano causado, em razões que causaram o profissional a ter uma falta ética, para poder chegar a uma pena. Que pode ser desde uma advertência até a cassação do registro profissional”, explicou o presidente do Cremers.

Ariane Leitão, que também é advogada, afirmou que a família já contatou advogados para analisar possibilidades jurídicas e verificar providências.

Idealizador do Conselhão, Tarso Genro sustenta que órgão consultivo só funcionará se Dilma ouvir entidades

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Em entrevista ao programa Agora, da Rádio Guaíba, nesta quinta-feira, Tarso disse que já havia escrito um artigo sugerindo que a presidente Dilma Rousseff reativasse o Conselhão, tendo em vista que o órgão consultivo, formado por cerca de 90 representantes da sociedade civil, do empresariado e das centrais sindicais, não se reúne desde julho de 2014. Idealizador do projeto que reunia diversas representações da sociedade para discutir pautas e trazer ideias para os gestores públicos, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, afirmou que grandes projetos surgiram nos encontros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conselhão) – sugestão que foi trazida por Tarso para o primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acabou sendo aplicada. Dilma anunciou, nesta semana, que reativaria os debates com as categorias, principalmente para tentar realinhar a economia. Hoje, no primeiro encontro em Brasília, será proposta a criação de grupos de trabalho para debater, entre outros temas, a reforma da previdência. De acordo com o ex-governador do Rio Grande do Sul, grandes projetos de políticas públicas nasceram no Conselhão, como ProUni e o próprio Minha Casa, Minha Vida.

“Ele funcionou. As grandes políticas que eu fui responsável, nos ministérios, nasceram no Conselhão, como as ideias do ProUni (Programa Universidade para Todos ), o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o plano habitacional que envolveu alguns bilhões de reiais de maneira a alcançar setores da população que não tinham recurso para ter casa própria, também saiu do Conselhão – e tem uma grande ativação da construção civil aqui do estado. Claro que sai de lá a ideia e depois ela é formatada tecnicamente pelos ministérios correspondentes sob coordenação do presidente”, explicou Tarso Genro.

Tarso também afirmou que projetos como o refinanciamento da agricultura familiar, para o Rio Grande do Sul, também nasceu no Conselhão do estado. Porém, o ex-governador petista alertou que os chefes dos Executivos precisam ouvir as entidades, porque, senão, corre-se o risco do sistema democrático não funcionar.

“Tudo depende se o presidente, se a chefia do Executivo, realmente escuta e processa essas decisões, transformando em decisões de governo. Até escrevi um artigo, há dois anos, que a presidente Dilma deveria recuperar o Conselhão, porque é nítida a dificuldade que o governo tem de ter um diálogo social e organizado. Não adianta escutar as pessoas e entidades de forma fragmentada. É necessário que tenha um foro público, aberto, para que as entidades, os especialistas, as pessoas, a Academia, coloquem suas ideias e elas sejam contrastadas com outras ideias e com a opinião pública, senão tudo vira lobby, influência, tudo viraria relações subterrâneas. Então, a grande utilidade do Conselhão é a democratização da formação do governo para acompanhamento da opinião pública pode ter disso”, disse o ex-governador.

Tarso concluiu afirmando que há necessidade de se ter paciência pelo fato das discussões demorarem mas serem muito importantes para construção de bons projetos. O órgão, no âmbito federal, vai contar com 47 empresários e 45 representantes da sociedade civil e das centrais sindicais. O encontro de hoje, em Brasília, acontece às 14h. (Vitória Famer / Rádio Guaíba – Foto: Bruna Cabrera / Especial / CP)

CCJ aprova extinção de pensão vitalícia de ex-governadores

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Com dez votos favoráveis, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa considerou constitucional o projeto da deputada Any Ortiz (PPS) que extingue a pensão vitalícia para os futuros ex-governadores do Rio Grande do Sul. O texto aprovado estabelece que, a partir da gestão atual, o governador tenha direito a pensão limitada a, no máximo, quatro anos seguintes a contar de sua saída do Palácio Piratini.

O outro projeto que tramitava sobre o mesmo tema, de autoria do deputado Juliano Roso (PCdoB), foi considerado inconstitucional. A proposta do deputado extinguia completamente o benefício, sem a concessão dos quatro anos. O entendimento do relator dos casos, Elton Weber, é de que o texto do projeto de lei era inconstitucional por dar margem ao entendimento de retirada de direitos adquiridos.

A medida aprovada na CCJ, que será votada no Plenário, também proíbe a concessão do vantagem às esposas, em caso de morte do titular do benefício. Hoje, 12 pessoas recebem, juntas, por ano, mais de R$ 4 milhões dos cofres públicos. São oito ex-governadores e quatro viúvas de ex-governadores.

Quem recebe a pensão vitalícia:
Ex-governadores:

Tarso Genro
Yeda Crusius
Germano Rigotto
Olívio Dutra
Antonio Britto
Alceu Collares
Pedro Simon
Jair Soares

Viúvas que recebem a pensão:

Neda Mary Ungaretti Triches – viúva de Euclides Triches
Miriam Gonçalves de Souza – viúva de Amaral de Souza
Nelize Trindade de Queiroz – viúva de Synval Guazzelli
Marília Guilhermina Martins Pinheiro – ex-companheira de Leonel Brizola (ela ainda recebe uma pensão pelo Rio de Janeiro)

(Vitória Famer/Rádio Guaíba)

Tarso teme que Dilma não termine o seu segundo mandato. Via twitter esta semana ele ironizou Lula em relação a S&P

Tarso teme que Dilma não termine o seu segundo mandato. Via twitter esta semana ele ironizou Lula em relação a S&P

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O jornalista Jorge Bastos Moreno recebe o petista Tarso Genro neste domingo, em seu programa de TV. O ex-tudo menos presidente da República (foi deputado, prefeito, governador, ministro, poeta, crítico de cinema…) revela um temor: que a presidente Dilma não termine o seu segundo mandato. O convidado comenta ainda que a aliança entre PT e PMDB, na prática, já acabou. Tarso Genro, no “Preto no Branco”  dirá na entrevista de hoje(21h30), no Canal Brasil, que já está passando da hora de FH e Lula se sentarem para discutir o país, mas observa: “Acho que deveriam conversar, sim. Mas quem sou eu para dar conselhos para esses dois ilustres brasileiros, talvez os mais importantes dos últimos tempos?”.

Ps1: Tarso Genro comenta com frequência a situação política do País pelo Twitter. Recentemente, defendeu: “precisamos nova proposta sobre ‘como sair da crise criada pelo capital financeiro'”. Nesta semana ele comentou o rebaixamento da nota do Brasil pela S&P. “Rebaixamento de agência de risco é sinal que o capital financeiro ainda não chegou no limite da extorsão. Quer mais. Indefinidamente mais”, escreveu. “O Lula que me desculpe, mas significa muito. Rebaixar a nota para manter os juros altos ou subi-los”, acrescentou o ex-governador, ironizando a declaração do ex-presidente, que disse que o rebaixamento “não significa nada”.

Ps2: Em sua coluna em O Globo, Moreno diz que: Em meio à carência de pontes (e não apenas as fiscais), um personagem tem se movimentado com igual desenvoltura nas órbitas de FHC e de Lula. Nelson Jobim, ex-ministro de ambos e originário do PMDB de Michel Temer, conversou recentemente com os dois ex-presidentes sobre o impasse político. De Dilma, Jobim também foi ministro, mas com ela ele não conversa.

Preto no Branco

Jorge Bastos Moreno recebe personalidades.

Dirigido por:
Carlos Alberto Vizeu
Duração:
30 min.
Categoria:
Séries
Gênero:
Documentário

exibição do programa:

transmitido pelos canais:

mais de “Preto no Branco“:

Vice-presidente nacional da OAB reclama da atuação de Tarso e Sartori na ação que entidade tenta reduzir dívida gaúcha no STF

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Durante entrevista ao programa Agora/Rádio Guaíba, o vice-presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia criticou a proposta de aumento de impostos pelo governo Sartori e a falta de apoio do atual governador e do ex Tarso Genro, para a ação da Ordem contra a cobrança da dívida gaúcha que tramita desde 2012, no Supremo Tribunal Federal.

No entendimento da OAB/RS, parte dos recursos comprometidos pelo Estado com o pagamento da dívida poderiam ser utilizados para honrar os passivos judiciais, provenientes de precatórios e RPVs, bem como os investimentos em saúde, educação e segurança.

“A revisão dos termos da dívida é urgente. Hoje, o Estado destina 13% de seu orçamento para o pagamento da dívida, enquanto seu investimento em saúde pública é de pouco mais de 6%”. Essas e outras análises feira pelo vice- presidente da OAB, Claudio Lamachia, sobre ajuizamento da Ação Civil Originária (ACO 2059) no STF para a renegociação da dívida contraída pelo Estado do Rio Grande do Sul, no ano de 1997.

Conversamos também sobre “Carta à Nação”, assinada pela OAB e a Confederação Nacional da Indústria cobrando do governo Dilma correção dos rumos do país e ações imediatas contra as crises “ética, política e econômica”. O texto defende a redução do número de ministérios e de cargos